Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Poema - Poesia digital
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Tudo que consigo fazer
E mando para você
É rimar o que penso
Quero, nesse momento,
Poder te amar
Não apenas ter inspiração para rimar.
Metamorfose
Uma vez, eu li uma historinha que dizia assim;
Era uma vez, uma florzinha branca muito linda e meiga na beira de uma estrada movimentada, por ali passavam pessoas, carros, animais, vento, chuva, poeira, e muitas vezes lixos deixados por pessoas ou levado pelo vento ou correntezas de água da chuva, porém, essa flor se mantinha firme e florindo a cada tempestade.
Certa vez, uma jovem moça, passou por ela, e se deslumbrou com tamanha beleza a beira de uma estrada, então pensou em leva-la para casa e enfeitar sua janela, mas desistiu e disse para a florzinha, -Se é aqui onde você nasceu e cresceu tão linda, deve ser porque gostou desse lugar. Então a moça se despediu e seguiu seu caminho.
No outro dia passou por ali um senhor religioso, que ao ver a florzinha, elogiou as criações de Deus, -Como Deus é maravilhoso em tudo o que faz! Essa florzinha tão linda aqui sozinha nessa estrada se mantendo com tamanha beleza, em meio ao caos do homem, mesmo assim é protegida pelo criador. O senhor se despediu e seguiu em frente.
No mesmo dia ao cair da tarde, um homem amargurado e descontente com sua própria vida, passou por ali e resmungou, -Que flor estupida! Como escolheu o pior lugar para crescer, em meio a poeira, os carros, estrada feia e suja, não vai sobreviver, sua flor burra, seu lugar não é aqui. Ele chutou a flor e seguiu resmungando.
A florzinha depois de algumas horas se ergueu novamente, e voltou a ficar linda e feliz naquela beira de estrada.
Moral da história, não podemos agradar a todos, mudanças só são necessárias, se for para seu bem e o bem de quem está a sua volta, você não precisa mudar para agradar ninguém. Quem se incomoda com a sua beleza, sua vida, seu jeito de ser, saiba que o problema, não está em você, e sim na pessoa que não enxerga o porque de cada coisa em seu lugar, o motivo de você mudar não deve ser para agradar ninguém, pois quem você deve agradar é a Deus e fazer o bem sempre. Consequentemente, todos a sua volta se beneficiarão da sua alegria, bondade, generosidade, e a felicidade erradia para quem vive com sabedoria, simplicidade e devoção. Sua metamorfose deve vir para sua edificação e não para o orgulho.
Texto: Gleiciele Oliveira.
Exercícios de Pensar
Texto I: Pensar
Pensar, hoje, é um ato raro. Por isso, poucas almas se dispõem a levá-lo avante.
Não porque a inteligência tenha desaparecido, mas porque a pressa domina muitos.
Pensar exige repouso, e o repouso é visto como luxo. Exige dúvida, e a dúvida incomoda quem vive sob cuidados intensivos de certezas prontas demais. Por isso, pensar tornou-se uma resistência silenciosa.
Como todos os textos, este não pretende convencer ninguém. Quer apenas lembrar que, o pensamento à deriva, a vida transforma-se em repetição.
#ExercíciosDePensar
Exercícios De Pensar
Texto II – Ensinar
Ensinar não é entulhar respostas.
É atiçar inquietações duráveis.
O ensino que preze ser bom não molda repetidores de conteúdos, mas sujeitos capazes de perguntar quando todos se calam por medo de serem silenciados.
Por isso, ensinar Filosofia nunca foi neutro: ou desperta consciências, ou é reduzido a formalidade vazia.
Ensinar é uma aventura. Mas é também um compromisso com o futuro.
Exercícios de Pensar
Texto III – Escrever
Escrevo porque o silêncio, às vezes, mente. E porque há verdades que só existem quando encontram palavras.
A minha escrita não resolve o mundo, mas impede que ele se torne completamente opaco.
Cada texto é uma tentativa imperfeita de dar testemunho ao tempo, antes que ele se perca. Escrevo para não apodrecer por dentro.
E, se possível, para partilhar essa podridão consigo, que me lê.
Exercícios de Pensar
Texto IV – Filosofia
A Filosofia não serve para decorar conceitos, mas para desinstalar o que parece óbvio.
Ela começa quando desconfiamos do que parece natural e perguntamos quem ganha com o silêncio, com a exclusão, com a ignorância.
Por isso, a Filosofia é sempre um incómodo: começa quando não aceitamos que o mundo é como é porque tinha que ser assim mesmo.
