Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Toda vez que você ousa abrir a porta,
o velho vai sussurrar mil desculpas
pra ficar.
Vai prometer conforto,
vai dizer que mudar é perigoso,
vai tentar vestir saudade
de casa segura.
Mas não se engane:
quem parte por dentro
já não cabe mais no mesmo lugar.
Então segue.
Não aceita convite pra voltar atrás —
porque o que é novo já te chama
com a coragem de quem nasceu pra recomeçar.
— Edna de Andrade
Que hoje você acorde sabendo: o mundo pode até ser barulhento, mas quem decide o que faz eco dentro de você é o seu coração.
Não aceite menos do que merece, não carregue peso que não é seu, não deixe para amanhã o abraço que cabe agora.
Vai com fé, mas também com calma. Vai com coragem, mas também com cuidado.
E se der medo? Vai com medo mesmo — mas vai inteira, firme, sabendo que quem planta amor, colhe vida.
Que o dia seja leve onde precisa ser leve, forte onde precisa ser forte — e bonito em cada detalhe.
Você merece. Você pode. Você é muito mais do que imagina.
— Edna de Andrade | @coisasqueeusei.edna
Clube dos Menores Homens que Existem no Mundo
No clube dos menores homens que existem no mundo,
eles se reúnem aos sábados,
e planejam como podem destruir
o coração de mulheres que são mais mulheres do que eles são homens.
Mulheres que são melhores que eles.
Financeiramente, educacionalmente, emocionalmente.
Mulheres que são capazes de amar e se doar por eles.
Mulheres que morreriam por seus pecados.
Mulheres que cruzariam o país por eles.
No clube dos menores homens que existem no mundo,
eles não conseguem cumprir promessas,
não conseguem acordar antes das 10h,
não conseguem ser financeiramente responsáveis,
não conseguem cozinhar, nem comer bem.
Não conseguem.
Não conseguem sequer ter uma ereção.
Eles planejam e vivem crimes após picotar corações de mulheres.
Mas eles não serão condenados por isso.
Eles são tão pequeninos
que, ao serem pegos,
conseguem se esgueirar e sair pelas grades.
São tão pequenos que se escondem nos bueiros.
E as mulheres que matam precisam usar lupas para enxergar suas qualidades.
Precisam se diminuir para caber.
Mas eles são tão pequenos que não aguentam o peso.
Mas as mulheres que eles matam se culpam pelas suas mortes.
Porque elas são tão benevolentes que pensam:
“É só um pequeno homem aprendendo a amar.”
E a partir disso, todos os erros são justificáveis.
Mas as mulheres que eles matam conseguem esquecê-los,
mas nunca perdoá-los.
Porque são tão pequenos,
que cabem em notas de rodapé nas histórias que contaram.
Cabem em caixas de fósforo junto com promessas quebradas.
Cabem em silêncios constrangidos nas rodas de conversa.
Cabem em apelidos ridículos e piadas internas que ninguém mais ousa repetir.
Tão pequenos que, no final,
Só há um aviso velado:
“Cuidado, ali já houve um homem menor que o mínimo aceitável.”
“No caderno dela, meu nome"
(Angelina e Gabrielly)
Escrevi meu nome no caderno de uma garotinha..
Mas sem saber, escrevi muito mais que letras..
Gravei ali um gesto, um momento, uma semente..
E ela — do alto de seus sete anos de encanto — escreveu por baixo,
com a pressa doce de quem ainda está descobrindo o mundo..
Ela falava sem parar, tropeçava nas palavras e ria,
como se o coração dela fosse grande demais pro corpinho pequeno..
E eu a ouvia..
Como ninguém nunca a ouviu..
Não com pressa, não com tédio — mas com alma..
Ela encostava o bracinho no meu,
e eu, em silêncio, ensinava a escrever com calma..
Mas no fundo, eu ensinava mais do que palavras..
Eu ensinava que ela podia ser o que é:
inquieta, viva, verdadeira..
Sem a ignorância emocional que os pais causavam..
Ela dizia que ia “ficar doida” —
mas no fundo, ela só queria ser entendida, ouvida..
