Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida
no meio de tanta tristeza.
Passou uma jovem e ficou admirada com a flor.
Logo pensou em Deus.
Cortou a flor e a levou para a igreja.
Mas, após uma semana a flor tinha morrido.


Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida
no meio de tanta tristeza.
Passou um homem, viu a flor, pensou em Deus, agradeceu
e a deixou ali; não quis cortá-la para não matá-la.
Mas, dias depois, veio uma tempestade e a flor morreu...


Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida
no meio de tanta tristeza.
Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida
com ela: bonita, mas sozinha.
Decidiu voltar todos os dias.


Um dia regou, outro dia trouxe terra, outro dia podou,
depois fez um canteiro, colocou adubo...
Um mês depois, lá onde tinha só pedras e uma flor,
havia um jardim ...


Assim se cultiva uma amizade.

Lute, seja sempre forte.
Não desista, seus sonhos são seus sonhos.
Cabe a você realizá-los.
Seja um estranho ou uma estrela de musical
Nada é igual,
seus sonhos vem com um toque de dificuldade.
Mas você e um guerreiro.
Você não desiste.
Ou seja, ou você luta para seus sonhos
ou eles lutam contra você.

Seja um estranho físico.

O abismo mais profundo é aquele em que a pessoa se encontra sem amor, sem esperança e morta em vida. A vida se torna um cenário abstrato em preto e branco sem criatividade, sempre mendigando ar para sua pobre existência.
O colorido só é possível quando o despertar partir de dentro para fora.
Deixe a luz fazer parte de ti, olhe com mais ternura p/dentro e note que essa vida é uma oportunidade rara de corrigir as muitas falhas que possuímos.

'' A vida é assim. Há momentos de sossegos. Outros de desassossegos. Onde vem uma onda que nos faz sofrer. Nos encolhe. Nos aperta. Em outros momentos a onda se quebra e vem discreta com novos ventos nos trazendo alívio. Nos lábios o sorriso. Na alma a leveza. E assim eu descubro. Que fé e coragem é tudo que eu preciso. ''

___________________ Neidinha Borges

FELIZ DIA MAESTRO !

A todos os meus professores ....

Que me ajudaram a desaprender preconceitos.

Que desconstruíram minhas convicções tacanhas.

Que não duvidaram dos meus ideais .

Que tiveram paciência com as minhas perguntas sem respostas.

Que foram mestres mesmo que eu não percebesse.

Que incentivaram até quando disseram -me : não !

Que são meus grandes amigos .

Que talvez eu nunca mais verei mas sempre serão parte do que sou. ..

Gosto das pessoas que me ganham um pouquinho todos os dias... São essas que quero ter por perto.
As que fazem questão, que dedicam um minuto do dia pra saber como você está.
Aquelas pessoas sinceras, que não te magoam e nem te diminuem.. Só alimentam a sua alma com amor e esperança de dias melhores.
Gosto daquelas que acrescentam vida aos meus dias, sorrisos aos meus lábios e principalmente aquelas que fazem meu coração sorrir!

Não existe concorrência aonde você dá assistência.
Cuidem de seus clientes e passe segurança a eles.
Cuide da qualidade de seus produtos e não venda o que não pode entregar.
Monte algo que você entenda fazer e não por acreditar que de dinheiro ou ache legal.
Tudo que você faz com experiência e amor transmite energias verdadeiras.

“Nunca ouvi coisa boa quando alguém foi sincero comigo. Nunca ouvi uma declaração de amor. Uma declaração de fé. Uma declaração de confiança.
Com a sinceridade, suportei despedidas, críticas e desaforos. Fui demitido, ou avisado do fim do namoro. Não fui promovido, abençoado. Não me ressuscitaram com a sinceridade.
Não recebi pedido de casamento. Não me salvaram com a sinceridade. Não me resgataram com a sinceridade. Não tiveram pena, compaixão, compreensão com a sinceridade.
Ser sincero é uma condição que traz unicamente cobrança, ajuste, saldo.”

"Aprendo a amar amando, para entender que a maior declaração ainda não é o "eu te amo". É quando alguém confessa: "Não consigo mais viver sem você." Mas isso não é amor, é coragem."

Descubra .

Reponha as suas energias ,
procure a Natureza,
correlacione-se com Ela pois a mesma lhe absorverá toda a energia Negativa que tiveres e a Ela nenhum mal fará .
Observe,
Veja,
Fique Atento e procure captar,
e quando menos esperar,
observar Você irá,
e através de sua sabedoria e inteligência descobrirá que podes contemplar a muitos mediante a sua complacência e confraternizando proporcionará o Bem e Tranquilidade a todos tornando-os Felizes .
E o ciclo formado fica com o Bem estar de todos que lhe torna Feliz também .

