Textos de Declarações de Amor

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Talvez amar seja renúncia ...
Talvez amar seja liberdade...
O amor não é e nunca foi egoísta...
Amar é se sentir livre, confortável ...
Ninguém é feliz preso em gaiola ..
Ninguém é feliz sufocado ...
O amor não cobra, não dói, não entristece...
Amar é dar sem esperar receber.. aquele que ama esperando algo em troca não sabe o verdadeiro sentido do amor ...

⁠No jardim dos sentimentos floresceu,
Um amor nasceu, tão puro e verdadeiro,
Entre risos e olhares, o coração se aqueceu,
Numa dança de ternura, num doce roteiro.

Teus olhos, duas estrelas a brilhar,
Guiam-me pelos caminhos do encanto,
Teu sorriso, um sol a me iluminar,
Em teus braços, encontro meu porto, meu manto.

Como um rio que corre sereno ao mar,
Nosso amor flui, sem pressa, sem fim,
És a melodia que em minha alma faz ecoar,
A canção mais doce, o mais belo jardim.

Em teus abraços encontro meu lar,
Nossos corações em harmonia a pulsar,
Neste eterno presente, neste doce lugar,
Nosso amor floresce, sem jamais cessar.

Raphael Denizart * 08/04/2024 * ReJ

Quando a família se une pelo amor, Deus se faz presente. É nesse alicerce que o poder da fé se manifesta, tornando os laços inquebráveis e transformando a vida em uma grande e constante bênção. Com a fé, superamos as tempestades, pois o amor de Deus é nossa luz. Nossos corações se enchem de gratidão, e cada desafio se torna uma prova do Seu cuidado. Nessa união de fé e família, a vida floresce em milagres diários.


Raphael Denizart

Feche os olhos,
Deixe-se levar pelo amor.
Sinta que a felicidade e a paz moram nas coisas simples.
Perceba que, quando a vida é sol, todo amor é verão.
Sinta o calor do dia e o vento tocar o seu rosto,
Permitindo que esse sentimento cure as dores do cotidiano.
Afinal, o amor tem razões que a própria razão desconhece.

• A Magia dos Pequenos Gestos

Gesto é amor, amor é toque,

Toque é sentimento, sentimento é alma,

A alma é o universo,

E o universo é nós.



Nos pequenos gestos se esconde a conexão,

Do olhar ao toque, do carinho ao sentir,

Há uma beleza rara que nos faz sorrir,

E na reciprocidade, o coração se acalma.



Essa conexão que sinto, tão pura e sincera,

Desperta em mim um sentimento novo,

E a certeza de que estou no caminho certo,

A magia de amar, a magia de te conhecer.

Independentemente de alguém querer ou não demonstrar que precisa de amor, ainda vale a pena espalhar carinho. O amor não pertence apenas aos relacionamentos entre casais; ele também vive na amizade, no respeito e nos pequenos gestos do dia a dia.

Viemos ao mundo para amar o nosso próximo e lembrar que todos merecem afeto. Mesmo em meio a tanta maldade, que a nossa gentileza seja a prova de que o amor ainda encontra espaço para florescer.

O Amor Que Não Precisa de Nome

Talvez o amor não seja aquilo que disseram que ele era.


Talvez não seja promessa,
nem posse,
nem certeza,
nem a obrigação de permanecer.


Talvez o amor seja simplesmente
quando duas almas se encontram
e alguma coisa dentro delas reconhece:
“eu conheço você.”


Mesmo sem nunca terem se procurado.


É o carinho que chega sem pedir licença,
a palavra que encontra exatamente
o lugar onde doía,
o silêncio que não constrange,
a presença que não pesa.


É poder olhar para alguém
e desejar que ela fique bem,
mesmo quando a vida não permite
que tudo seja como gostaríamos.


É admirar a existência do outro
sem querer aprisioná-la.


É respeitar sua história,
suas cicatrizes,
seus medos,
suas imperfeições...
e ainda assim enxergar beleza.


Talvez seja isso que chamamos de amor:


não o que diz “você é minha”,
mas o que sussurra:
“eu sou feliz porque você existe.”


Um amor que não precisa cobrar,
não precisa provar,
não precisa possuir.


Um amor que simplesmente sente.


E quando sente,
cuida.


Quando cuida,
liberta.


Quando liberta,
permanece.


Porque há amores que não precisam morar
na mesma casa,
na mesma cidade,
nem sequer no mesmo mundo.


Há amores que encontram
um pequeno universo para existir
e, dentro dele,
duas pessoas conseguem ser
inteiramente verdadeiras.


