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Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Dúvidas

Meu coração se enche de algo que não sei dizer o nome, não sei traduzir
Ele vira e mexe com meus pensamentos,
Tenho medo da hora em que ele disser que quer ir embora
Para mais distante ainda de mim
É como ter um portão por perto, mas não saber para que lado fechar
Se ele se for, para onde eu vou?
Se ele for algo que eu não sei o que é?
Algumas vezes me esqueço de sua existência,
Em outras é como se ele estivesse aqui
Nunca mais nos esbarramos,
Em outros olhos busco a mesma luz daquele luar
Mas, só o frio me invade
Só a noite surgi em minhas mãos.
Esses sonhos tão loucos, me fazem compreender o que eu desconhecia
Amo-o tanto que as folhas se desfazem
Que o Sol nasce antes do amanhecer
Só nos sonhos ficamos juntos, e mesmo assim lá
Custo em acreditar tanta felicidade existir!

O que é o amor (Como é o amor?)

Que cara ele tem? Que tipo de roupa usa?
O que gosta de comer? É do dia ou da noite?
Será que gosta de ler? Usa óculos?
Tem fome ou já está satisfeito?
É de verão ou de várias primaveras?
Como ele se comporta quando está com frio?
Como anda atrás da gente? Se é que anda, porque ele pode voar.
O que é o amor?
É branco, é verde, é possível de tocar?
Ele é grande ou pequeno, tem a cara da verdade?
Tem curvas ou é uma linha reta?
Tem cheiro de flor?
Tem gosto de fruta ou de biscoito amanteigado?
A gente escolhe ou é escolhido?
Vem de calça, vem de saia? É salto alto que usa ou rasteira?
Vem da mata, vem do mar? Como é a expressão do seu olhar?
É firme? É doce? É ausente ou tão presente capaz de sufocar?
O que é o amor?
Tem o som do vento ou de rock and roll?
Como é o seu sorriso?
Como passeia pela rua? Pisando forte ou dançando por entre postes?
É rico ou pobre?
O que é o amor?
Se fosse bicho, seria peixe? Seria pássaro?
Se fosse humano, seria homem? Mulher ou criança?
É sábio? É burro?
Mora em casa ou apartamento?
Será que come feijão? Será que toma banho de borracha no verão?
Como são suas mãos? Longas, pequeninas?
Quentes, frias? Sedosas, ásperas?
Será que sabe desenhar ou faz rabiscos sem direção?
Já morou na lua? E numa casa na árvore, morou?
Gosta de usar cotonetes?
Quando se irrita franze a testa? Quando canta é desafinado?
Como é o amor?
É o que usa camisa azul ou o que segura o guarda-chuva?
Está parado na estação ou olha solitário pela janela de um vagão?
E suas palavras, são como sonhos de padaria?
Ele grita para todos ou susurra a um só ouvido?
Faz promessas? Se faz, as cumpre?
É narigudo, esquisito ou belo?
Usa meias furadas? Dorme de lado?
Gosta de brincar de dados?
Tem impressão digital? Será que vota nas eleições?
Prefere caminhar na chuva ou se esconder na caverna?
Que cara tem o amor?
Que tal um encontro?
Eu vou de verde e você “o amor”, leva uma rosa vermelha e segura pelo caule com a mão esquerda.
Se apresenta para mim, me diz como é, me mostra seu rosto, me conta do seu gosto, me deixa saber como você é e dessa forma eu prometo, não te erro nunca mais em nenhum outro encontro.

O encontro

Em breve ao encontro daquele mar,
Da transparência,
Do arrepio da água fria,
Dos grãos de areia que juntos desenham pegada,
Ao encontro das gaivotas cantoras,
Maresia é cheiro de coisa boa,
De dia farto de risada,

Olhar a linha do horizonte e só olhar,
Ouvir o silêncio e nele, encontrar um barulinho bom
Espuminha branca marcando território,
Parece colarinho de chopp mas é salgada!

Deitar e olhar o céu,
Ver depois das horas,
O rosa pôr-do-sol,
Receber de brinde as estrelas,
Fechar os olhos,
Sentir o clarão da lua,
Dormir e ver,

Tudo recomeçar...