E tudo isso causava ansiedade nela, porque ninguém parava para compreende-la..
E naquele instante, eu compreendi..
Compreendi que o mundo anda surdo para as crianças..
E que só quem se abaixa ao chão com elas,
descobre que a altura do amor é o joelho dobrado e a consciência compreensiva..
Não houve malícia..
Houve ternura..
Não houve poder..
Houve presença..
Não houve controle..
Houve cuidado..
Não por obrigação, e sim porque sinto..
E dentro de mim, existe um sentimento difícil de explicar..
Não um desejo egoísta, não uma vontade de posse..
Mas uma esperança pura, de um dia ter uma filha,
não para ser dono dela,
mas para ser o chão onde ela pode pisar sem medo..
Talvez eu veja pouco a Angelina..
Talvez ela cresça e se esqueça de mim..
Mas aquele momento — tão simples e tão eterno —
é revigorante..
Porque há nomes que escrevemos no papel,
e há nomes que escrevemos com o coração..
E o dela, naquele dia,
foi escrito com sentimento..
"Há corações que, para suportarem o peso das próprias escolhas, preferem vestir o outro com a roupa da ingratidão.
Talvez um dia, alguém precise convencer o mundo — e a si mesmo — de que você foi injusta, cruel, ou insensível...
Mas não se engane: isso é apenas a tentativa desesperada de encontrar paz onde só caberia arrependimento.
Infelizmente, há quem precise distorcer a sua luz para justificar a própria sombra.
Mas a verdade, serena e silenciosa, permanece. Ela não se apressa. Ela sabe o caminho de volta."
📘 5. Fragmentado — O Peso de Ser Invisível
> Já percebeu que ninguém pergunta se você tá bem...
quando acha que você é forte?
Já percebeu que homem doente é chamado de mole?
Que homem triste é motivo de piada?
Tem homem que dorme com um buraco no peito.
E acorda no meio da noite, sem saber por que ainda tá aqui.
A sociedade criou uma armadura pra gente.
Mas esqueceu que por dentro ainda somos carne.
Ser invisível cansa.
Cansa demais.
E o pior é que quando o homem some,
só aí perguntam:
“Mas ele parecia tão bem...”
Tarde demais.
Fragmentado.
E ninguém viu.
Desapegar
Às vezes é preciso largar…
deixar ir o que já foi cais,
mas hoje só âncora pesa.
Romper os laços do ontem,
fechar as portas sem pressa.
Caminhar pela ponte antiga,
mesmo que rota, esquecida
com os pés firmes no presente
e o coração livre da ferida.
O que antes foi abrigo,
agora é muro, é prisão.
O afeto que já curou,
hoje machuca em vão.
Então, agradecer em silêncio,
o que um dia foi abrigo e flor,
mas que agora é folha seca,
sem perfume, sem cor.
Despedir-se com ternura
dos nomes, dos sonhos, da ilusão,
e lançar-se no novo que chama
com verdade e direção.
Sorrir para a luz que nasce,
acolher o que faz sentido,
tornar-se mais leve e inteiro,
mais gentil consigo mesmo,
mais vivo, mais decidido.
Porque viver é, sobretudo,
saber que o tempo transforma,
e que é preciso soltar o velho
para que o novo se forme e se informe
com liberdade, com alma, com forma.
As Estações
No meio dessa aventura,
Que se chama viver,
Entre flores, nuvens, chuvas,
Estações marcam sem perceber.
Em cada detalhe da vida,
Uma estrela, um horizonte,
Aprendemos que, pra ser sentida,
Não se deve atentar ao ontem.
O presente, mesmo inconstante,
Com surpresas, aventuras, tristezas,
Traz uma certeza de um instante:
Eis o segredo da leveza.
Queria transpor essas dimensões,
Ultrapassar todas as montanhas,
Sem nome, endereço, destino...
Onde mora a esperança?
Esse vislumbre de ter e perder,
A incapacidade de suportar,
Lembra-nos: a beleza de viver
É ter caminhos a trilhar.
Contradições
Sou contraditório.
Às vezes acho que sou um escritor “bom”.
Quando releio o que escrevi e sinto algo real.
