Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Não gosto quando não prestam atenção no que digo. Acho que soa descaso. Também acho que é uma espécie de descaso saber que alguma coisa vai errada e fingir que tudo está perfeitamente em ordem. Costumo falar o que sinto. É claro que quando a gente fala acaba ouvindo. Mas as pessoas precisam se colocar nos dois lados da história. Atualmente, todo mundo só olha para si mesmo. Cadê o outro? Cadê?

A gente tem é que se amar muito, se respeitar muito pra chegar para o outro e dizer: se é isso que você me oferece, agradeço, mas recuso. Não quero esse pouco. Não quero essas partes. Não quero a sua metade. Vem inteiro, completo. Ou não vem. Ou nem te apresenta. Ou pega teus brinquedos e sai logo daqui.

"Perdão, eu te peço à distância, pela indigência das palavras, essas, que eu não falo e levo em mim e pouso sobre as tuas pálpebras cada vez que recostas a cabeça e fechas os olhos sem que saibas que eu te olho. Dizem coisas, essas palavras mudas, dizem teu nome entre meus lábios, adivinham tua respiração próxima ao meu rosto e o cheiro dos teus cabelos quando amanhece o dia. Falam das minhas mãos e dos teus rumos, essas palavras não-ditas, que perdem-se uns nos outros e do gosto que suspeito ter a tua língua pelo meu pescoço. Perdão, eu te peço à distância, e torço para que me surpreendas no verde amarelado da íris, instantes antes de eu deitar novamente incógnito meus segredos sobre teus olhos."

A partir do momento que eu saio do limite, eu caio no pecado. O primeiro pecado da humanidade foi justamente sair do limite. O paraíso é um lugar que foi cercado para que ninguém se perdesse, pois Deus estava ali, o lugar do encontro, não é prisão. O primeiro pecado, a queda original, aconteceu porque alguém não compreendeu o conceito de limite, não compreendeu o espaço delimitado e se perdeu. O conceito de limite está cada vez mais claro dentro de nós e por isso seremos mais exigidos, como Deus nos diz: “quanto mais for dado, muito mais será exigido”. Jesus nos diz que é impossível viver servindo a dois senhores. Não é possível viver duas realidades que naturalmente não se conciliam. Seus limites precisam ser aclarados, nós precisamos cada vez mais saber sobre o que nós podemos e o que não podemos.

Aprenda a se preservar. A falar pouco ou quase nada. Aprenda que coisas do coração são coisas sagradas, e só devem ser ditas a quem vai ouvi-las com carinho e ficar feliz junto contigo. Alguém que, ao ouvir que algo te incomoda, vai torcer muito pra que isso passe, e que você supere. Desabafo a gente faz a quem torce verdadeiramente pra que os ventos mudem, e os caminhos bons apareçam na nossa frente.

"...Me disseram, um dia, para eu não esperar do outro aquilo que ele não poderia me dar. Esperei anos por isso, apenas para poder entender o por que..que nem sempre vem de imediato, mais que de alguma forma sempre aparece...Percebi que, nem sempre o que você quer receber é o que o outro quer dar, e vice-versa. A vida é uma escola, os problemas a sua prova, e as inúmeras situações são as matérias, mas nem sempre passamos e nem sempre somos reprovados. Vida. Tive tanto medo desta a ponto de parar de viver. Já quis por um momento desistir do que ela me proporcionou e dos desafios que me concedeu. E agora, estou a frente de mais um deles

⁠Orei por fé e pensei que qualquer dia a fé desceria e me atingiria como um relâmpago. Mas a fé não pareceu vir. Um dia li Romanos 10: “a fé vem pelo ouvir e ouvir a palavra de Deus”. Até esse momento, eu fechava a minha Bíblia e orava por fé. Então abri a minha Bíblia e comecei a estudar. A fé vem crescendo desde então.