15.10.13
+- 15:25 h
Cassino

JB

Estava numa palestra na qual não conseguia entender nada... Estava “quase tendo um infarto”. Saí correndo. No meio do caminho... Não havia uma pedra no meio do caminho: Resplandecente, havia um cassino no meio do caminho. Ó! O negócio é tão bom que até faz Drummond rimar melhor. Ainda... Minha esposa não tava lá pra me encher o saco!

Havia um cassino no meio do caminho
E eu estava sozinho
Só apostava nove linhas
No caça-níquel do cachorrinho

“Cachorrinho”?! É... Existe um caça-níquel que tem um cachorrinho puxando um diamante. Aqui no Brasil, você vai achar nuns buteco fuleiro por aí, “escondido” atrás de um biombo. Era nesse que eu tava brincando: Coloquei 50 dinheiros... Fui socando nove linhas...
100... Bônus... 150... Jackpot!!! Aquela gritaria na máquina... 200. Cheguei a 300 dinheiros! A sorte, claro, mudou mas... Outra história.

( _____)

Gostas de ler poesia?
Jabberwocky, uma quadrilha?
Entre loucos, uma menina
Num país de maravilhas

Papel e um tanto de tinta
Aquecem uma noite fria
Enchem a taça vazia
Pra solidão, há companhia

Uma igreja é minha vizinha
O pastor canta, prega, grita
Demônios que ele exorciza
É nisso que o povo acredita
(Deus é surdo: gritaria
Invadiu o que escrevia)


Musa que os versos inspira
Não te desapontes ainda
Teu nome com tudo combina
Jóia preciosa? Safira

Sou aquele metido a artista
Mas que não tem medo, arrisca
Que apostaria suas fichas
Quer outra pedra? Ametista

Rubro, fogo que ilumina
Perfeito, Perfeccionista
Vinho pra taça vazia
Chama a esquentar noites frias

Se estas distraída, uma dica
Na Sílaba, a vogal é a rima
Que é a espinha dorsal: poesia
Estás em todas as linhas

O verso abre uma caixinha( _____)
Um nome que não é “Maria”, (é _____)
Ajudo em te chamar de amiga? ( _____)
És tu quem terminas( _____)( _____)

Para funcionar: tem q ser ruiva, ter lido Alice, e o seu nome tem de ser algo como /aía/ Maria, Larissa, Camila, Lavínia, Regina, Letícia, etc. E também tem de prestar atenção na conjugação verbal...
“Você” rima com todas as linhas: Patrícia, Marina ou Melissa.

ONDE ESTÃO NOSSOS HERÓIS?

Onde estão os nossos guerreiros?
Perdidos em pensamentos inúteis
Trocaram a existência d’altaneiros
Pela mansidão de viver vidas fúteis
Onde estão os nossos generais?
Bento Gonçalves e Teixeira Nunes
Heróis de outrora, nunca mais
Revoltaram-se contra os costumes
Que fizeram com nossa coragem?
Nossos heróis viraram fantoches
Hoje somos animais na pastagem
Aplaudindo e aceitando deboches

Há tempos a nós perguntaram
Se aceitaríamos mansos e sem revolta
Entregar nossas armas, calaram
Com o “não” que veio em resposta
Mas depois de nos consultar
Decidiram fazer mesmo assim
Conseguiram ainda mais atravar
Papelório que não tem mais fim
A verdadeira razão, descobri
De toda essa sórdida tramoia
Foi tomar nossa forma, eu vi
De reagir e garantir a vitória

O medo que os assusta e assola
É que levantemos as velhas bandeiras
Que façamos da história uma escola
E tracemos as novas fronteiras
Por isso nos mantém alienados
Escravos do sistema sem fim
Corações pra sempre separados
Pra controlar é mais fácil assim

DUALIDADE HUMANA

Quem é este triste, um animal?
Que tem suas mazelas a vista
Tem na consciência material
Que tem fim, a sua pobre vida

Em si carrega dualidade
Um anjo, com um grande coração
Mas pra contrariar, tem maldade
Demônio, da imensa criação

És também capaz de grandes feitos
Que nem mesmo a mente alcança
Pois bem claro, seus firmes trejeitos
Mostram paz, amor e esperança

Noutros momentos,este infeliz
És capaz de grande crueldade
Matança, ódio e até se diz
Qu´es filho da bestialidade

Mas então, o que podemos fazer?
Fadados ao fim de aberração?
Basta tentar alimentar e ver
Florecer o bem, no seu coração

RIMA POBRE PRO SISTEMA

Ah! Um futuro melhor se sonhou
A mansidão inerte se perdeu
O brado revoltoso ecoou
Da passividade se esqueceu

Ah! Tudo queremos e podemos
Lutaremos hoje e pra sempre
Pois ao nosso futuro devemos
Nossas árduas lutas do presente

Nossa! Jamais vi tanta comoção
E dessa geração não passará
Nunca mais cederemos sem razão
E a corrupção enfim cairá

A resposta, como é que se deu?
Uma ação firme se planejou
Ao sistema, nosso povo cedeu
Vitória! O “pão e circo” voltou

