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Textos de Esperança

Cerca de 5692 textos de Esperança

⁠Hoje até meu "pensar" tá torto!
Meus sonhos murcharam,
minha esperança descansa.
Hoje senti um gosto estranho,
o gosto amargo da vida.
Os sorrisos estão nublados,
e o sol não aquece como antes.
A vida deu-me umas palmadas,
e eu fiquei com a'alma machucada.
...
Mas passa, sei que passa!

Luar de Esperança


Na brisa suave da noite calma,
As estrelas dançam, sussurram em alma.
O luar se espalha, um manto prateado,
Desperta em nós sonhos, um canto encantado.


Caminhos de sombra, segredos guardados,
Nos olhos da brisa, mistérios revelados.
Sementes de amor brotam em cada olhar,
E a vida se tece, um eterno despertar.


As flores se abrem, perfumam o ar,
A natureza canta, convida a sonhar.
Em cada suspiro, um verso se forma,
Na sinfonia da vida, a esperança transforma.


E quando a aurora desponta no céu,
O sol traz consigo o calor do véu.
Que a luz nos guie, que a paz nos abrace,
Neste poema eterno, onde o amor nunca cesse.

Leriano perêirah

Carta Aberta

Você me destruiu.
Você tirou todo o meu anonimato e a esperança de viver.

Você nem sequer pensou em mim, nem em como eu ficaria.
Simplesmente se satisfez com seus desejos e esqueceu da pessoa que sempre fez tudo por você.

Você ao menos imaginou a dor que causaria enquanto estava sendo paquerada?
Você só pensou em si mesma.

Todas as noites me pergunto por que não consigo te odiar com a mesma intensidade da dor que você me causa.
Não consigo te esquecer, mesmo sabendo que, enquanto eu planejava cozinhar para você, você estava com outra.

Você me causa tanta dor que me faz duvidar se o amor é suficiente.

Você era tudo o que eu tinha — meu ponto de paz, amor, carinho, respeito, admiração e superação por tudo que passei.

Por duas vezes, você me deixou por simples desejos ou por querer ser "livre".
Não te culpo por isso, mas por não ter pensado sequer um minuto em como eu ficaria.

Eu sempre demonstrei o amor que sentia por você.
O mínimo que merecia era sua sinceridade — nem isso você foi capaz de dar.

Não aguento mais sentir tudo isso.
Parece que estou enlouquecendo, que nada mais faz sentido.
Mas, lá no fundo, sei que é por tudo que venho sentindo.

Estou destruída de todas as formas.
Tento focar no trabalho, sair, conhecer pessoas…
Mas, quando me deito, tudo volta tão forte na minha cabeça.

Quando te beijo, fico pensando por que você também me culpa pelo fim do que tivemos, mesmo sabendo que fiz de tudo para que isso não acontecesse.
Penso por que você age como se estivesse tudo bem, como se nosso relacionamento tivesse acabado por nossa culpa, quando sabe que não foi assim.

Isso me preocupa.
Porque você sempre carregará essa dificuldade de ser 100% sincera com quem ama.

K.B.

Que a esperança seja farol nos seus dias.
E que, mesmo nos passos mais tímidos,
você sinta a presença de Deus
soprando coragem nas suas escolhas.


Acredite:
há força dentro de você que ainda nem conhece nome.
E há um Céu inteiro torcendo pelas suas vitórias silenciosas.


Vai com fé…
o caminho se alinha pra quem caminha com verdade.


— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Gravado em mim, como selo que desperta em esperança até do túmulo; que por mais que esqueça, ao menor contato é ativo.
Tatuado na alma como com figuras de um livro, senha do meu aplicativo imersivo.
A energia que ativa a relíquia mágica presente nos sonhos pra o mundo físico.
Meu ébano, desejo antigo, imperceptível.
Através das era inesquecível.

Quando não houver mais esperança,
Restará o verde.
Se não restar nem ilusão,
existirão as estrelas ainda.
Se já não existir a paixão,
restará o céu.
Se a alegria momentânea não mais vier,
Haverá ainda o vento.
Se não ver ninguém por perto,
Haverá Deus, fazendo tudo no seu tempo.