AMIZADE...
A alegria que trazemos no coração, espalha-se como trigo e alimenta a alma daqueles que precisam de um pouco da verdade crua, sem máscaras, sem enfeites, simples como se é...
Descobrir no dia-a-dia a beleza de se ser A.M.I.G.A. com letra maiúscula, na simplicidade de gestos, de palavras sem refinamento, mas que deixam transparecer o que verdadeiramente se é...
Guerreiras, crianças, mulheres, sérias, loucas, ingênuas e perspicazes.... Somos, resumidamente, FELIZES e ÚNICAS... E nós brindamos à vida, dia após dia... Assim somos nós...

Tudo tem sua hora... Gostaria de saber do que temos medo... Deveria entender melhor do que ninguém... Eu gosto de você e você sabe disso. Diferente de outros homens que não respondem as minhas "provocações" , você me encara, pergunta na cara.... e ainda sim temos medo...
Do que temos tanto medo?????

Não é só rosa,
meu mundo cor-de-rosa.
Tinta carmim, sobre mim.
Azul estrelado, ao teu lado:
cor da sua pele...
Vermelho sangue, paixão
Alaranjado ao seu fogo.
Negro que me esconde,
e depois me descobre.
Em delicada claridade me revela:
amarela a luz da vela...
Em fusão de cores me faço em tela,
pra que me sinta tom sobre tom.

Pequenas coisas...

Detalhes mínimos,

Gestos inquietos que fazem a diferença.

Nos perdemos nos grandes fatos,

E pouco encontramos naquilo que não percebemos:

No pouco visto...no pouco ouvido...no pouco sentido.

Cada passo dado.....é um "rastro" que de nós fica.

E cada rastro que deixamos ,

É um mundo nosso que construímos...

Somos um "mapa":

E só quem tem os olhos da alma,

Consegue desvendá-lo....

Sei lá...
Me deu vontade de escrever uma carta.
Pegar papel,caneta,colocar sobre a mesa.
Fazer letra bonita,bem desenhada.
Pra que quando seus olhos corressem sobres as linhas,
Visse que dentro de mim ainda havia beleza.
Pra que quando você abrisse aquela carta
descobrisse que sou além de
letras criadas.
eu existo.
Escrevia com calma.
Dizendo sobre tudo que sentia.
Contei sobre aquilo que
frente a frente jamais conseguiria.
Na metade,parei.
Debrucei sobre a folha,que já se borrava.
Fiquei me perguntado:até quando?
Respirei por uns minutos,
entre goles engasgados de raiva.
Ao terminá-la,dobrei com cuidado.
Processo demorado de decisão.
Ia,ou não ia?
Decidi ir.
No verso do envelope,escrevi
PARA: um criminoso.
Pois quando lesse aquela carta,
talvez eu não estivesse ali.
Mas só aí então,entenderia
que além do meu coração,
havia roubado minha paz,
meus sonhos,
minha vida!
E eu não te dei esse direito.

Ah! se eu pudesse voltar atrás no tempo.

Cem anos não bastariam
Para traduzir em traços tudo o que vi,
Provar todos os sabores do mundo
Ou me arrepender por tudo o que não fiz

Cem anos não bastariam
Para recuperar o tempo perdido
Reclamar direitos roubados
Nos tornarmos heróis a transformar o mundo por completo

Cem anos não bastariam
Para sentir todas as frutas, todos os pecados...
Reviver todas as minhas primeiras vezes
Para que todas elas me soubessem por inteiro

Cem anos não bastariam
Para eu transformar sete notas em obras
Dar sete voltas ao mundo
Repintar o sete

Cem anos não bastariam
Para reencontrar aqueles que passaram
Reerguer o que canhões derrubaram
Tampouco reaver o sangue derramado

Não, jamais bastariam cem anos,
E ainda que cem anos bastassem, não os desejaria.
A mim só me resta e me basta esta vida.
E estou certo: “É com você que quero gastá-la!”.

