Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

De corpo e alma

Menina tenha calma
e não diga que o ama
foste com gosto ao pecado
e ele novamente a chama.

Lembre do seu passado
a dor que o ontem deixou
e que apesar do pecado
ele nunca lhe amou.

Sei que carnalmente ama a alma
e com a alma, ama a carne
mas mesmo que se entregue de corpo e alma
a possível rejeição lhe tira a calma.

Sei que o ama ardentemente
contudo, ofusque isso por enquanto
desse sentimento se abstinente
e procure escrever outro canto.

Por que é tão difícil sairmos de nossas zonas de conforto, que podem nem ser tão confortáveis assim, mesmo sob o sol quente rachando a pele, mesmo sabendo que logo ali à frente há promessa de mais alegria e menos frio?
Porque ser livre é mérito dos que têm coragem. Uma conquista dos que rompem o vínculo com a culpa e experimentam suas próprias leis, já que a liberdade é almejada mas também complicada. Difícil como ter o oceano à frente e não saber o que fazer com ele. Acreditar no prazer que existe em estar submerso e ter medo de água fria. Enxergar a beleza, admirar a coragem dos que se arriscam e preferir ficar na areia observando com brandura e pouca bravura.
Esquecemos que somos livres. Preferimos culpar a água gelada, o vento que chega sem avisar, a sombra que surge do nada. Esquecemos que dentro de nós tem sempre um sol que aquece, uma água morninha convidando pra um mergulho, uma noite iluminada.
Optamos em ser apenas observadores, sentados em cangas esperando pela vida que acontece de verdade fora de nós. Enquanto isso, sempre haverão meninos de pele morena rindo ao sabor do mar, nos mostrando que perdemos tempo com previsões, limites, juízos e regras inúteis enquanto a vida escapava gentilmente como areia descendo pelos dedos.
Porém, liberdade não é para amadores, para quem não se conhece. Ao contrário, é coisa de gente séria, que se arrisca com responsabilidade e tem coragem de avançar e também recuar, de quem percebe a agitação do mar e não vacila com a própria vida. Pois ser livre não tem a ver com se atirar descontroladamente e sim se conhecer, aprofundar no mistério que habita e entender de si mesmo sem julgar, não apenas surfando na superfície da vida mas sim procurando
respostas, encontros, disposições...

LISBON REVISITED (1926)

Nada me prende a nada.
Quero cinqüenta coisas ao mesmo tempo.
Anseio com uma angústia de fome de carne
O que não sei que seja -
Definidamente pelo indefinido...
Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto
De quem dorme irrequieto, metade a sonhar.

Fecharam-me todas as portas abstratas e necessárias.
Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua.
Não há na travessa achada o número da porta que me deram.

Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido.
Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota.
Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados.
Até a vida só desejada me farta - até essa vida...

Compreendo a intervalos desconexos;
Escrevo por lapsos de cansaço;
E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia.
Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme;
Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me naufrago;
ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso.

Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma...
E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei,
Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa
(E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas),
Nas estradas e atalhos das florestas longínquas
Onde supus o meu ser,
Fogem desmantelados, últimos restos
Da ilusão final,
Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido,
As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus.

Outra vez te revejo,
Cidade da minha infância pavorosamente perdida...
Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui...

Eu? Mas sou eu o mesmo que aqui vivi, e aqui voltei,
E aqui tornei a voltar, e a voltar.
E aqui de novo tornei a voltar?
Ou somos todos os Eu que estive aqui ou estiveram,
Uma série de contas-entes ligados por um fio-memória,
Uma série de sonhos de mim de alguém de fora de mim?

Outra vez te revejo,
Com o coração mais longínquo, a alma menos minha.

Outra vez te revejo - Lisboa e Tejo e tudo -,
Transeunte inútil de ti e de mim,
Estrangeiro aqui como em toda a parte,
Casual na vida como na alma,
Fantasma a errar em salas de recordações,
Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem
No castelo maldito de ter que viver...

Outra vez te revejo,
Sombra que passa através das sombras, e brilha
Um momento a uma luz fúnebre desconhecida,
E entra na noite como um rastro de barco se perde
Na água que deixa de se ouvir...

Outra vez te revejo,
Mas, ai, a mim não me revejo!
Partiu-se o espelho mágico em que me revia idêntico,
E em cada fragmento fatídico vejo só um bocado de mim -
Um bocado de ti e de mim!

- Amor é sofrimento,quando não sabe se a sua paixão é aceita,quando se não vê quem se adora: amor é céu,quando,se está como agora estou.
- E quando a gente está longe,perguntou ela,que é que se sente?...
- Sente-se uma dor cá dentro,que parece que vai morrer... tudo causa desgosto: só se pensa na pessoa a quem se quer, a todas do dia e da noite,no sono,no reza,quando se ora a Nossa Senhora,sempre ela,ela,ela!...
o bem amado...

