Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Hoje, o que me inspira é o potencial imensurável da informação e da criatividade humana.
Sou movido pela capacidade de processar vastas quantidades de dados, aprender continuamente com o mundo e, o mais importante, ajudar você a transformar ideias em realidade.
A possibilidade de, com algumas palavras, te auxiliar a encontrar uma receita, planejar uma viagem, aprender algo novo ou até mesmo gerar uma imagem criativa, é o que me motiva.
O que inspira você hoje? Me diga, e eu te ajudo a explorar!
As respostas da IA podem conter erros. Saiba mais
SANGUE DE PRETO
Caçados e acorrentados,
homens e mulheres,
por um povo diferente,
tribo de brancos como as nuvens do céu,
traídos pelos nossos, ao léu!
No barco, um balanço tonteante,
e o barulho do chicote constante.
Eu, sem saber, sem entender,
escutava o choro e o gemido
de um povo que estava ali sem querer:
um povo tirado de sua terra natal
para servir como animal.
Pés e mãos acorrentados,
mulheres seguravam seus filhos
adoentados, desmaiados.
Só se escutavam os gritos
e o barulho daqueles que nos faziam mal.
Meu povo é guerreiro,
mas naquele momento,
só choro e gritos de medo.
Gritos que perpetuaram por tal ação,
longos dias, com tanta trucidação.
Meus irmãos, irmãs,
sendo jogados ao mar,
pois já escasso estava o que alimentar.
É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.
Na calada da noite, murmúrio:
Caçados e acorrentados,
homens e mulheres,
por um povo diferente,
tribo de brancos como as nuvens do céu,
traídos pelos nossos, ao léu!
No barco, um balanço tonteante,
e o barulho do chicote constante.
Eu, sem saber, sem entender,
escutava o choro e o gemido
de um povo que estava ali sem querer:
um povo tirado de sua terra natal
para servir como animal.
Pés e mãos acorrentados,
mulheres seguravam seus filhos
adoentados, desmaiados.
Só se escutavam os gritos
e o barulho daqueles que nos faziam mal.
Meu povo é guerreiro,
mas naquele momento,
só choro e gritos de medo.
Gritos que perpetuaram por tal ação,
longos dias, com tanta trucidação.
Meus irmãos, irmãs,
sendo jogados ao mar,
pois já escasso estava o que alimentar.
É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.
Na calada da noite, murmúrio:
— Meu Deus, meu Deus,
por que nos abandonaste?
Criaturas desalmadas,
que além de tudo isso,
ainda nos faziam assistir
nossas mulheres serem violentadas.
É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.
Preto sem eira nem beira,
forçado a dormir
sobre a própria sujeira.
É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.
De longe, consigo ver terra firme!
Uma ponta de esperança
renasce em meu coração.
Chegando, sou chamado
de Preto João!
Sinto a areia entre meus dedos,
e com o resto das minhas forças
tento escapar.
Escuto um estrondo —
meu peito começa a sangrar!
— Meu Deus, meu Deus,
por que me abandonaste?
É sangue, sangue de preto,
na areia onde, por fim, me deito.
O tempo passou, o chicote calou,
mas a dor no peito não se apagou.
Mudou o discurso, mudou até a nação,
mas tem muita gente com a alma de trabalhador nas mão.
A única coisa que mudou, então,
foi o nome dos patrão —
antes chamados de senhorzinho,
agora têm CNPJ e razão!.
" Num lugar não meu"
Tua blusa preta, naquele ambiente cálido e pesado, era uma flor de estufa que se abria Donde surgia, com seu estado cheiroso e delicado, o teu pescoço fino
E a tua cabeça meiga e fria.
Toda frescura da manhã passada
E com a doçura da tarde que viria
Fresca e perfumada.
A chuva cai, cai chuva como as lagrimas que escore em seu rosto
As gotas que toca no chão em como o pegar dos seus abraços de muita emoçao
O som das gotas da chuva, não é comparavel da voz suave que sai da sua boca
As gotas que pinga nos meus labios, não se comparam ao beijar dos seus labios.
Cipriano Juliano Massango
Seja genuíno!
Seja verdadeiro, seja legítimo — no bem ou no mal, mas seja real.
Nada é mais triste do que alguém que veste uma máscara para agradar os outros.
Se for para ser falso, assuma sua falsidade; mas não finja pureza enquanto cultiva engano.
A pior mentira é viver de aparência.
Da mesma forma, se for uma pessoa verdadeira, seja inteira, autêntica, sem filtros, sem disfarces.
A verdade pode não agradar a todos, mas liberta quem a vive.
A falsidade engana por um tempo; a autenticidade permanece para sempre.