Filosofar serve para contrariar.
— Ramos António Amine
Exercícios de Pensar
Texto V – Esperança
A esperança não é ingenuidade.
É uma escolha ética.
Esperar, neste sentido, é continuar a pensar, ensinar e escrever mesmo quando o cenário é adverso. É acreditar que a palavra ainda pode formar consciências e que o pensamento ainda pode humanizar.
A esperança, quando pensa, torna-se resistência.
— Ramos António Amine
Professor
A Guardiã dos Avisos Ignorados
Por Ramos António Amine, Professor de Filosofia
Nada estava visível naquela noite. Mas algo pairava, em surdina, nas pequenas coisas que costumamos ignorar: a Guardiã dos avisos ignorados.
Uma alta dirigente distrital decidiu partir para a cidade a fim de passar a quadra festiva junto da família. Fora avisada de que a lei não concede diferimentos favoráveis a viagens impulsivas de quem detém autoridade. Ainda assim, escolheu ouvir o coração pois, em tempos festivos, o coração costuma falar mais alto do que a norma. A regra foi relegada ao segundo plano, dobrada e esquecida, enquanto à frente da dirigente seguia apenas o desejo de estar entre os seus.
Não faltou quem tentou dissuadi-la. Não com gritarias nem com processos disciplinares, mas com a frieza de quem conhece o peso da responsabilidade. O aviso foi simples e claro: quem serve o distrito não deve servir-se dele sem consequência. Contudo, a decisão já estava tomada. Quando o poder se habitua a mandar e passa a ouvir apenas a si próprio, aprende também a ignorar os avisos.
Naquele dia, apesar de esburacada e lamacenta, a estrada comportou-se silenciosa, como sempre é a Guardiã dos avisos ignorados.
No caminho, o mundo cobrou o preço da decisão. O irreparável sucedeu. Um corpo ainda marcado pelas ressacas das vésperas atravessou a estrada e, num instante, tudo se desencadeou: decisão em absurdo, movimento em culpa, pressa em tragédia, quadra festiva em luto. A estrada manteve-se indiferente, enquanto uma vida se despedia sem temor nem tremor.
Em delírio, a dirigente recorreu ao gesto mais antigo do mundo moderno: ligou para casa. Do outro lado da linha, o marido correu para socorrer quem amava. Mas o absurdo: hóspede discreto da condição humana, ainda não havia concluído a sua obra.
Ao calçar os sapatos à pressa, o marido foi mordido por uma cobra, escondida onde ninguém espera a morte: no abrigo quotidiano do pé. Assim, num só encadeamento de factos, uma decisão tomada no distrito gerou tragédia na estrada; a tragédia clamou por auxílio; e o auxílio quase gerou outra tragédia. Nada disso constava nos planos da dirigente. É assim que o absurdo opera.
Houve conspiração? Intenção malévola visando a sua queda? Não se sabe. Sabe-se apenas que houve consequência. A exceção aberta à interpretação da lei abriu caminho; a pressa acelerou; e a Guardiã dos avisos ignorados, amontoada nos sapatos, respondeu como sempre: silenciosa, inevitável.
Talvez seja isso que mais nos vulnerabiliza: o mundo não castiga, apenas responde. Responde ao orgulho, à arrogância institucionalizada, às escolhas impulsivas, ao descuido, à crença perigosa de que o cargo nos coloca acima da lei, dos outros ou do absurdo.
Na origem desta tragédia esteve uma decisão. No fim, restou a estrada.
E a estrada resta sempre para ensinar, sem alarde, que o poder é efémero, que a vida é um sopro e que o absurdo nos acompanha justamente onde julgamos estar seguros: na exceção que toleramos, na viagem que consentimos a nós mesmos, no otimismo que nos dispensa da prudência.
Enquanto os homens celebram datas e inventam hierarquias, a natureza permanece silenciosa e atenta, indiferente às nossas justificações. E a Guardiã dos avisos ignorados, paciente, continua onde poucos ousam procurar: no intervalo entre avisos e a decisão.
As colheres de cabo comprido.
Dizem que Deus convidou um homem para conhecer o Céu e o inferno. Foram primeiro ao inferno. Ao abrirem a porta, viram uma sala em cujo centro havia um caldeirão de sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas. Cada uma delas segurava uma colher de cabo comprido, que lhes permitia alcançar o caldeirão, mas não a própria boca. O sofrimento era grande. Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o Céu. Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta, as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados. "Eu não compreendo"- disse o homem a Deus. "Por que aqui as pessoas estão tão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?'Deus respondeu sorrindo: "Você não percebeu? É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros. Livro As mais belas parábolas - vol. 1 Ed. Vozes.