É se amor... Enquanto eu conseguir falar palavra, ela será amor. Amor é o sentimento constipado de felicidade, é uma nostalgia de presente, um bem-querer sem bem pensar. É aquele querer espremer, abraçar até tornar um, dois corpos. Amor é o sentimento pleno da paixão, é aquela calmaria que toda plenitude traz. É a ansiedade que toda tormenta produz, mas da terra, acalentada pelo ruído do mar, que perturba. Costumava dizer que o amor era conseqüência da paixão. Ao senti-lo, vi que me enganei. O amor, se existe, coexiste com a paixão, é concebido no primeiro olhar. Paixão não dura sem amor. O amor subsiste em qualquer bafo de existência, permanece além da esperança, além das forças, além dos deuses. O amor é maior do que qualquer divindade suprema, mais forte que qualquer universo. O amor verdadeiro se basta. Com fome, frio e dor. O amor permanece. Quando nada mais restar, nem mesmo o ódio, oposto que confirma, resta o abraço quente do ser amado pra nos mostrar que existimos. Mais importante que isso: que coexistimos. O amor, se amor, é eterno. Diferente da truculenta e voraz paixão que consome até se apagar, o amor alimenta. Não cessa de alimentar. É a energia em si, não consome, não exige, não precisa. Apenas é. Pra sempre é. Não morre com o corpo, não nasceu com ele. Surge e vive, eterno e plural, em dois corpos que decidiram deixar-se habitar. O amor não foge, não prende e não puxa. Atrai. O amor atrai, alimenta, seduz. Faz bem, ensina, constrói, edifica. O amor é aquela sensação do primeiro ao último beijo. Aquela certeza louca que nos obriga a sentir tudo sinceramente, a dizer tudo sinceramente. É o fim dos jogos das paixões juvenis, o início da loucura franca de dizer "pra sempre". O amor é a verdade da vida, a única certeza que temos. Nossos amores são nossos pilares, e nós somos os seus. Sorte de quem tem amor, um só, que seja. Ou se ama, ou não se ama, verbo intransitivo fora da gramática dos céticos. Amores mesmo, são poucos os que trazemos conosco. O verbo amar só é pleno quando sujeito, complemento, objeto, substantivo, paradoxo. Minha família é meu amor. Meus amigos são meu amor. O pai dos meus futuros filhos é o meu amor, o meu amor que coexiste com a paixão. O meu amor-mar do filme sob os lençóis, do grito de eu te amo na beira da praia, do corpo que esquenta, dos olhos brilhantes, sempre meus. Ele é o meu amor eterno. Verdade franca, redundante, louca e crua. Sob as gargalhadas de nossas cócegas ao brincar de ser criança, está sendo dito, constantemente, o desabafo insanamente são do sentimento que vive dentro de nós e entre nós dois: te

Um dragão jamais pertence nem mora com alguém. Seja uma pessoa banal igual a mim, seja unicórnio, salamandra, harpia, elfo, hamadríade, sereia ou ogro. Duvido que um dragão conviva melhor com esses seres mitológicos, mais semelhantes à natureza dele, do que com um ser humano. Não que sejam insociáveis. Pelo contrário, às vezes um dragão sabe ser gentil e submisso como uma gueixa. Apenas, eles não dividem seus hábitos.

Os meus pêsames. Lamento profundamente a sua perda, e espero que estas palavras levem um pouco de conforto e paz ao seu coração. É muito doloroso ter de dizer adeus a quem amamos, mas este é o destino final de todos nós e apenas podemos tentar aceitar. Quem partiu encontrou agora a paz eterna, mas não desapareceu para sempre. Pois, através de você, do seu amor e da sua saudade continuará presente. E um dia voltarão a encontrar-se na eternidade.

Quem me dera ter desesperança, pois não me decepcionaria facilmente com o medíocre. Teria um toque pormenor de frieza, mas esta é a maneira de como gostaria de vivenciar as coisas e os momentos. Por isto tenho muita pena de ter tamanhas esperanças e esperar coisas que muitas vezes não podem acontecer. Porém todos vimos que o efeito de não criar expectativas é uma arma contra as decepções, assim, mais tarde, talvez aprendam esta lição de maneira que não se decepcionem tão facilmente. Então quem sabe eu, outro dia não me decepcione com este texto, que foi por ti mal interpretado, então possa me fazer o menor sentido de decepção.

