Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Entre a morte de meus olhos.
Estão meus pesares por sua despedida.
Clamo entre os imortais..
Minhas lágrimas veladas pela angústia de viver entre eras numa escuridão sem fim.
A luz calida em minha memória tornasse uma obsessão na monotonia.
Sonsa luz que atormenta minhas ilusões...em tempo de alegrias minha alma cantava para seu espírito nas linhas da eternidade.
Austera voz que me condena simplesmente por existir.
Ser o que sou diante o firmamento do amor.
Nos atos mundanos somos o vinho perdido da adega...
Nas profundezas afundamos nossos pensamentos.
Assim as ideias voam pelo mar do inconsciente...
Suas experiências são parte do paradoxo de uma nuvem paira sob a imensidão.
Poemas de ilusão numa voz do além apenas palavras jogadas no vento.
Fé diante da adversidade da ignorância e a alienação intelectual a cegueira.
Caminhar num mundo de cegos...
Escrever em um mundo que ninguém lê,
O absurdo acontece aplausos são ouvidos, Bis, novos capítulos da vergonha em tempo real.
Ninguém se interessa por textos apenas vídeos rápido de graçacinhas ou menina de teor apelativo,
Aonde está senso crítico?
O homem pensante e suas ideias maravilhosa sobre olhares navegantes do mundo... homem é uma planície dentro cosmo do infinito, todo silêncio é simplicidade a valia da sua sabedoria.
Quando sonhamos morremos?
E quando morremos somos sonhos...
Num estante que vivemos não há tempo para sonhar...
E quando dormindo cansado não espaço para sonhar....
Em um pisca de olhos atravessamos o tempo sonhando ou acordados.
Seres magnicos de mundo mágico...
Vivemos eras numa paradoxo de existência para fazemos parte das estrelas que tanto contemplamos.
Senti falta até do que nunca existiu. Da mão que nunca segurou a minha, do abraço que só aconteceu na imaginação, da conchinha que o travesseiro tentou imitar e nunca conseguiu.
Descobri que a ausência também nasce dos sonhos. E, às vezes, dói mais o amor que nunca aconteceu do que aquele que um dia foi embora.
O ser humano é uma casa de hóspedes
onde todas as manhãs há uma nova chegada.
Uma alegria, uma depressão, uma mesquinharia,
uma percepção momentânea chega,
como visitantes inesperados.
Receba e entretenha a todos!
Mesmo que seja uma multidão de tristezas,
que varre violentamente sua casa
e a esvazia de toda a mobília,
ainda assim trate seus hóspedes honradamente.
Eles podem estar limpando você
para a chegada de um novo deleite.
O pensamento escuro, a vergonha, a malícia,
receba-os sorrindo à porta, e convide-os a entrar.
Seja grato a quem vier
porque todos foram enviados
como guias do além.
Rumi
Até o casamento
Trocamos olhares e partir daí, nos conhecemos e fomos dando valor a cada dia juntos como se fosse o último de nossas vidas; a paixão sempre se manteve acesa em nossos corações, com o tempo veio um pacote de verdades, emoções, carinhos, respeito, responsabilidades, então; descobrimos que o amor convivia conosco todos os dias; se passaram anos e veio o nosso entendimento sobre a vida a dois, já era hora de nos apresentarmos para os nossos familiares, amigos e toda a sociedade. Esse dia maravilhoso chegou e nós dois tivemos o prazer de dizer, sim!!!
Ciclo de terror
Sofro, por me ver agora;
Choro, com o gosto amargo da derrota;
Minha mente oferece cenas repetitivas e impiedosas, sem pedir permissão;
Grito com meu coração, por ser tão teimoso;
Me debato na cama com a dor da saudade;
Abraço o cansaço, que neste momento é o único remédio que tenho para dormir por alguns minutos, evitando todo este ciclo.