O Terceiro Olho: o ecrã digital e a sociedade seduzida
Vivemos numa sociedade que se convencionou chamar de contemporânea. Uns preferem designá‑la por pós‑moderna; outros falam em modernidade líquida, hipermodernidade, sociedade do cansaço, da transparência ou do espectáculo. Divergências à parte, trata‑se de uma sociedade herdeira da Revolução Francesa e do ideal iluminista de uma utopia planetária: a de transformar o mundo numa pequena aldeia global.
É nesse contexto que surge o ecrã como mediador privilegiado da relação entre o indivíduo e o mundo. O primeiro protótipo foi o cinema, que procurou universalizar experiências e imaginários. Contudo, o seu acesso restrito tornou‑o insuficiente para concretizar a utopia global. A televisão surge, então, como segundo ecrã, levando o mundo para dentro de casa e inaugurando o sedentarismo mediático. Ainda assim, permanecia uma limitação decisiva: o espectador não escolhia; apenas consumia o que lhe era programado.
O terceiro ecrã, o ecrã digital, supera os anteriores. Cabe no bolso, acompanha o indivíduo para todo o lado e apresenta uma luminosidade quase hipnótica. Com ele, o ecrã globaliza‑se definitivamente. Tudo passa a integrar a chamada dialéctica digital: cinema como tese, televisão como antítese e ecrã digital como síntese.
Mas esta síntese não representa, como se poderia supor, um progresso emancipador. Longe disso. O ecrã digital transforma‑se numa nova tese, cuja antítese são os dados e cuja síntese se manifesta nas redes sociais como Facebook, WhatsApp, Instagram. Estas plataformas tornaram‑se os templos do nosso tempo: espaços de confissão, adoração e validação simbólica, onde as visualizações substituem os hossanas e o like ocupa o lugar do amém.
Neste novo regime do visível, falar deixa de ser apenas um direito e passa a ser uma exigência. A exposição converte‑se em critério de existência, enquanto o silêncio começa a ser interpretado como ausência ou suspeita. O indivíduo não é apenas utilizador do ecrã; torna‑se matéria‑prima de um sistema que vive do cruzamento de dados.
O problema não reside na tecnologia em si, mas no tipo de poder que nela se infiltra. Fornecer dados a um desconhecido é o primeiro passo da dominação. Saímos, assim, de uma política centrada na administração do corpo, como analisou Michel Foucault, para uma política de gestão da mente, descrita por Byung‑Chul Han como psicopolítica.
Hoje, a vigilância já não se impõe pela força nem pelo medo. Ela seduz. Apresenta‑se sob a forma de liberdade, desempenho e auto‑realização. A coerção tornou‑se interna. Vivemos numa sociedade hiperactiva, onde o repouso e a contemplação se encontram ameaçados. Mesmo no espaço íntimo, o ecrã permanece presente.
É aqui que emerge o que podemos chamar de “terceiro olho”: uma vigilância invisível que tudo observa o que publicamos, curtimos, comentamos e partilhamos. Não é um panóptico clássico nem um soberano autoritário. É um olhar que sorri, convida e encanta. Não reprime desejos; fabrica‑os.
Este processo não aponta para uma distopia longínqua, mas para uma transformação já em curso. A democracia corre o risco de se converter em ditadura digital, e os Estados nacionais podem tornar‑se dependentes dos gigantes tecnológicos para controlar as suas próprias populações, comprando dados que hoje lhes são entregues gratuitamente.
Estamos, assim, diante de um novo vocabulário político. Um regime em que a voz é permanentemente controlada e medida, a vozcracia, e em que o silêncio é progressivamente incentivado e aplaudido, suspeito ou invisibilizado, a silenciocracia. Eis o horizonte inquietante da sociedade seduzida pelo ecrã digital.
A VOZ DO SILÊNCIO.
Quando o silêncio invade o ouvido
E a dor se torna um som conhecido
É como se a vida parasse de repente
E o mundo se tornasse um lugar diferente
Mas é nesse silêncio que encontramos a voz de romper o tímpano.
Que nos faz ouvir o que não se ouve normalmente.
