Textos de declaração de amor

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Na cruz, a justiça e o amor se encontraram.
A ira de Deus recaiu no Justo,
para que o injusto fosse chamado santo.
No madeiro, o peso do pecado foi esmagado.


O salário é claro como fogo
morte é o preço, juízo é o fim.
Mas a graça grita mais alto,
no sangue do Cordeiro, Deus disse: “assim não será para os Meus”.

Cristo não fugiu da vergonha, mas a desprezou, porque o Seu amor olhava além: via você, eu, e todos os que seriam alcançados.
A maior revelação é que Ele transformou a vergonha em glória:
O que era sinal de maldição, tornou-se o sinal da nossa salvação.
O que era vergonha diante dos homens, é hoje a nossa esperança diante de Deus.

A Lei de Deus foi dada para revelar Sua santidade e Seu amor sem igual. Não nasceu para ferir ou condenar, mas para o homem ao Criador aproximar.


Seu propósito nunca foi esmagar, mas a verdade ao coração revelar. Mostrar o caminho, iluminar a visão, e conduzir a alma à comunhão.


Nela vemos a justiça do Senhor, mas também a profundidade do Seu amor. Pois o Deus que corrige é o mesmo que estende a mão, e oferece graça, perdão e restauração. miriamleal

POEMA INEVITÁVEL


Eu queria falar sobre deus, sexo, política, amor e trivialidades; mas me colocaram uma carapuça, e fui treinado a ser um personagem.
Depois, quis me tornar poeta, músico, filósofo e até ator. Porém, descobri que, desses, eu já tinha me tornado ator, não por opção, mas por imposição das situações, e sufoquei os outros personagens.
Eu quis me tornar um humanista, um sociólogo, talvez antropólogo, filólogo e até defensor de causas perdidas ou ganhas. Acontece que meu personagem não discute muito com minha dignidade: meu lado ator sempre vence quando a conveniência grita mais alto!
Enfim, decidi partir para as trivialidades da vida, já que não me restavam muitas escolhas. Eu tentei ser muitos, e acabei não sendo eu. Então, fiz da vida minha luta, minha sobrevivência, minha causa (também por imposição). Ergueri um castelo de sofismas, e o meu estandarte foi tremular pequenas ideias que não eram minhas. Lutei bravamente para anunciar, dentro de mim, um poema inevitável, confrontando meu personagem que, por conveniência, acabou sufocando o eu iludido que achava que era eu!!!


#israelsoler

O Amor de um Anjo
(09/11/2005)
Quero ser o anjo que te olha e te vigia,Nem que venha a tempestade,Nem que venha a dor de te ver só.Mas sempre estarei lá.Lembre das lágrimas que você derramou:Eu estava lá,E as peguei antes de caírem no chão.Lembre das pedras à beira do teu caminho:Eu as tirei da sua frente,Para que você não tropeçasse.Lembre de quando foi desprezada, pisada e humilhada:Eu estava lá.Levantei sua cabeça, te ergui e te consolei.Você, sem saber quem eu era, sorriu e agradeceu,Sentindo um frescor renovar a alma.Lembre de quando você perdeu seus amigos,E o seu grande amor se foi.Você começou a buscar abrigo na solidão e na dor...Lembre que, naquele dia, te dei todo consolo e amor.Ao te abraçar, toquei em sua alma,Que despertou novamente para a vida,Renovando tudo o que você havia perdido,Assim, sem saber que eu estava lá.E você se sentiu nova outra vez,Cheia de energia e vontade de vencer o que te derrubou.Pois é... Sou um anjo.Antes, o teu amado, que ainda te ama.Você me sente, mas não me vê.Sabe que sou eu,Mas não sabe que te amo além da vida.Não entende por que te amo para sempre...E continuarei olhando por você,Até que seja minha companheira por toda a eternidade.

Carta para o amor

Me diga que está com saudade,
No meu peito não cabe mais essa
Vontade de te encontrar nessa
Cidade. Todas as tardes são
Iguais sem os seus olhos me
Fitando por instantes que valem
Por milhão, hoje eu acordei ao
Meio dia torcendo para receber
Uma ligação sua, ja são quase
Duas, e ainda estou sentado
Olhando para nossas fotos na
Minha galeria, ontem lembrei da
Sua alergia, pequenos detalhes
Sobre você que eu nunca vou
Esquecer, suas manias, seu toque
Suave, sua rebeldia, seu eterno
Apreço pela vida, a forma como
Tudo te conquista, o coração
Bondoso, e cheio de alegrias, se
Alguém dia tudo dentro de mim
Mudar, ainda estarei aqui, início,
Meio, e fim, não digo que esse texto
Tenha sido escrito para aquele que
Esta sofrendo, mas para os que
Tem alguém para chamar de amor
Valorizarem esse sentimento tão
Nobre chamado amor.