Destino incerto
Uma casa perdida na floresta escondida pela sombra das grandes árvores,
a chaminé acesa dando a posição do nada no meio sereno da solidão,
entre as belezas e as dúvidas do silêncio o charme do barulho do pequeno rio e dos pássaros chamavam a atenção,
escurece lá fora, a lenha queima, o cheiro de chá forte é percebido e comentado pô os animais uivantes,
o frio da selva noturna chega acompanhado da saudade e pedem para se sentar,
mesmo sem plateia as lembranças de um passado próximo começam a dar um show,
olhar parado no tempo, lágrimas secadas pelos ventos, surra bem dada pelos sentimentos, a necessidade e a dor dançando juntas ao relento,
fogueira baixa, chaminé acesa, porta fechada, uma decisão é tomada,
ao amanhecer, mochila nas costas, muitas incertezas, porém muita coragem para caminhar na estrada sem destino.
Mitigar ou postergar...
Dei passos na direção errada e depois sumi, talvez tenha sido estratégico,
Na linguagem dos cegos de amor eu evaporei de um lugar para renascer em outro,
No outono eu vi as folhas caírem das árvores e de tanto olhar para elas eu tropecei e cai, mas quando me levantei já era o inverno,
O amor, um apelo ou um apego, a consequência ou a responsabilidade?
Fuga do pesar
Caminhei triste mergulhado em passos lentos,
Desci alguns degraus sem saber o caminho de volta,
Duros foram os golpes, amargas foram as noites observando o céu noturno em silêncio,
As esperanças vagavam em voos profundos sem a mínima preocupação,
Uma mão eu senti por sobre a minha cabeça quando mais nada tinha valor em vida,
Os sonhos trouxeram uma costura do tempo mostrando quem eu era e quem eu ainda poderia ser,
O sal foi jogado fora, o mel começou a ganhar prioridade,
Mesmo dentro da tormenta o inabalável me alcançou, novos caminhos saíram por entre as nuvens,
Vi várias mãos estendidas me trazendo boas novas,
Olhei para o céu noturno novamente e dessa vez ele sorriu pra mim.
O valor de um homem jamais será medido pelo tamanho da sua voz, mas pela firmeza silenciosa com que sustenta aquilo em que acredita. Há pessoas que fazem barulho para serem vistas, e há outras que permanecem em pé mesmo no escuro, sustentadas apenas pela força do próprio caráter. E muitas vezes, é no silêncio dos íntegros que mora a presença mais poderosa de todas.
- Tiago Scheimann
Que amor é esse
Que aflinge os amantes e os heróis
Que faz Medeia se vingar
E Jasão seu tesouro abandonar?
Que amor é esse
Que inspira Homero a narrar
Que o leva a seus poemas criar
E uma história a se perpetuar?
Que amor é esse
Que faz os deuses se alegrar
Que faz os ventos soprar
E Helena uma guerra criar?
Esse amor é aquele que desafia o tártaro
Que atravessa os mares e os perigos
Que faz Ulisses a Ítaca retornar
e seu amor reencontrar.
Ah, a sensualidade refinada
Não é nada contida,
E nunca há de ser remida!
A sensualidade refinada de uma mulher,
Que sempre sabe o quê quer,
não a faz menos desejada.
Ah, a sensualidade refinada
Sempre há de ser bem recitada,
E por ti amada!
No fundo você sabe,
Que a sensualidade refinada
Nasceu para ser tateada
por almas amantes - e bem elegantes.
Ah, a sensualidade refinada
É a marca da plenitude poética,
E sempre há de ser!
A sensualidade refinada de uma mulher
Bem educada é sempre um convite
ao teu bem querer.
Ah, a sensualidade refinada
Não é nada contida,
E não se faz diminuída!
E sim, faz a paixão aumentada;
Não há homem que não resista
a uma mulher bem delicada.
Ah, a sensualidade refinada
Não é nada recatada,
E há sempre de ser amada!
A sensualidade refinada
De uma mulher decidida
Não teme a tua curva amorosa,
e pede sempre mais pela tua mão vagarosa.
Sob o comando do céu azul,
No azul do mar repousado,
A riqueza em letras de Libra,
Pode ser completamente perdida.
Nas mãos feminina está o destino,
Do nosso povo sofrido,
A aurora pode se esgotar...,
Por causa deste outubro talvez perdido.
Não sabemos como será,
Talvez já era o amanhã;
A balança será findada
Pelo toque da martelada.
Temos uma força rendida,
As vozes estão silenciadas,
Trilhas desviadas...,
As almas roucas, e outras sem vida.
Neste outubro talvez perdido,
Cor de chumbo,
Gigante distraído,
O país está comprometido.