Meu mundo é tão pequenininho, e só você pôde quebrar, esse meu coração de vidro, sempre ao lado de um punhal
Você me encontrou nos
Trechos de uma canção, que prometi nunca cantar, unindo as peças desse chão, que eu prometi não mais pisar
Você encontrou o amor em mim
Eu não o matei mas percebi
Que morria ao estar sem ele
Eu então morri
Eu morri, eu morri
E você veio pra me despertar outra vez

Prova da Apnéia...

Meia-noite, hora marcada.
Segunda prova de apnéia.
A primeira já foi positiva...
Os demais testes também.

A família espera ansiosa...
Os médicos, de prontidão.
Se positiva também: fim...
Doppler craniano afirmará:

Fim de sua "bela" história.
Morte que gerou crianças.
Sorriso restou na memória.

Mas não morre a esperança,
Que num dado dia veremos
Crianças correndo no jardim...

Abraço dos Filhos...

Cansado, exausto, só pó,
Após outro dia de labuta.
Até abrir a porta de casa
Torna-se difícil, uma luta.

Mas assim que adentro,
Na penumbra, pela sala,
Ouço as vozinhas: papai!
E sinto algo que avassala!

E envolto pelos bracinhos,
Finalmente suspiro, respiro.
Fecho olhos, abro sonhos.

E ouço até mesmo sininhos.
Viajo longe, até quase piro...
Doce abraço de meus filhos...

Apenas Palavras


O que são estas palavras
Rimadas e declamadas sem pensar?
Se eu as soubesse,
Enquanto minhas,
Saberia o que falar!

Idéias, letras ou entrelinhas,
Na cabeça, persistem em um bailar.
Fundem-se a realidade,
Invadem e explodem pelo ar.
Na alma, a legibilidade.

Como faço para as inventar?
Apenas recito se não as escrevo
Não existem segredos!
Também não sei, a bem da verdade!
São apenas frases ditadas a esmo.

Talvez da infância a ingenuidade
Montantes de outros enredos
Ou da mulher, a maturidade,
Procedentes de vários contextos
A diligenciar uma só verdade!

Anjo Amigo



Ansiedade no olhar!
Perscruto, sobrevoando o infinito,
Alguém a quem possa falar
Sobre um coração tão aflito.


Procuro respostas no ar
Um alguém que seja bendito
E para meus olhos, como no altar,
Compreenda todo o conflito.


O sonho expresso, quase a chorar,
Mas eis que surge, um anjo comigo,
Que ao me ouvir, põem-se a cantar,


E o sonho entoa, lindo e colorido,
Proclamando em poema, o dom de sonhar,
Na beleza da alma, do meu melhor amigo!

Saudades
Do tempo em que brincar era minha maior preocupação
Do tempo em que namorar era apenas um aperto de mão...
Saudades da vontade de correr na chuva e mi sentir como uma fada,
da roupa suja e da alma lavada,
De sonhar em ser adulta, sem trabalho sem disputa,só feliz em ir a luta,
Saudade dos amigos que ganhei e dos momentos que amei,
Alguns ainda tenho e alguns nunca esquecerei,
De todas as saudades,do tempo e a idade
as que mais sinto falta são das risadas de verdade, dos amores sem maldade,
e da pura ingenuidade!!

Sinto sua falta

Você se foi,e seus planos e sonhos, ficaram no vento,
Sua voz, seus gestos em meu pensamento
Agora vivo a Saudade que junto com ela trás a vontade
De estar perto de você, de ver você viver
Nos seus últimos dias conheci sua beleza escondida
Nos seus últimos momentos descobri uma alma abatida
Mas eu sei que está bem, você encontrou a paz
O que a vida não lhe dava, agora a morte satisfaz!...

