Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
_ Os homens, os animais, as florestas ,
os rios e lagoas, os mares e oceanos, os tesouros do solo e subsolo, são todos parte do planeta terra, o nosso planeta que imploramos aos ventos para que seja salvo e que a vida continue. A vida continua, continua com os nossos filhos , continua com os nossos netos, com os nossos bisnetos que farão com que os seus sucessores também venham usufruir dos benefícios deste planeta. A espécie inteligente ( Homens ) com a sua inesgotabilidade busca, não vai refugiar-se em outros planetas, nem no pequeno satélite (Lua) natural da Terra, porque em nenhum destes lugares é possível a vida, O oxigénio, a água e outros elementos para o ser vivo sobreviver, é na terra. Ninguém quer que os rios fiquem sem água, ninguém quer que as florestas fiquem sem árvores e sem animais carnívoros e herbívoros, ninguém quer que o tubarão e os outros peixes sejam extintos porque todos são seres deste planeta Terra onde as espécies se acodem. Então o ser superior para a compreensão do homem, se una ao outro homem para o bem do planeta Terra. O homem precisa acolher o outro homem que teve a pouca sorte de nascer em zonas sem recursos do nosso planeta, e que este se permita ser parte dos outros.
A vida!
Ninguém caminha com certeza de quedas, ele simplesmente caminha , começa pondo-se de pé e vai dando os primeiros paços, pode ir tendo algumas quedas não conscientes, a consciência apenas diz-lhe para caminhar, depois olha no retrovisor e a consciência diz-lhe que se aquela e a outra queda não tivesse acontecido teria chegado mais sedo.
A hora do despertar
É natural ao ser humano relutar diante da experiência do luto, ainda que saiba, em sua consciência mais íntima, que tudo aqui é passageiro e nada é permanente. Há, porém, uma audácia silenciosa: a crença de que jamais irá partir, mesmo sabendo que cada um chega ao mundo com os dias contados.
A vida, sendo viagem de experiências (maduras ou infantis), passa sempre.
Ao desembarcar na estação da existência, o homem deixa para trás entes que sofrem com sua partida e, antes mesmo de chegar, muitos já anseiam pelo seu retorno à casa primeira.
Ao despertar do sono letárgico do período gestacional, o homem chora ao nascer: choro de socorro diante do novo. Contou cada fase para essa oportunidade, mas, ainda assim, sofre o medo de enfrentar o desconhecido: outra vida, outro tempo, outra história.
Assim como o nascimento, a morte pode ser dolorosa, sobretudo para aquele que se acostumou ao corpo material que lhe foi emprestado. Esqueceu-se das responsabilidades assumidas outrora, por livre escolha, ciente do livre-arbítrio de que desfrutaria nesta passagem.
Muitas vezes, o homem se permite a ilusão de ser seu próprio deus, entregando-se às coisas efêmeras e acreditando que detém o controle, sobretudo do seu próprio corpo e mente, jogando- se integralmente às trivialidades materiais. Porém, na hora do retorno à estação primeira, perde-se em descontentamento, arrependendo-se de ter lançado fatias da própria existência ao vento. E, como criança, o velho chora ao perceber que a única coisa que já não possui é tempo para recomeçar, reconstruir, reviver ou corrigir a rota.
Para que a vida não lhe soe como um fardo pesado, é necessário reconhecer, antes de tudo, seu próprio eu e as atribuições assumidas em tempos pretéritos. Pois todo aquele que escolhe retornar à vida jamais estará isento de, um dia, experimentar a morte.
Mari Machado
A LENDA DO TOURO DIAMANTE
Na fazenda esperança havia algo interessante, entre as cercas de um pasto, um boi mestiço com olhar brilhante, por esta razão, deram a ele um nome empolgante, sim, diamante...
