Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Pensar Positivamente
Filipe pensou Positivamente
...
Observar
Pensar demais sobre os outros rouba a serenidade da mente:
o que eles fizeram, o que eles deveriam ter feito,
o que eles falaram, o que eu gostaria que eles falassem.
Pequenas coisas se tornam enormes.
E como não conseguimos nos livrar delas,
criamos sentimentos negativos.
Neste caso é melhor observar do que absorver,
envolver-se ou reagir demais.
Observar nos dá a paciência e a claridade para pensar
e agir adequadamente.
Observar cria um foco interior que nos permite ver a realidade.
Anthony Strano
The quality of thought creates the quality of life

Só a gente entende...

Tudo está onde deveria estar.
Tudo bem, tudo certo. Era assim pra ser!
Era?
Acreditar nisso já não é uma opção.
As coisas estão do lado avesso do planejado.
Não existia eu sem você... E o vazio que você deixou permanece e cresce em cada lembrança.
Com você descobri que grandes histórias não terminam no "felizes para sempre", mas num "desejo que você seja feliz".

" Recebi uma noticia do ceu
Os anjos guardiães perderam sem mais belo
Tesouro e eu que nem tinha me tocado
Por acaso o Encontrei esse tesouro
e dentro de mim o guardei
Usando esse tesouro,eles me descobriram
e que eu seria julgada por Rouba-los
Pois Amor! Eu roubei teu coração e o tesouro era você
e nem penso e nem posso te deixar partir,Pois so o brilho
dos seus olhos conseguem me fazer sorrir e sem eles
Nao conseguiriam acordar Jamais."

À diferença do Sol, que é brilhante e quente, a Lua que é pálida, inconstante e fria. No entanto, pela sua iluminação podemos ver sombras até então desconhecidas.
Ao passo que à luz do Sol, tudo se destaca, sob o brilho pálido da Lua, tudo se dissolve, oferecendo-nos uma nova experiência de nós mesmos e do nosso mundo.

Se eu pudesse ...

Ahh se eu pudesse te enfeitiçar com o brilho dos meu olhos,
Ahh se eu pudesse te ver nas ruas da vida, todas as horas,
Ahh se eu pudesse fazer o seu sorriso o meu sorriso,
Ahh se eu pudesse fazer com que a nossa alma deslizasse na
mesma música ...
Se eu pudesse, se eu pudesse, se eu pudesse ...

Ahh se eu pudesse adivinhar os minutos que eu passo pelos seus sonhos,
Ahh se eu pudesse te mostrar o qto vc passa pelos meus pensamentos,
Ahh se eu pudesse fazer com que o cheiro do meu desejo por você, te enlouquece de prazer e te colocasse em minha cama,
Se eu pudesse, se eu pudesse, se eu pudesse ...

Ahh se eu pudesse te mostrar o quanto esse amor é alegre, o qto
ele te espera, o qto ele te deseja, o qto ele é infinito ...
Ahh se eu pudesse te daria tudo, só para te ver sorrir sempre, esse
seu sorriso alegre e cheio de carisma.
Ahh se eu pudesse virar seu anjo para te guardar por toda eternidade ...
Se eu pudesse, se eu pudesse, se eu pudesse ...

Ela odiava ter que admitir isso, mas ela o amava. E o pior, ele sabia e não fazia nada para amparar a dor - e o sentimento - que ela sabia que existia.
Ambos eram inseguros quando o assunto era amor, eles não tinham muitas experiências, embora ele sabia como a deixar balançada - ele era bom de fazer essas coisas, não precisava fazer nenhum esforço para deixar o pobre - e burro - coração da garota acelerado.

Seus olhos eram um enigma, escondia o maior dos sentimentos - e ela amava a tentativa de desvendá-los. Aquele sorriso era encantador, seu olhar penetrante, ele - realmente - tinha todas as qualidades que um garoto poderia ter para conquistá-la.

Ele era diferente e igual a todos os outros, mas não costumava ser o tipo conquistador, sua pele era naturalmente rosada e, ao contrário dos outros, ele tinha sentimentos. Ela amava tudo isso. Isso era claro.

Seu olhar frio e ao mesmo tempo penetrante em direção à garota relatava o que ela mais temia: ele não a amava. Admitir isso não foi uma das tarefas mais fáceis - nunca é - a se aceitar, afinal ele era seu primeiro e, - até então - único amor.

E o que ela poderia fazer diante de uma situações dessas? Nada. A não ser a aceitar as ironias do destino.