Se a água acabar,
Restará seu coração.
Se o coração estiver machucado,
em algum lugar existirá alguma flor.
Se já não houver música,
existirá algum pássaro para cantar...
Sim, algo pior não há,
mas enquanto houver sol, lua e estrelas,
procure no horizonte,
a felicidade que há de estar...
pois Deus ainda estará lá.

Há o Amigo "cor verde":
É aquele que em tudo ressalta a beleza da Vida e põe esperança nela. Ergue-nos!

Há o Amigo "cor azul":
Ele sempre traz palavras de paz e de serenidade, dando-nos a impressão, ao ouvi-lo, que estamos em contato direto com o céu ou com o profundo azul do mar. Ele nos eleva!

Há o Amigo "cor amarela":
Ele nos aquece, assim como o sol; faz-nos rir, sorrir e enxergar o amarelo brilho das estrelas bem ao alcance das nossas mãos.

Há o Amigo "cor laranja":
Ele nos traz a sensação de vigor, saúde, enriquece nosso espírito com energias que são verdadeiras vitaminas para o nosso crescimento.

Há o Amigo "cor vermelha":
É aquele que domina as regras de viver, é como nosso sangue. Ele acusa perigos, mas nunca nos abala a coragem. É pródigo em palavras apaixonadas e repletas de caloroso amor.

Há o Amigo "cor roxa":
Ele traz à tona nossa essência majestosa, como a dos reis e dos magos. Suas palavras têm nobreza, autoridade e sabedoria.

Há o Amigo "cor cinza":
Ele nos ensina o silêncio, a interiorização e o auto-conhecimento. É um indutor a pensamentos e reflexões. Ajuda a nos aprofundar em nós mesmos.

Há o Amigo "cor preta":
Ele é mestre em mostrar nosso lado mais obscuro, com palavras geralmente duras, atinge-nos sem "anestesia" e, com boas intenções, leva-nos a melhor considerar nossas atitudes perante a vida.

E há o Amigo "cor branca":
Esse é uma mistura de todos. é aquele que "saca" um pouco de cada um e nos revela verdades nascidas da vivência e da incorporação de conhecimentos. Ele nos prova que, não só ele, mas também todos os outros, têm verdades aprendidas para partilhar conosco. Se reunirmos a todos num Grande Encontro, veremos um arco-íris de Amor e de Amizade.

Sobras

São sobras e apenas isto
De tempo, esperança, descrença
De comida, de sonhos, de maldição.

De humanidade, dignidade, bondade,
Oferecida aos porcos, ratos tão desprezados.

Peles em decomposição, olhares tortos
Prédios em ruínas, sociedade corrompida.

Mal dizeres, que trazem as velhas novas!
Uma idolatria arcaica que poda o que é assombro.

E toda sombra sente a dor de uma alma colorida
Mesmo que seja envolto de sacos pretos
Pra se proteger dos azedos dedos do destino.

São restos de histórias, mistura clássica popular
Ignorância, indiferença, distração, corrupção,
Ingredientes de uma fraca socialização.

Por mais que meus dias sejam cinzentos ...
Eu não perco jamais a fé!
Com paciência e esperança de dias melhores ...
Vou me desfazendo dos espinhos e
remendando minhas flores ,pétala por pétala ....
Até encontrar a felicidade
Até sentir a paz em mim
Até recompor a minha vida
Até refazer meu interno jardim!

⁠Que meu dia hoje, seja assim:
Maturidade, para eu saber agir em todos os momentos.
Esperança, para eu saber sempre esperar, pois, coisas boas virão.
Alegria, para que mesmo que ela falte eu saiba sorrir.
Fé, para eu poder acreditar que irei sempre me levantar independente de qualquer queda!

Já tive muito medo
que minhas lágrimas apagassem
a esperança dos meus sonhos ...
O brilho nos meus olhos
Ahh...
E foram tantas ... tantas...
Mas com fé e teimosia
aprendi a usá-las
com sabedoria!
Hoje ...
Com a dor rego minhas flores
e com a tristeza...
Filtro as impurezas .
E com a sobra ?
Vou compondo uma linda e
nova história !

Com a esperança,
que minha Pandora resguarda,
última herdeira da alegria,
posso encontrar a luz necessária.