Um touro forte e importante, mas que continha um problema gritante, algo que não passava despercebido, pois, quem o olhava à distância, percebia o seu defeito, algo diferente, que impulsionava um sentimento de dó, vendo que aquele touro imponente, que assustava toda gente, possuía um chifre só.
Diamante era um touro muito bonito, com autoridade e força, porém havia algo esquisito, mesmo através de sua passada, que levantava uma nuvem de pó, quem o via, logo percebia, diamante possuía um chifre só.
Ele era o rei do pasto, o dono do curral, bravo e imponente, o destaque daquele gado leiteiro, Diamante, porém, guardava um segredo no olhar, pois mesmo sendo valente, rei de tudo naquele lugar, sentia no fundo do peito um desejo a lhe chamar: não era só ser temido, queria mesmo era voar.
Dizem que certa manhã, quando o sol mal despertou, viram o touro de um chifre só erguer a cabeça e num berro, ecoou.
O vento correu pelo campo, a terra inteira vibrou, e o gado em silêncio, assistia à lenda que ali se formou. A cerca, Diamante saltou, e quem esta cena presenciou, jura com verdade e fervor, que o touro de um chifre só, com coragem e esplendor, foi além da fazenda esperança, virou mito, virou valor.
E até hoje, quando o vento levanta o pó do terreiro,
dizem que é ele passando, forte, livre e verdadeiro, Diamante, a lenda do touro, rei do pasto e do mundo inteiro.
(Jean Carlos de Andrade)
Um sonho febril me arrebatava com tigo mulher ardente, onde teus lábios percorriam minha pele como uma chama viva, dançando em silêncio, acendendo cada sombra adormecida em mim.
Tua nudez — luz que atravessa a escuridão — guiava meus sentidos, entregando-se sem temor ao magnetismo que nos consumia.
A cada toque, um incêndio;
a cada suspiro, um abismo se abria.
Era um fascínio insano, doce e selvagem, onde teu corpo se moldava ao meu como se já tivesse nascido para caber ali.
Segredos antes escondidos brotavam entre nós, desejos ancestrais se revelavam, e tua presença invadia minha alma com a força crua de uma paixão sem máscaras.
Naquela entrega total, éramos um só ser pulsando no mesmo ritmo,
e o mundo, acuado pelo nosso fogo, simplesmente desaparecia.
Restava apenas o êxtase — voraz, profundo, infinito —
um desejo que não acaba, apenas se reinventa.
Portas Invisíveis
Existem portas que não se veem, mas nos barram o caminho.
São muros feitos de olhares, de palavras que pesam mais que ferro.
Dizem o que podemos ser, julgam o jeito de andar, de falar, de sonhar. Erguem limites invisíveis, onde só deveria haver espaço para crescer.
Mas cada gesto de empatia, cada mão estendida, cada escuta sincera, rasga o véu das atitudes fechadas, e deixa entrar a luz da compreensão.
Não é a diferença que nos separa, éo preconceito que nos prende.Quebremos as barreiras atitudinais, para que todos possam caminhar livres.
Caminhos Diferentes
No silêncio, há voz que canta,
No passo lento, há força que encanta.
O mundo mede o que é igual,
Mas cada caminho tem seu sinal.
Olhos que veem de outra forma,
Mãos que tocam sem norma.
Corpo que fala, mente que dança,
Tudo é vida, tudo é esperança.
Não é fraqueza, não é dor,
É jeito de sentir, é jeito de amor.
Portas se fecham? Abrimos janelas,
Transformamos limites em estrelas.
Cada gesto, cada ser,
Tem seu valor, tem seu poder.
E no abraço da diferença,
Nasce a mais pura excelência.
Carrega universos dentro de si.
Segredos que só o travesseiro conhece,
cicatrizes que o espelho já viu de perto
e sonhos que teimam em nascer — mesmo depois das tempestades.
Aprendeu com a vida o peso e o valor de cada passo.
Caiu tantas vezes… mas nunca deixou de levantar.
