Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

"⁠A liberdade;
Não está ...na janela, no céu,
no pássaro que voa ou
na nuvem que passa.

A liberdade não cabe num lugar,
nem é feita para caber.
Mas para esparramar.

Sempre que extrapolamos nossas fronteiras, uma fada nos acena.
Uma fada azul, cintilante, musical e sorridente chamada liberdade."

"⁠Há pessoas que não importa
onde esteja,
elas estarão por quem você é e
não pelo que pode oferecer a elas.
Valorize os bons corações raros,
que lhe dão amor sem esperar nada
em troca.
Cuide de uma amizade que apesar
do tempo de quem entra ou sai da sua vida,
ela permanece."
😊

⁠═✿BOA NOITE✿═
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•❥"Deus
eu quero que o meu coração
continue assim tendo Esperança e
acreditando que amanhã tudo pode
ser melhor que hoje e nada e nem
ninguém tirará a alegria que tem no
meu coração…“•❥

Assim como os girassóis
Que giram a procura do sol
Também nos temos que nos mover
Ter força não esmorecer …
A vida quer o resistente …
Põe – nos a prova; seguir em frete
Se cair, ter a vontade de por de pé
È a nossa vida, é o que é!
Enquanto quando ca andar
Não se pode parar …
È o cérbero que vai comandar
Para isso temos que o alimentar …
Dar – lhe paz alegria, para o animar
Quando tristes, vamos olhar o mar
Quem não o tiver, olha o horizonte
Um rio agua, uma fonte …
Procurar no exterior …
Algo bom com amor …
Seja num jardim colher uma flor
É bom sentir que há opções …
Não importa o mau ou razões~
Tudo na vida … é passagem
Todos nos estamos de partida
Seja feliz, comande a vida!

12 – 07 – 2017

Boa tarde.

No insolúvel desejo.
No fim ensejo,
O direito de amar.

A alegria é um conto,
Que existe e permeia.
Até o próprio ar,

Até um simples ponto.
Em uma pequena aldeia,
Emite o próprio conto,

E a sabedoria ancestral.
Que dispõe do saber.
Enfim só quer "SER".
E libertar-se de todo mau.

Isso é um conto de vida.
De uma história sabida,
Do pequeno,
E do todo.

E assim vamos sendo,
E o simples saber.
Nós envolvendo.

Sou negra e não tenho um dia... tenho uma vida uma história uma cultura um valor um sonho. Consciência? mas o que é isso mesmo? Prefiro a inconsciência dos desejos, dos ébrios, dos loucos e dos apaixonados. Meu dia são todos os dias. De consciente mesmo só a minha negritude claramente estampada na retina do branco-branco.
(Poema composto para a peça teatral VAGABUNDOS, Teatro do Sesc, Fortaleza- CE, a pedido do meu genial e predileto ator Getúlio Cavalcante, em 27/03/2014, 14:58)

Vou te contar um segredo, acordo todos os dias e agradeço a Deus.
Por sempre ser maravilhoso comigo.
Pedi a Ele alguém que tivesse um valor muito grande na minha vida.
Ele me deu você, e me disse cuide muito bem, porque essa pessoa não tem valor, ela vale muito mais que qualquer pedra preciosa, por isso vou cuidar e te proteger sempre.

"UM DIA"

Um dia você vai saber que estou longe... vai querer me ter por perto.
Um dia você vai parar e pensar que poderia ter valorizado mais...e vai ser tarde.
Um dia você vai acordar e querer ler uma mensagem minha. Aquela, de bom dia.
Um dia você vai lembrar de mim e ver que eu tinha razão...
Um dia minha falta vai te fazer sentir o quanto eu poderia ser importante na tua vida.
Um dia... vai ser só um dia... Porque todos esses dias se passaram. E você? Você não aproveitou! Achou que do seu jeito era o certo.
Esqueceu a água no fogo?Ela secou...E o café deixado sobre a mesa, esfriou...

⁠você é oque eu precisava voce é oque eu procurava uma pena estar longe de mim, deus, é dificil viver assim

Te procurei por todos os cantos, estava apenas procurando por encantos.
Ate você aparecer, e me compreender.

Quando te encontrar, prometo te abraçar.
Quando eu te encontrar, prometo que irei te cuidar.

Ainda iremos nos encontrar, por que é com voce que eu quero estar.
Apesar da distância toda, isso vira uma coisa boba.

Isso não muda nossos sentimentos, mas por outro lado nos causa esse sofrimento.
De não poder te tocar, de nao poder te abraçar, e ao menos eu não posso te alcançar.