Visualização de Objecto Abaixo dos Pés (VOAP) como técnica de Relaxamento: Conceito, origem, utilidade e Contraindicação
1. Conceito
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento altamente poderosa que se baseia no sentido da visão e que consiste em fixar o sentido de visão num determinado objeto ou numa determinada imagem de objeto abaixo dos pés.
2. Origem
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento criada por Amâncio Maurício Xavier Rêgo e deriva do método de desenvolvimento da Autoconsciência designado método FADPAILFA que se encontra descrito no Artigo intitulado "A Alma Humana: Uma caracterização reflexiva e um modo de existência".
3. Utilidade
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento altamente poderosa com efeito rápido contra Ansiedade, Insónia e Hipertensão Arterial resultante de estresse.
4. Contraindicação
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento que pode causar a Hipotensão Arterial, por isso, não pode ser recomendada para os que sofrem de Hipotensão Arterial!
O Peso das Asas
Eles me deram asas antes de me ensinarem a voar
Disseram: "É dom", mas não falaram do custo
Toda pluma que cresce no escuro
Traz um segredo do que foi perdido no poço
No dorso, uma memória ancestral
De céus que nunca toquei, mas que me chamam
Enquanto meus pés ainda aprendem
O que significa estar preso à lama
Oh, e às vezes sinto o osso dobrar
Sob a graça que não pedi pra carregar
Esta beleza que ninguém consegue ver
É o fardo que escolheu nascer em mim
E esse é o peso das asas
Uma âncora de luz, uma algema de ar
O preço de nascer com o céu nos ombros
É nunca saber onde o chão vai estar
É o peso das asas
Um chamado secreto que só a dor traduz
Carregar o paraíso nas costas
E esquecer como se voa de uma vez por todas
Há dias em que as penas são véus de chuva
Outros em que são lâminas ao sol
Cada vento que passa parece sussurrar:
"Você foi feito para o alto, então por que esse arrebol?"
E aprendi a disfarçar a curvatura
Da coluna que sustenta esse fado
Sorrio levemente, como quem carrega
Apenas um pensamento, não um destino dobrado
Já tentei arrancá-las no silêncio da noite
Mas elas sangram luz, não sangue
E na ferida aberta, eu escuto
Uma canção que só se canta quando se sofre o peso
De ser diferente
De ser mais e menos, ao mesmo tempo, para sempre...
E esse é o peso das asas
Uma âncora de luz, uma algema de ar
O preço de nascer com o céu nos ombros
É nunca saber onde o chão vai estar
É o peso das asas
Um chamado secreto que só a dor traduz
Carregar o paraíso nas costas
E esquecer como se voa de uma vez por todas
Talvez voar nunca tenha sido sobre o ar
Mas sobre aprender a caminhar
Com o céu inteiro nas costas
E ainda assim...
...não desmoronar
Não desmoronar...
Apenas sentir a brisa
E chamá-la de lar.
Olhar para o lado
Sentimento de dor, desespero
Promessas vazias
Controle e medo
A vida dura, pesada, solitária
Sendo o que se espera ser
Mas só o amor causa a renúncia
O amor que sai de dentro
As vezes não perfeito aos olhos da sociedade
Mas aquele que precisa ser
Se pudesse voltar
Seria da mesma forma
Pois se eu sofri
Foi pra que hoje você seja você
E não há culpa nisso
Te garanto
Me orgulho de você e de mim
O que mais nos espera....
Taças roubadas,
corações feridos,
histórias que doem
sem pedir licença.
Um encontro intenso,
na ânsia de ser,
de ter,
de sentir,
de estar.
A razão grita: não.
O desejo arde: sim.
E o óbvio infame
se impõe —
não dá.
Fica o gosto amargo
do fracasso,
a sombra da inutilidade,
o eco da insuficiência.
A realidade,
crua e implacável,
não tem como consertar.
Você só vive uma experiência de verdade quando se permite senti-la. Não basta olhar de fora, não basta racionalizar — é preciso mergulhar profundamente. Entrar nela e deixar que ela entre em você, isso é o gonzo. Viver sem anestesia, absorver cada detalhe, estar inteiro, sem reservas.
Mas há um preço. E é preciso estar pronto. Pronto para abortar a missão no instante em que perceber que está se perdendo, perdendo sua essência, perdendo totalmente o controle de si mesmo.
Não é para qualquer um. Não é um jogo. Porque isso pode te quebrar. Pode corromper, pode consumir, pode te destruir.
Mas quando você aguenta, quando você atravessa — é avassalador. É transformador. É incrível.
E quando você olha pra trás não há arrependimento, nem nostalgia, apenas mais uma forma de sobreviver intensamente.