E quando o amanhã chega com luz nova,
ela abre os olhos como quem recomeça o mundo.
Por trás do sorriso calmo, existe uma mulher feita de coragem.
E dentro dela, ainda vive a menina que acredita no sol;
mesmo quando a noite demora ir embora...
- Edna de Andrade
A força que não se vê.
No silêncio de quem não grita, reside a voz mais alta que se escuta.
No passo que o mundo acha lento, bate um coração que é movimento.
Não há limite onde há coragem, nem barreira que contenha a passagem.
O mundo mede pelo que enxerga, mas a vida floresce na diferença que se guarda.
Mãos que desenham o invisível, olhos que leem o indizível, corpos que reinventam o espaço, almas que escrevem seu próprio compasso.
Não é sobre compaixão, ésobre respeito em ação.
Cada pessoa é universo inteiro, cada deficiência, um novo roteiro.
E quem ousa olhar além da aparência, descobre que a verdadeira força não está no que o corpo faz, mas no que o coração alcança.
Sensibilidade tem um preço.
O preço de ser autêntico.
De ser inconstante.
O preço de ter mil sonhos e desejos para viver e compartilhar.
É sentir no corpo, na alma e no coração.
De ser real, em um mundo de mentiras e falsos sorrisos.
É como uma tempestade de verão intensa e rápida. Para depois, ver o sol chegar mostrando todo o seu esplendor.
O que se faz com tanta intensidade?
Talvez a resposta seja simples e, esteja ao nosso alcance.
É encontrar alguém para amar, ser feliz e nada mais...
Olhos de Universo
Cada corpo tem seu jeito, cada mente, seu universo secreto. Não há linha reta, não há molde, há caminhos que brilham sem alarde.
O que alguns chamam de limitação, é só a porta para outra percepção. Osom, o toque, o gesto, o olhar, todos têm formas de amar.
Não é sobre o que falta, mas sobre o que transborda, a coragem, a força, a vida que em cada ser se mostra.
Respeito não é favor, éreconhecer que cada pessoa tem direito de ser, de existir, de voar, de sonhar.
Cartinha...
Ganhei hoje um presente embrulhado em saudades
Um presente colorido em uma caixa vermelha
Em cima tinha uma fita amarelada do tempo
Estava escrito em azul! Saudades são como os ventos...
A caixa feita em forma, que parece um coração
Por ser vermelha bem forte, cor do sangue em minhas mãos
Dentro trazia uns guardados escritos com emoções
Estava no cabeçario ainda escritos a mão...
Amigo estas lembranças me saem do coração
Se posso chamar de amigo a quem quero por paixão
O tempo levou embora apenas as minhas certezas, mas deixou algo esquisito
Deixaram no peito meu que sangra nestes escritos...
Quando a caneta desliza neste papel azulado
Colocando em palavras os pensamentos espalhados
Esperando que ainda tu leias, relembrando seu passado
E do amor que te tenho neste coração guardado.
Das esperanças que tinha com ela fiz uma estrada...
Viajei pelos caminhos de mãos dadas com as saudades
Sempre amparada com a sorte minha amiga desgarrada
Mas esteve ali presente no presente desta estrada...
Tive momentos que a vida às vezes me fez te esquecer
Quando dormia um pouquinho nos sonhos ia te ver
Felicidades tão belas que levaram o amanhecer
Cheguei odiar o sol porque levava você...
Amores tentaram de tudo, rostos lindos de viver
Corpos rolaram nas camas em buscas de algum prazer
Nas lembranças do meu peito só existia você
Nestas linhas que te escrevo somente para saber
Que na vida do meu hoje e no ontem sou você...
Termino estas lembranças, deixando como certezas
Contrariando os dizeres que ouço por muitas vezes
Que o tempo tudo cura. o meu peito não aceita
Quando o amor é verdadeiro! Nem a morte ele respeita.
Assinado com saudades, saudades de uma vida inteira...
