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Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Dias perdidos ( 26/09/2008 )

Caiu a ficha pra mim
Percebi que não valeu nada
Os dias que perdi
As horas que quis tentar te fazer feliz
Calma já aprendi

Oh! Os dias futuros não vai ajudar
A eu me curar destas lagrimas que caem de mim
Cada dia que eu perdi,não vão voltar mais
Foi tempo perdido por você

Este silencio da minha vida
É a resposta pra suas perguntas
Não se preocupe não vou voltar atrás
Não vou ser um demônio que quer atrasar sua vida

Vou partir pra longe de você
Não por que vou te atrasar
Mas sim por que quero viver de novo!!!

Amante ( 03/09/2008 )

As vezes me perco nesse mundo vazio
Como queria algo pra me guiar!
Mas de onde surgiu?
Esse sentimento que eu não sei explicar?
Onde você esteve este tempo todo?

Agora tudo que eu preciso é você!
Tudo que me restou foi você
Meu ponto de partida,meu beco sem saída
Meu amante

É você que acha que estou pronta pra andar outra vez
Oh!foi você que me estendeu a Mão no abismo
E quando todos me xingavam
Foi sua defesa que me salvou

Cada sussurro
Cada toque
Cada gesto
Cada sonho
Ficou guardado em mim
Dentro de mim

MEU AMOR

peço desculpas por nao ser esta menina que você sempre sonhou....


desculpas por te amar demais e nao saber controlar o meu grande amor por você...

desculpas por te completar e ter feito de você a pessoa mais felix do mundo...

desculpas por todos os dias sonhar com voooc, e sempre e em todo lugar levar você no pensamento...

desculpas... por te amar demais...

Tudo por você!
Quero ao mundo dizer o que você significa pra mim, por inteiro vou me declarar, para que você me dia um sim.
Tentarei explicar-te o que sinto, sei que não vai demora se possível esperarei o infinito, vou teu coração conquistar às vezes fico desconfiada, como possa sentir tanto amor?
Será que também sou amada?
Estou fascinada por teu resplendor.
Para entender vai ser difícil, só eu sei o que passou.
Pra você eu faço tudo, tudo por você eu faço!

AMO-TE INFINITAMENTE!

É loucura! É paixão!
É descontrole do coração;
Amar-te assim, imensamente.

Meus sentimentos sem limites;
Meus versos transbordando...
A folha recheada de emoção,
Efeitos de um amor, de uma atração.

Amar-te é o verbo que conjugo.
Eu te amo nos versos que declamo.
Eu te amo em chamas ferventes,
Feito aço em brasas ardentes.

Eu te amo no infinito da minha alma.
Nem o passado permitiu te apagar.
Amar-te é a minha incumbência.
Pura história de amor, pura inocência.

Ah, este amor me possui por inteira.
Meus desejos são por você...
Nossas vidas estão tatuadas,
Nossas almas estão predestinadas.
Nosso amor é encontro marcado,
Você e eu é por Ele desenhado.

Amo-te e não posso negar.
Meu coração denuncia;
Meus olhos brilhantes acusam,
Minhas atitudes me apontam.

Meu amor por ti é visível.
Amo-te infinitamente!
Através dos versos... Do passado...
Do futuro que será diferente.
Do agora... Do nosso presente.

JÁ REPAROU COMO O SOL PARECE CHORAR?

Se hoje pudesse pular no abismo
Falaria para ti que sinais de vida tive,
Se hoje pelo menos desistisse de ser
Lembraria pelo menos de como você me faz rir,

A minha cama desarruma fácil
Hoje mesmo acordei deitado no chão
Vi pelo menos em volta buracos na parede
Como o concreto sofre no decorrer de dias,

Bati no chão meus pés
Que nem são tão fofos mais,
A poeira subiu tão lenta e suja
Meu nariz aspirou todo momento,

Vi passar aquela menina de tranças antigas
Acho que já trocamos borracha no ginásio,
Ela passou e seu perfume sacudiu o vento
É tão triste saber que tudo acaba,

Nossa já me acostumei com o senhor do jornal
Ele podia ate ser meu vôvô,
Mas o pai do meu pai morreu bem antes
De eu apertar suas calejadas mão com verdade,

Acho que hoje o relógio vai parar
Esse tic e tac nunca me deixou dormir,
Certo que com a luz acesa perde o medo
Já reparou como o sol parece chorar?