Como se as palavras fossem minhas cicatrizes com nome.
Outrora, vejo que sou apenas um iniciante.
Perdido entre ideias soltas,
com medo de nunca ter algo original pra dizer.
Me sinto vazio por dentro.
Como se tivessem me secado aos poucos,
sem que eu percebesse.
Mas transbordo nos meus textos quando ninguém tá olhando.
Textos de puro sentimento.
Intensos demais.
Quase vergonhosos.
Quase como se alguém estivesse me lendo por dentro.
É um excesso disfarçado de ausência,
uma sobrecarga emocional
camuflada de silêncio.
Duvido do meu valor.
Todos os dias.
Nos detalhes, nos silêncios, nas comparações que faço com os outros.
Mas luto pra tentar demonstrar.
Escrevo, continuo, me exponho.
Mesmo com medo de não ser suficiente.
Mesmo tremendo.
Porque cada palavra é
a prova viva de que eu ainda sinto algo.
E enquanto escrevo,
ainda resiste em mim uma parte que sobrevive.
Acredito que ninguém virá me ajudar.
Porque aprendi a não esperar.
Aprendi que ajuda demais decepciona.
Mas escrevo como quem espera ser encontrado.
Como quem joga garrafas no mar.
Esperando, secretamente, que alguém leia as entrelinhas.
Mesmo negando, ainda há em mim um farol aceso.
Me recuso a sonhar.
Como se sonhar fosse um luxo que não me pertence mais.
Como se já tivesse sonhado o suficiente por uma vida inteira.
Mas sonho todos os dias.
Com vidas que não vivi.
Com amores que só existem no papel.
Com finais felizes que nascem só na minha cabeça.
É a forma que encontrei de viver sem me iludir...
mas também de não desistir por completo.
Temo eu não ser mais eu.
Como se, aos poucos, partes de mim tivessem sido arrancadas.
Trocadas.
Desgastadas.
Como o navio de Teseu —
onde já não sei mais quais partes ainda me pertencem.
Mas tento me reconstruir todos os dias.
Com pedaços de ontem.
Com fragmentos de silêncio.
Com a coragem frágil de continuar escrevendo.
Porque escrever ainda é a única maneira que conheço
de tentar voltar pra casa.
Me enxergo em tudo que faço.
Mesmo que não percebam.
Mesmo que ninguém veja.
Mas precisei de uma segunda opinião
pra me ver nas contradições.
Doeu escrever tudo isso.
Mas sinto que essa dor faz parte
da “cura” que nunca virá.
"A Restituição"
Quer que a vida nos restitua
Tudo que suas mãos roubaram:
Os amores que a morte apagou,
Os instantes que o vento levou,
Os sonhos que o tempo trincou
Como vidro sob o sol da rua...
Ah, delírio! Querer colher
As flores já dissolvidas no chão,
Reconstruir com as mesmas pedras
A casa que ruiu na encruzilhada,
Beber outra vez da mesma água
No rio que seguiu outra direção.
A vida não faz contabilidade.
Não guarda recibos nos bolsos do tempo.
O que ela toma, transforma em raízes
Ou em pó de estrelas desfeito no asfalto.
Nenhum tribunal de sombras ou lumes
Decreta indenização por nosso pranto.
Mas há um segredo nas entranhas da perda:
O que nos foi arrancado à força,
Roubado em plena luz ou na neblina,
Não segue intocado para algum cofre celeste —
Ele fermenta nas adegas da alma,
Torna-se outra moeda, outra semente.
Não nos devolve a vida o que tirou,
Mas nos entrega o ouro da transformação:
A cicatriz que sabe de dores alheias,
A paciência que tece redes no vazio,
A coragem de amar sabendo da morte,
E a estranha liberdade de quem nada espera
Do balcão vazio da mercearia do destino.
Não cobramos. Aceitamos o câmbio rude:
Perdemos rosas, ganhamos raízes.
Perdemos dias, ganhamos esta presença
Que habita o agora sem ânsia ou dívida.
A vida paga na única moeda que tem:
A de nos fazer mais vastos que a própria vida....
Visita no Cárcere
Entre muros altos, grades e vigias,
Chega ela, frágil, sob o sol que ardia.
