Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Hoje eu ja to bem mais calma, mais conformada, como sempre, eu queria tanto ter ele mais esse papel a mim não cabe mais queria tanto esta com ele agora e que meu mundo parace nos pes dele como uma musica, como um abraço, uma um cansaço, como uma dor o sofrimento em que vivo eu ja nem sei mais o que penso o que faço eu sei que a cada dia ele me poe mais dependente mais fraca tenho medo disso porque eu não sei quem sera eu sem meu amor por inteiro, qual coisas eu posso fazer quando me ver nessa situação decadente, de desejo pleno.

Mas o amor, o amor mesmo, o amor maduro, o amor bonito, o amor real, o amor sereno, o amor de verdade não é montanha-russa, não é perseguição, não é telefone desligado na cara, não é uma noite, não é espera. O amor é chegada. É encontro. É dia e noite. É dormir de conchinha. É acordar e fazer um carinho de bom dia. É ajuda, mãos dadas, conforto, apoio. E saco cheio, também. Porque de vez em quando o amor enche o saco. Tem rotina, tem manhã, tarde, noite, tem defeito, tem chatice, tem tempestade. Mas o céu sempre limpa. Porque o amor é puro como o azul do céu.

Agora que você está no caminho, vá! Agora que você está envolvido, tente! Porque o ridículo não é você fracassar, é você não ter ido até o final. Mas isso todo mundo sempre te diz. Isso todo mundo sempre te disse. Isso você já leu em vários lugares e não dá bola. Então diga você. Então diga pra você.

Uma sensação estranha de vazio, que falta algo, mas nunca sabes o porque. Um aperto no peito que inunda tudo que está a sua volta. Uma coisa que não se consegues explicar, que não se consegues desenhar, parece que nada está bom, que nada é suficiente. Uma angústia, um desânimo, uma fraqueza, uma tristeza sem fim, não tem vontade de fazer nada, não tem vontade de sair do quarto, não tem vontade de fazer o que se gosta, não tem vontade de ver pessoas, nem a luz do dia, não se tens vontade nem de fazer coisas mínimas, pequenas.

Quando estiver triste e desiludida, não sorria para alguém apenas para não precisar dar satisfações a tal, isto seria de uma certa forma hipocrisia. Quando estiver triste, se isole apenas, pois garanto que as quatro paredes que te fazem companhia compreendem melhor suas lágrimas do que qualquer outro ser.

“Conhecer a língua portuguesa não é privilégio de gramáticos, senão de todo brasileiro que preza sua nacionalidade. É erro de consequências imprevisíveis acreditar que só os escritores profissionais têm a obrigação de saber escrever. Saber escrever a própria língua faz parte dos deveres cívicos.”

Ela tinha mania de tapar os ouvidos e cantarolar uma canção qualquer, pra não ouvir o mundo dizendo que não ia dar certo. Ela dormia conversando com as estrelas, e buscando inspiração na capacidade que elas tem de brilhar em meio aquela escuridão sem fim. E antes de pegar no sono, ela escolhia um momento feliz pro dia seguinte, porque sabia que no amanhã havia mais de uma estrada pra seguir, e suas atitudes decidiriam seu rumo. (Plantar pensamento positivo, pra colher felicidade.) Era uma certeza. E todos os dias, a menina crescia por fora, e ainda sim, continuava a ser criança. Não perdia a grandeza que só os pequeninos tem, de acreditar nas pessoas e suas boas intenções. Se agarrava a fé que a infância lhe deu de presente e conquistava, todos os dias, um pedacinho de felicidade, um punhado de paz, e uma gratidão de quem sabe o valor de viver. Se a gente colhe o que planta, coloca um sorriso no rosto, que logo ele brota na alma.”