ESTOPIM

Consegui tudo que queria
Ta faltando aparar aquela grama maldita
Essa calça não esta passada direita
Meus olhos hoje não estão tão negros,

Consegui tudo que eu queria,
Já rodei mil vezes esse quarteirão
Engraçado como ele é a mesma coisa,

Meu telefone toca e é a mesma pessoa
Ou pelo menos tem duas pernas,
Alguém esta tão inusitado hoje
Podia me matar, mas isso é burrice,

Consegui tudo que queria.
Sempre escuto essa minha voz
Ela nunca muda,

Já vem de novo o mesmo episodio
Parece ate que só existe este filme
Quem me trouxe para o abismo
Realmente consegui tudo que eu queria,

Vou sentar nesta antiga poltrona
Feita com couro maciço,
Tem gente que se importa demais,

Vamos fazer um filho?
Ele tem que ser tão perfeito
Como sempre são os homens?

Consegui tudo que queria,
Eu juro que não me amo mais
Mas isso é tão normal
Viver é apenas um comentário.

La Lumaca

La Lumachella de la Vanagloria,
ch'era strisciata sopra un obbelisco,
guardò la bava e disse: - Già capisco
che lascerò un'impronta ne la Storia.

A Lesminha da Vanagloria*
que se arrastou sobre um obelisco
olhou sua gosma e disse: - Já entendo
que deixarei uma marca na História.

* (gloria vã)

Um certo alguém

Te ligo em meio aos meus devaneios
Parece que eu devia chegar a algum lugar
Por algum motivo eu não estou nem aqui nem lá
Você pode me ajudar a lembrar como sorrir?
Procuro em você algo que desapareceu em mim
Te amo hoje, não sei se consegue entender
Também não entendo
Só sei que te quero agora, e por inteiro
Amanhã quem sabe esse sentimento tome outro rumo
Amanhã quem sabe eu nem esteja mais aqui
Eu posso ir aonde ninguém foi
Vou te levar pra casa
Prometo ser fugaz e leal
A fidelidade é apenas um processo
Do qual homens pensantes não fazem parte
Te dou uma vida, se assim quiser
E se não quiser apenas me entrego
Mostro o quanto você importa
E quanto sua ausência me perturba
Comprei uma passagem
Vou embora enquanto você dorme
Eu prometi a mim mesma que não iria mais chorar
Mais uma promessa que não posso cumprir
Caminho errado numa estrada de mão única

PENSANDO EM VOCÊ

Eu estou pensando em você.
Pensando em nunca mais
Pensar em te esquecer
Pois quando penso em você
É quando não me sinto só
Com minhas letras e canções
Com o perfume das manhãs
Com a chuva dos verões
Com o desenho das maçãs
E com você me sinto bem

Eu estou pensando em você
Pensando em nunca mais
Te esquecer
Eu estou pensando em você
Pensando em nunca mais
Te esquecer.

Eu, pensando em você.
Pensando em nunca mais
Pensar em te esquecer
Pois quando penso em você
É quando não me sinto só
Com minhas letras e canções
Com o perfume das manhãs
Com a chuva dos verões
Com o desenho das maçãs
E com você me sinto bem.

Eu estou pensando em você
Pensando em nunca mais
Te esquecer
Eu estou pensando em você
Pensando em nunca mais
Te esquecer.

Eu estou pensando em você
Pensando em nunca mais
Te esquecer
Eu estou pensando em você
Pensando em nunca mais
Te esquecer.

Eu estou pensando em você
Pensando em nunca mais
Te esquecer
Eu estou pensando em você
Pensando em nunca mais
Te esquecer.

Pensando em você.
Pensando em você.
Pensando em você.
Pensando em você.

Ontem eu fiz tudo que eu podia fazer, hoje não fiz nada.
Hoje eu naum chorei mais por akilo que eu realmente perdi, hoje eu não olhei pro sol lah fora. Hoje não reparei no meu coração, Hoje não lembrei dos meus amigos, Hoje eu não fiz nada.
Hoje eu não cresci, não senti, não sorri.
Hoje não foi nada.
Mais não vai ser sempre assim.

O DIA DAS CRIANÇAS E O MARTIM PESCADOR



Naquela manhã de doze de outubro, André, um menino de apenas seis anos de idade acordara cedo na esperança de receber logo o presente do Dia das Crianças. Ao passar pela pequena varanda, observa no alpendre a gaiola dependurada com o pássaro Martim Pescador, cujo brilho colorido e esverdeado nas asas, suspendendo em todos instantes a fina película que revestem o globo ocular com a presença do guri ao seu lado.

