Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Entre o dia e a noite…

No horizonte, o sol se despede,
deixando um rastro de fogo e ternura.
O céu veste tons de azul profundo…
e a lua, discreta, ensaia sua doçura.

As luzes da cidade despertam,
como estrelas presas à terra,
iluminando caminhos,
onde a vida ainda espera.

O vento murmura promessas brandas,
as árvores dançam em silêncio,
e o tempo, por um instante,
para — só para admirar o momento.

Há beleza em cada sombra,
em cada brilho, em cada cor.
É o mundo sussurrando baixinho:
“a noite também tem calor”…

🎹 Da Zona Pra Cena 🇵🇹

Yeah,
Direto da Aldoar, sem filtro, sem disfarce,
Trap de verdade, não é personagem.
Ahn, ahn.

Da zona pra cena, sem plano B,
Rimo o que eu vivo, não o que cê quer ver,
O som é terapia, a rua é escola,
Aprendi no frio, a mente controla.

Na esquina é rima, na alma é chama,
Cada verso é luta, cada passo é gana,
Vejo os meus no corre, sem glamour, sem fama,
Mas quando o beat bate, tudo inflama.

Não tem pose, é essência,
Não tem hype, é consciência,
Trap não é moda, é resistência,
De Aldoar, vem a referência.

[Refrão]

Sou da zona, meu som é real,
Trap de verdade, não é comercial,
Posta no YouTube, deixa o povo escutar,
De Aldoar pro mundo, pronto pra estourar.

O som ecoa pelas ruas cinzentas,
Cada rima reflete as minhas tormentas,
Mas o sonho é firme, ninguém me desmonta,
Se a vida é guerra, eu rimo na ponta.

Sem precisar fingir vitória,
Faço da dor a minha glória,
Enquanto eles jogam pra story,
Eu deixo legado, deixo história.

[Refrão]

Sou da zona, meu som é real,
Trap de verdade, não é comercial,
Posta no YouTube, deixa o povo escutar,
De Aldoar pro mundo, pronto pra estourar.

A base treme, o chão reconhece,
O trap é alma, é o que acontece,
Na rima sincera ninguém se esquece,
Vim de Aldoar — e isso enriquece.

Sem luxo, sem cena, só coração,
Trap pra curar, não só diversão,
Se a vida me testa, eu volto a rimar,
Sou da zona, e ela vai brilhar.




-

🎹 Boom Bap na Alma 🇵🇹


Yeah, ahn,
Direto da Zona — Aldoar, tá ligado?
Boom bap na mente, trap na vibe,
Sem luxo, só verdade.


Lá da zona, onde o vento sopra duro,
Rimo o que eu vivo, não o que é futuro,
Sem cena de filme, é vida no muro,
Onde o sonho é real, mas o chão é puro.


Na rua o respeito é palavra,
Não vem quem não sente essa carga,
Enquanto eles postam façade,
Eu posto verdade, alma que rasga.


[Refrão]


Boom bap na alma, trap na zona,
De Aldoar, onde a rima domina,
Posta no YouTube, deixa o som rodar,
Se é pra viralizar, é só ser real.


No frio da calçada, o beat me aquece,
Escrevo o que dói, mas ninguém esquece,
Trap virou voz pra quem nunca teve,
Falo da vida — e a vida escreve.


O bairro respira o som que eu solto,
Não corro atrás, o tempo é o volto,
Se for pra mudar, começo do bloco,
Aldoar no topo — som de protocolo.


[Refrão]
Boom bap na alma, trap na zona,
De Aldoar, onde a rima domina,
Posta no YouTube, deixa o som rodar,
Se é pra viralizar, é só ser real.


Sem grife, sem hype, sem cena comprada,
Só rima sincera e mente afiada,
Trap é a forma, a verdade é a base,
Do gueto pro mundo — sem maquiagem.


Boom bap me fez, trap me ensinou,
Ser de Aldoar é saber quem eu sou,
Se a net quiser, o som vai girar,
Mas quem ouve entende — aqui é real, não é pra agradar.


