Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
SONETO MCCXXIV
A que devo contemplar este templo
Se o mal não destrói a primavera
Se pode julgar este exemplo
Então meu ódio por mal se venera
Em tão triste verão
Que não será contado a derrota
Belo é viver em vão
Pelo bem do amor que amarrota
Entro no campo de batalha
Vejo aquela cena
A regra é sair glorioso
Ou perder e cumprir tua pena
Se tu nota até o barulho do vento
Sabe que das palavras esqueci o acento
Eu escrevo e amo escrever
Escrever me liberta, me faz aprender
Eu escrevo os meus sentimentos
Registro os melhores momentos
Escrever me conserta
Eterniza os meus pensamentos
Escrever tira um peso das minhas costas
Me livra de alguns tormentos
Eu escrevo verdades, mas também ilusões
Visito cidades, tenho muitas inspirações
E para sempre vou escrever
Sobre a magia de viver...
Eternos
5 de fevereiro de 2010 § 09h27
devagar, o tempo transforma tudo em tempo.
o ódio transforma-se em tempo,
o amor transforma-se em tempo,
a dor transforma-se em tempo.
os assuntos que julgámos mais profundos,
mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis,
transformam-se devagar em tempo.
por si só, o tempo não é nada.
a idade de nada é nada.
a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.
os instantes dos teus olhos parados sobre mim eram eternos.
os instantes do teu sorriso eram eternos.
os instantes do teu corpo de luz eram eternos.
foste eterna até ao fim.
(“Explicação da Eternidade”, José Luís Peixoto)
Não há uma combinação de palavras
que eu poderia colocar no verso de um cartão postal
Nenhuma canção que eu poderia cantar
mas eu poderia tentar pelo seu coração
nossos sonhos, eles são feitos de coisas reais
assim como uma caixa de sapato cheio de fotografias
com um tom de sépia do amor
Centro
Parte da pedra atirada ao lago, ondulações.
Parte de mim o mundo em circunferências.
Estendem-se por diâmetros minhas intenções.
Encosto e invado espaços. Espaços em expansão.
Surgem intercessões, conjuntos e união.
É nesse universo de interações;
Que morro e nasço em transformações.
Pressentindo emoções, que hão de vir,
Temo não preencher os seus espaços.
Vou dividir meu ser e ser pedaços,
Substabelecendo o meu sentir.
Cada parte de mim vai se incumbir
De uma só emoção, definir traços,
Dizer do ajustamento dos abraços
E tudo, fielmente, traduzir.
Cada fração, então, irá cuidar
Do sorriso, da lágrima, do olhar,
De modo transparente e bem visível.
Que paz e harmonia haja entre elas.
Do contrário, abrirei novas janelas,
Voltarei a ser uno e indivisível.
Criança Linda
Alegre e travessa
De bem com a vida
Em cada gesto
Sempre uma surpresa
Que nem uma flor
Seu cheiro exala
Da primavera
As cores reflete
Só ternura é sua fala
Como um passarinho
Que voa feliz
Você leva a vida
Sem se preocupar
Só precisa de um cântico
Para te ninar
Criança tão pura
Maldade não há em ti
Herança divina
Não tem amargura
Seu coração sempre ri
Te amo, menina
Desde que te vi
Tão pequenina
Antes de nascer
Num sonho tão lindo
Em que descobri
Que você estava pra vir
ADEUS
Adeus...
Estou indo embora
me despedindo de todos...
Estou sem inspiração
para louvar a vida
o mundo
nós...
Estou dizendo adeus...
Estou cansado
magoado
me sentindo nada...
Estou indo embora
mas todos que vão
Um dia volta... Quem sabe!
Marque neste dia de hora
as malas feitas
as portas trancadas
janelas, tudo fechado
como o meu coração
Adeus!
Até algum dia...