O amor,
a gente escolhe viver.
O respeito,
a gente mantém mesmo
quando dói.
A bondade,
a gente reparte sem
calcular retorno.
O perdão,
a gente pratica
para não virar prisão.


Nem todos vão retribuir
do jeito que esperamos,
nem todos sabem vestir
a roupa da reciprocidade.
Mas seguir certo nunca
foi sobre aplausos,
é sobre dormir em paz
com a própria consciência.


Porque quando ninguém vê,
Deus vê.
E quando ninguém reconhece,
Ele reconhece.
A recompensa não nasce
da mão dos homens,
vem do céu
— no tempo certo, do jeito certo.

Os dois lados do amor


O amor começa simples,
quase distraído,
uma mensagem,
um toque sem intenção.
Depois vira costume,
vira abrigo querido,
vira medo de perder,
vira tensão.


Tem dias de riso fácil e café dividido,
e outros de silêncio pesado no ar.
O mesmo “fica” dito no ouvido
é o “vai” engasgado que ninguém quer falar.


Amar é errar tentando acertar,
é prometer hoje e falhar amanhã.
É machucar sem querer machucar,
e ainda assim pedir pra ficar.


O amor não é só filme,
nem poesia bonita,
é cansaço, escolha, repetição.
E mesmo quebrado,
às vezes insiste,
porque partir também
dói no coração.

Oásis onde encontro



Meu coração, antes deserto,
agora floresce,
Teu amor é o oásis
onde encontro repouso,
E em teus olhos,
rios tranquilos correm sem fim,
Saciam minha sede,
me fazem renascer
a cada instante.


Em teus braços,
descubro a fonte infinita,
Que borbulha dentro de mim
como uma canção secreta,
Cada toque teu é água
que me embriaga de vida,
Cada palavra tua é pão
que nutre minha alma faminta.


E aqui quero permanecer,
meu abrigo eterno,
Onde o tempo se dissolve
e só resta a plenitude,
Teu amor é meu refúgio,
minha casa, meu tudo,
E nele habito para sempre,
bebendo da tua essência sem fim.




-

Às vezes o amor não
pergunta se vale a pena,
ele simplesmente fica.
Fica no silêncio que aperta o peito,
no nome que ainda mora na boca
mesmo quando o coração tenta desaprender.


Esperei como quem acende
velas no vento,
acreditando que o frio
era só passagem,
que o gelo nos teus gestos
um dia viraria abrigo
e não essa distância
que corta sem faca.


Perdi horas,
pessoas e versões de mim
tentando proteger algo
que só eu segurava.
Te vi ir, passo por passo,
enquanto eu ficava parada
aprendendo a sangrar sem fazer barulho.


E hoje,
se me perguntam se valeu a pena,
respondo com a verdade que doeu aprender:


valeu para me ensinar
que amor não é espera infinita,
é encontro — ou não é.

Como morreu o Amor?


O amor não morreu de repente,
não foi queda, nem faca, nem veneno.
Morreu sentado ao nosso lado,
esperando uma palavra que não veio.


Morreu quando o silêncio virou resposta, quando o toque virou hábito sem calor.
Cada “depois a gente conversa”
foi um passo a mais no seu cansaço.


Morreu de pequenas ausências repetidas, de promessas deixadas em rascunho.
Não foi falta de sentimento —
foi excesso de descuido.


E no fim, o amor morreu de amor:
amou sozinho, amou demais.
Até entender, tarde demais,
que amar também precisa ser amado.

Os abrigos da alma


Teu amor é o abrigo que minha alma procurava quando o mundo parecia vento frio em rua vazia.
Em teus braços encontro silêncio que cura, e no teu olhar, uma casa acesa mesmo em noite tardia.


Há tempestades que não assustam mais, porque tua voz é teto firme sobre meus medos.
Teu riso cobre minhas cicatrizes como cobertor antigo,
e teu carinho faz primavera nascer nos meus invernos.


Se um dia o mundo desabar lá fora,
que desabe
— aqui dentro há morada.
Pois teu coração é refúgio eterno no meu, e minha alma escolheu em ti fazer morada.

O amor me amou


O amor me amou
quando eu já não sabia ficar,
sentou ao meu lado no silêncio cansado, fez morada no que em mim era medo e chamou de lar aquilo que eu chamava de fim.


O amor me amou
sem pedir forma ou promessa,
tocou minhas falhas com mãos pacientes, ensinou que até o que dói pode florescer quando alguém escolhe ficar.


O amor me amou
— e nisso eu renasci:
não inteiro, não perfeito, mas verdadeiro, aprendendo que ser amado, às vezes, é simplesmente
existir sem fugir.