Coleciono força, paz e ternura
dos sorrisos alheios que leio,
para guardá-los comigo
ou até ofertá-los,
como um dia fizeram a mim.


Coobrigado a compartilhar
com meus irmãos,
alimento a esperança
do meu coração
com o ser benfazejo.


É mister guardar a paz
para que minh’alma
não se perca ao som sombrio
do réquiem.


Faço e perfaço
a exegese da minha vida,
sutilmente iluminada
no único epitáfio possível:
que só se desiste
de desistir.


O barro indispensável de que me refaço
tem na honra o seu codinome,
e ele me guarda
diuturnamente contra a ganância.
Pois aquele que se vende
recebe sempre menos do que vale.


Eis o segredo:
ele me firma como rocha,
que vence o inaudito
e permite à vida, despreocupada,
ler nas suas linhas
a sua própria quiromancia.

PÁS NAS MÃOS


Esperança: a última que morre
Alianças vão sendo reveladas
Aquele que guarda não dorme
Ainda em meio às grandes batalhas.


Decifre o que diz o amanhecer
Gritando desesperadamente nova chance
Oque mais longe possa parecer
Poderá sim estar ao seu alcance.


Pode até parecer o fim
Mas Poderá ser um belo recomeço
Eu reconheço sim
Que as vezes nem eu me conheço.


Para cada golpe uma esquiva
Garimpa o melhor do coração
Sacode a poeira e viva!
Não repare nos que anseiam com as pás na mão...


Levy Cosmo Silva

O homem lindo que encontrei
Tinha em seu olhar a esperança
de viver o amor,
como quem espera a chuva
numa tarde seca.


O homem lindo que encontrei
tinha em sua casa plantas
e muita cor,
como se cada folha verde
fosse um pedaço do seu coração
tentando brotar de novo.


O homem lindo que encontrei
tinha um sorriso meigo
pra esconder sua dor,
e eu vi, no canto da boca,
o peso de histórias
que ele nunca contou.


O homem lindo que encontrei
usava óculos iguais aos do Harry Potter,
e talvez, como o bruxo,
carregasse cicatrizes invisíveis
que o tornavam ainda mais mágico.


O homem lindo que encontrei
me ensinou que beleza de verdade
não mora na pele,
mas no jeito tímido
de oferecer ao mundo
um amor que ainda acredita
em recomeços.

Porção diária

A alegria, a esperança, a cordialidade, a paz existem. Sim, existem! São porções diárias que conhecemos ora como momentos mágicos, ora como instantes memoráveis, ou ainda como um afago no próprio ego.
E na correria desenfreada, à qual a maioria das pessoas está submetida, não lhes sobra tempo para o carinho sincero. O flerte já não se dá mais "olho no olho" e, sim através de um tipo qualquer de tela.
Os valores perderam-se no tempo. A gentileza tornou-se desconhecida, salvo quando há necessidade por esta, interesse próprio.
E de repente no caminho diário de cada pessoa surge um pequeno envelope, nada demais, senão talvez pelo seu conteúdo, que pode tocar o coração ainda morno, e despertar a potência de sentimentos hibernarda a algum tempo, e que precisa ser provocada para que ofereça algo extraordinário ao mundo, gerando uma rede de tende a ganhar dimensão incalculável e transformar os incontáveis mundos pessoais, frios e perdidos.

Vento de Esperança


O mundo rugindo, furioso,


Carrega em si o peso da dor,


Dentro de cada ser, uma tempestade,


Violência, medo e rancor.


Nas ruas, nos lares, nos silêncios abafados,


A cada canto, a fúria se acende,


Homens e mulheres se perdem em si mesmos,


E as crianças, com olhos tristes, ainda aguardam.


O que se perdeu?


O que restou de humanidade?


Tantas mãos levantadas, mas poucas para amar,


Somos todos um grão de areia, frágil e passageiro,


E amanhã, quem seremos, se a raiva não cessar?


A arrogância é o manto que muitos vestem,


Esquecem que viemos nus, e nus, partiremos,


Mas no fundo da alma, no fundo da dor,


É o amor que deve ser a razão de tudo, o que devemos carregar.


É ele que apaga o fogo da fúria,


Que renova os corações cansados,


Afinal, tudo passa, até o mais forte dos ventos,


E só o amor, eterno e imortal, será o que restará.