Mirem-se no exemplo
Dessas mulheres modernas
vivem por si mesmas e não dependem de ninguém,
não precisam de maridos, pois sabem trabalhar também
quando amadas são amigas
quando traidas são feras
e não fazem cenas, obcenas
Mirem-se no exemplo
Dessas mulheres modernas
trabalham o dia inteiro sem o perfume as deixar
chegam em casa exaustas, mas da casa precisam cuidar
quando nervosas ficam malucas
quando calmas pedem desculpas
sem rubor sem pena, serenas
O sorriso é o elo
Entre a alma e o mundo,
E tem a força de despertar no coração
Uma amizade profunda e duradoura,
O começo de um romance,
A aliança de um amor,
Ou o perdão incondicional...
São nos sorrisos
Que damos ao léu, ao vento, ao tempo,
Que fazemos brotar
Uma das mais nobres conquistas do coração:
Outro sorriso.
Nada prende tão bem uma alma á outra
Quanto a simpatia de um sorriso.
O sorriso
É a manifestação dos lábios
Quando os olhos veêm
O que o coração procura.
Que seus dias sempre
Tenham sabor sorriso...
Eu trago essa flor pronta pra desabrochar
Eu trago esse dor pronta para esquecer
Eu trago meu ombro se você precisar
Eu trago promessas só pra ver você cobrar
Eu vejo o invisível pra você
eu finjo que deixo você me ler
E posso nunca ter razão
por ser um impossível não
Hoje o dia nasceu tão bonito
Hoje eu to tão de boa
Eu queria te olhar só por alguns instantes. Sei que ainda consigo ler teu olhar, e desde a última vez que te vi não consegui ler neles que você não me queria mais. É tão difícil eu entender o porquê de alguma coisa aqui dentro de mim ainda insistir em nós. Eu me despi do meu orgulho para escrever tudo isso, claro, ninguém está me olhando. Mas eu sei que quando eu terminar esse texto, vestirei o orgulho e não quererei te ver nem de longe. Terei ojeriza de você, de tudo o que vivemos. Me adaptei a sua ausência dessa maneira. Foi assim que consegui viver todo esse tempo sem você, não me culpe.
Deixar que o orgulho seja um pouco maior que eu foi a única maneira que eu encontrei de me levantar, de sorrir enquanto eu desmorono por dentro, de alegrar os outros enquanto eu choro por dentro. Foi a única maneira de esconder totalmente o que eu ainda sinto. E, eu sei que se você ainda for o mesmo por quem eu me apaixonei, assim que você me ver, irá enxergar nos meus olhos o mesmo amor que eu zelava por você.
Eu sonhei em cuidar de você. Sonhava todas as noites em velar teu sono, em andar de mãos dadas com você por todos os lugares, em assistir o show dos nossos cantores preferidos, em fazer fogueira. Eu sonhei que te teria pra sempre.
Eu não costumo sonhar assim. Mas eu sonhei.
O fato é que desde que tudo me aconteceu nunca mais fui a mesma. Você levou uma parte minha, me deixou desfalcada. Não consegui mais amar ninguém, tentei, confesso. Mas foi em vão. Também não consegui ter uma amizade como era a nossa, cometi tantos erros, desperdicei tantas alegrias.
O quarto apagado, a chuva caindo lá fora e o vento cantando na janela. O edredom me aquece, o que clareia meu quarto é a luz do poste lá fora e o notebook. Não quero ouvir música. Meu dia não foi dos melhores. Parte boa? Eu andei uma hora sem rumo e mesmo assim não encontrei meu lugar, isso é bom? Pensei em ligar pra várias pessoas, pensei em correr pro colo de alguém, pensei em sentar num canto da cidade e ver o dia indo embora, ali, quieta. Queria o colo que ninguém podia me dar, mas, tudo bem. Vaguei um bom tempo, comprei suspiros, mal olhei nos olhos de quem cruzava na rua comigo, e vim pra casa.