É nesse escuro que encontramos a luz
Que nos guia através da dor e da luta
Quando a venda cai e a verdade aparece
Vemos a vida com olhos renovados
Apreciamos cada som, cada gesto
Cada momento, cada detalhe
Mas é nesse silêncio que encontramos a voz
Que nos faz ouvir o que não se ouve
É nesse escuro que encontramos a luz
Que nos guia através da dor e da luta
A dor pode ser um mestre cruel
Mas também pode ser um professor sábio
Que nos ensina a valorizar o que temos
E a viver cada dia com gratidão e amor.
"Primavera em Gratidão"
Abriu-se um corredor de luz
E avancei mais um passo, sem cruz
Em direção a Deus, ao infinito
O espírito da vida, um sopro bendito
É mais do que acumular informações na horizontal
Meu mundo virou na vertical, um voo sem igual
Primaverei, naquilo que estava
Dentro de mim de bom, ressurgiu em chama
Ressurgiu em amor, e agora floresce...
Cada som, uma sinfonia celestial
Cada momento, uma bênção divinal
A vida renasce, em cores e em canções
Um arco-íris de emoções, sem estações
E agora, cada nota é um hino à vida
Cada batida do coração, um tambor de gratidão sentida
A primavera em mim, é um renascimento constante
Um ciclo de renovação, de amor, de luz, de paz vibrante.
Leila Boás 03/12/2025
Verdade!!!
A verdade é um silêncio eloquente,
Um sussurro que ecoa no coração da gente.
Não precisa de voz, não precisa de som,
Ela é, simplesmente, a essência do ser, sem dom.
O homem que a carrega é um templo vivo,
Um guardião da chama que arde, intocável e divino.
Sua alma é um espelho que reflete a luz,
A verdade que brilha, sem sombra de dúvida ou cruz.
Ele não precisa falar, não precisa gritar,
A verdade o envolve, como um manto de paz, sem igual.
Ele é a aurora boreal em ação, a justiça em movimento,
Um farol que ilumina, em meio ao turbilhão do tempo.
A verdade é imaculada, pura e intacta,
Não se deixa corromper, não se deixa manchar.
É a rocha que resiste, ao vento e à tempestade,
A verdade que permanece, inabalável, sem idade.
O homem que a carrega é um herói anônimo,
Um guerreiro da luz, que enfrenta o desafio.
Ele não busca aplausos, não busca reconhecimento,
A verdade é seu prêmio, seu refúgio, seu coração.
Leila Boás 04/12/2025
A voz do Silêncio.
O silêncio é como a luz no vácuo,
Intangível, mas presente, sem igual.
Viaja sem som, sem barulho, sem eco,
Ilumina o coração, sem precisar de sinal.
O homem sábio sabe usar o silêncio,
Como um escudo contra o barulho do mundo.
Ele se refugia no silêncio,
E encontra a paz, o equilíbrio, o profundo.
No silêncio, ele encontra a clareza,
A sabedoria, a intuição, a visão.
Ele ouve a voz do coração,
E sabe distinguir o certo do errado, sem confusão.
A luz no vácuo é constante, imutável,
O silêncio é a mesma coisa, inalterável.
Ambos são poderosos, ambos são fortes,
E o homem sábio sabe usar esses dons, com sabedoria e sorte.
No mundo moderno, barulhento e agitado,
O silêncio é um refúgio, um oásis, um porto seguro.
O homem sábio sabe encontrar o silêncio,
E nele, ele encontra a paz, a tranquilidade, o amor.
Leila Boás 04/12/2025
O segredo da dor. Meu filho morreu... perdi para as drogas...um grito de dor!!!
Fiquei sem ouvir, ai foi quando ouvi
Rompeu-se o tímpano, mas o coração ouviu
A palavra silenciosa, que só o coração sente.
E agora sou espiã dos lábios
Decifrando os segredos, dos olhos vendados
Quando fiquei doente, foi quando fiquei boa
A presença me envolveu, como um manto de paz
Agora tenho uma herança de ouro, ela é a observância.
A atenção plena, que me fez ver além
Quando parei de trabalhar, foi quando trabalhei
A mente em silêncio, o coração em oração
Quase orando, chorei
E a palavra se fez carne, em meu ser
E nesse silêncio, encontrei a voz a voz
do meu filho, que me chama,a dor e a transformação vem com a perda de um ente querido quando perdi, ganhei muitos filhos e filhas e irmãos jogados nas calçadas do mundo. Leila Boás 04/12/2025
Corpo & Espírito.
"Corpo e espírito, uma dualidade
Neste planeta, uma jornada a trilhar
Perguntas e respostas, um caminho a buscar
Qual o propósito? Qual a missão?