Sem armaduras.


Sem medo de serem vistas.


Sem precisar explicar
por que aquilo é tão bonito.


Acredito que o nosso seja isso.


Um amor que não chegou fazendo barulho.


Chegou devagar.


Sentou-se entre nossas conversas,
misturou-se às nossas risadas,
entrou nas nossas noites,
nas nossas palavras,
nas nossas descobertas...


e quando percebemos,
já havia criado morada.


Não sei que nome o tempo dará a isso.


E, pela primeira vez,
acho que nem preciso saber.


Porque há sentimentos
que diminuem quando tentamos defini-los.


E este...
eu prefiro sentir.


Puro.


Verdadeiro.


Inteiro.


Sem exigir nada além daquilo
que duas pessoas podem oferecer
quando simplesmente se fazem bem.


Talvez seja esse o amor
em seu sentido mais amplo:


não aquele que prende alguém à nossa vida,
mas aquele que agradece à vida
por ter colocado alguém nela.

⁠⁠⁠Sambedo em Dia de Chuva

Eu te dei o meu amor
mas não te culpo
Que você não saiba carregar
oooi....
Quando a gente ama
a gente espera
que o outro saiba aceitar
oooiii...
Mas é tolice é ilusão
É vaidade a pretensão
de querer que outro deixe
a gente lhe amar...
Então vamos seguindo
a vida sempre expandindo
e a gente a encontrar
tanta gente que podia
ser dona da alegria
que a gente mesmo podia se dar
Pense bem meu irmão
minha amiga
Pense nesta solução:
O amor só vale a pena nessa vida
se ele não tiver dono não!
Laiá laiá (bem triste)
Laiá laiá (agora sorrindo)
Laiá laiá ( Reza!)
O Amor tem dono não!!!

Afinidade

O amor é um sentimento constante,
Tem uma resistência incomparável,
Acredito ser o mais caro brilhante,
Por ser um sentimento insuperável.

É uma afinidade ímpar em cada coração,
Que nos faz sentir a tristeza e a saudade,
Também trazer a mais profunda satisfação,
Conduzindo-nos a mais pura felicidade.

Independe do tempo ou da distância,
Mostrando-nos uma beleza penetrante,
Conduzindo-nos de volta a infância,
Tornando-nos um ser mais confiante.

Dár-nos como a um pássaro a liberdade,
Para viajarmos por sonhos e imaginações,
Trazendo em nossas mentes a realidade,
Dos mais lindos momentos de emoções.

No meio de uma calmaria ou tempestade,
Podemos sentir as mais loucas sensações,
Sentindo-nos um plebeu ou uma majestade,
Como também muitas alegrias ou aflições.

No amor nos entregamos pela cumplicidade,
Fazendo do mesmo a mais bela expressão,
Demonstrando a mais pura sinceridade,
Sem permitir que si torne uma obsessão.

Amor

Das vertentes sustentáveis do coração,
Emana o mais precioso condimento,
Capaz de trazer ao corpo, calor e emoção,
Impulsionando o mais belo pensamento.

Fazendo pelas veias com volúpia trafegar,
Induzindo-nos ao mais nobre sentimento,
Expelindo do peito mágoas e rancores,
Conduzindo-os para muito distante.

Convertendo os espaços vazios da mente,
Por favos concebidos de amores,
Oferecendo a mais pura leveza,
Que fora jamais sentida antes.

Oh quão linda e imaculada beleza,
Na polidez de sua pele rosada,
Refletida no brilho dos seus olhos cintilantes.


Du’Art 09/12/2015

Amor de Outrora


Anjo que transcende em meus sonhos,
Mora e vive alegremente no meu coração........
Olhos que me prendem risonhos,
Razão da realidade e jamais uma ilusão,

Desejos tão fortes que parecem castigo,
E poucos conseguem dele escapar,

Ouça a chamada do meu coração,
Utilizando da beleza radiante,
Tentando esquecer grande desilusão,
Retoricamente hilariante,
Organizada e grifada na minha mente,
Rigorosamente está bem escondida,
Altamente perigosa e inconsequente.

Du’Art 26/03/2014

Amor de Primavera

Estamos ainda no outono e não percebemos,
Os dias vão passando em grande velocidade,
Não conseguimos entender e nem analisar o que vemos,
Apenas ao olhar no espelho e sentir o passar da idade.

Trazendo-nos a lembrança de nossa linda mocidade,
Vivida de momentos bonitos e incomparáveis,
Ao lado de pessoas maravilhosas e sem maldade,
Mesmo nas dificuldades da época, sempre amáveis.