Inerte, o pássaro apenas acompanha os olhares do pequeno, transmitindo a tristeza no canto das talas do engradado. Logo, inquieto e curioso indaga:

- Hei! Amiguinho. Por qual motivo você está triste? Eu ainda não ouvir você cantar. Sabe. Hoje é um dia especial, é o dia das Crianças.

O passarinho levemente e sem pressa, mergulhado na melancolia suspende a sua plumagem verde-azulada, responde:

-Vejas! Eu estou aprisionado neste cubículo. Não posso viver, não posso cantar, não posso voar e muito menos pescar no riacho.

As palavras ditas com comoção invadem a alma de André, residente na localidade ruralista do segundo Distrito da cidade de Caxias, Estado do Maranhão, denominada de Sambaída. Instantes em que fala com um tom abreviado e candente.

-Amiguinho! Não fique triste. Aqui é seu lar. Nada, nada mesmo há de faltar pra você. Agora, abras as suas asas bonitas e solte o belo canto.

O Martim Pescador desanimado exclama:

-Como eu posso voar! Eu não me adaptei olhando o vazio nestas grades. Não enxergas que estou preso, e sem a minha liberdade? Eu nasci pra voar entre os vales dos rios e riachos.

Ininterrupto, o menino afirma tentando aviventar o passarinho.

-Mas o meu pai lhe trata muito bem. Aqui não falta nada pra você, além de está protegido dos predadores.

Com razão, o Martim Pescador induz com interrogação:

-Amiguinho! Você gostaria de ficar num cárcere, e depois, ficar olhando todos os dias o reflexo do sol pelas fendas de uma grade? Inclusive, sem poder passear pelos parques, bosques, ruas e não desfrutar das brincadeiras com os amigos? Vejas como eu me encontro tão isolado do meu mundo.

O garotinho ficou calado. E, várias gotículas escorregaram das pupilas castanhas na face, neutralizando a alma inocente do miúdo que não se conteve. A expressão caótica fizera a pequena criança compreender a razão e a luz enviada pelo pássaro no sentido da melancolia atravessada entre as talas da gaiola.

Momentos, André pressente a chegada do pai, surpreendendo com uma enorme caixa envolvida com papel de presente, perguntando:

-Pai! É o meu presente?

-Sim. Aqui está o seu presente pelo Dia das Crianças. É o presente que você sonhou. Qual é a razão de você está deprimido? O que aconteceu? Fale. Você não gostou do presente?

-Gostei pai. Só que eu quero fazer uma troca. O senhor aceita a minha proposta?

- Que proposta meu filho! O que você quer realmente trocar? Que troca é essa? Na verdade, eu não estou lhe entendendo, comprei o que você mais queria ganhar no dia de hoje.

-Pai. Dê esse presente para o Zezinho da tia Mundica. Ele não tem pai e nem mãe, e o dinheiro do coco da tia não dá pra compra um presente.

Insatisfeito com a indicação ofertada, o pai reclama.

-Isso não dá pra fazer. É um presente caro e me custou mais de seis diárias de serviço aos olhos do sol.

-Eu sei que custou caro. Mais o senhor pode fazer e cumprir o meu pedido. Trocando o presente pela liberdade do Martim Pescador. Tenho certeza que não vai custar nada abrir a gaiola. Retrucou o apucado guri tentando esclarecer.

Indignado ao ouvir a proposta, afirma:

-Isso eu não posso fazer. Você pede pra dá o presente pro Zezinho, e depois me pede pra soltar o Martin Pescador. Impossível.

-Solte papai! Solte o Martim Pescador! Ele é tão jovem pra ficar preso nesta gaiola. Que malfazejo ele fez pra não ter a sua liberdade. Solte! Insiste o menino.

-Ah filho! Depois resolveremos esse problema. Hoje é o seu dia e vamos deixar isso de lado. Passarinho é passarinho, aí fora já tem demais, e não fará falta um na gaiola.

O meninote ainda persiste, suplicando:

-Solte papai! Por favor! Pelo menos me faça hoje feliz já que é o meu dia. Deixe ele voar pelos céus e banhar no Riacho dos Cocos. É lá que ele mora.

-Não filho. Se eu soltar nunca mais eu vou ter um Martim Pescador. Eu adoro esse pássaro.