A Mulher Perfeita


Narsudin conversava com um amigo: "Então, Mullah, nunca pensaste em casamento?"."Já pensei. Em minha Juventude, resolvi fazer uma viajem para conhecer a mulher perfeita. Em Damasco, conheci uma mulher espiritualizada e linda, mas ela não sabia nada das coisas do mundo. Em Isfahan, encontrei uma mulher que conhecia o reino da matéria e do espírito, mas que não era bonita. Então, no Cairo, jantei na casa de uma moça bonita, religiosa e conhecedora da realidade material". "E porque não ser casou com ela?". "Ah, infelizmente ela também procurava um homem perfeito".

Passei pelo menos trinta minutos de humor massacrante. E, depois, de repente pensei: mas por que é que eu queria tanto que ela a agarrasse? Por que é que dói tanto quando o movimento não é sincronizado? Não é muito difícil adivinhar: todas essas coisas que passam, que deixamos de ter por um triz e que são perdidas para eternidade... Todas essas palavras que deveríamos ter dito, esses gestos que deveríamos ter feito, esses kairós fulgurantes que um dia seguiram, que não soubemos aproveitar e se afundaram para sempre no nada... O fracasso por um triz... Mas foi sobretudo outra idéia que me veio à cabeça, por causa dos "neurônios-espelhos". Uma idéia perturbadora, aliás, e talvez vagamente proustiana (o que me irrita). E se a literatura fosse uma televisão que nos mostra tudo aquilo em que fracassamos?
Bye-bye movimento do mundo! Poderia ter sido a perfeição, e é o desastre. Deveria ser algo que vivêssemos de fato, mas é sempre uma fruição por procuração.
E aí pergunto a vocês: por que ficar nesse mundo?

Não posso deixar que te leve
O castigo da ausência,
Vou ficar a esperar
E vais ver-me lutar
Para que esse mar
não nos vença.

Não posso pensar
que esta noite
Adormeço sozinho,
Vou ficar a escrever,
E talvez vá vencer
O teu longo caminho.

Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.

Leva os meus braços,
Esconde-te em mim,
Que a dor do silêncio
Contigo eu venço
Num beijo assim.

Não posso deixar
de sentir-te
Na memória das mãos,
Vou ficar a despir-te,
E talvez ouça rir-te
Nas paredes, no chão.

Não posso mentir
que as lágrimas
São saudades do beijo,
Vou ficar mais despido
Que um corpo vencido,
Perdido em desejo.

Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.

Quando algo lhe acontece, como você determina se é uma coisa boa ou ruim?!
- Bom, na verdade nunca pensei nisso. Acho que eu diria que algo é bom quando eu gosto, quando me faz com que eu me sinta bem ou me dá um sentimento de segurança. Por outro lado, eu diria que uma coisa é ruim se me causa dor ou custa algo que eu quero.
- Então é bem subjetivo?
- Acho que sim.
- E até que ponto você confia em sua capacidade de discernir o que é bom ou o que é ruim para você?
- Para ser honesto, acho que tenho razão de ficar com raiva quando alguém ameaça o que considero "bom", o que eu acho que mereço. Mas não sei realmente se existe algum fundamento lógico para decidir o que é bom ou ruim, a não ser o modo como algo ou alguém me afeta. Tudo parece relacionado comigo e meus interesses, acho. E minha ficha também não é das melhores. Algumas coisas que eu inicialmente achava boas acabaram sendo terrivelmente destrutivas, e outras que eu achava ruins, bem, acabaram sendo.
- Então você determina o que é bom e o que é ruim. Você se torna o juiz. E, para tornar as coisas ainda mais confusas, aquilo que você determina que é bom acaba mudando com o tempo e as circunstâncias. E, pior ainda, há bilhões de vocês, cada um determinando o que é bom e o que é ruim. Assim, quando o seu bom e o seu ruim se chocam com o vizinho, seguem-se brigas, discussões e até guerras. E, se não há uma realidade do bem que seja absoluta, você perde qualquer base pra avaliar. É apenas a linguagem e podemos muito bem trocar a palavra bem pela palavra mal.
(...)
- Agora posso ver. - confessou Mack - que gastei a maior parte do meu tempo e da minha energia tentando adquirir o que eu achava que era bom, como segurança financeira, a saúde, a aposentadoria, ou sei lá o quê. E gastei uma quantidade gigantesca de energia e preocupação temendo o que determinei que era mau.
- Isso permite que vocês brinquem com Deus em sua independência. Por essa razão, uma parte de vocês prefere não me ver. E vocês não precisam de mim para criar sua lista do que é bom e ruim. Mas precisam de mim se tiveram qualquer desejo de parar com essa ânsia tão insana de independência.
- Então há algum modo de consertar?!
- Você deve desistir de seu direito de decidir o que é bom e ruim e escolher viver para mim. É um comprimido difícil de engolir. Para isso você deve me conhecer o bastante, a ponto de confiar em mim e aprender a se entregar à minha bondade inerente.
Mackenzie, o mal é uma palavra que usamos para descrever a ausência de Deus, assim com usamos a palavra escuridão para descrever a ausência de luz, ou morte para descrever a ausência de vida. Tanto o mal quanto a escuridão só podem ser entendidos em relação à Luz e ao Bem. Eles não têm existência real. Eu sou a luz e eu sou o Bem, sou o Amor e não há escuridão em mim. A Luz e o Bem existem realmente. Assim, afastar-se de mim irá mergulhar você na escuridão. Declarar independência resultará no mal, porque, você se separou de mim, que sou a Vida.