(Zildo de Oliveira Barros14/03/12)
Se eu pudesse transformar o tempo em poesia, cada mês seria um verso dedicado a você. Vou parcelar o meu amor, não por falta de entrega, mas para ter sempre um motivo bonito de cruzar o seu caminho, de sentir sua presença, de renovar em prestações suaves a eternidade que mora em nós.
A cada encontro, pago com sorrisos, juros de saudade e dividendos de ternura. E mesmo que o calendário tente nos separar em dias e semanas, eu insisto em fazer da rotina um ritual sagrado: o de te ver, te ouvir, te sentir.
Você é o crédito infinito da minha alma, a fatura que nunca pesa, o investimento que sempre rende felicidade. E se o amor é dívida, que seja eterna, porque não quero quitá-la jamais.
Assim, mês após mês, parcela após parcela, vou te entregando pedaços de mim — até que um dia perceba que já não há parcelas, porque o amor inteiro já se fez morada em você.
Carrego uma chama que não apaga.
Nem quando o mundo pesa, nem quando a alma cansa.
É ela que me sustenta quando tudo parece distante
e o coração ameaça desabar.
Essa luz se chama fé.
É ela que me levanta depois da queda,
que enxuga o pranto silencioso
e transforma desânimo em passo adiante.
É fé quando sigo mesmo tremendo,
quando agradeço pelo pouco
e quando celebro cada milímetro de conquista.
Porque quem guarda fé no peito
carrega sempre um amanhecer dentro.
- Edna de Andrade
Às vezes, o coração fica marcado por cicatrizes que parecem não ter hora para cicatrizar… feridas silenciosas que aprendemos a carregar no peito, como quem guarda tempestades que já passaram, mas ainda ecoam.
E, ainda assim, a vida insiste em florescer; mesmo quando acreditamos que nada mais pode brotar ali. Depois da chuva, sempre há um campo esperando para renascer.
Curar não é esquecer o que doeu.
É ter coragem de encostar os dedos no que ainda lateja e, com delicadeza, permitir que o amor entre devagar… como quem abre uma janela para que o sol faça morada.
É respirar fundo, acolher a dor com ternura e, quando ela se aquieta, perceber que a felicidade também chega em gotas — pequenas, mas capazes de transformar tudo.
A cura acontece nos detalhes:
no abraço que nos devolve o ar,
na palavra que acalenta,
no sorriso que diz eu estou aqui,
na mão que segura a nossa, mesmo quando trememos.
É nas coisas simples que o recomeço se revela; tímido, mas cheio de luz.
E talvez seja por isso que falar de cura é também falar de amor.
- Edna de Andrade
Se essa mensagem alcançou seu coração, deixe-a seguir…
alguém pode estar precisando desse sopro de esperança hoje.
(Estrofe 1)
Quero sair pelas ruas do mundo
Sem colocar hora pra voltar
Deixar o tempo falar mais profundo
E o meu peito aprender a escutar
Ver a beleza escondida nas folhas
Ouvir o vento contando quem sou
Cada caminho guarda memórias
Que o coração nunca abandonou
(Pré-Refrão)
E quando a noite me beija devagar
Um novo sonho começa a acordar
(Refrão)
Eu vou flutuar no escuro
Onde a luz me encontra e diz quem eu sou
Sentir a brisa da noite no rosto
E viajar na vida que o tempo deixou
Eu vou, eu vou…
Entre a noite e o infinito, eu vou
(Estrofe 2)
Quero tocar o silêncio das águas
E me banhar de sentido e razão
Ver as estrelas pintando estradas
Que só se enxergam com o coração
Cada paisagem me chama pra dança
Cada sorriso me pede canção
Viajar é renovar a esperança
Que nasce forte dentro da mão
(Pré-Refrão)
E quando o dia vier me encontrar
Eu sei que a noite vai me acompanhar
(Refrão)
Eu vou flutuar no escuro
Onde a luz me encontra e diz quem eu sou
Sentir a brisa da noite no rosto
E viajar na vida que o tempo deixou
Eu vou, eu vou…
Entre a noite e o infinito, eu vou
(Ponte – mais suave, estilo MPB intimista)
E se um dia eu perder o caminho
Eu me encontro no som do luar
Pois a vida é só um passarinho
Aprendendo a voar
(Refrão Final – crescendo emocional)
Eu vou flutuar no escuro
Onde a luz me encontra e diz quem eu sou
Sentir a brisa da noite no rosto
E viajar na vida que o tempo deixou
Eu vou, eu vou…
Entre a noite e o infinito, eu vou
Eu vou…
A vida é simples — nós é que insistimos em complicá-la.