Agora, eis-me aqui, com alguma coisa presa na garganta que, há tempos, não quer sair. Sempre tive uma vida toda pra dentro, lendo, escrevendo e ouvindo música. Poucos os que me conhecem tão bem para notar quando eu choro pelo telefone, para saber que por trás de uma risada existe é uma vontade imensa de deitar num ombro e pensar em nada. E, quando a gente vive pra dentro, certos dias a alma pede um pouco mais de espaço, aí, eu fico assim.
Na verdade, eu queria mesmo era caminhar na beira do mar, ver a lua se esconder nas nuvens, deixar a chuva molhar meu rosto e deixar que meus olhos se perdessem no horizonte. Queria esquecer da hora, esquecer dos compromissos e responsabilidades, viver como na época que eu achava que era adulta mas vivia como criança, dando uma aula de técnica vocal ali, outra aqui, mas vivendo a vida do meu jeito, sem ter que prestar contas, cumprir horários... Eu saía e caminhava na areia, na companhia de quem eu queria, falando sobre tudo. Queria a tranqüilidade de deitar no chão da varanda e ver o céu passar devagar, ter ainda aquele fio de esperança que eu veria uma estrela cadente; sonhar acordada.
Lembro dos dias que eu passava a tarde escrevendo com cuidado e decorando cada linha importante que eu escrevia no meu diário, hoje, solto uma frase aqui, outra ali... Mas não escrevo como antes.
A criança teve que virar adulto e, sinceramente, tô querendo pedir as contas.
Eu tinha tanto amor guardado aqui dentro de mim, hoje, restou uma coisa seca, sem graça. Não sei se era amor, até porque, eu nunca tive preparo algum para dar nomes às emoções, nem mesmo para entendê-las. Mas, confesso que, essa coisa seca que restou dentro de mim foi a coisa mais verdadeira que eu pude conhecer, e é a minha essência.
Eu tenho andado pensativa. A gente nunca prevê aquilo que pode acontecer, a gente nunca sabe em que estação o trem vai parar, se alguém vai ficar por ali e quem vai embarcar. Nos últimos tempos, as pessoas desembarcaram sem se despedir, foram saindo, o trem esvaziando e, o meu vagão ficou sozinho. Eu e mais uns poucos que precisam continuar a busca de algum vazio que preenche. Todos foram saindo, deixando gravado em mim cada detalhe da viagem... Foram, sem se despedir. E eu conheço bem esse tipo de partida, não há volta.
E, eu fiquei. Fiquei e seguro nas mãos dos que ficaram comigo, de alguns que embarcaram e de outros que estão avisando que precisam ir embora e seguir viagem em outro trem. Meu coração vai ficando espremido, como se nem existisse mais aqui dentro de mim. Vez ou outra eu sinto o seu pulsar, é a esperança de dias bem melhores, de sorrisos verdadeiros, de lágrimas de felicidade, de abraços sinceros e apertados.
Confesso que, como qualquer humano, eu penso em desistir, em deixar que o vento leve tudo, mesmo sabendo que o vento nunca trás nada de volta exatamente como era antes. Mas, não se preocupe, eu não vou desistir. Tem coisa mais autodestrutiva que insistir sem fé nenhuma? Mas, eu continuo insistindo naquele vazio que preenche, no amor sem explicação, naquele tipo de drama que foge dos clichês.
O plano não era ficarmos bem? Entonces..!
Eu sempre fico bem... Sempre.
Lendo aqui, sozinha, vi um trecho de um texto que dizia que seria muito bom que as pessoas não tivessem emoções e se relacionassem sem esperar nada um do outro. E, eu pensei “Que tipo de relação é essa?” Exatamente por esperarmos algo do outro que somos chamados de seres RACIONAIS. Esperamos e sei que nem sempre somos correspondidos, mas esperamos e, todo mundo, em algum momento, é surpreendido e recebe mais do que aquilo que esperava.
Como já dizia Caio Fernando Abreu:
“Quando você não tem amor, você ainda tem as estradas.”