Jesus, ensina-nos a entender a diferença entre dependência e amor. Sei que o amor não termina, nós é que nos transformamos; e, por consequência, mudamos nossa visão sobre o mundo e as pessoas. Como pode o amor - o mais nobre dos sentimentos - nos fazer mal? Como alguém pode agir sobre nós tal qual uma droga, um alucinógeno que nos exalta e ao mesmo tempo nos arrasa? Como dosar ou utilizar na proporção certa a inclinação amorosa? São essas dúvidas cruéis que nos rodeiam a mente e nos fazem às vezes sentir vontade de desistir da busca: tudo nos parece sem importância, não conseguimos avançar, não vemos com otimismo o futuro. Estamos cientes de que a paixão termina, o amor não. A paixão vence e refreia o que a razão sugere e pondera; o amor propõe liberdade. Por isso, quando amamos alguém, devemos deixá-lo livre. Se partir, é porque nunca o tivemos; se voltar, é porque o conquistamos. Hoje nosso amor não é maduro, e sim uma dependência psíquica. Somos viciados na "emoção do enamoramento" e na sensação de felicidade que ela nos proporciona; consequentemente, sempre esperamos do "bem-amado" a fonte da alegria de viver, o que nos torna seduzidos e cativos. Parece que sem "um amor" nos assemelhamos a criaturas que não sabem nadar, buscando freneticamente um tronco flutuante para não se afogarem. A paixão é um prazer que nos causa agonia, mas essa mesma agonia nos dá prazer. Isso é o paradoxo da paixão - é a etiologia dos diversos tipos de dependência. Na Terra somos muitos os viciados em relacionamentos. Essa condição, que supostamente alivia a dor de uma realidade intolerável - a de não se amar e não sentir capaz de cuidar de si mesmo - perpetua a compulsão afetiva de "ter sempre alguém por perto" e nos desvia da motivação para recuperar e valorizar a própria vida. O sentimento afetivo pode nos fazer muito mal quando o objeto de nosso amor tem efeito alucinatório sobre nós, anestesiando-nos e, ao mesmo tempo, causando-nos deslumbramento!

Viva para a eternidade! Esses atletas olímpicos, quão majestosos eles são, Mas somente por um momento. Eles começam a treinar quando têm 4 ou 5 anos de idade. Eles nunca fazem nada senão treinar até que tenham 22 anos. Correm uma corrida de nove segundos por uma medalha que eles penduram, e é isso. Você não pode dar o mesmo pelas coisas eternas?... Isso não é um tipo de martírio para o qual damos a nossa vida inutilmente para nada; apenas para sermos pulverizados sem esperança. Não! Nós servimos a Deus e ele nos honrará, nós fixamos nossa esperança nEle e isso nos dá força! Força!

Amizade é poder dividir todos os momentos, sejam eles belos, lindos, engraçados, inesperados ou constrangedores, poder rir dos erros, dos desacertos e dos acertos. Brigar, ficar sem se falar uma semana, retendo uma vontade louca de abraçar o outro e do nada, ao encontrar, explodir de felicidade. Amigos de verdade envelhecem juntos, não importa a distância geográfica, estão sempre presentes na vida um do outro.

Muitas pessoas pousam, muitos amores possíves não vingam, muitas paixões não dão certo. Choro, me culpo, me arrependo, permito, desisto, persigo, corro, dou as costas, piso, sinto saudade, me precipito, telefono, me atraso. Sim, no mundo existem mil pessoas capazes de nos despertar amor, se a gente parar pra sentir.

Eu sempre fui sua melhor amiga, sempre torci pelas suas vitórias... E então, você iria morar longe. Quando me contou isso me deu uma vontade louca de, de... Sei lá sair correndo chorando e dizer: "Meu amor, me leva junto? Sonho todas as noites em poder te chamar de meu, te amo calada, repasso cada palavra, cada gesto, cada olhar teu todos os dias a noite no meu cobertor frio. Meus pensamentos só vão em direção a você e eu mal consigo dormir, me dá uma chance pra te mostrar que eu posso te fazer a pessoa mais feliz do mundo?" Mas eu escolhi o silêncio, e uma lágrima rolou e em meio a tantas palavras que eu queria dizer eu apenas disse: "Boa sorte." Eu não tentei, eu não arrisquei, eu deixei na mão do tempo e o tempo te levou e a gente se perdeu no tempo… E eu… Eu ainda te amo tanto!

Poucas palavras. Sentimentos nem sempre são traduzíveis. Por hora só vazio e saudades. Parecia que não acabaria nunca. Sigo tentando caminhar só com o aprendizado que fez um livro na minha vida. Espero vocês na minha trilha em palavras. Vou tentando arrematar e fazer sentido, doer faz parte de viver.