Na bolsa, um pão duro, um doce, um afago,
Carrega o peso de um profundo estrago.
O olhar procura, entre rostos fechados,
O filho amado, dos caminhos errados.
Encontra-o ao fim, pálido, cabisbaixo,
Um corte no rosto, um silêncio no espaço.
Separados pelo vidro frio e grosso,
As mãos se buscam, num gesto forçado.
A voz, através do telefone embaçado,
Treme: "Meu filho... como estás? Tive pressa..."
Ele baixa os olhos, vergonha profunda,
Enquanto ela vê a ferida, a juba desgrenhada.
"Trouxe teu bolo...", a voz quase sumida,
"E rezei, meu menino, por tua vida."
Lembra o colo quente, a mão pequena na dela,
A infância leve, sem sombra de cela.
Agora, o abraço é feito de saudade,
E de uma dor que corta como espada.
Fala de casa, do irmão, do cachorro,
Do céu lá fora que ainda é o mesmo.
Fala baixinho, com medo do erro,
Evita o "porquê", evita o desespero.
"Coragem, meu filho!", sussurra baixinho,
"Um dia isso passa, te juro, caminho...
A mãe tá contigo, onde quer que andes,
Até nestas grades, até nestes andares."
O tempo escoa, cruel, impiedoso,
O guarda avisa, o momento é pesado.
Um beijo no vidro, um olhar que não mente,
O amor mais forte que qualquer corrente.
Ela sai devagar, carregando a dor,
Mas carregando intacto, o maior amor.
Aquele que vence o erro, a queda, a sina...
A vida é bela, florar sem ver
Eu te amo como o amanhecer
De dia calor e noite no amor
Peço a vc no calor, um tempo pro meu interior
Tou parada no tempo, esquecimento quero gerar
Porque e uma dor que quero não relembrar
Porque um amor com vc eu quero criar
Criar momentos bons, na caminhada quero deixar
O amor e lindo em se ver, porque e um amor difícil de esquecer
Só vou dizer uma coisa, só não se deixa esquecer
Eu te amo e contigo quero viver
Os Leões da Família
Por Aline Caira Gomes
© Todos os direitos reservados
Muitas vezes, aqueles que são rotulados como as "ovelhas negras" da família são, na verdade, os verdadeiros leões da linhagem. São indivíduos que carregam dentro de si uma força ancestral e uma coragem inata, despertando cedo para a missão de romper ciclos antigos, curar feridas silenciosas e ressignificar o futuro de sua árvore genealógica.
Essas pessoas não se encaixam simplesmente porque vieram para expandir e transformar. Não repetem padrões, pois nasceram para inovar. Apesar de frequentemente serem incompreendidos, rejeitados ou até marginalizados, eles assumem uma responsabilidade profunda e silenciosa: libertar as gerações futuras das amarras invisíveis que restringiram seus antecessores.
Mesmo diante das adversidades e do isolamento, escolhem florescer onde antes havia estagnação. Renovam raízes, fortalecem troncos e abrem novos ramos com amor, coragem e resistência.
Essa postura que pode parecer rebeldia é, na verdade, um processo de cura. A persistência que muitos chamam de teimosia é, na realidade, uma demonstração de força e resiliência. A singularidade desses indivíduos é o elemento que gera renovação e transformação.
Sua rebeldia é um terreno fértil para o crescimento. Sua sensibilidade, um rio que purifica e revitaliza. Sua ousadia, o vento que traz o novo. E sua paixão, o fogo sagrado que reacende o espírito dos ancestrais.
Valorize essa singularidade como quem protege a flor mais rara da sua árvore genealógica. Você representa a resposta a uma prece antiga, o sonho audacioso que seus antepassados não puderam concretizar.
E se algum dia forem chamar você de diferente, rebelde ou incompreendido, respire fundo, mantenha a serenidade e declare com convicção:
“Sou o elo de libertação e transformação da minha linhagem.”