Aqui dentro, o que não quer sair e nem descer, como se fosse um espinho preso na garganta. Na verdade é uma pressa, uma urgência, uma compulsão horrível de querer quebrar imediatamente qualquer relação bonita que mal comece a acontecer. Destruir tudo, antes que cresça e tome uma proporção tão grande que não caiba dentro de mim e, aí, eu sei que estarei perdida, que tudo sairá do meu controle, que eu não conseguirei domar meus sentimentos e irei destruir toda a confiança e cumplicidade que nossas conversas, nossos olhares e o nosso amor parcial construíram tão lentamente dentro da gente. Uma vontade de sair correndo, de negar que no fundo eu sei que as histórias que eu considero clichês são as melhores para serem vividas, vontade de tirar com a mão tudo o que possa me fazer sofrer.
Aqui dentro, aquele medo daquele vazio que preenche e transborda, daquele sentimento confuso e certo demais, daquela coragem repentina que nos faz tomar decisões que jamais pensávamos tomar. Medo do fantasma do passado. Aqui dentro, uma vontade de me enfiar em livros e escrever vários outros livros, ocupar a cabeça com tudo o que não me faça pensar que eu sou um ser humano como qualquer outro e tenho um coração capaz de amar também, assim como qualquer outro. Vontade de enterrar as probabilidades de me apaixonar.
Ouvindo aquela chuva, peguei meu caderno e fui escrever com a minha caneta sem tinta. Ninguém lê, mas o papel sabe. Hoje tirei pra escrever minha dúvidas, medos, inseguranças. Aquilo que eu não falo pra ninguém porque... Todo mundo espera ver em mim a certeza, a coragem, a segurança.
O papel sabe que eu quero descansar. Só não sei se quero descansar por estar realmente cansada ou porque quero desistir.
A mulher, o amor e a bipolaridade
- Verdades que precisam ser ditas -
# 1 - Bipolaridade é doença, existem remédios e alguns tratamentos (inclusive fornecidos pelo SUS).
Dependendo do grau de intensidade a Bipolaridade causa invalidez para o trabalho, dificuldade no relacionamento, e uma total falta de controle.
Entretanto, não há remédio melhor que o amor, e este sentimento, embora seja de graça, custa muito caro.
Um bipolar pode perder várias capacidades, mas o amor é intrínseco ao ser humano, ele pode até não reconhecer o amor, mas ele está sempre lá.
# 2 - Quando uma pessoa ama alguém (bipolar ou não) não é com um palavra que o sentimento acaba. Relacionamentos acabam com uma despedida, um "chega !", "basta !", "não aguento mais !"... Mas o amor não obedece comandos... às vezes eu digo "Xô, vai embora, amor, não quero você comigo", grito alguns palavrões, mas o amor não vai embora... O amor é extremamente desobediente. (Se vc conhecer alguma palavrinha mágica que faça o amor obedecer, me conte rápido...)
# 3 - Quando eu digo que te amo, quem está falando é meu lado bom. Entretanto eu sou humana, e pra agravar eu sou bipolar... Quando eu digo que não te amo, quem fala não sou eu... é como se outra pessoa estivesse falando. Por favor, não me condene pelo que eu não faço. Agora se realmente você quiser me castigar pra valer, vá lá, vc está no seu direito, preferível seria me matar de amor.
# 4 - A palavra "sempre" significa toda a eternidade e mais um dia. No caso dos bipolares, acrescente mais 2 dias quando a palavra "sempre" for utilizada para coisas boas, e diminua alguns anos para as vezes que a palavra "sempre" for dita com raiva... É que demoramos mais tempo para esquecer as palavras duras... No final das contas (uso do "sempre" de forma positiva + uso do "sempre" de forma negativa, descontados e acrescidos alguns dias ou anos = toda a eternidade e mais um dia. É um cálculo matemático muito bem elaborado, pode confiar)
# 5 - Ainda não foi comprovado se realmente as pessoas reencarnam ou não. No caso dos bipolares me parece que há um fundamento bastante plausível para a reencarnação: A Constituição Federal de 1988 assegura a todos direitos iguais. Ora, um bipolar às vezes é ele, às vezes não é ele. É como se existissem duas pessoas numa só. Desta forma o bipolar merece reencarnar pelo menos mais uma vez. Eu tenho a sensação de que em uma outra vida eu já te amava. Se esta lembrança for verdadeira: eu só tenho mais essa vida para te amar. Pelo sim, pelo não, acho melhor garantir. (vai que aquela história da reencarnação dupla do bipolar não é um direito assegurado em Lei).