Descansa a lira das veredas,
Repousa a harpa das Geraes,
Ergue, enfrenta e reage,
Por um Brasil de paz.
Imenso coração,
Sem temer pecar,
Dê-me a tua mão
E a tua alma.
Intensa sedução,
Armadilha e êxtase,
Se dê completamente
E bem maliciosamente.
Imensa paixão,
Sem temer amar,
Dê-me a tua vida
E serei a preferida.
Intensa loucura,
Amável ternura,
Se dê plenamente
E bem vagarosamente.
Não te segures,
Não me prendas,
Traga-me com calma,
O meu amor é assim
- aprenda
Com o brilho
Que a alma carrega
Presa em si - compreenda!
E depois de tantas dúvidas, tantas idas e vindas, tantas reviravoltas, ela não poderia começar o ano novo sem a presença de quem lhe ocupara o coração há algum tempo atrás. Sem o corpo daquele que tomou todos os seus espaços vazios, espaço que ela pensara ser não mais possível preencher, que ela pensara estar ainda travado, trancado, inacessível. Espaço que ele, sem cerimônia, invadiu, sem sequer obedecer a qualquer uma das regras que o amor realmente é incapaz de respeitar!
E foi assim seu primeiro dia do ano! Sem tempo para as regras, sem tempo para as convenções!
Foi ali, à luz da lua, que sem qualquer arrependimento, não fora apreciada! Afinal, ela tinha ali, na primeira noite do ano, o homem que deixara para trás todos os outros! E também a lua!
Ali, assim, nua, na rua, à luz da lua!
Completamente nua...
Desalmada
Eu só quero que você me beije.
Que você me toque até descobrir a minha alma.
Deixe-a encontrar a sua por alguns instantes.
Acaricie-a.
Afague-a.
Faça-me flutuar, gemer, gritar, sorrir.
Faça meu corpo tremer.
Abrace-me.
Sinta meu coração descompassado, minha respiração acelerada, minha pele suada, mas devolva-me a alma.
Ela não pertence sequer a mim mesma!
Feche a porta.
Siga em frente.
E tente não sofrer.
Dias de Sol
Bom dia, dia!
Bom dia, amanhecer!
Bom dia, céu!
Bom dia, eu!
Bom dia, você!
Bom dia, felicidade!
Que o hoje não se apague jamais.
Se apagar, que venham outros dias como hoje.
Porque eu quero o mesmo cheiro dessa manhã!
Eu quero o mesmo gosto desse café!
Eu quero esse mesmo olhar ao espelho!
Eu quero esse mesmo banho quente, demorado!
Eu quero minha alma lavada!
Eu quero tudo que eu tenho direito!
Então, seja muito bem-vindo, sol!
Tens meu aval para dourar meus dias de luz.
Porque todo novo começo é mágico!
Todo recomeço é aposta!
Todo amor é único!
E a vida é surpreendentemente linda!
And the oscars goes to
Protagonista. Antagonista. Figurante. Platéia. Coadjuvante. Júri. Ela já foi tudo na película que tentava exibir o que ela é. Ledo engano. Qualquer semelhança à realidade era mera coincidência. E se não fosse, convencia-se de que era. Nada tirava-lhe o gosto por personagens. Viver do nada, do tudo, do vento, dos atos, das cenas. E ela vivia. Não um dia de cada vez. Todos os dias de uma só vez. Era livre. Era leve. Não dava explicações. Não se auto explicava. Assim era bem mais fácil. E agora? Agora que ela aprendeu a se sentir? Agora que ela decidira se experimentar, se tocar, se saborear? Como voltar a representar se tudo que fala alcança-lhe as impressões digitais? Se tudo que olha rouba-lhe a essência, despe-lhe a alma, invade-lhe o palco? É isso que ela não suporta. Ela não suporta ser medida da cabeça aos pés. Ela não suporta ser um turbilhão de emoções, mas sem uma armadura que lhe dissimule o rubor do rosto e o coração em frangalhos. Ela não suporta mais sentir o gosto dela mesma. É intenso demais. É cruel demais. Ela precisa urgentemente de um novo roteiro. De um personagem que a salve de seus próprios sentimentos. De sua própria desordem.
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