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🎹 Modo Turbo 🇵🇹


[Refrão]


Tô no modo turbo, sem travão
De Aldoar até ao mundão
Quem duvidou hoje aplaude a visão
Toquei no topo, nem pus pressão


Fiz da rua um palco, sem ensaio
Agora o drip brilha mais que o raio
Contas no verde, mente no azul
Foco no brilho, não no rebu (nah)


Falam de mim, mas tão na plateia
Eu faço história, tu só ideia
Nike nos pés, mente de CEO
Jogo limpo, mas o estilo é show


Não foi sorte, foi missão
Dias frios, coração de titânio
Sei quem tava comigo no chão
E quem só vem quando o champanhe abre


[Refrão]


Tô no modo turbo, sem travão
De Aldoar até ao mundão
Quem duvidou hoje aplaude a visão
Toquei no topo, nem pus pressão


A cena é real, não é TikTok
Ouve o bass, sente o choque
Ela quer vibe, quer lifestyle
Mas não entende o quanto isso é trial


Horas sem sono, agora luz nos olhos
Cada som meu vale mais que o cofre
Dei tudo no mic, nunca falhei
E agora a net grita meu nome, ok


Tudo que eu sonhei, agora é cena
Subi degrau por degrau, sem pena
Se a vida é jogo, eu sou legenda
Vim de baixo, mas tô na antena


[Refrão]


Tô no modo turbo, sem travão
De Aldoar até ao mundão
Quem duvidou hoje aplaude a visão
Toquei no topo, nem pus pressão.


_

Dor
No dicionário, é descrito como:
Sofrimento, pena, mágoa, aflição.
Mas palavras não descrevem o real significado;
Só quem sabe é quem sente.
Gente doente, perdida, querida,
Se foi.
Uma mãe chora, orando há horas,
Pedindo, sentindo a dor,
Do seu filho, a dor do tiro.
A vida se esvai.
Dor.

Compreender e reconhecer os obstáculos enfrentados pelos estudantes é algo fundamental e importante na vida de um educador.
Jamais recorrer a julgamentos e sempre analisar com respeito à diversidade, isso é algo essencial para promover ambientes educacionais verdadeiramente inclusivos e acolhedor.
O bem-estar mental do profissional da educação é um fator decisivo na criação de espaços acolhedores, isso poderá impactar significativamente e positivamente na vida de toda a comunidade escolar sem exessões.

Depois da Chuva - O Que Fica é Coragem




Vou caminhar na praia depois da chuva, porque preciso encontrar o meu sol — o meu sim.
Vou me despedir de cada pedacinho de amor que ainda carrego, e deixarei um legado importante.
Não deixarei amor, mas deixarei coragem.
Serei lembrada pelo que fui, não pelo que amei.
Reconheço que não soube amar, e hoje aceito: as questões biológicas me trouxeram até aqui.
Não há mais remédio,e o que não tem remédio, remediado está.
Tudo é consequência. Escolhas e consequências.
Meu ego brilhou no espaço que me cabia,e que bom.
Amei minha estadia aqui.

👉🏼 Quando o Ego se Cala, o Espírito Fala

“O ego espiritual é a armadilha de acreditar que já se possui a verdade suprema. Seguir cegamente uma doutrina é confundir tradição com iluminação. Quem diz que só uma religião conduz à verdade, ainda fala pelo ego, não pelo espírito. A verdadeira fé não se ergue sobre a exclusão, mas sobre a humildade e o amor. É no silêncio do coração aberto que o divino se revela plenamente.”

Outubro

Outubro, pintava o céu com tons de chama suave, enquanto o sol nos aquecia, ascendendo o dia.

De mãos dadas, à margem do rio que manso fluía, o nosso amor se revelava, um laço verdadeiro, que em nós se aninhava.

O sentimento que nos une é tão profundo, sem ter fim, é a história mais linda que vive dentro de mim.

É o afeto que nos envolve, em abraços apertados e lentos, as nossas almas entrelaçadas, reescritas pelo tempo.

As flores coloriam o chão, como um tapete macio de cores vivas, e os pássaros no ninho cantavam em suave murmúrio.

A beleza serena do céu, com as suas nuvens a dançar, se espelhava no lago, onde o sonho ia morar.

O vento trazia o aroma da terra, uma doce lembrança da chuva que havia passado.