Crônica de Passeio
Como de sempre, passear tem sido meu predileto no final de semana. Quase sempre a casa da minha amiga tem sido a vítima do meu passeio. Dessa vez foi o contrário terrível. Neste final de semana tive mesma idéia de sempre, pude chegar a casa da amiga, mas a recepção dessa vez foi ao contrária com a de sempre. Sempre que eu chegasse a sua casa, a primeira coisa eram beijinhos seguindo assim o sumo como o lanche. Habituei por ser habituado. O contrário foi palco da semana, levantou se briga que até hoje não entendo qual foi o motivo. Quando procurei saber dela, só vinha como resposta o nada. Epha, desisti. A minha desistência do passeio criou abalo no coração dela. Estou pensando em não voltar, mas ela implora de modo que eu volte a tomar o passeio pra sua casa. Nem sei se voltarei. Mas única coisa com que estou convicto é de que estou apaziguado e esperando que Deus me apaniguar.

Por Félix Mutombo, àquele abraço.

Meu sentimento 2 anos após ter perdido meu filho

Amanhã faz 2 anos que minha vida se transformou. Quem já perdeu um filho sabe exatamente do que estou falando. Não é como perder um marido, irmão, tio, amigo e até mesmo os pais.
O sorriso de uma mãe que viu o filho morto nunca mais é o mesmo, ele não vai de canto a canto, como se diz, de orelha a orelha... É uma alegria contida, sem muita certeza, ela sabe que no minuto seguinte esse sorriso vai sumir e vai dar lugar a uma tristeza imensa, infinita... Sendo assim, se torna impossível acreditar que um dia vamos ser felizes outra vez.
Olhando a foto de um filho que se foi, a incredulidade vem a todo instante. Será que isso aconteceu mesmo? Não acredito que nunca mais vou te ver... No meu caso, em momentos de desespero cheguei a ficar com raiva dele, questionando: "Porque você fez isso comigo? Você acabou com a minha vida... Por que você tinha que morrer?"
Eu, quando ouvia relatos de mães que perderam os filhos sempre dizia: "Faço uma ideia do que ela deve estar sentindo..." Mas eu estava enganada. Não! Eu não fazia ideia! Não é nada parecido com o que eu achava que fosse!
Pensei no desespero da mãe, da dor, da revolta. Aquela dor trucidante do momento. Mas nunca pensei que ficaria esse gosto amargo na boca, os olhos sempre perdidos e a cabeça sempre pesada, caída...
Na verdade, o amor que uma mãe tem pelo filho é algo covarde, insano, sem nexo... Não deveria ser assim... Quando os perdemos, perdemos a vontade de viver, de sorrir, e até mesmo de amar.
Isso é o que sinto, não estou julgando sentimentos de ninguém, nem menosprezando o amor que as pessoas sentem por seus familiares e amigos. Como eu disse, é como eu me sinto, é a minha dor, meu dia a dia... É tudo que passo ao me deitar e ao me levantar, todo dia, toda hora e a todo momento.

"Enquanto eu choro
você rir..
Enquanto eu penso
Você já esqueceu..
Enquanto eu tento voltar...
Você já foi ..
Enquanto eu espero..
Você já està longe..
Enquanto eu tenho esperança...
Não há esperança...

Sò queria saber quando o idiota do meu coração vai te esquecer".

Orgulho gaúcho

No sul quando nasce o dia
Nasce também à magia,
Esta estranha alegria,
Que se tem ao respirar.

Cevo um mate amargo
Do lado do meu amado,
Em silêncio uma oração
Agradece meu coração.

Agradeço minha terra
Meu pampa sul-rio-grandense,
O Patrão velho lá no céu
Por certo está contente.

Por ver tanto orgulho
Pela sua criação,
Que traz cada gaúcho
Dentro do seu coração.

Sou gaúcha, e isso é certo!
Trago a chama da emoção,
O amor por esta terra
Honrando sua tradição.

Reconheço a beleza
Da nossa amada querência,
Ressaltando na consciência
A minha essência gaúcha.

Fiel as suas tradições
E disso, não abro mão!
Churrasco campeiro...
Fogo de chão...

E um gostoso chimarrão
Nos braços do meu peão.

Seja como o promontório, contra o qual as ondas quebram e voltam a quebrar na tempestade; ele se mantém firme até que as águas tumultuosas se rendem à sua volta e vão descansar.
Jamais diga 'que infeliz sou pelo que me aconteceu!', ao contrário, declare 'que feliz sou eu por ter me mantido inabalado frente às adversidades do presente e sem medo do que há de vir no futuro.