# 6 - Agora vem a razão final (por favor preste atenção para entender, porque meus argumentos acabaram): Toda mulher é bipolar pelo menos uma vez por mês, me parece ser mais sensato ficar com alguém de quem já se conhece a maioria dos defeitos.
E, para não dizerem que não falei das flores: Bipolar que sou tenho duas metades, uma é amor e a outra também, mesmo que eu diga que não e mesmo quando eu nem me lembro.
Eu te amo, isto é para a eternidade (sempre e + um dia).
Em tempo: Eu jamais desistira de você. Tenho uma metade que é louca, mas nenhuma das minhas partes é burra.
Sou uma estrelinha no infinito céu
Sou alguém entre milhões de pessoas
Sou tão perto
Sou tão longe
às vezes tudo
às vezes nada
Sou toda amor e paixão ,
Sou esperança no fim do dia
Sou a luz no fim do túnel
Sou gente que pensa
Sou aquela que sofre
Sou aquela que espera
e às vezes faz acontecer
Sou mulher e amiga
Sou barroquina e moderna
Sou tão assim ... tão estrelinha ainda
perdida no infinito manto escuro do céu.
O Jogo
Seu olhar é um convite ao perigo
Sem perigo, pra mim a vida não tem graça
Mas durante o jogo aconteceu um imprevisto
Acacbei sendo desclassificada
Você soube dominar a situação naturalmente
Perdi o controle quando eu mais precisava
Você venceu jogo e eu perdi.
Perdidamente apaixonada.
A vida é que nem uma grande peça de teatro:
Vivemos repetindo as mesmas cenas só que em situações diferentes, escrevemos o melhor roteiro possível para que possamos obter um número maior de público. Mas quando as luzes se apagam e as cortinas se fecham é que ela se assemelha mais ainda com uma grande peça, é nesse momento que percebemos que a vida é um grande ensaio para a morte.
JAMAIS
Baila e encanta
Neste furor de outrora
Quem na energúmena deixa
Soubesse que a teus pés
Rodopia-se em longas madeixas
Os remelexos de uma só quimera.
E jamais seria tão singela...
Jamais teria explodido o pranto.
Jamais a entrega tão bela.
Jamais o sofrer e o desencanto.
Jamais, jamais, jamais...
Velha Figueira
Um dia você foi pequena, os animais em ti pisoteavam;
Quando cresceste os mesmos em tua sombra se abrigavam.
Muitos frutos de teus galhos foram colhidos, saboreados;
Os viajantes e campeiros embaixo de ti ficavam sentados.
Ao longe se avistava um grande rio e a relva ate sua margem;
O homem construiu uma barragem e fez sumir esta bela imagem.
Hoje estas sozinha, cercada de água nesta ilha;
E alguns ainda dizem que isto tudo é uma maravilha.
Maravilha era antes, que tudo estava como Deus criou;
Mas o crescimento veio e esta paisagem alterou.
Tu velha figueira, és forte e guerreira, permaneceste em pé;
Mostrando-nos que devemos enfrentar os desafios com fé.
Espelho-me em ti, velha figueira, quando me vejo cercado de água.
Sinto-me mais forte e os obstáculos se transformam em nada.
Quero ser igual a ti, velha figueira. Que mesmo solitária;
Ainda estás de pé, abrindo teus braços de forma tão solidária.
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