Hoje com um imenso sentimento cravado no peito,
Onde a dor e a saudade revelando em minha mente,
Que na lembrança de outrora vivendo sem jeito,
Leva o meu coração a batidas descontroladamente.

Isso às vezes me traz um imenso vazio na alma,
Onde de imediato a tristeza toma o meu coração,
Sinto que preciso muito depressa manter a calma,
E de uma forma rápida e segura controlar a emoção.

Hoje pela leitura que faço do meu lindo passado,
Nas páginas escritas de testemunhos e juramento,
Reconheço que tive alegria e tristeza, mas fiquei calado,
Até poder revelar o meu velho e antigo sentimento,

Onde o tempo e a saudade correndo contra o vento,
Alimentando meu coração a cada dia e a todo o momento,
Perdi muitas noites de sono buscando entendimento,
Sem encontrar se quer resposta para o meu sofrimento.

Mas tudo em nossa vida possui um imenso sentido,
Apenas não percebemos ou não sabemos interpretar,
Os momentos de glória ou tristeza que tenhamos vivido,
Mas com o passar do tempo e a experiência iremos encontrar.

A fórmula correta e a mais apurada perfeição,
Para que de certa maneira encontrar o valor,
Descobrindo em cada pessoa a sua intenção,
Entre a falsidade e o verdadeiro amor.

Os dias se passaram e o inverno chegou,
Com a imensa friagem batendo em meu peito,
Nas madrugadas de vento gelado minha voz se calou,
E tudo que parecia perfeito mostrou seu defeito.

Utilizando de toda forma ela quisera,
Viver dividida entre o coração e a razão,
Curtindo um verdadeiro amor de primavera,
Nas mais belas e aquecidas tardes de verão.


Du’Art 17/ 04/2014

Fascinante


No amor, há sempre uma saudade,
Estando perto ou muito distante,
Sempre transformando em prioridade,
Fazendo o improvável acontecer.

Quem realmente conhece o amor,
Não consegue se quer resistir,
Mesmo que quebre o encanto,
Não acredito que tente fugir.

Talvez não queira entender,
O frenético balé dos movimentos,
Sem respeitar passos e treinamentos,
Desenvolvidos por um sentimento.

Consegue burlar regras e normas,
Fazendo-as totalmente inexistentes,
Numa constante tentativa de vencer,
Na busca incessante do prazer.

Não há distância que possa impedir,
Não há ausência que consiga afastar,
Nada pode a sua imagem denegrir,
Nem um verdadeiro amor se desgastar.

O amor é mesmo assim,
Sempre com a saudade a caminhar,
Independente da distância a percorrer,
Consegue o nosso pensamento mudar,
Sem se quer nos entristecer.

Du’Art 18 / 06 / 2017

Existe o amor da sua vida e o amor para a sua vida.
O amor da sua vida é aquele que deixa marcas profundas. Mesmo quando não dá certo, permanece em algum canto da memória e do coração, como um ponto fraco que o tempo pode até amenizar, mas dificilmente apaga.
Já o amor para a sua vida é aquele que se constrói no cotidiano: com respeito, diálogo, maturidade, parceria e a escolha constante de permanecer. Não vive apenas da intensidade do sentimento, mas da segurança de saber que existe reciprocidade, cuidado e vontade de fazer dar certo.
Vivemos muitos amores, mas só dois deixam marcas: o que dá certo e o que gostaríamos que desse certo.
Talvez seja esse o maior dilema da vida: ficar com alguém pelo qual você daria o mundo ou permitir-se construir um novo mundo com alguém que te ama e conquista todos os dias.
Vive a felicidade plena quem encontra esses dois amores na mesma pessoa.

Ser pai de vocês é um desafio que aceito todos os dias com muita honra, amor e gratidão.
É também um dos maiores presentes que a vida me deu.
Nem sempre sei se estou fazendo tudo certo, mas em cada escolha existe o desejo sincero de ser um pai melhor para vocês.
Espero que, um dia, vocês olhem para o homem que fui e encontrem nele a referência do amor, do respeito, da cumplicidade e do caráter que desejam encontrar em seus companheiros de vida.
Obrigado por me ensinarem, todos os dias, que ser pai é muito mais do que cuidar: é amar, aprender, crescer e descobrir que o coração pode, sim, morar fora do peito.