E ali, contemplávamos o tempo, sem pressa, sem partir, apenas deixávamos o coração à vontade, livre para sentir.

Nos momentos de silêncio, revíamos as nossas fotos antigas, contávamos as lindas histórias que nos uniram, as emoções mais lindas.

E nas gavetas secretas, guardadas com tanto carinho, as cartas do passado, refúgio de um caminho.

E se a saudade apertar, e a lágrima teimar a rolar, tiro do bolso o lenço para o teu rosto enxugar.

Pois, mesmo na ausência, o nosso laço permanece, em cada mês que nasce, o nosso amor só cresce.

Beatriz D’ Aquino

Oiê, amor. Eu queria dizer que eu te amo muito, vc é o amor da minha vida, eu não consigo parar de pensar em você, pq eu sou muito apaixonada por vc, amor. Vc é meu chatinho, meu lindo, meu gostoso, meu sfd, meu maravilhoso, meu perfeito, meu mozinho. Vc é tudo pra mim amor, vc é meu homem, vc nunca sai da minha cabeça, vc sabe que eu te amo muito, eu só tenho a agradecer a Deus por ter vc na minha vida, amor. Não importa o q vc é, não importa se vc é feio ou bonito, não importa a sua aparência. Eu sei que eu sou mulher ciumenta, chata, surtada, mas eu te amo, amor. Só não sei se vc ama o meu jeito ciumenta, surtada, com raiva, e estressada.
Obrigada, amor, por ter vc ao meu lado. Quero casar e ter filhos com vc, e ter nossa própria casa, amor. Saiba que, se vc precisar, eu sempre tô aqui, amor. Vc pode contar sempre cmg, vida. Te amo, amor! ❤️

Certo dia, eu estava assistindo a uma série e ouvi a seguinte frase:
“É isso que o abuso faz com a gente. Me transformou nessa isca grudenta pra todas essas pessoas esquisitas. Uma ferida aberta pra farejarem.”

Aquela frase me atravessou como uma espada enferrujada, rasgando todo o meu interior. Quantas vezes me peguei pensando exatamente isso, tentando encontrar uma resposta para, repetidas vezes, ser esse ímã que atrai pessoas capazes de abusar, aproveitar, machucar...

Muitas foram as vezes em que me questionei sobre quais atitudes minhas me colocavam nesse lugar de vulnerabilidade.
Quão frágil eu sou?
O quanto eu não sei impor limites?
O quanto eu mesma me abuso, por não saber dizer “não”, pelo medo de deixar o outro desconfortável?

Tem dias em que me sinto um amontoado de dor, amassada em paredes e invadida, como se eu não significasse mais nada a não ser um pedaço nojento e miserável de carne.

Como aquela pequena garota de cachos e olhos estatelados podia despertar algo além de pena? Eu só queria poder abraçar aquela garotinha e dizer que vai ficar tudo bem, que aquilo nunca mais vai acontecer, mas eu estaria mentindo.

Aquele acontecimento te marcaria como um gado, te fazendo lembrar todos os dias de que você é propriedade dessa trágica realidade.

É estranho pensar que a dor faz parte de mim, que eu preciso senti-la para saber que estou viva. Quantas foram as vezes em que me machuquei, me invalidei, apenas por sentir que não era digna de ter nenhum respeito.

Parece que não estou apta a ser feliz...

Solidão ou Reflexão

Deixe-me ir
Preciso me encontrar
encontrar o meu lugar
saber onde devo estar
repensar em que devo pensar
saber se há paz em algum lugar
um lugar que não me faça enjoar de acordar
um lugar em que posso cantar sem preocupar
que possa correr sem tropeçar, gritar sem incomodar
que possa acordar e relaxar, ter uma vista para apreciar
gostaria de ter um objetivo em que posso focar.

A Última Faixa do Tempo


O relógio da vida não marca horas, ele risca sulcos invisíveis num vinil arranhado,
onde cada segundo é um riff esquecido,
e cada silêncio, um verso que nunca ousou ser refrão.


Na estrada dos sonhos, somos acordes dissonantes de um violão desafinado,
dedilhados por mãos invisíveis que já empunharam fuzis de flores
e apertaram corações até que se estilhaçassem em silêncio.