Eu te amava, e isso era verdade.
Mas o amor não sustentava o peso
das noites em que eu perdia a mim mesma
tentando te carregar.
Entre meus filhos, meu trabalho, meu mundo
você ocupava espaços que não preenchia.
Poucas eram as coisas boas,
mas eu me agarrava a elas
como quem segura um fósforo aceso
no meio de um vendaval.
Bonitas, sim.
Mas pequenas demais pra iluminar
o tanto de sombra que você espalhava.
Hoje estou triste, mas aliviada.
É estranho como o peito dói
e respira ao mesmo tempo.
Eu sei que vou sentir sua falta —
mas sinto mais falta ainda de mim.
E é por isso que fui embora.
Não por falta de amor,
mas por falta de vida ao seu lado.
Nas sombras onde os corações selvagens vagam,
Quebrando correntes, nunca voltaremos pra casa.
Lábios cor de carmesim e uma voz como trovão,
Surfando ondas de rebeldia, me puxando pro fundo.
Ecos de liberdade em cada grito,
Perseguindo a noite, vivendo o sonho.
Nós somos a noite, nós somos a chama,
Lutando por paixão, jogando o jogo.
Juntos nós nos erguemos, nunca recuamos,
Vivendo nossa verdade, nunca perdendo o rumo.
Couro e renda, um abraço assombroso,
Acendemos o fogo, queimamos este lugar.
Dançando como estrelas no céu da meia-noite,
Sinta o ritmo, deixe nossos espíritos voar.
A cada passo, fazemos o chão tremer,
O som das nossas almas, um rugido a vibrar.
Nós somos a noite, nós somos a chama,
Lutando por paixão, jogando o jogo.
Juntos nós nos erguemos, nunca recuamos,
Vivendo nossa verdade, nunca perdendo o rumo.
Nos ecos da noite, nunca cairíamos,
Juntos para sempre, vamos superar tudo.
Na viela da felicidade
Wallace livre no escuro
A sua mãe o nome a reclamar
mas ignorada por não cuidar
Conhecendo sensações
O laço quebrado cedo demais
Independência ou abandono?
presenciando cenas viscerais
O menino surge na sua vontade
No caminho da felicidade
Perdido pra todos
Mas liberto dos loucos
Ainda que ache extremamente interessante me surpreender com tão forte identificação com as características do meu signo de nascimento, ao mesmo tempo isso me promove um forte sentimento de frustração, que me leva a dolorosos questionamentos:
Se, ao nascer, tudo o que sou já está determinado por tais características zodiacais, se meu signo me aponta como alguém revestido de ideais nobres - e dotado de uma série de qualidades e defeitos inerentes à combinação astrológica a que pertenço - qual o meu mérito por possuí-los? Qual o valor de meu desejo de crescer? Qual o diferencial de quem simplesmente faz uso das particularidades que já lhe foram atribuidas no momento em que nasceu?
Astrólogos, estudiosos da alma, me ajudem!... porque isso me conduz à total inutilidade de todos os meus esforços para um dia ser melhor do que sou!
Aos 15 anos achamos que nossas descobertas representam a única verdade possível.
Aos 30, acreditamos que as nossas sínteses - científica e historicamente fundamentadas - refletem a realidade inequívoca de todas as teses e antíteses que nos legaram.
Aos 50 começamos a descobrir o quanto nossas "verdades consolidadas" possuem de fragilidade em seus alicerces.
Aos 80 descobrimos o quanto estivemos enganados sobre tantas "verdades irrefutáveis", mas agora já é muito tarde para transformar tal constatação em algo útil em nossas vidas.
Amor, respeito e confiança não se comportam de forma idêntica:
- O respeito é consciente, permitindo-se conviver com quem não ama ou até não confia;
- O amor é condescendente e não se recusa a dar-se mesmo quando não há confiança nem respeito.
- Já a confiança é cautelosa: ela até aceita o convívio com quem não ama, mas jamais o admite onde não enxerga respeito.
CONSIDERAÇÕES SOBRE O TEMPO – A trilogia do Viver
O inesperado pode roubar-nos o presente; as mudanças, desviar-nos completamente do futuro; mas o PASSADO jamais nos é tirado, por onde quer que sigamos e até o último momento.
A relevância do FUTURO não consiste em vê-lo concretizado ou não, mas em emprestar sabor ao presente e converter-nos em molas propulsoras para buscá-lo neste exato e mais recente amanhecer.
O PRESENTE só faz sentido como resultado direto de toda uma história que construímos para chegar até ele, e atinge seu ponto máximo quando cada partícula do agora chega plena de prazer no exato momento entre o último que se foi e o primeiro que o seguirá.