As lágrimas pela segunda vez se arrastam naquele semblante envolvido pela soltura do pássaro. E André esfrega os olhos com a mão direita lastimando.

-Pai! Veja como ele está triste. Não canta e não se alimenta. Olha! Eu prefiro vê a sua liberdade do que assistir todos os dias da minha vida a sua tristeza na gaiola. Solte! Ele vai viver mais feliz na natureza. Eu sei que outros presentes eu posso ganhar. Mas por favor, me dê este presente pelo o dia das Crianças.

Retraído, o pai do menino se afasta e vai ao encontro do Martim Pescador, abrindo a porta da gaiola. Momento, em que o passarinho voa pela casa, abrindo o seu belo canto e agradecendo o gesto humilde do pequeno amado.

Naquele mesmo dia, à tarde com o sol brilhante e o céu todo azulado. André se dirige ao Riacho dos Cocos. Em pé, observa a descida da correnteza quando surge o Martim Pescador fazendo lindas acrobacias no ar. Com a beleza das plumas esverdeadas, desce velozmente na direção do riacho na posição em que dorme o sol até desaparecer dos olhos do guri.

Inesperadamente, aponta o pássaro percorrendo o contorno do riacho com o mágico bico, e num único vôo rasante, mergulha e sobe com maestria carregando uma enorme traíra. Cujo feito, rebate e atordoa o peixe nas galhas secas tentando acalmar, e traçando com elogio, arremessa aos pés do garotinho. E diz:

-Boa tarde meu André! Eis o seu presente pela passagem do Dia das Crianças. É uma grande traíra. Pois, é tudo o que posso ofertar como um presente pelo bom menino que você é.

André ficou deslumbrado com tamanha gratidão do pássaro realizando transposições e sobrevoando com magníficas acrobacias. Em seguida, voou e pousou num galho de árvore seco ao lado do barranco do riacho e cantou.

Sorrindo, André acenou com a mão direita enquanto o Martim Pescador, o guardião do Riacho dos Cocos afirmava com felicidade o seguinte:

-Que a liberdade do pássaro é voar e a do homem é manter a boa relação e o equilíbrio com tudo o que há natureza.
fim
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EUA - CHORA NA MAIOR DEPRESSÃO FINANCEIRA

O pessimismo financeiro aglomera a crise,
Com a desvalorização é manchete de jornal,
É como um suposto vírus que se dissemina,
Por toda a rede da corporação mundial.

Desponta como uma bola do grande Everest,
Não há mais quem o segure sem ativo ou razão,
Especulação lançada à sorte, tudo gera risco,
Nas enfermidades dos países subdesenvolvidos.

Flutuações cambiais leoninas e desastrosas,
Refletem em várias nações com desvalorização,
O dinheiro escrito em papéis podres é um micro,
Atravessando conseqüências de atos criminosos.

Numa massa globalizada alguém pagará a conta,
Dum comportamento com veias abertas e sanguinárias,
Na maior bancarrota é praxe de quem lida com imunidade,
Assoprando um terror maior que o onze de setembro.

Bilhões e bilhões de dólares voaram sem rumo,
Da fortaleza espalhada por quase todo o mundo,
Grandes empresários nas megas empresas,
Deixa até mesmo o camelô desconfiado.

E nem com isso surtiu o efeito da crise bancária,
Que vai assolando os vértices escondidos das quebras,
No volume de papéis financeiros desvalorizados,
Casando-se com ativos imprestáveis da nação the world.

É mais um calote com mais uma grande atração,
E quem sofre as migalhas, são os pequenos,
Que nada devem ou tem com valorização,
Mais participam de um mundo globalizado.

O povo americano não é investidor desse calote,
E não poderá pagar às duras penas com o suor,
Os investimentos mal aplicados que hoje sofrem,
Com tantos mísseis lançados no ar do Iraq,
Além de agonizar o pobre país do Afeganistão.

E por aí, sai mil e umas estórias e histórias:

“Joãozinho não recebeu o seu salário,
Vencido com atraso no dia 23 de setembro
O patrão guardou o dinheiro em casa,
Afirmou que o banco cortou os créditos,
E por isso está sem qualquer dinheiro”.

Mais um logro dos que tem a arte de caloteiro,
Assim como Busch, o grande encrenqueiro,
Posso até está enganado, mais isso é político,
E versa sobre sintomas para o novo politiqueiro,
Futurista Presidente Obama que não é Osama..