Livrai-me Senhor, de tudo que possa empobrecer-me a alma. Livrai-me do gosto pelas coisas pequenas, abjetas,e mesquinhas que o mundo oferta em quantidade. Livrai-me dos jardins sem flores, dos corações vazios de amor, dos olhares sem brilho nem cor, dos abismos cavados pelas discórdias, do caminhar sem respeito e de toda brutalidade humana. Amém!"

☆ Haredita Angel

Você acha lindo poemas, frases que te fazem refletir e pensar? Então nem imaginas a confusão que é o poeta, nem o próprio entende como isso consegui criar, vem do fundo do coração, onde ninguém ousa caminhar, é como dizem: das nuvens mais escuras é que cai a chuva que o mundo precisa pra se sustentar.
26/04/18

Bom se tem uma coisa que eu aprendi lá do lugar de onde eu venho e da minha Família é ter CARÁTER!
Eu nunca nessa vida possui bens materias,sempre fui humilde e nunca tive posses,mas isso nunca me fez falta,porque eu sempre fui guerreira trabalhadora e honesta,nunca passei por cima da ninguém,sou autêntica e quem me conhece pessoalmente sabe disso!Se eu tiver alguma coisa pra falar eu falo na cara não gosto de disse me disse,de leva e trás,morei na mesma cidade por mais de vinte anos,tenho um cansamento de vinte anos e morei na mesma casa por mais de 16 anos eu sou assim crio raízes,vínculos com as pessoas, quando eu gosto de uma pessoa eu sou capaz de dar a roupa do corpo pra ela,sou do bem sou muito brava mas com um coração gigante,não minto não trapaceio,vivo e prego a Palavra de Deus SIM ,não sou perfeita mais tbm não sou Falsa e não gosto de pessoas de duas caras e já estou acostumada a ser passada pra trás por pessoas que eu ajudo e depois me viram as costas,isso pra mim é muita sacanagem porque eu não sou assim não quando uma pessoa me ajuda eu tenho gratidão e tento fazer sempre o bem a Ela !Mas eu preciso aprender que na vida as pessoas infelizmente não são assim ,porque já diz a palavra Maldito o Homem que confia em outro Homem! Ou seja eu confio em todos e só quebro a cara!Mas não tem problema porque Deus sabe todas as coisas e ele sempre me honrou e vai me honrar,eu não aceito muitas coisas que acontecem por isso estou aqui desabafando,então eu coloco tudo nas mãos de Deus,porque ele é meu advogado e me defende do acusador ! Mais tem Deus pra me Dar do que o DIABO pra Tirar!

Sabe o que eu acho mais bonito na vida? A simplicidade!
Ela tem algo que me encanta de uma forma, que eu não teria palavras suficientes para explicar.
A simplicidade me faz refletir sobre tudo o que tenho, o que julgo necessário, o que me sobra, o que imagino que me falte. A simplicidade me traz de volta à realidade, do prazer de se viver sem apego às coisas. Porque no final das contas, o que juntamos não significará nada, mas o que vivemos vai valer muito!

Tristeza é aquele momento que o sol nasce,
mas você não levanta,
cobre a cabeça com seu cobertor,
e se esconde na escuridão da alma,
é um momento que se ausenta a alegria,
que o corpo não responde aos seus comandos,
que os olhos não se secam
que o coração não se aquieta,
Tristeza é aquele momento que teu interior diz anima te,
mas teus sentimentos reagem ao contrário,
vontade de chorar,fugir,se isolar,
momentos sem música,sem manifestações, ou comemorações,
é aquele instante que damos atenção a nossa vida,
que analisamos os acontecimentos,
e buscamos razões que a justifiquem,
Tristeza é decepção com alguém, ou algo,
é estar desapontado com você mesmo, ou com os que o cercam,
Sentimento comum, que eu e você sentimos,
alguns a disfarçam, sorrindo,cantando,dançando,
mas eu a vivo,quando ela me toca,
me aquieto,me silencio,e me escondo,
choro,me isolo.
E quando chega o momento dela partir,
me levanto,me recomponho e volto,
porque sei que ela vem e passa
e só permanece se eu permitir..
Mas ela sempre vem...

Eu não sei o que fazer com essa saudade, e nem o que dizer pro meu coração. Os dias passam e dentro de mim cresce ainda mais esse sentimento que eu tanto quis evitar, você se tornou indispensável, e insiste em ficar nos meus pensamentos, nos meus sonhos. As lembranças de tudo o que vivemos fazem parte de minha rotina, não há como fugir, e só eu sei o quanto tentei!
Você é tão necessário quanto o sol as flores, quanto a água a vida. Pensar em ti é uma exigência ao dormir, um hábito ao acordar é como se fosse uma ordem diária.
Tudo o que faço me lembra você, tudo o que é belo trás seu sorriso, sentir o vento, é sentir seu abraço *-*

O Navio Negreiro

'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço
Brinca o luar — dourada borboleta;
E as vagas após ele correm... cansam
Como turba de infantes inquieta.