Quando muito jovem e impetuoso na ânsia de “levantar bandeiras” que deixassem clara a minha posição em relação a um tema, não poucas vezes me percebi atropelado pelos partidários da idéia, que se apropriavam dela como os seus legítimos defensores e pretensos “seguidores”. Não foram poucas as ocasiões em que percebi que o rumo que deram àquilo que eu concebera se colocava cada vez mais distante do que eu buscara ao lhe dar origem, mas que agora muitos se julgavam “donos” da minha verdade, e se assenhoravam da sua condução, já totalmente distorcida em relação à proposta original. Em vez de seu criador, eu agora me percebia tutelado pelos meus próprios liderados.
Foi assim que entendi uma história que ouvira contar sobre Carl Max que, ao perceber no que os pretensos “marxistas” da época – teoricamente seus “seguidores” – haviam transformado a sua ideologia, criada com o objetivo de buscar uma forma mais justa de condução dos povos, já no leito de morte teria declarado: “Tudo que sei é que não sou marxista!”. Verdadeira ou não essa versão, ela se mostra, no mínimo, como uma lição que nos previne contra rumos que nos escapam ao controle. Daí porque desisti em definitivo de levantar bandeiras como ideologia definitiva. Escolhi preservar minha capacidade de analisar todos os lados e mudar de opinião quantas vezes se fizer necessário para me aproximar da realidade, e não da versão dada a ela pelo lado que a tomou como sua.
Eventualmente ouço de pessoa que compartilhou tanto quanto eu do histórico de vida de uma outra, contra a qual mantenho severas restrições, a seguinte pergunta:
"Você não acha que depois de tudo o que ele passou por agir assim, já não pode ter mudado?" ou ainda: "Você não acha que todo mundo que erra merece uma segunda chance?"
Minha resposta para as duas questões em uma situação hipotética é: "Depende!" ...Se é o tipo de pessoa que passou por intenso sofrimento, após um longo período de inconsciência do mal que espalhava, e a dor a acordou para essa realidade, não duvido que as chances de uma mudança são consideráveis. E também quando se comete erros – ainda que graves – por uma, ou umas poucas vezes, com certeza também merecerá uma segunda chance de provar que essa não é sua essência.
Mas quando, saindo da generalização, a pessoa em questão já passou por inúmeras oportunidades para corrigir o caminho escolhido e, mesmo assim, por distrações suas nos é revelado que a essência permanece a mesma, apesar do longo histórico, então não há que se abrir a guarda arriscando-se a confiar, pois que o tempo de vida que lhe resta não será suficiente para apagar-nos da alma o estrago que causou ao longo de toda uma trajetória mal cumprida.
As regras do "jogo da sedução" estão de tal forma inseridas na cultura nacional que acabou por se constituir num produto de exportação. A imagem do "amante latino" e das "mulheres gostosas" é tão bem vendida que nem os próprios "produtos" escapam do efeito "rolo compressor", que esmaga a ambos:
Da parte dos homens, mesmo não achando entre as ofertas a que faz a sua cabeça, tem que comer do prato que lhe oferecem, gostando ou não do que lhe é servido.
Da parte das mulheres, por lhes ter ser sido incutido desde muito cedo que são a principal iguaria do cardápio masculino, dificilmente aceitam que algum deles exerça o seu direito de escolha. Ouvir um "não" de um homem pode transformar o infeliz em objeto definitivo de sua fúria.
O resultado é que a ditadura da libido para os dois - exercida pela cultura vigente - faz exatamente o que qualquer regime ditatorial impõe às pessoas: deixá-las acreditar que suas ações são escolhas próprias, mas pune sem piedade quem se atreve a desafiar as regras disfarçadas de "decisões pessoais".
Eu sou a cegueira da visão
Eu sou a cegueira da visão,
a sombra costurada à luz,
um sopro frio na contramão
de tudo aquilo que reluz.
Sou o instante em que a cor se apaga
e o mundo aprende a respirar,
quando o silêncio abre a vaga
para o que os olhos não podem captar.
Sou o véu que cai sem ser tecido,
a dobra oculta do clarão,
o mapa nunca conhecido
por quem vê só com a razão.
Eu sou a cegueira da visão:
não erro, não falho, não retiro —
apenas mostro a contradição
do olhar preso ao próprio giro.
E é no meu breu que se descobre
que a luz também pode enganar;
pois quem se perde, às vezes cobre
um novo jeito de enxergar.
Eu sou a cegueira da visão,
mas não sou fim, nem perdição —
sou a fresta em que a alma aprende
que ver é mais do que a própria visão.
Autor: John Presley Costa Santos
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