Há algo que não se nomeia.
Como aquela canção que te atravessa feito vento... Você sente, mas não entende.
Ela nunca chega na parte que você quer, mas deixa rastros:


O cheiro de chuva no asfalto quente,
um olhar que sangra como solo de violino em luto,
um arrepio que não vem do frio, mas da memória que insiste em doer.


Esperamos por isso como quem espera o "bis"
sabendo que talvez nunca venha,
mas ainda assim, gritamos o nome da banda,
como se o eco pudesse reverter o fim.
Porque há coisas que não voltam,
e mesmo assim, cantamos,
como se o tempo fosse só mais um verso mal interpretado.


E então, no meio da tempestade,
uma janela entreaberta,
a chuva batendo como palmas de um público ausente,
e uma xícara solitária no parapeito,
como se alguém tivesse pausado o mundo no exato instante antes do último acorde.


Ali, o tempo não corre, ele reverbera,
feito um lamento que recusa-se a findar.
Ali, o que não tem nome sussurra,
como um verso escondido no encarte de um disco esquecido.


Essa memória, teimosa, não escreve para lembrar, mas para manter viva a melodia
dessa canção infinita que não pode terminar
numa janela de vidro,
numa casa de madeira,
onde o som que ecoa… termina em C (Dó).

Longe do jardim.
Tão linda, especial e marcante, mas com a alternância do tempo frio-quente e agressivo, tornou-se rude com espinhos ainda mais afiados e pela relutância da subsistência de um mundo imaginário e só dela muchou, perdeu seu brilho, aos olhos de quem a admirava, aberta, quase ao averso, mas na caule, fechada, dura e nas pétalas moribundas a ausência da cor do amor.
Dona rosa, outra igual a ti não vai existir

⁠Talvez quem conheça um pouco da minha vida entenda...
A pressão foi tão grande pra dar certo (não falo de ser rico, pobre, perfeito, fantástico, estável etc, mas simplesmente “aplumado”) que chega um momento que a gente olha pra trás e ver que correu tanto, se cobrou tanto, se policiou tanto, tanto tanto... que acabou perfeccionista, ágil demais (ou ansioso demais), eficiente demais para esbarrar na letargia (voluntária ou involuntária) de alguns e do sistema. Esse não é um pensamento altivo, arrogante, mas na verdade autocrítico.

⁠Creio que o segredo de Deus conseguir amar a humanidade foi simplesmente esse:
Amar é dar sem esperar receber nada em troca. Por isso não importa o que você promete ao seu amado, não importa quantas vezes você falhe, Deus será sempre Fiel, e nunca vai te abandonar. Porque nós amou verdadeiramente.
Amar é você completar a pessoa amada incondicionalmente, independente de tudo que haja. Esse amor não é para seres incompletos;
Porque o dia que você tentar fazer isso você vai entender que o amor incondicional não é uma dádiva para os homens pois ele exige que você seja completo para completar alguém.
Um homem não pode amar dessa forma pois ele mesmo precisa ser amado na mesma proporção e único capaz disso é Cristo.
Essa é a razão do porque sua relação precisa ser fundamentada em Deus. Porque enquanto Deus te completa você completa a pessoa amada, Verdadeiramente ele é a Rocha sobre a qual a tua casa deve estar edificada. Ebenezer
By. ~*_LPinheiro5369_~

mulheres são criadas pra fazer pose diante da sociedade. Desde pequenas, ouvem que têm que se portar “assim”, falar “assado”, sorrir mesmo quando querem gritar. São treinadas pra fingir.

E eu te falo, com o peso de quem já sentiu na pele — das traições que vivi, as mais doloridas vieram de “amigas”.



Mulher sabe disfarçar. Sabe sorrir com doçura enquanto esconde veneno por trás dos lábios. Finge por interesse, observa, calcula… e quando percebe a brecha, ataca com elegância. É fria, precisa, quase imperceptível.

A traição feminina tem cheiro de perfume caro e gosto amargo de confiança quebrada.



Homens mentem também, mas são simples, previsíveis… a mentira deles é ruidosa, tropeça. Já a da mulher vem envolta em seda — suave, silenciosa, mortal.