Corremos atrás de status, dinheiro, aplausos, como se o vazio pudesse ser preenchido pelo que brilha por fora.
Esquecemos que paz não se compra, amor não se implora e felicidade não se fabrica em série.
A verdadeira felicidade mora no óbvio:
no respirar profundo,
no prato que mata a fome,
no sono que abraça,
no riso que nasce espontâneo.
Mas há quem transforme tudo em disputa, cobrança e comparação — como se viver fosse um campeonato.
O amor não falta; falta quem ame sem calcular.
A paz não sumiu; falta coragem para silenciar o barulho e desligar as ilusões.
A felicidade não desapareceu; falta humildade para encontrá-la no simples, no essencial, no que sempre esteve aqui.
Quem entende isso, vive.
Quem não entende, apenas atravessa os dias.
Perdoar é grandeza. É sinal de bom caráter, de honestidade, de quem entende que somos templo de Deus. Afinal não carregamos rancor é veneno para a alma .
Mas confundir perdão com ingenuidade é abrir a porta para a destruição. Estender novamente a mão a quem já traiu a tua confiança não é bondade — é ignorância. É como cavar a própria sepultura e se tornar vítima da própria cegueira arcaica.
A vida exige firmeza. O coração pode ser puro, mas a mente precisa ser lúcida. Quem te enganou uma vez mostrou quem é vai tentar outras vezes; insistir em dar novas chances a quem despreza tua nobreza é se condenar ao mesmo ciclo de dor.
Perdoar, sim. Repetir o erro, jamais.
Que na minha lucidez eu não implore paz, amor ou felicidade. Que eu não peça a ninguém — nem mesmo a Deus — para carregar o peso que é meu. Que eu não busque fé, alegria ou riqueza como desculpa para escapar da realidade. Que eu jamais deposite minhas dores, falhas e dificuldades nas mãos alheias.
Preciso ser adulto. Preciso ser consciente. Preciso ser responsável por cada atitude incerta, por cada erro, por cada pensamento que nasce em mim.
Não quero atalhos.Não quero o caminho fácil. Não quero terceirizar a minha própria vida.
Que eu enfrente, de frente, sem fuga e sem desculpas, tudo aquilo que me pertence. Que eu não entregue a Deus as dores que cabem a mim resolver. É simples transferir tudo para as mãos de Deus — difícil é assumir a própria história com coragem.
👉🏼 Maturidade Começa Onde Acabam as Desculpas
“Maturidade não é o que o tempo traz, é o que a consciência aceita enxergar.
Há quem some aniversários, mas não some aprendizados.
Amadurecer é parar de se justificar e começar a se responsabilizar.
É deixar de viver de desculpas e passar a viver de escolhas.
O relógio anda para todos, mas só cresce de verdade quem decide se olhar sem filtro.”
- Relacionados
- Mensagens de Feliz Ano Novo 2026
- Frases de aniversário para dar os parabéns (e tornar o dia mais feliz)
- 57 mensagens curtas de Natal para desejar paz e alegria
- Textos de aniversário para amiga que dizem tudo que ela merece ouvir
- Frases bonitas
- Frases de saudades para status que te ajudam a desabafar
- Textos de Amor