Não vivo mais numa eterna busca, vivo um dia de cada vez. O final do meu arco-íris é bem debaixo do meu nariz. Minha vida é desalinhada, não sou de farra, nem boa pra casar. Sou do avesso, me gosto assim. Acredito no amor, escolhi viver assim. Valorizo até a menor das intenções. A boa fé. Acredito mais no presente. Do futuro, desconfio muito. Acredito quando a conversa é com os olhos. Acredito no que a alma fala. Na verdade, exagero demais na risada que só frouxa quando o vento é forte e estoura em risada outra vez.

Obrigado mestre Jesus por tudo que fez por nós...Perdoa-nos Jesus por sua partida ter sido judiado e pregado numa cruz,mas bem sei que seus propósitos de se sacrificar por nós seria para nosso bem,o que seria da gente sem um modelo e guia ?ficaríamos cegos ao bem,coração gelado por falta de amor,perdidos sem caminho certo para seguir...o que seria de nós amado Jesus ?...Obrigado mestre Jesus luz da eternidade,obrigado por teu livro aberto para qualquer um que quiser aprender,amar e servir.

Casal nenhum pode durar sem fidelidade a sua história comum, sem este misto de confiança e de gratidão. Nestas condições, marido e mulher se tornam pessoas belas na medida em que vão envelhecendo. São maduros na arte do amor. Os que começam a vida a dois nada mais fazem do que sonhar com o amor.

Chorar calado, pensar quieto e desabafar com as paredes. Rotina diária de quem se faz de forte e ainda consegue colocar um sorriso no rosto, a noite chega os pensamentos assombram minha mente, quantas perguntas sem respostas, a incerteza adentra minha alma e me tira a calma, fecho os olhos volto ao inicio, sinto dor uma angústia que aperta a peito. Saio a caminhar rumo ao desconhecido, Já não existem ouvidos que me escutem, já não existem mãos que se estendam na minha direção. A vida é curta o futuro é incerto, a gente nunca sabe se vai durar uma noite, ou ano. Rodeado de vazio me acorrento as pequenas coisas que ainda me fazem ser feliz. Boa noite.

"Eram os braços dela que estavam em mim como um cobertor, me aquecendo, e me confortando. Era a voz dela que eu ouvia dizer coisas no meu ouvido. Sussurros de conversas, sentimentos; uma possibilidade de felicidade. E além de tudo, era por ela, que meu coração vinha batendo agitado, como nunca havia batido com tanta intensidade por nenhuma outra pessoa. Quase explodindo em mil fragmentos, só de imaginar que a qualquer momento eu poderia perder tudo aquilo, o abraço, a voz, o beijo... Então eu fiquei em silêncio por um bom tempo, pra não despertar todos aqueles sentimentos bons, daquele suposto sonho, que eu desejaria ter pro resto da minha vida."