Apesar da distância, eu amo voce, apesar da distância , eu quero te ter.

Me sinto insegura, e isso acaba me deixando maluca.
No momento só queria você aqui, por favor,quando vier, não queira partir. E mesmo que queira, não irei te deixar ir.

Escolhi você para amar, eu escolhi voce para admirar. E tenha a certeza, ainda iremos juntos estar.

O caos como elemento transformador.


Na Bíblia, no Livro de Gênesis, é citado que Deus criou a luz no primeiro dia. Ao ver que era boa, Ele separou a luz das trevas. Isso indica que as trevas existiam antes da luz, e foi necessário criá-la para distinguir o dia da noite. O caos, embora visto como elemento destruidor e perturbador, é também a força propulsora do crescimento e da evolução. Valorizamos a paz porque testemunhamos os horrores da guerra, valorizamos a saúde por termos passado pela doença, e valorizamos a vida ao nos depararmos com a morte. Reconhecemos a bondade ao confrontar a maldade. Criamos curas para as doenças, buscamos soluções para os desafios da vida e elaboramos leis para moderar o comportamento social. E há o ditado: “Depois da tempestade, vem a bonança.”
Friedrich Nietzsche afirmava que é necessário "ter um caos dentro de si para dar à luz uma estrela dançante".
Observo que toda criação surge da necessidade de superar obstáculos; a evolução resulta dessa superação, promovendo crescimento e inovação contínuos.
Mas tudo que envolve o caos também envolve a busca por novas soluções e, por fim, um posterior retorno ao caos. Esse ciclo se retroalimenta continuamente, criando um padrão de repetição e instabilidade constante.
Vivemos em um mundo de fórmulas prontas. Apesar das melhorias hoje existentes, buscamos criar sempre, novos problemas. Novas situações surgem diariamente, incluindo questões comportamentais, síndromes, tendências e tecnologias, que se misturam e influenciam nossos padrões de vida e comportamento.
Temos muitas vezes a exata compreensão do que é certo e errado, e navegamos pelos dois caminhos. Um misto de realização e culpa sempre há de perseguir aquele que caminha. Se somos capazes de entender essa dualidade, então surge a pergunta: por que muitas vezes insistimos em algo que nos faz mal? A resposta é complexa, pois envolve quem somos, o que desejamos e os valores que atribuímos às pessoas e as coisas.
Como exemplo uma pessoa que se entrega a um vício. Ela sabe que esse hábito prejudicial lhe trará problemas, mas se arrisca. É como se inconscientemente a pessoa dissesse para si: A minha vida está muito boa, então, eu vou ali caçar um problema! Ou, a minha vida está ruim, então vou destruir ela um pouco mais!
Por fim, o caos é uma constante em nossa vida, e por ser uma constante, temos que aprender a lidar com ele. A busca de soluções perpassará pelo conhecimento que cada um tem do seu próprio problema, e ao entendê-lo, descobrir quais serão as ações necessárias para resolvê-los. E como se por ironia da vida, a cada ação posta uma ação contrária nasce, e com ela um novo problema. Isso faz parte do equilíbrio, tão necessário a ordem universal.
Compreender que as fases ruins existem, e que elas sempre orbitarão próximas a nós, não é fator de desânimo, ao contrário é um chamado a superação e posterior evolução.


Acredite!
Gratidão.
Massako 🐢

​"É a transitoriedade de um dia cansativo que passou."
​Às vezes, o maior alento de um dia exaustivo é saber que ele — assim como o sol que se põe — não possui o poder de durar para sempre. Ele termina para que o descanso nos devolva a nós mesmos. E os pés que queimavam de cansaço agora esfriam na paz do repouso, provando que nenhuma dor de jornada é permanente.


Miry Silva

⁠O ser humano é uma casa de hóspedes
onde todas as manhãs há uma nova chegada.
​Uma alegria, uma depressão, uma mesquinharia,
uma percepção momentânea chega,
como visitantes inesperados.

Receba e entretenha a todos!
​Mesmo que seja uma multidão de tristezas,
​que varre violentamente sua casa
e a esvazia de toda a mobília,

​ ainda assim trate seus hóspedes honradamente.
​Eles podem estar limpando você​
para a chegada de um novo deleite.
​O pensamento escuro, a vergonha, a malícia,
​receba-os sorrindo à porta, e convide-os a entrar.

Seja grato a quem vier​
porque todos foram enviados
​como guias do além.