Sentada e soltaria
Posso ver através da escuridão
O quanto me deixei magoar
Mais continuo lutando contra os meus demônios
Em frente a um espelho
Posso sentir sua dor
Ouvir seus gritos agonizantes
E enquanto corto os pulsos
Desejo te ver novamente
Mais só depois da minha morte
Não chore mais
Em meu túmulo estará escrito
"Caminho entre os dois mundos
e observarei você de perto"

Meu Jardim

Plantei umas sementes,
De flores tão lindas em meu jardim.
Enfeitá-lo para que quando você, ao
Passar por ele, olhasse um pouco para mim.

Você passou por ele e não me notou!
Só me restou contemplar meu jardim,
Que com carinho a cada dia reguei
A um amor que nunca mais vi.

Meu jardim cada manhã ficou mais lindo.
Borboletas, beija-flores, pássaros a cantar
Foi então que percebi que para o verdadeiro amor
É preciso apenas semear.

Queria ter forças para deixar transparecer o que sinto.
por esconder o meu amor
estou exilado, todos os dias, vejo-me preso nas paredes do anonimato.
Cada dia é mais um dia qualquer.
porém meus pensamento não.
penso em você a cada instante.
Se me fosse oferecido a eternidade
desistiria de tal,só para te ter por um dia

Tentando encontrar lucidez nesta nostalgia, na metade, que é teu pedaço em mim que foge e na saudade,que hoje é a mão que assume o leme. Nas palavras que não vem tão facilmente e em tudo o que eu não posso te dizer. Talvez se eu lhe dissesse palavras certas na hora certa você seria meu.
E eu estive por aí abraçando gente estranha no escuro, ganhando o mar, perdendo o rumo. A planejar os meus romances de verão, que possivelmente sonho que aconterão quando minha passagem por ai for de uma vez P-E-R-M-A-N-E-N-TEEEE!!!!
Mas por enquanto o que há é mesmo só ela, impera sozinha aqui, reina absoluta: saudade, ela é alegoria de quem mata o tempo com tiros de festim. Tempo que parece nunca chegar, ou melhor que só se interrompe nos momentos que deveriam durar pela eternidade!
Ei, olha pra mim hoje, já nem penso mais em você, apesar de nunca deixar de lembrar que te esqueci. Costumo ficar lembrando da gente quando saio por ai sem rumo, sem nada na cabeça. Foram tantas coisas feitas hein, mas quando a gente conversa agora é sempre assim tanto pra lembrar, nada pra dizer. Claro que a distância, pra variar, sempre piora as coisas, afinal, não há nada que substitua o sabor da comunicação direta. Tomara que da próxima vez em que eu pensar em você,eu só consiga pensar besteiras de céu e mar, estrelas e viagens ter na cabeça uma alegria total e transbordante e no final, cansada, me lembre do mundo.
Estou sorrindo muito, vivendo tudo porque o que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte. Ir procurar outros mares onde outros olhares nos façam sorrir, já que a felicidade está longe de ti. Eu sei, e estou tentando entender de uma vez por todas que se não der não deu,não vale chorar, e eu não vou mais chorar, esse é um pacto comigo mesma,entre mim e eu. Mas apesar de tudo isso eu te pesso não me deixe só,não me deixe sozinha no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Que a sua amizade é mais segura, me dá chão, o amor que se sente por um grande amigo é sincero, cheio de carinho e afeto além de compreensível. Então, fique mais, que eu gostei de ter você. Vê se encontra um tempo para me encontrar sem contra tempo.

Vamos então fazer uma pequena comparação: Quando vemos uma luz, por exemplo, que temos em casa, elétrica. Devemos pensar que em algum lugar há um gerador para que ela esteja ali, mas não nos importamos com isso, certo? Assim também a vida, em algum lugar há um gerador, mas, na maioria das vezes não nos importamos com isso, em ambas as partes, desfrutamos daquilo que estar a nossa frente(tanto com a luz como a vida), e então temos nos esquecido de que hoje estamos aqui, vivos, e é Deus quem nos proporciona isso, mesmo não sendo merecedores de estar aqui.
Parte do texto tirada do livro "bem vindo, Espírito Santo."