Já fingi que estava doente para faltar à aula e assistir televisão durante a manhã inteira, pixei muros, quebrei janelas de vizinhos e corri pra de baixo da cama. Dancei em aniversários de 15 anos e curti à beça. Tive várias crises de bronquite na infância, com a mesma freqüência com que amei e "desamei" meus amores imaginários. Fugi de casa e voltei antes do meu programa favorito começar. Dei os nomes para os oito cachorros e os dois papagaios que tive e que ficaram comigo menos de um mês cada. Cantei durante tardes inteiras as mesmas músicas. E senti uma felicidade intensa quando ouvi minha sobrinha pronunciar meu nome pela primeira vez. Já fui mandado para fora da sala sem ter culpa de nada e tendo culpa também (e essas foram muitas). Tirei nota baixa e levei "bomba". Discuti com minha professora de matemática porque achava ela uma chata, mas hoje percebo que eu não fui tão legal quanto pensei que tivesse sido. Eu falei: "tipo assim", "então" e "né" em cada frase pronunciada. Me apaixonei por minha melhor amiga do parquinho e acho que ela também se apaixonou por mim e ambos nos apaixonamos pelos personagens do filme Um amor para recordar (foi um barato!). Curti "pakas" Legião urbana, chorei com minha turma ouvindo Vento no litoral, Giz e Hoje a noite não tem luar e pulei ao som de Vamos fazer um filme, Faroeste caboclo e Eduardo e Mônica. Já quis aprender a tocar violão, piano, sax e bateria. Já quis aprender a falar inglês, espanhol e alemão e essa fase ainda não passou, mas decidi primeiro rodar um pião, soltar uma pipa e encher um pote de bolinhas de gude. Vivi a emoção de passar no vestibular e a frustração de não conseguir enfrentar até o fim a facu. Senti falta da velha escola. Fiz a lista do primeiro dia do ano, aquela das cem coisas que você não pode deixar de fazer, refleti sobre a vida em meus aniversários. Já decidi meu futuro pelo menos umas mil vezes. Tentei mudar, acho até que melhorei, mas eu sou assim. Escrevi um livro. Plantei uma árvore. Perdi a chave de casa, perdi amigos, oportunidades, perdi a vontade de tudo! Mas logo em seguida dormi e quando acordei quase tudo pareceu estar no mesmo lugar. Passei noites inteiras navegando na internet e assistindo filmes sem graça, daqueles que quando terminam você diz: - Não acredito! Decidi conquistar a garota dos meus sonhos, eram quase quatro da manhã, liguei para dizer que te amo - eu disse - mas acho que ela não me ouviu. Já quis fazer uma tatuagem e já morei sozinho. Já senti aquele frio na barriga. Esperei o telefone tocar. Caí na gargalhada no ônibus, em reuniões e em outros lugares muito impróprios lembrando de situações vividas. Já passei pelo mico de estar no cinema com duas amigas e ouvir um monte de "psiu" e "silêncio, por favor," eram para elas chorarem mais baixo. Ganhei uma farda, parei com a bola. Ouvi uma música e li uma frase e pensei em alguém. Já tive um grande amor, e por amor eu sorri, chorei, zanguei, dei o meu melhor, por amor eu abri mão. E depois tive que começar tudo do zero, de novo. Virei um dia no bar, chega fiquei mole, era bebida pra lá e pra cá, mas esse bico de garçom definitivamente não era pra mim. Fiz melhores amigos. Conheci novos lugares, novos estilos musicais, novas maneiras de ver a vida. Arrumei um emprego, abri minha própria empresa e decidi ganhar menos para dar mais as pessoas que estão ao meu lado. Fiquei triste por descobrir que uma pessoa não acreditou em mim, mas tudo bem, eu também não acredito em todo mundo. Tentei aprender a cozinhar e é claro minhas visitas adoram quando eu ligo para pedir pizza ou qualquer coisa que já venha pronta. Tentei ler um jornal inteiro, mas fiquei entediado. Fui acampar em turma, viajei só, vi o pôr-do-sol e percebi quanto tempo perdi apenas admirando a lua. Vi uma estrela cadente e consegui fazer um pedido. Já apostei a última ficha e perdi e isso aconteceu mais de uma vez. Me arrependi de coisas que fiz e de tantas outras que eu devia ter feito. Estive em situações nas quais agi e me senti um idiota, um burro. Um dia acordei me achando o homem mais lindo do mundo, mas ai olhei no espelho e percebi, que bobagem! Não tentei muitas coisas por medo de não conseguir e já tentei outras até demais. A razão sempre foi minha única esposa até eu descobrir que a vida é curta demais para casar-se com uma só. E quase sempre quando vou fazer a limpeza do meu quarto, coisa que eu quase nunca faço encontro rascunhos de sonhos e projetos que por um ou outro motivo foram deixados pra trás, então com coragem e entusiasmo os levo para minha oficina da realidade. E quando me perguntam se eu passaria por tudo isso de novo, respondo: - Não desistiria da casa na árvore.

"Fecho os olhos me concentro, deixo a alma deslocar, vejo o mundo corroendo vou me desligar. Hesitei, prefiri me elevar, escapei, nunca quis me entregar, alcancei, agora não posso largar, superei, então não tente me parar. A tua vida segue em frente e o destino a te aguardar, eu simplesmente sigo a MENTE, chego em qualquer lugar. Tô ausente a minha mente foi voar."