Rumi

Em uma época, você foi o meu maior pilar, minha melhor amiga, a pessoa que sempre pude confiar de olhos fechados.
O que aconteceu entre nós? Sinto que, não sou mais sua princesa, não tenho mais espaço na sua vida e nem no seu coração.
Porque você me abandonou e como se fosse uma obrigação vem para bater ponto dar um abraço e dizer que ama.
Dói tanto a cada dia que passa eu me decepcionar e me machucar.
Você sempre foi assim mas nunca vi, nunca abri meus olhos?
Eu estou tão sozinha posso te abraçar mais uma vez e chorar? Ser chamada de filha, a filha que você sempre quis ter?
Você diz que por minha causa nunca pode realizar seu sonho de ser mãe, mas eu sempre sonhei em vir de você.
Eu só sonho que você não me machuque mais e que em outra vida, eu posso realizar seu sonho e você o meu. Só torço que não me machuque também.
Até outra vida, te esperarei com o coração de portas abertas.

Será que em algum dia alguém poderá me olhar com admiração?
Ler meus poemas deprimentes e ruins.
Gostar do meu estilo cafona.
Escutar berros nos karaokês.
Meu gosto musical peculiar.
Ver com carinho minhas playlists.
Postar fotos fofas minhas.
Entender minha amizade com personagens fictícios.
Me enxergar, me ouvir, me amar, me admirar, ver minha evolução com carinho.
Eu não consigo me ver tanto, me ver com outros bons olhos.
Alguém um dia será capaz de me ver?

Acredito que chegamos em um momento que nada pode abalar tanto a nossa estrutra.
Viver em nossa atual sociedade e estar propício a cada evento chocante e traumático.
Penso que muitos dizem que estamos em uma era que todos são ansiosos.
Pois bem, ao acordar já nos abalamos, ao ligar a televisão nos chocamos, ao conversar com um parente nos destruímos.
Então não, não é uma era, viver é estar vivo e infelizmente estar sempre ansioso.