A escola não ensina que crianças são rejeitadas
e sofrem tentativas de homicício durante toda a sua gestação…
E que já no ventre recebem drogas, socos e gritos…
A escola não ensina que crianças são rejeitadas ao nascer,jogadas no lixo, afogadas, abandonadas em praças…
Ela não ensina que são maltratadas, abusadas sexualmente
e agreditas com palavras olhares e gestos todos os dias…
A escola não ensina que essas mães são crianças mal preparadas e revoltadas com a própria sorte, muitas vezes…

A escola não ensina que o poder é do mais forte,
seja pelo dinheiro que possui ou pela arma que carrega
e pelo silêncio que me obrigada a fazer…

A escola não ensina que a fome,
a raiva e a revolta fazem bandidos…
A escola não ensina que pessoas são cruéis, mentirosas,
preconceituosas e humilham o seu semelhante…

A escola não ensina…

Hoje só quero dar as costas…
Deixar para trás…
Deletar…
Apagar…
Esquecer…
Excluir…
Estinguir…
Vou mergulhar em outros mares,
ver outras marés…
Seguir a correnteza…
A pior poluição é aquela que existe dentro de cada um de nós…
Quero me purificar de tudo que me fez mal…

A bola nova

Essa bola amarela, não sei não. Antigamente as bolas de futebol tinham a cor do couro com que eram feitas. Pintadas de branco, só em jogo noturno. Lembro do meu espanto ao saber que, em cada jogo oficial de campeonato usavam uma bola nova, o que me levava a sonhar com montes de bolas usadas uma vez só, estocadas em algum lugar. Uma visão do paraíso. E era uma bola por partida, substituída, com autorização do juiz, apenas em caso de perda de esfericidade, o nome científico de murchamento. Isto significava que quando a bola espirrava para fora do campo, era devolvida pelo público para que o jogo pudesse continuar. A bola era devolvida pelo público! Talvez nada na nossa história recente tenha a importância simbólica deste fato: no tempo da Número 5 cor de couro a torcida devolvia a bola. Se a bola demorasse a voltar para o campo havia manifestações de impaciência e quem a retivesse - só por farra, ninguém era ladrão - era hostilizado pelos outros torcedores. Não se sabe se a torcida passou a ficar com a bola quando começaram a usar várias por partida ou se foi algo na nossa alma que mudou. Há quem atribua a uma reversão dos pólos magnéticos da Terra lá pelos anos 40 e 50 a deterioração do caráter do brasileiro. Não sei. Seja como for, uma das suas primeiras manifestações foi não devolverem mais a bola.

Ela era branca só em jogo noturno porque ajudava a visibilidade, até se darem conta de que o branco também favoreceria a visibilidade de dia, pois seu contraste com o verde do gramado era maior do que o do marrom. Agora houve um retrocesso. A cor da nova bola não é marrom, é amarelo cocô-de-criança. Os goleiros estão se queixando de que ela é mais difícil de pegar, mas talvez estejam só com nojo. O contraste com o verde decididamente piorou. Não demora aparecer uma teoria conspiratória alegando que a troca foi para atrapalhar o Brasil na Copa deste ano. Um reconhecimento de que o Brasil era imbatível com a bola antiga, o campeão definitivo da bola branca. Como todos estranharão a bola nova da mesma maneira, estaria começando outra era com tudo reequilibrado, e com chance até para Trinidad-Tobago.

Além da bola, o Brasil precisará se preocupar com a soberba. O clima nacional está um pouco como o de 82, lembra? Aquele time que foi para a Copa da Espanha, com Falcão, Cerezo, Sócrates, Zico, Eder, também não podia perder para ninguém, com qualquer bola. Nos anais da Fifa não consta, mas quem ganhou aquela Copa foi a Soberba. Vai ser nosso principal inimigo na Alemanha.

Que seja ódio, que seja amor, afeto, momento, minuto, segundo, semanas... Odeio o fato de não estar aqui. Odiaria mais ainda se tivesse. Odeio o aperto que sinto agora. Odeio o palpitar descompassado, odeio o arder do meu coração machucado...
Me odeio por não ter fechado os meus olhos para os seus.

Porque ser bom?
Porque eu devo seguir um padrão?
Porque eu devo usar um uniforme de personalidade?
Desprenda se disso e viva como um selvagem
Quebre as expectativas, surpreenda!

Tome atitudes pensando na conseqüência
Adrenalina, diversão sentimento em explosão
Não em erosão de falsidade
Para manter uma imagem falsa, de felicidade vazia.
Afinal, quem vai me dizer bom dia no caixão de pedra?

Meu chefe!? Não! Eu sou meu chefe.
Eu me digo bom dia. Seja independente
Um emprego não vale sua vida
Nem sua vida suas emoções!