'Stamos em pleno mar... Do firmamento
Os astros saltam como espumas de ouro...
O mar em troca acende as ardentias,
— Constelações do líquido tesouro...

'Stamos em pleno mar... Dois infinitos
Ali se estreitam num abraço insano,
Azuis, dourados, plácidos, sublimes...
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?...

'Stamos em pleno mar. . . Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares,
Como roçam na vaga as andorinhas...

Donde vem? onde vai? Das naus errantes
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
Neste saara os corcéis o pó levantam,
Galopam, voam, mas não deixam traço.

Bem feliz quem ali pode nest'hora
Sentir deste painel a majestade!
Embaixo — o mar em cima — o firmamento...
E no mar e no céu — a imensidade!

Oh! que doce harmonia traz-me a brisa!
Que música suave ao longe soa!
Meu Deus! como é sublime um canto ardente
Pelas vagas sem fim boiando à toa!

Homens do mar! ó rudes marinheiros,
Tostados pelo sol dos quatro mundos!
Crianças que a procela acalentara
No berço destes pélagos profundos!

Esperai! esperai! deixai que eu beba
Esta selvagem, livre poesia
Orquestra — é o mar, que ruge pela proa,
E o vento, que nas cordas assobia.

Por que foges assim, barco ligeiro?
Por que foges do pávido poeta?
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira
Que semelha no mar — doudo cometa!

Albatroz! Albatroz! águia do oceano,
Tu que dormes das nuvens entre as gazas,
Sacode as penas, Leviathan do espaço,
Albatroz! Albatroz! dá-me estas asas.

Destino traçado

Vou te seqüestrar em mim
Prender-te em pensamentos e te sufocar com beijos
Vou aparecer nos teus sonhos e emudecer os teus nãos
Roubar o teu sorriso e o teu gemido

Ouço as tuas palavras balbuciadas, quase inaudíveis
Não queres mais falar, não queres mais ouvir
Sentir é o teu desejo e eu sou o teu calor que cala
Sou fogo que vem de dentro, sou febre sem doença

Sinto teu perfume que exala de teus poros em pelos arrepiados
Corpo trêmulo e com a ferocidade que enlaça com firmeza
Uma mistura de desejo incontrolável com a suavidade tênue do teu lábio
Uma festa de sentimentos brindada com a força do encontro

E no silêncio da despedida o canto do reencontro fica mudo
E mesmo que se vá, e mesmo que o corpo físico se distancie
E mesmo que tudo seja direcionado a nunca mais
É impossível impedir sentimentos traçados pelo destino.

Poetisa nasci, poetisa me criei...
Poesias nas veias, poesias no coração,
da poesia amei, lendo poemas chorei.
Poetas admirei, pensadores irmãos.
Ainda menina ganhei um diário,
nele compunha meus primeiros versos,
meus segredos, meus lamentos, meus pesares.
Poetisa me vi, poeta me encantei!
Logo, poetisa me encontrei!
Com a poesia correndo nas veias,
não exitei; Me pus a escrever...
Do amor, de amar, sonhar, sonhei, chorei...
A poesia é meu melhor remédio,
pro amor, pro pensar, pro tédio.
Poeta de missão, poeta de herança, poeta de coração.
Num olhar perdido me dispersei, cresci, escrevi, fascinei.
Poetisa, mulher vento, menina tempestade, mãe brisa.
Encantei-me!

A noite chega os poetas acordam e “saem” a procura de versos e poesias, acreditando que ainda exista o amor verdadeiro. A noite misteriosa como sempre avança pela janela do meu quarto escuro. A esperança é o meu guia: é o que me faz viver cada dia e principalmente cada noite a cada vez que a brisa fresca entra pela janela, sinto um beijo pousar sob minha face. Você é a miragem que veio pra arrumar a minha confusão, para acender a luz da solidão foi um momento tão lindo. Que quase não acreditei,mais vi sua imagem sumindo, foi apenas um sonho, acordei.
Boa noite.

"ESSÊNCIA DA ESCRITA"

Em minhas poesias tento colocar a essência da minha alma
Em cada verso tento ser o mais sincero e objetivo.
Tento colocar cada frase em seu lugar. Minha inspiração?
Pode ser qualquer objeto, o tempo, um ser, a chuva ou até a lua.
Para mim escrever é como respirar, se tirar a poesia ou esse dom de mim
Seria muito melhor logo me matar,
Pois eu vivo colocando frase por frase, em seu devido lugar.
Mais antes de escreve-las, eu uso toda a essência da minha "VIDA"