Nem todo amor é um lugar seguro para ficar. Há amores que, por mais intensos e verdadeiros que sejam, machucam mais do que acolhem, confundem mais do que trazem paz e exigem de nós mais renúncias do que deveriam.
Às vezes, amar alguém não é motivo suficiente para permanecer. Porque amor sem respeito, diálogo, reciprocidade e segurança emocional pode até ser amor, mas não é lar.
Às vezes, a maior prova de amor-próprio é aceitar que o sentimento existe, mas que aquele lugar já não nos faz bem, e ter coragem de partir, mesmo ainda amando.

Poesia do Amor divino Emanuel Bruno Andrade

⁠Amor, eu sei que espera mais de mim.

Seu olhar me incendeia, meu coração dispara em um ritmo frenético.

Nesta noite, meus sonhos serão nossos.

Nossos espíritos se entrelaçarão em um voo celestial.

A melodia angelical dos serafins nos guiará,

Enquanto a proteção dos arcanjos nos envolve em seu manto.

Flechas de amor serão disparadas contra os desejos obscuros,

Libertando nossos corações para que possam se unir.

Sobrevoaremos prados verdejantes,

Jardins floridos e árvores de todas as cores.

Transcendendo os limites do humano,

Habitando o cume do desejo em nossa cúpula particular.

Apesar de alegre sofro perdido.

No enigma desmedido no navega

Por uma felecidade rompida

Pelo cupido

O peso é medido

Pela escuta atenta

De um destino inverso que se revela
No silêncio da madrugada,

Despertando-nos para a sublime verdade do nosso amor.

Eternamente entrelaçados...

Inseparáveis...

Em um amor que desafiador.

Para a respeitar nas complicidade memoraveis

Unos em toda parte

Para receber o calor

Da suavidade

Da senda da corrente

Corrida dos tempos

A favor e contra

Os ventos

Pairam desejos de sermos

Carne com carne

Para sair dos sofrimentos

Da magua e amargura da vida.

Emanuel Andrade

⁠Amor resplandecedor

Revelação na inspiração
Na turbulencia dos desafios
Sinto uma palpitação
Uma ligação
Entre as palavras escritas
Que me fazem proclamar
Versos em pinceladas
Que são para ecoar
Emanando em forças
De energias positivas
A favor das crises dos tempos
Para vencer tempestades e ventos
A seneridade de nossas almas
Apela por um momento de calma
Um segundo de pausa
Para sair da lama
Para a lâmpada do farol
Voltar acender em nosso prol
Guiando-nos no caminho
Para o aprimoramento
Saindo do sofrimento
Acabando com turmento
Acreditar na graticante e magnificiente
Consciência do universo
Que nos dá o valor merecido
Provindo do divino
Misterios desconhecidos
Questões a merce
Duvidas, incertezas
A procura de realiddades e verdades absulotas
Existências intemporais e temporais
Sentenças em justiças, injustas e justas
De quem é a culpa? Quem é culpado?
De tanta dor, tanta magoa, tanta macula imaculada revestida de vestes brancas e pretas. Reverendissimo e altissimo tu que esquadrinhas nossos corações. Apazigua nosso padecer e da-nos paz, amor e liberdade para na luz encontrar felecidade eterna para nossa salvação.

Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
Lisboa Cultura 2024

⁠Amor delicado

Eu espero que minhas palavras lhe tragam felicidade
Sua simpatia e beldade
Na sua transcedencia
São uma harmonia que apelam companhia
Sua presença em minha vida
Dá-me sentido e um sentimento se alegria
Amo ao meu gesto
proclamo num acto
De entreligar
A esse seu outro lado
Um lado humano
Simples, modesto
Suave e belo
Ainda num pensamento
permaturo
Faça este amor este desejo
Em crescermos em conhecermos
Os nossos Universos
ser eterno
Para perdurar
No caminho do fluir da vida
Entre altos e baixos
Tristezas e alegrias
Para brindarmos com o que mais gostamos.
O AMOR entre os fluidos
dos nossos ciclos
que se ligam nos bioritmos dos vivos.
Ainda sentimos e amamos

Amor de amigo


O meu peito arde num fogo que não consome — ilumina.
É um ardor antigo, anterior às palavras, mas reconhecível nos gestos simples da vida.
Não se vê, mas respira-se.
É emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisíveis no tempo.
Há uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que dá sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
— não deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cósmico sem nome,
atravessei constelações para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razão de existir, espelho do desejo e da consciência.
Nela me deleito, não por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razão de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silêncio que ensina.
E nesse fio invisível descubro:
existir é arder sem se apagar,
é amar mesmo quando o cosmos treme,
é continuar —
com o peito em chama e a alma em vigília.