Con te dovrò combattere
La vuoi sempre vinta tu
Mac´ e di buono che
al momento giusto
Tu sai di ventare un altro
In un attimo tu sei Grande,
Le mie pene non me le ricordo piu
Noi in guerra tutto il giorno
Ma sono viva, sono como piace a te
Ti odio e poi ti amo...
Ti amo e poi ti odio e poi Ti amo e poi ti odio
e ti amo perque sei grande come te solamente TU

Gosto de brincar de dizer verdades escondidas. Fazer alguém franzir a testa?
Adoro.
Fazer alguém pensar antes das respostas e mesmo assim,
repensar prá não ficar com a incerteza de ser ou não uma boa resposta, rs.
E quando alguém nos olha com aquele ponto de interrogação?
Conselho: A melhor coisa é você, descobrindo que pode, conseguir
expressar o que sente, o que pensa e o que quer, apenas com o olhar, com um gesto, qualquer gesto que possa substituir principalmente as frases feitas.
Expressar os sentimentos, não ter medo de ter que recuar ou
dar com a cara no muro ou ter que esmurra-lo por não ter conseguido aquilo que mais imaginava te fazer bem.
Ao menos você tentou.
O melhor prá quem pensa e age de forma correta, como deve ser,
são os resultados.
Realmente o melhor, é procurar agir de forma correta, andar no caminho reto, e não deixar de viver o melhor da vida. E nada como viver as coisas simples da vida. E não dizem que a simplicidade é um conceito que nos remete ao estado mais puro da nossa realidade?
As experiências que ela nos tras para aprendermos que uma hora o ar dos pulmões faltará e a pior coisa é termos a sensação de que algo nos falta e nem conseguimos descobrir o que é.
Afinal de contas o que é a vida, diga lá, rs.
É a batida de um coração ou uma doce ilusão?
É uma gota, um tempo que nem dá um segundo?
De fato, em resumo, devemos concordar com o poeta:
É bonita, é bonita e além do mais,
É muito, muito, mas muito MARAVILHOSA !!

Honestidade é anormal...

O que deveria ser algo tão normal é visto pela maior parte da população como anormal. Temos vários exemplos que podem comprovar o que estou dizendo. Certa vez um homem achou uma mala com mais de 20 mil dólares no aeroporto e a devolveu, a notícia saiu em todos os jornais, programas de TV, enfim, uma atitude fora do comum do ser humano, ou o comum do ser humano que está fora de si? Houve, e de quando em vez há reportagens onde o tema principal é a honestidade, ou a raridade da honestidade do ser humano. Nessas reportagens aparecem pessoas que ousaram ser honestas nesse mundo desonesto.

Alguma coisa está errada, práticas que todos deveríamos ter são tratadas como anormais e o que é errado se torna comum. Muita gente põe a culpa no mau exemplo das autoridades, mas eles são seres humanos como todos nós, será que o mal exemplo não parte de cada um de nós com atitudes desonestas que nem demos conta que estamos praticando, como por exemplo vender o voto, ou votar em algum corrupto?

Até que a morte os separe

O filósofo Arthur Schopenhauer disse que o casamento é uma dívida que se obtem na juventude e se paga na velhice, mas na época em que ele disse isso a separação era algo praticamente incomum, e de fato só a morte separava um casamento, o que fazia talvez com que os maridos mandassem assassinar suas mulheres, e elas seus maridos.

Hoje em dia as coisas estão mais fáceis, as pessoas terminam tão rápido, às vezes só até acabar a lua de mel, mas o padre ainda continua dizendo a sentença final: até que a morte os separe. Seria mais fácil dizer “até quando vocês não aguentarem mais olhar pra cara um do outro”, pois sempre chega esse momento, uns casais preferem terminar, outros preferem se torturarem e empurrar com a barriga, até que finalmente a morte os separe...

Essa coisa de casamento precisa ser inovada, ter novas regras, acompanhar a mudança de século, acompanhar as mudanças climáticas, as vontades. Precisa ter uma nova cara, sinceramente não conheço uma pessoa que seja casada e completamente satisfeita, ou feliz por inteira. O casamento deveria completar os espaços que faltam pra gente ser feliz por inteiro, mas isso só acontece no começo, na lua de mel, afinal a lua de mel é pra adoçar o começo, pois depois é uma amargura que só.

Tudo bem que eu ainda não sou casado, talvez não seja assim mesmo, mas pelos exemplos que vejo já estou traumatizado, mas de uma coisa eu tenho certeza, a sentença final deveria mudar, os padres deveriam dizer: Até que o amor acabe.