O corpo, um templo, um veículo sagrado
A espirito, um sopro, um anjo guardião
Juntos, uma simbiose, uma dança perfeita
Buscando o equilíbrio, a harmonia completa
Mas o que é o homem? Um ser de carne e osso?
Ou um espírito eterno, em busca de crescimento?
A resposta está dentro, no silêncio da alma
Um sussurro suave, um chamado à ação"
Leila Boás 04/12/2025
Posicionamento & Altoridade.
Em palcos de vida, nos posicionamos
Com passos firmes, nossas vozes ecoamos
A autoridade que nos define e nos guia
Nos faz ouvir, nos faz sentir, nos faz existir...
Com cada palavra, um peso é dado
Com cada gesto, um legado é criado
A confiança que nos move e nos inspira
Nos faz líderes, nos faz pioneiros...
Em arenas de sonhos, nos apresentamos
Com coragem e fé, nossos objetivos traçamos
A autoridade que nos impulsiona e nos guia
Nos faz vencer, nos faz brillar...
Com cada desafio, uma oportunidade é dada
Com cada obstáculo, uma lição é aprendida
A resiliência que nos fortalece e nos sustenta
Nos faz crescer, nos faz evoluir...
No palco da vida, nos posicionamos
Com autoridade, com paixão, com propósito
Nossa voz é ouvida, nossa mensagem é clara
Nossa presença é sentida, nossa marca é deixada... Leila Boás 05 / 12/2025
*Raízes da Amazônia,oriental * Raízes da Amazônia,oriental... profundas e fortes,
Enraizadas nos princípios, inabaláveis e vivas.
Um equilíbrio perfeito, entre o céu e a terra,
Entre o meta físico e o físico, uma dança eterna.
Como as árvores da floresta, cresci alta e livre,
Com raízes que se estendem, buscando a essência da vida.
Meu trabalho é um reflexo, da beleza e da força,
A Amazônia Maranhense, um tesouro, um legado a preservar.
Com sementes de esperança, plantaremos o futuro,
Com cipós de criatividade, tecerei o presente.
Meu coração é um jardim, onde a arte floresce,
E as raízes da Amazônia, são o alicerce.
Sou a guardiã, da floresta e da alma,
Um equilíbrio perfeito, entre o céu e a terra, uma chama.
Meu legado...floresce no coração, como uma orquídea rara, com pétalas de criatividade e essência de liberdade." Leila Boás 05/12/2025.
Equilíbrio
Entre o norte e o sul, um caminho a trilhar
Calma e tranquilidade, o equilíbrio a encontrar
Nem muito além, nem muito aquém
O meio é o lugar, onde a paz tem seu lugar
Pensar e refletir, o caminho a escolher
Com equilíbrio e harmonia, o novo projeto a vencer
Um ponto de equilíbrio elevado, a meta a alcançar
Com calma e foco, o sucesso a conquistar
Hoje sou uma pena ao vento, sem direção
Leve e solta, seguindo o fluxo da emoção
O vento me leva, me guia e me traz
Para onde a vida me chama, sem pressa, só paz
Mas no meio da jornada, um propósito encontro
Um ponto de equilíbrio, um lugar de pronto
Para criar, para sonhar, para me encontrar
E no equilíbrio, a paz e a liberdade de estar
Em harmonia com o todo, eu me sinto ser
Uma parte do universo, sem medo de viver
O equilíbrio é a chave, que abre a porta
Para a paz e a alegria, que me fazem sorrir agora. Leila Boás 05/12/2025
Quero ser um rio.
"Quero ser um rio, que flui sem parar
Sem diques ou barreiras, sem medo de errar
Minhas águas cristalinas, refletem a verdade
E meu coração, lateja com honestidade.
Quero ser um rio, que corre para o mar
Sem medo de se mostrar, sem medo de se dar
Minhas ondas sonoras, cantam uma melodia
De liberdade e amor, que ecoa na alma.
Quero ser um ser, que vive com paixão
Sem medo de sonhar, sem medo de criar
Minhas ideias fluem, como um rio sem fim
E meu espírito, se eleva, sem limites, sem confim.
Quero ser um rio, que flui com doçura
Regando as margens, com amor e ternura
Quero ser um ser, que vive com compaixão
E ajuda a outros, a encontrar a direção
Quero ser um rio, que flui com força
Superando obstáculos, sem perder a essência
Quero ser um ser, que vive com coragem
E enfrenta os desafios, com fé e sinceridade. Leila Boás 05/12/2025
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