Alguns tem duvidas sobre o campo de batalha
E de como tudo acontece naquele lugar, seria o inferno ao atingir com granadas? Será que em meio a toda aquela batalha poderíamos ceder confiando em alguém? Bom, acredito que todos nós somos soldados, alguns predispostos a batalhar, outros apenas aceitam a sua derrota, variantes soldados de cabeças grandes, se equilibrando na bandeira social, digo social porque a todos nos somos sociáveis, mesmo que não venha ao nosso desejo a vontade de falar.
Deve está se perguntar nesse exato momento, que tipo de livro estou lendo? E qual batalha esse velho está querendo me colocar, não é? Imagine todos os dias, sem espadas, aqueles que param em meio a guerra caem. Como me defenderia Christopher? Algumas das defesas que encontramos, é a "Fé", nunca iremos conseguir vencer sem ela, não falo somente a fé religiosa, fé é crê e "Crê" é acreditar, então se acreditamos em nós quem irá nos parar?
Bordei sorrisos por muito tempo, olhei para as mãos estavam engrossadas de calos, era deplorável a situação, minha boca estava seca, e ali estava a minha batalha, sem espadas, sem armadura, sem escudo, não tinha nada, somente a minha voz, garganta se irrigava com a saliva. Gritava sem parar, eu tinha acabado de ser feito de tolo pelo meu bom patrão, essa era um viagem diferente, foi nesse dia que conheci a pequena genia, é assim que a chamava, seu vasto deixava-me embasbacado. Se Deus tivesse me concedido o dom de ver a alma ao invés da beleza, apaixonaria-me pelos dois lados do seu ser.
Você pode me ouvir chorar, enquanto soluços cantarolam no meado dos ouvidos.
Você pode ouvir o sentimento pulsar no peito, com o suspense do seu riso.
Você pode cancelar sua reserva com o tédio, se sentir feliz com a incrível pessoa que em meus pensamentos vive.
Você pode não entender meu idioma, porquê a única língua que compreendo seus olhos pronunciam.
Você pode tudo que queres em uma só noite, eu tive tudo que podia em uma só tarde em tua companhia.
Nos sinos que estalaram brindes, nos laços que estalaram cores, no amargo que amagou meu seio
No semblante que me deixou distante.
A ressuscitação das certezas nas sensações, na coragem de se agarrar em teus braços
Descobri que ser feliz tem o calor do seu abraço.
Em dobradas poesias você se fazia, acendia-me os amargurados sonhos.
Nossa história? Reticências viva! Nosso caminho um trilhado onde te torna o egocêntrico mais lindo em meu universo despido.
A coisa mais linda o mundo fez.
Pulou do ventre da raridade, e trouxe-me felicidade.
Quase não pude esperar que o mundo tivesse de dar algo tão belo a um simples sabiá.
Que nem proeza de cantar tivera para lhe dar.
Ainda não pudia imaginar que a Vitória viria na cor do riso mais querente.
Nobre amor virgem de alegria, era o meu e nem sabia.
No meu peito segurei o canto invasor do amar, em minhas lágrimas a felicidade caia.
O quanto tempo voei derrotado por paixões, no aterrissar encontrei-a olhando outros pássaros a voar.
Juntei-me a ela em descansar, depois do rico folego de companhia nos pusemos a voar.
Juntos em liberdade, aprendi que o amor deixa livre, deixa voar. Acompanha nos momentos tristes. O amor traz a alegria, traz palhaçada, traz acreditar, motivar. O amor é sempre ele, assim como você é sempre você, ele sempre irá te aceitar do jeito que você aprendeu a amar. O amor é matemática, esquenta um pouco a cabeça com suas bobagens, mas todo riso que vem é de verdade. O amor é cor de mar, só navega quem sabe remar. Só leva na maré da vida quem realmente ama, quem tem de ficar.
Olhos do paraíso.