Antes da dor, depois da luz


O amor me amou
quando eu já não acreditava
que fosse possível amar de novo.


Quando a luz virou sombra,
a felicidade virou mágoa,
e o dia que era sol
fez noite dentro do meu peito.


Mas você chegou…
viu quem eu era antes da dor
e quem sou depois da escuridão.
Viu-me num quartinho,
feito um garotinho chorando, quebrado,
enquanto ao meu redor
era breu, tempestade e trovão.


Você não teve medo,
lutou contra meus próprios sentimentos,
gritou meu nome no meio do caos.
Olhei pra trás
e vi a tempestade
e a solidão daquele quarto.
Não saí do lugar.


Mas você se aproximou.
Me abraçou.
E tudo o que em mim estava morto
floresceu de novo.
Ficaram apenas as cicatrizes —
pois o seu abraço me curou,
me conectou de um jeito que palavras não alcançam.

Semente do Amor


Nos teus braços, encontro o universo inteiro,
como a terra que recebe a semente,
teu ventre, jardim que floresce silencioso,
onde o tempo se curva em paciência e ternura.


Teu olhar é farol que guia almas pequenas,
rios de cuidado que correm sem cessar,
e cada suspiro teu é vento suave
que embala sonhos ainda por nascer.


Ser mãe é tecer estrelas no escuro,
é transformar lágrimas em rios de esperança,
é dar vida ao infinito em cada gesto,
e carregar o mundo inteiro dentro de um abraço.

Amor que rejeitaste



Carrego comigo este amor que rejeitaste,
Desde o instante em que partiste,
Deixando um vazio profundo
E o silêncio onde antes éramos nós.


Preservei cada sentimento sincero e puro,
Amei-te sem medidas, sem reservas,
Enquanto tu, impassível, deixaste escapar tudo.


E ainda assim, mesmo quebrado e sozinho,
Meu coração insiste em te buscar
Entre memórias sussurrantes
E sonhos que o tempo quase apagou.

Lareira


Teu amor é lareira acesa
no centro do meu inverno,
chama que conversa com
a noite e não pede permissão,
me aquece por dentro enquanto
o mundo neva por fora,
e até minhas cicatrizes aprendem
a descansar no teu calor.


Quando te aproximo,
o tempo vira lenha estalando lento,
os silêncios ganham cor,
os medos derretem sem pressa,
teus olhos são brasas que
sabem meu nome,
e meu coração, casa antiga,
volta a ter fogo no chão.


Se um dia tudo esfriar,
sei onde voltar as mãos:
no abrigo do teu peito,
feito lareira eterna,
onde o amor não ilumina
só o quarto
— ilumina o que em mim
quase virou cinza.

Cantarei o teu amor


Cantarei o teu amor
como quem descobre
o sol depois da mais longa noite,
como quem encontra no deserto
uma fonte escondida sob
a areia do medo.
Teu nome é primavera em minha boca, é brisa que desperta jardins adormecidos no peito que
já se dizia inverno.


Cantarei o teu amor
como o mar insiste em beijar a areia,
mesmo sabendo que a maré o afastará outra vez.
Teu olhar é farol em minhas tempestades,
é bússola apontando para casa
quando me perco em mim mesmo.
Em teus braços, até o silêncio floresce.


Cantarei o teu amor
enquanto houver céu
para sustentar estrelas
e vento para carregar promessas.
Se a vida for estrada de pedras,
farei de cada passo um verso teu.
Porque amar-te é transformar cicatrizes em asas
e aprender a voar
dentro do impossível.

Lembrança de um amor antigo


Guardo teu nome como
quem guarda uma carta
dobrada no bolso do tempo,
amarelada, mas intacta,
com cheiro de ontem e
promessas não ditas.


Teu riso ainda atravessa minhas noites, feito luz que insiste em janelas fechadas; foi pouco tempo, eu sei, mas alguns instantes
nascem eternos.


Aprendi teu corpo como quem aprende um caminho
sem mapa, só intuição e medo;
erramos muito, amamos torto,
e mesmo assim foi amor
— do mais verdadeiro.


Hoje sigo em frente, mas levo contigo uma saudade que não pede volta nem perdão; é só memória serena, lembrança viva de um amor antigo.

Beija-me com teus beijos de amor,
como quem ensina o coração a respirar,
demora teus lábios no meu silêncio
até que toda ausência aprenda a ficar.


Beija-me com teus beijos de amor,
e que o mundo pause no meio do gesto,
que nossas dores se esqueçam do nome
e virem abrigo no calor do teu peito.


Beija-me com teus beijos de amor,
não como promessa, mas como verdade,
pois quando tua boca encontra a minha
até o tempo se rende à eternidade.