⁠Crônica: O Mapa dos Textos Inacabados


Existe uma tirania da página completa. A exigência de que o pensamento seja redondo, a frase, lapidada, a ideia, finalizada e assinada com um ponto inquestionável. Mas a vida, convenhamos, não é feita de tratados; é feita de sussurros interrompidos, de notas de rodapé que nunca chegaram ao livro e de rascunhos rasgados.
Aqui reside o poder dos pequenos textos inacabados e eficazes, intrépidos e vorazes que falam sobre você.
Eles são a nossa verdade mais bruta, a confissão não autorizada pelo censor interno. Pense nas listas de supermercado rabiscadas, que revelam não apenas a fome, mas a pressa, a desorganização charmosa, a prioridade daquele dia. Pense nas mensagens de texto digitadas e apagadas, aqueles dez segundos de fúria ou de amor inarticulado, que morreram no limbo digital, mas que continham a essência do que a sua alma gritava.
Esses fragmentos são eficazes porque ignoram a burocracia do bom-tom. Eles não têm tempo para introdução, desenvolvimento e conclusão. Vão direto ao ponto nevrálgico: o desejo, a dúvida, o pico de alegria. Um haicai mental que, por sua incompletude, nos força a preencher as lacunas, convidando-nos à intimidade.
São intrépidos porque ousam ser feios. Ousam ser mal escritos, gramaticalmente incorretos, ou até mesmo incompreensíveis para qualquer um que não seja o seu criador. Eles quebram a regra de que a arte deve ser perfeita. São a prova de que a vida é um borrão maravilhoso, e não uma aquarela de precisão cirúrgica.
E são vorazes. Devoram a máscara social. Enquanto o seu currículo, sua biografia e seus posts cuidadosamente filtrados buscam construir a imagem de quem você gostaria de ser, o texto inacabado revela quem você é. Ele carrega o cheiro da ansiedade que o fez acordar às três da manhã e o arrepio do insight que durou apenas um instante.
O Ser Humano, afinal, é um projeto inacabado. Somos a eterna promessa, nunca a realização total. E é por isso que esses pequenos textos, que não pedem licença e não esperam aplausos, são os mapas mais honestos. Eles são os vestígios da sua mente em estado de fluxo, a prova de que a maior poesia está no que não foi dito por inteiro.
Portanto, olhe para os seus fragmentos. Eles não são falhas. São o seu diário mais íntimo, a crônica mais verdadeira de quem você ousou ser, mesmo que por apenas um instante e meia linha. A incompletude é a sua assinatura mais autêntica.
Esta incompletude é também um ato de resistência contra o "culto do impecável". Vivemos na era da curadoria da vida, onde tudo deve ser filtrado, editado e exibido como uma peça de museu. O fragmento, no entanto, recusa o palco; ele reside na margem do caderno, no verso do guardanapo manchado, na nota de voz que é cortada pelo barulho de um carro. Esse é o seu território sagrado: o não-lugar da performance.
Nesses nichos de verdade, a clareza chega como um raio, intrépida, e se esvai antes que possamos vesti-la com palavras adequadas. O texto inacabado é o registro exato desse instante fugaz de lucidez, antes que a razão o domestique. Ele é um pacto consigo mesmo: a promessa de uma ideia que talvez nunca se concretize, mas que foi, no seu nascimento, absolutamente vital. É o seu código secreto, a sua língua franca com o seu próprio inconsciente. E é justamente por serem inacabados que eles permanecem vivos. Se estivessem completos, seriam memória; como fragmentos, são eternas possibilidades. Somos todos, no fundo, a soma voraz desses pequenos textos à espera de um final que, poeticamente, nunca chegará.
E é nessa espera, nessa promessa suspensa, que encontramos a liberdade mais pura. O texto completo é um corpo fechado; ele não pode mais mudar, não pode mais se contradizer. Sua verdade é finita. Já o fragmento, o pequeno texto voraz, mantém todas as suas portas e janelas abertas. Ele carrega consigo o peso do "ainda não", a energia do "e se". Essa incompletude nos obriga a voltar, a tentar de novo, a continuar o diálogo com a página, com a vida. No fundo, a crônica da nossa existência é apenas uma coleção de começos brilhantes e meios confusos. E o maior ato de autoconhecimento é amar esse caos, reconhecendo que a única forma de o Ser Humano não se tornar um objeto de museu, frio e intocável, é permanecer, para sempre, um rascunho apaixonado.
O nosso legado, quando partirmos, não será a obra terminada que deixamos sobre a mesa, mas sim a pilha de papéis a meio. Não é o livro publicado, mas a anotação na margem que revela a dúvida mais íntima do autor. O que fala verdadeiramente sobre nós é o conjunto de pontos de interrogação que não conseguimos resolver, as ideias que foram grandes demais para caber numa única frase. São esses fragmentos de pensamento, carregados de vida não vivida e intenção pura, que se tornam convites para quem vier depois. São a nossa maneira de dizer: "Continue, a história não é minha, mas nossa". E assim, nesse mapa voraz e intrépido de textos inacabados, encontramos a nossa mais profunda e mais humana imortalidade: a de sermos possibilidade até ao último suspiro.

Por que ainda consigo sentir seus lábios, seu toque, seu cheiro, suas mãos no meu corpo?
Por que não consigo me libertar desse sentimento que me faz lembrar você?
Por que eu ainda quero você na minha vida?
Por que não lutei quando tive a oportunidade?
Eu te amo, e não sei o que fazer com esse amor, que insiste em ficar no meu coração.

Até o último dia do ano chorarei.
Chorarei tanto quanto uma criança perde seu brinquedo favorito.
Chorarei aos montes como um adolescente que tem seu coração partido pela primeira vez.
Me debulharia em lágrimas como um adulto que percebe o quão o mundo é injusto.
Soluçarei como um idoso que já teve que dar adeus a pessoas que amou.
Chorarei, até o fim pois, quem sente com tanta intensidade a alma já dói, grita.
Até quando minha extrema intensidade vai me afundar?
Será que um dia conseguirei ao menos chegar na superfície mas não ser superficial?
Eu quero subir, quero tirar minhas âncoras, porém, se elas se forem, o que sobrará de mim?

Existe uma linha tênue entre amar e se perder.
Se eu amo, amo pela forma que sou tratada ou pela forma na qual me desprendi de mim mesma para me entregar a esse amor?
Será que o amor que sentem por mim e pelo meu amor ou a falsa ilusão de quem posso ou não ser?
Amar é projeção, espelhamento.
Eu amo o que me vejo ou amo como me veem?

Queria tanto que me conhecessem verdadeiramente, sem mentiras, sem máscaras sociais, apenas eu.
Será que gostariam de saber quem sou de verdade?
Eu gostaria tanto de me apresentar novamente, me abrir, chorar e sorrir livremente.
Me abandonariam novamente? Ou se afastariam fugazmente?
Eu tento tanto medo…
Mas poderiam abrir a porta para que eu me mostre confortavelmente e me amem?
Será que estou pronta para ser eu mesma?