O dia cai com sua tarde
A verdade leva o brilho
O sorriso lumia
Menina distante da terra
Tão bela es a cor do castanho olhar
Maldita ardência serena consumia o sangue a pulsar
Peito cabe o amar, menina se ponhavas a sorrir como noite de luar
Minha vida já saia do chão aberto
Brotou-me ao vento a voz pensante:-
"Mulher levante-se da tristeza deixe-me feliz
Homem dê tudo de si para que não pare de rir"
Aos olhos do pai pedir-lhe-ei a mão
Sentava-me no sofrido pensar
Currei me alma, não estava mais perdido
A lua caia do céu emocionado
Presente bendito da terra
Brotou-lhe as emoções da boca, chovia molhava lhe a roupa
Sequei a com as palavras
Segurava lhe as risadas
De perto já viria o riso
Tão longe ouvi os pulos
Era o coração no paraíso
------------------------------------------------------
Moço risonho partido és teu belo sofrido
Sorria por falta de beleza
Levava-me frouxar do sonhar, pois em teu encanto dormiria
Voei sem par de asas por tardes e madrugadas
Bruto por tal forma, romântico enlouquecido
De onde surgia a margem? Brotou-me rios de onde não tocastes
Sou bela moça
Disse-lhe não passar muito das horas
Mais o tempo não nos ouvia
No grito do meu sentimento
Achei-o melhor do dia
No tempo lhe perdia
Mais tarde o acharia
Quem lhe dera ser paraíso
Mais só pudia ser ilusão do meu dia
Como pudia tão belo espirito em forma de homem franzino
Trazer-me o que já não me tinha
Alegria.
Eu conheci uma menina tão só, tão eu, assim.
Eu conheci uma garota, tão eu, tão louca.
Me tire da vida, me deixe ferida, me lave da dor.
Perdoa por favor!
Se eu quiser falar de amor.
Me dá um cansaço, te ver nesse berço de dor.
Perdoa por favor!
Se eu quiser falar de amor.
Sei que me laço, me faço virado um compasso, um rio lhe dou.
Amor perdoa por favor, se essa canção não for falar de amor.
Perdoa por favor!
Sabe que lanço, desmancho e me gancho no rio do amor.
Sabe que surto nessa desilusão, me torno e me formo no mundo do caos.
Tudo que peço é um minuto pra nós, tudo que peço é um segundo a sós.
Dentro de ti arranho, longe de ti me ganho,
então deixe-me ficar.
No canto do infeliz e achar o meu melhor em ti!
No canto do infeliz achando o meu melhor em ti !.
Me tire da vida, me deixe ferido, me lave da dor.
Perdoa por favor mas essa canção não vai falar de amor.
Perdoa por favor,
Perdoa por favor se só verso não constrói amor.
Wesley Nabuco pra Vitória fernanda - Musica. Não vai falar de amor.
No retrato do passado, perto da estante de indecisões encontrei razões para errar novamente.
Hoje no retrato do presente, perto da estante de decisões, encontrei razões para acertar novamente.
Mais tarde não sei em que parte, perto do que não vi, não sei, faz parte, encontrei mais erros e mais acertos em tudo por ali.
Agora sem tempo, nem hora, sentado no banco limpando do rosto o riso por cair de novo, enxergo! Que tudo que tem prego e segura, quando cai por pura aventura faz sentido, por não estar mais a minha altura de ser retratada(o) daquela forma.
Me nego! Em pesos de versos, a levar a frente o sorriso de um tropeço que se rega de lágrimas.
Me vejo em pura palavra, armado(a) por erros, atiro! Derrubo mais um retrato de um(a) moço(a) certeiro(a) que insiste na besteira de achar que seus passantes temporais são apenas noticias em jornais. Revistas, previsão de um tempo onde a dor e sofrimento, a solidão e o solitário, entendam, o que se passa no agora ou no passado ressignifica o que te torna futuro. Mate seus reflexos do ver da beleza somente no que encanta e lhe enche a pança da vaidade do querer aceitar, sem entender que o acerto é o piscar dos olhos. Acertará enquanto erra, errará enquanto acerta, entre o céu e o inferno, será sempre ser humano.
Achas que gosto de todo mundo,
Quero que saiba,que dentre todos os gostos,só o seu tem o sabor que quero
Dentre todos os beijos só o teu ficou fixo na minha cabeça.
Dentre todos os cheiros só o teu ficou em meus pulmões.
Dentre todos os toques só o teu que me alcança.
Dentre todas as marcas que me deixaram, as melhores são as do teu sorriso.
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