Antes de tentar dormir

Noite sem sono, versos sem razão, eu quero crer na ilusão, quero um transplante de cérebro urgente, não aguento mais essa gente demente, eu quero um chão pra pisar, quero ter um coração pra amar, eu preciso não ver nada em algo, algo preciso, ponho-me a me amar, amo-me a me expor, eu vi o vermelho do céu, vi o azul do teu véu, as cores inversas, as ilusões imersas, os rastros de tempo na beleza do teu templo, te contemplo, nada mais à fazer, nada à me obedecer, eu não sinto nada, nem tuas mãos de fada e nem o golpe da tua espada, eu fui um menino mau, fui um homem vital, eu fui o meu passado e fui ultrapassado, fui ao meu presente e te vi ausente, fui ao meu futuro e tive medo do escuro, fui pro quarto e não te vi, vou tentar dormir...

Depois de ti
Eu juro nunca mais me apaixonei
Ninguém me faz feliz como você me fez
Olha pra mim
Um sonhador
Sem rumo,sem carinho
Sem amor, amor, amor, amor
Eu te perdi
De vista mas te achei nesse país
Peguei carona com o beija-flor
No céu voei em paz
Te amei demais
No espaço, no universo
Flutuei, voei, voei, voei

Por você vivo nas nuvens
Nuvens feitas de algodão
Por você cruzei o mundo
Fiz de tudo pra chamar sua atenção
Sem amor não vale a pena
É só seu meu coração
Tá escrito nas estrelas
O destino me pousou em suas mãos

Na sutileza de uma pluma, onde somente o vento percebe a canção chegar.
No toque leve de uma melodia de piano, como olhar de Amélie Poulain.
Como uma cantiga de ninar.
A fragrância pairando no ar buscando seu olfato, num aroma de orvalho.
Em toque sutil e leve, onde somente a quem interessar.
Onde embora pareça encoberto por um fog, mas uma sensação de profundidade.
Mesmo que pareça solitário, mas com um sentido devasso e longe das incertezas.
Longe de barulhos aguçados, numa penumbra acolhedora.
Distante de interferências exaustivas, na leveza de uma pluma ao vento.

Piada lição

Um grupo perguntou o que você faria para acabar com a escassez de alimento no resto do mundo?

Na África, responda honestamente o que você faria para acabar com a escassez de alimento no resto do mundo? Resposta: Não sei, a gente não sabe o que é alimento.

No Brasil, responda honestamente honestamente o que você faria para acabar com a escassez de alimento no resto do mundo? Resposta: Não sei, a gente não sabe o que e honestamente.

Na Rússia, responda honestamente o que você faria para acabar com a escassez de alimento no resto do mundo? Resposta: Não sei, a gente não sabe o que é escassez.

Nos Estados Unidos, responda honestamente o que você faria para acabar com a escassez de alimento no resto do mundo? Resposta: Não sei, a gente não sabe o que é resto do mundo.

E por mais auspicioso que seja o enamorado
O tímido

Dele não depende a aurora contida no amor
O luar, o estelar, o horizonte, o belo, porém, abstrato.
É, contudo, exasperado, até o último instante de dúvida imposto.
Pela difícil arte de transpor a barreira da timidez
Imposta pela beleza excessiva da amada em questão
E aí do amante que não sofrer dessa angustia
Jamais terá noção da plenitude da beleza de sua amada

Não me prendas, amor
Sou como água
Que sairá por entre
teus dedos…

Não me prendas, amor
Sou, como brisa...
Escapulirei de teus braços



Não me prendas, amor
Sou como a flor
Que embeleza teu olhar
Mas…
Morrerei em tuas mãos

Não me prendas, amor
Enlaça-me com doçura…

No mar dos teus sonhos
No desejo impetuoso
Na profundidade
Do amor...

AMOR

No dia em que eu não existir mais
Neste mundo,procure-me no céu entre
As estrelas e vai me encontrar
Ao olhar paqra a lua me verá
Nos dias longos de inverno
Serei o sol para te aquecer
Nos dias mais quentes
Serei a água para saciar tua sede
E o vento para te refrescar
Voarei com os passaros no céu
Para poder te observar,e quando
A noite chegar serei aquele que
Vai te proteger até o amanhecer
Vou aguardar ancioso o dia
Em que vamos nos reencontrar

Nanal