CONCEIÇÃO PEARCE

Que o sol aqueça sua manhã com paz e esperança.
Mas que, mais do que isso,
ele te lembre do que ainda mora aí dentro:
uma força suave, uma fé quieta,
um coração que insiste em florir,
mesmo quando ninguém vê.




Que hoje seja dia de respirar fundo,
olhar o céu com gratidão
e se permitir recomeçar —
mesmo que seja só por dentro.




— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Primavera de Esperança


A primavera traz chuvas,
flores e exuberância,
um colorido especial,
e a esperança de dias melhores.


Renovam-se ciclos,
a vida se refaz no ecossistema natural;
os ipês, em policromia,
deixam os olhos marejados
de amor e ternura.


No alto do Iracema,
brota o símbolo das boas reminiscências.
Enfim, renasce a oportunidade
de revisitar o passado,
nas passagens gigantes da memória,
onde o coração encontra alívio
e a alma floresce em renovação.

Entre a confiança, a esperança e a falibilidade


Com o passar do tempo, torna-se inevitável perceber o quanto as relações humanas são frágeis. As notícias e os comportamentos do cotidiano nos colocam em xeque quanto à possibilidade de confiar verdadeiramente nas pessoas — especialmente naquelas que acabamos de conhecer. Mas essa constatação não é pessimismo; é apenas o realismo de quem enxerga o mundo sem ilusões, mas ainda procura significado dentro dele.


A confiança, apesar de difícil, continua sendo um gesto de coragem. Confiar não é negar o risco, mas aceitá-lo conscientemente. Poucos serão realmente dignos dessa entrega, e alguns inevitavelmente quebrarão aquilo que construímos com sinceridade. Ainda assim, viver com o coração totalmente fechado é uma forma de morrer antes do tempo. A sabedoria está em não desistir das pessoas, apenas em aprender como, quando e em quem confiar.


Conforme as conquistas pessoais se acumulam, surge outro tipo de solidão — a de perceber que é quase impossível compartilhar certas vitórias com quem não viveu o sacrifício que as tornou possíveis. Há algo de silencioso no esforço que só é compreendido por quem o sentiu na pele. E quando dividimos nossas vitórias com quem apenas vê o resultado, sentimos o vazio de falar a um desconhecido. Esse distanciamento não é ingratidão; é apenas o preço natural do crescimento.


Diante disso, a esperança parece vacilar. Como mantê-la, quando tudo o que se observa na realidade parece contradizê-la? A resposta talvez esteja em mudar a forma como a entendemos. Esperança não é esperar que tudo dê certo — é decidir continuar mesmo quando nada garante que dará. É um ato de resistência silenciosa, a recusa de deixar que o caos apague o sentido.


Mas talvez o ponto mais importante seja reconhecer que nenhum de nós é feito de certezas imutáveis. Gostamos de acreditar que temos princípios inabaláveis, mas, na prática, o ser humano é falível. Nossos valores são testados pelas circunstâncias, e às vezes cedem — não por fraqueza, mas porque somos feitos de carne, medo e amor. O que nos torna íntegros não é nunca falhar, e sim perceber quando nos desviamos e voltar a nós mesmos.


Com o tempo, compreende-se que a força moral não está em ser incorruptível, mas em manter-se vigilante. Saber que podemos errar até no que mais consideramos importante nos mantém humildes. Impede que nos vejamos como especiais ou superiores. Essa consciência da própria falibilidade é o que sustenta a verdadeira integridade: a de quem não se esconde atrás de princípios, mas os vive com lucidez, mesmo sabendo que pode falhar.


Em última instância, amadurecer é isso: aceitar que a confiança será, às vezes, quebrada; que a esperança vacilará; que nossos valores, por mais profundos, serão testados. E ainda assim escolher continuar — não por ingenuidade, mas por coragem.
Porque, no fim, a grandeza humana não está em ser inabalável, e sim em reerguer-se consciente da própria fragilidade.

Jamais prometa o que não pode
cumprir, pois ao fazer uma
promessa você cria esperança,
ao criar esperança você assina
um contrato invisível.
Se a promessa não for cumprida,
a esperança se desfaz dando lugar
à decepção, e a decepção
é uma sentença invisível para você.