O coração é safado. Tonto demais. Bobo ao extremo. Ordinário pra caramba! Tenta nos enganar e fazer jogo. Jogo sujo. Dá golpes baixos. É chantagista. Da pior espécie. Quinta categoria. O coração tem vontade própria. Bem que tentamos manipulá-lo e dar as coordenadas… mas o danado não obedece! Nos esforçamos para dar a melhor educação, poxa, nos empenhamos para isso! Mas o coração continua burro.

E amanhã será um novo dia igual a este. Mas, de que adianta desejar um novo dia se, ao mesmo tempo, desejo também um mesmo e velho erro? O relógio devia me dar um tempo ou parar até eu me resolver. Por isso vim. E, também por isso, quase não vim. Entre nós, a verdade é que ninguém tá nem aí pra ninguém.

Chega uma hora que a gente cansa, cansa de tentar agradar, cansa de ter medo, cansa de se importar, chega uma hora em que tudo que queremos é ser livres, é errar sem medo, é viver como se não houvesse amanhã, chega uma hora em que se quer arriscar, quer apostar todas as cartas sem medo de perder, chega uma hora em que a gente quer deixar de existir, para começar o viver.

O que você precisa ententer é o seguinte, Sacolão. Se você liberar todo esse espaço na sua mente que está usando agora na sua obsessão por esse cara, vai descobrir um vazio ali, um espaço aberto... uma entrada. E adivinhe o que o universo vai fazer com essa entrada? Ele vai entrar... Deus vai entrar... e vai encher você com mais amor do que você jamais sonhou.(Richard do Texas)

Como se algo estivesse perfeito. Eu insisto no perfeito, era assim: pouco antes da perfeição se cumprir. Perfeito, preparado para acontecer e, de repente, não acontecesse. Não acontece. E logo depois, quando você ainda nem entendeu direito o que aconteceu, ou o que não aconteceu, ou por que deveria ter ou não ter acontecido, vem alguém de repente e te dá um soco no estômago. E a mão que daqui a pouco você tinha certeza que ia estar cheia, pronto!, está vazia de novo.

O que é "dar um tempo" em um relacionamento? Se a melhora num relacionamento fosse baseado em um "dar um tempo", o meu primeiro namoro aos 15 anos ainda estaria nessa condição, "num tempo". Isso não existe, ou é ou não é, ou vai ou racha... "Dar um tempo" é coisa de namoro mais ou menos e o pior... de gente mais ou menos. É a pura covardia de quem quer navegar em alto mar, sem perder a praia de vista.

⁠Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, mas da consideração que eles tem pelos próprios interesses. Apelamos não à sua humanidade, mas ao seu amor-próprio, e nunca falamos a eles das nossas próprias necessidades, mas das vantagens que eles podem obter.

Triste dia, que me fez acordar com cara feia e torta, com poucas palavras e respostas curtas. Hoje levantei não quis me olhar no espelho, sem vontade de conversar, fui eu tentando encontrar forças, não gosto nada disso, mas não sei esconder. Para aqueles que eu amo, eu fui gentil, sorri, e fiz toda à parte da boa educação. Estou revoltada e confusa, não cabe mais dentro de mim tamanha emoção, me incomoda e eu não sei o que fazer. Sou apenas uma menina, uma menina com suas fases, uma menina com sua lua, uma menina com seus sonhos, uma menina com suas angustias, angustias que não se sabe porque as atura. Aperta-se, se omite como um ladrão que foge. Tem medo, tanto medo como ter o diabo da cruz, mas tem a capacidade tão forte de aturar, da aonde vêem tanta? Não sei dizer se é por amor, medo, pena ou ignorância. Que drama faz somente por um dia ruim, afinal é só um dia e alguns sentimentos.

Existem momentos em que gostaríamos muito e ajudar determinada pessoa, mas não podemos fazer nada. Ou as circunstâncias não permitem que nos aproximemos, ou a pessoa está fechada para qualquer gesto de solidariedade e apoio. Resta-nos o Amor. Nos momentos em que tudo o mais é inútil, ainda podemos amar - sem esperar recompensas, mudanças, agradecimentos. Se conseguimos agir desta maneira, a energia do amor começa a transformar o universo à nossa volta. Quando esta energia aparece, sempre consegue realizar seu trabalho.