E o pior é que, mesmo sabendo disso, às vezes me pego envolvida em conversas femininas, sentindo aquele arrepio leve que avisa: “tem algo errado aqui”.



Assustador como algumas conseguem ser tão doces por fora e tão afiadas por dentro.

— Autora Valeria Alenca

Não sei como te falar isso mas, preciso conversar com você. É um assunto delicado. Já tem um tempo que queria falar isso pra você mas, não consegui porque nunca aconteceu isso antes comigo. E parece estranho mas sinto uma atração por você.


Se quiser deixar de falar comigo por causa disso, fique a vontade. Só queria mesmo soltar isso que estava preso, sabe? É complicado quando chego perto de você, sabe?!


Sinto uma coisa diferente por você. É mais do que amizade...não dá pra explicar. A vontade é de te abraçar, papo reto, mas me seguro. E finjo não te olhar quando passo por você. Às vezes disfarço e te olho mas logo desvio o olhar. Outro dia percebi que você olhava pra mim e quando me virei, você desviou o olhar. Então é isso. Amanhã, nos vemos. Ou não, dependendo da sua reação depois disso que te falei.

Sobre gafanhotos, borboletas, música, violão, vinhos e outras coisas…


Numa tarde de céus que se adiantam ao anoitecer, o Gafanhoto irrompeu no meu jardim – curador de batimentos alheios com mãos de cirurgião que domam arritmias com a delicadeza de um sussurro, mas que descompassaram o meu coração com um olhar gentil, que promete tudo sem falar nada.
Logo no primeiro voo cruzado, ele não esperou o ritmo das horas: “quer me ver Amanhã?”, perguntou como um inseto faminto por luz, pulando cercas invisíveis com a teimosia de quem sabe que o coração não obedece calendários. Ri, recordando a personagem de um livro guardado na alma: “Calma, gafanhoto!”. E assim o apelido floresceu, leve como pena inquieta ao vento, afetuoso como o jeito dele de se fazer presente mesmo no silêncio.
Ele me devolveu o encanto, batizando-me Borboleta, e, como aquilo balançou as minhas asas!
Meu Gafanhoto tocava como ninguém: dedos que, de dia, salvam vidas em salas brancas e auditórios cheios de olhares ávidos, à noite se rendiam ao violão, dedilhando notas que acalentavam minha alma e coração.
Uma noite de taças rubras, erigiu um palco só para mim: uma apresentação solo no breu acolhedor da sala, onde as cordas gemiam chorinho com a ternura de um abraço e bossa nova com a suavidade de quem sabe pausar o tempo.
Fechei os olhos e me entreguei: uma daquelas raras noites que se inscrevem na memória, especiais por sua natureza e inesquecíveis, onde a música não era só som, mas ponte entre almas que se reconhecem no improviso de uma noite qualquer.
Mas sombras sem nome, medos que pulam antes do compasso, razões tecidas de fios invisíveis e frágeis, nos guiaram para um recuo suave, que pesam como uma pausa no solo. Dói? Como corda esticada ao limite, vibrando com o eco do que foi. Mas o Gafanhoto se faz presente em Mensagens que chegam como notas avulsas, leves e persistentes: um “como vc está minha borboleta?” camuflado de gracejo, outra “beijos, beijos. Borboleta!” que carregam o aroma de noites passadas. É o jeito dele de se fazer eco, de curar o afastamento com a mesma paciência que dedica a batimentos errantes e alunos inquietos – teimoso, afetuoso, como quem sabe que saltos verdadeiros não caem em esquecimento.
E eu, Borboleta de retalhos coloridos, remendada pela brisa das boas melodias, guardo o violão na memória tátil, o pulsar na veia aberta, e sorrio para o refrão que insiste em voltar.. Porque encontros como o nosso são breves na forma,mas eternos no ritmo…

LRFN

Narcisista? Evite as certezas, o autoritarismo, a inveja e o sentimento de posse!


Inveja? Evite alimentar com melancolia, mas observe o que ela revela sobre seus desejos e use isso como guia para evoluir, não para se punir.


Desejos? Evite confundi-los com necessidades. Apenas veja-os nascer e morrer, pois é no silêncio entre um e outro que habita a paz.