E então? Cuidados redobrados
Não mais queremos esse problema
Os manteremos alienados
Divididos, servos do sistema

A minha criatividade, a minha liberdade de expressão, a minha importância e o meu cérebro foram socados no ralo da pia do mesmo jeito que se amassam as batatas ou que as abóboras saem dos porcos. Todo o esforço que os membros imaginários do meu pensamento fizeram para expelir as idéias do meu cérebro foram ignorados e engolidos sem ter seu gosto sentido nos paladares alheios.
É claro que esse não era o objetivo; o objetivo era ter gosto azedo e provocar reações adversas nos organismos oculares e cerebrais dos indivíduos que cruzassem com a energia que eu expeli.
Em alguns sistemas as reações não ocorrem dessa maneira, o meu vômito cerebral/sentimental causa sensações familiares e uma identificação imediata, e após isso é criada uma relação entre vômito e estômago e essa relação é dificilmente apodrecida.
E é exatamente com essa agressividade que eu espirro em cima das pessoas os miolos da minha imaginação.

Há um texto bíblico que Diz:

Eclesiastes - 9:4
Ora, para aquele que está entre os vivos há esperança…

Seguindo dualidade da palavra, portanto, enquanto houver fôlego de vida:

Nunca é tarde para viver o novo. Nunca é tarde para irmos mais além de viver possível, para viver o impossível - o sobrenatural de Deus.

Pretin, desse jeito 'cê' me deixa louca
Tomando coragem pra beijar sua boca
Mesmo que 'cê' não saiba
Sou eu não tem outra, pra mudar sua vida assim só eu
Louca

Pretin, desse jeito 'cê' me deixa louca
Tomando coragem pra beijar sua boca
Mesmo que 'cê' não saiba
Sou eu não tem outra, pra mudar sua vida assim só eu
Louca

Hoje ele acordou e assobiou
A Flora acordou e te respondeu
Quando ele queria um beijo era
Quando ela respondia era tipo
Viu?

Ele dizia: 'Eu tô te querendo'
Ela dizia: 'Já tô descendo'
Ele dizia: 'Então vem correndo'
Ela dizia: 'É isso 'memo'

Me levou pra passear
E depois fez com que esse amor crescesse tanto em mim
Me levou pra um lugar onde quando um amor começa jamais haverá um fim
Dominou meu coração de uma forma tão sútil
Mas eu não consegui dormir
E o meu pretinho querendo meu chamego
Já não tinha porque se esconder assim

Pretin desse jeito você me deixa louca
Tomando coragem pra beijar sua boca
Mesmo que 'cê' não saiba
Sou eu não tem outra, pra mudar sua vida assim só eu
Louca

Pretin, desse jeito 'cê' me deixa louca
Tomando coragem pra beijar sua boca
Mesmo que 'cê' não saiba
Sou eu não tem outra, pra mudar sua vida assim só eu
Louca

Pretin

.....CIGANA

Ela mexe, reflete, insinua,
contorcendo a feitura sua,
todo ornamento...
Joga confete, é minha tiete,
estrela do agreste,
luz do acampamento!
Fada Morgana, seduz e consola,
música que aplana,
as arestas e farpas.
Amada 'Cigana',
que com sua castanhola,
domina meus ímpetos,
alisa minhas escarpas.

.....Marcelo Shell.

A amizade, so e' amizade,
Quando, entre amigos
existir, mais cumplicidade
mesmo em grandes castigos.

E' um pacto de irmandade,
Quando enfrentam perigos.
E no tempo de calamidade,
Partilham os mesmos figos.

Cordas da mesma guitarra
Sao os amigos verdadeiros
E abracam a diciplina da varra

Sao grandes companheiros.
Um, na mao doutro agarra,
E vivem sonhos porreiros.

“Por um instante a morte soltou-se a si mesma, expandindo-se até às paredes, encheu o quarto todo e alongou-se como um fluido até à sala contígua, aí uma parte de si deteve-se a olhar o caderno que estava aberto sobre uma cadeira, era a suite número seis opus mil e doze em ré maior de Johann Sebastian Bach composta em Cöthen e não precisou de ter aprendido música para saber que ela havia sido escrita, como a nona sinfonia de Beethoven, na tonalidade da alegria, da unidade entre os homens, da amizade e do amor. Então aconteceu algo nunca visto, algo não imaginável, a morte deixou-se cair de joelhos, era toda ela, agora, um corpo refeito, e por isso é que tinha joelhos, e pernas, e pés, e braços, e mãos, e uma cara que entre as mãos escondia, e uns ombros que tremiam não se sabe porquê, chorar não será, não se pode pedir tanto a quem sempre deixa um rasto de lágrimas por onde passa, mas nenhuma delas que seja sua. Assim como estava, nem visível nem invisível, em esqueleto nem mulher, levantou-se do chão como um sopro e entrou no quarto.”

(José Saramago, “As intermitências da morte”)