Textos de Decepção Amorosa
"E eu sempre achei que, a felicidade, à mim, nunca sorriria.
Mas ali estava ela, nos lábios dela, a felicidade eu via.
Ela me sorrira.
Não sei se, era ela ou minha felicidade que, eu vira.
Naquele momento, ambas se unira.
Eu sorria.
Pois minha felicidade, eu via.
Minha felicidade me olhava com olhos perdidos em alegria.
Queimava minh'alma, com um misto de desejo e malícia.
Quando em meus braços, minha felicidade aguerrida, de muitas decepções, sofrida.
Dos meus olhos e do meu aconchego, minha felicidade, partira.
E partira também, um coração que, já fora uma tarde quente e hoje é uma noite fria.
Não existe felicidade, da minha felicidade, a despedida.
Pode ser que, em meio as ilusões, mentiras e despedidas, a felicidade, à mim, nunca sorrira..."
"Lembra-me amanhã, de te esquecer.
Lembra-me pela manhã, de para sempre, despedir-me de você.
Lembra-me, de pensar mais em mim, que em você.
Eu tô sempre esquecendo-lhe, mas é meu coração, que me lembra de você.
Ingrato que é, ele deixaria de bater por mim para bater por você.
Parvo que sou, procuro razão na emoção e cadê?
Me pergunto, aonde vai você?
Lá fora é só tristeza e solidão, só você não quer ver.
A felicidade veio até você.
Mas dela, você se despediu, até tentou esquecer.
Ela tentou afagar-lhe os cabelos, ser a calma do teu ser.
É difícil, em tudo isso crer.
Mas acredite, sua felicidade sou eu e minha tristeza é você.
Sua razão sou eu, minha emoção é você.
Em meio à um léxico tão vasto, eu me esqueço o que deveria dizer.
Perdoe a minha memória fraca, só tenho mais um pedido à fazer.
Amada minha, por favor, lembra-me amanhã, de te esquecer..."
"O meu dom é descobrir.
O seu dom é fingir.
Lembro-me das coisas que vi.
Penso no tanto que eu te quis.
Tortura-me os sentimentos que senti.
Nesse nosso faz de conta, você fez de conta que eu nunca existi.
Nesse ofurô de paixão, minh'alma eu despi.
Banhei-me nas suas promessas que, das minhas decepções, eram só mais um adir.
Suas palavras secas foram-me águas de um salgado rio que, já não está mais à fluir.
Até tentei fazer estar tudo bem, mas meu dom não é fingir.
O meu dom é descobrir.
Aquele que um dia lhe jurou amor, já não mais reside aqui..."
"Meu coração está despedaçado, então, cada uma pegue um pedaço e faça o que quiser.
O que posso fazer com a paixão, quando o meu bem-querer, malmequer.
É amargo o amor, ardente a paixão e doce é o perfume de mulher.
Sei o que sou, não sei o que ela é.
Não tem solução, já não tem mais volta, ateu acerca dela, abandono agora a minha fé.
Pelas veredas da solidão, viajo a pé.
Com o coração despedaçado, recolho o que sobra, distribuo migalhas à ralé.
Das que me amaram, pegue os pedaços, e façam o que quiser..." - EDSON, Wikney
"Me afasto, mas espero te ver ao longe, de novo.
Mais um sorriso tímido, um aperto de mão, um olhar bobo.
Imploro Cristo, preencha logo, meu coração, com algo novo.
Já que sobre os céus, em seus complexos planos, não nos planejou, um com o outro.
Não me disseram, que o amor, vem acompanhando com devaneios tolos.
Tristeza e desgosto.
Ela é como santa, eu, apenas um tolo.
Pecador, escravo do pecado, servo do próprio diabo, um louco.
Mas, vislumbrá-la, é o mais próximo que chegarei da salvação, o mais próximo que chegarei do paraíso; estou morto.
Vivo por vê-la; e por não tê-la, morto.
Quero salvá-la, por isso, me afasto, de bom grado, com gosto.
Mas espero, amor meu, te ver ao longe, de novo..."
"Às vezes, me pego de olhos fechados, em qualquer lugar, te imaginando.
Antes, eu o fazia para lembrar-lhe; hoje, o faço, para segurar o pranto.
Evitar que a lágrima role por minha face e regue o ódio, que traz o abandono.
Não me restara nada, eu sabia, não deveria ter me dado tanto.
Erro meu, por ter feito de ti, da minha vida, acanto.
'Ela me ama.': Dizia eu, tolo por demais, ledo engano.
Ainda sinto seu cheiro no vento, vejo seu rosto em cada face e ouço sua voz, em todo canto.
Até mesmo, em dos pássaros, o canto.
Talvez, o meu erro, tenha sido ser, demasiado franco.
Toda vez, que eu fazia você entender, que a minha existência residia em seu beijo, eu já previa o meu pranto.
Rogo pra esquecer-lhe, mas, me pego sempre, de olhos fechados, em qualquer lugar, te imaginando.
Tentando, em vão, segurar o pranto..."
"Fez frio essa noite, e a fantasia de ter você me aquecendo o corpo, me inflamando a alma, roubou-me o sono.
Eu quero o seu aconchego, clamo por seu amor, mas me pergunto: O seu coração tem dono?
Caso tiver; o que farei com o meu? Que já depus sobre os seus pés: Terei seu abandono?
Mal entrei no seu ringue de desilusão, um olhar foi nocaute, já estou na lona e ainda nem soou o gongo.
Tentar esquecer-lhe é tolice, pra que o whisky, se é o seu beijo, que me deixa tonto.
O perfume me inebria a mente e fico zonzo.
Fazer que não é paixão, é finjir-me de sonso.
És princesa, da beleza rainha, fazei de meu coração, vosso trono.
Acordo na madruga fria, ao léu, atônito.
Tento dormir novamente e não consigo, pois a fantasia de ter você me aquecendo o corpo, me inflamando a alma, roubou-me o sono..."
O tempo é meu martírio, meu inimigo, não aliado.
Conto as horas, conto os minutos, conto os segundos pra te ter ao meu lado.
Toda hora no meu relógio é tempo de tristeza e solidão.
Não sou senhor do tempo e muito menos senhor do meu coração.
Coração esse que sofre calado contando as horas querendo te ver.
Coração que já perdeu muitas horas, tentando em vão, te esquecer.
Tempo de tristeza, marca meu relógio, na hora da despedida.
Nem mesmo o tempo, inexorável, pode curar certas feridas.
Me acostumo com o tempo, relógio correndo e com as mazelas da vida.
Espero aqui fora, de qualquer forma, a nossa hora chegar.
Então percebo com o tempo que é mais fácil o tempo parar, do que, eu com o tempo, desperdiçando tempo, algum dia deixar de te amar...
"Te procurei por tanto tempo, em todos os lugares, em todos os olhares, sorrisos... quando desisti de procurar, de buscar, te encontrei, dentro de mim. Você ultrapassou barreiras do meu coração e o dilacerou sem piedade, foi quando tive certeza que não era apenas uma simples admiração... Eu já te amava sem nem saber o quanto... Por que tinha que ser você? Luciana Morais _ LM.
Esperava calmaria em minha solidão
Frente aos mares mais severos
Perante ira de um grande furacão
E da seca de meus prantos austeros
Vi a sombra do meu desespero
Com os olhos que ardem de paixão
E a chuva mais tórrida de janeiro
Que leva minhas lágrimas em vão
Misturei-me ao soneto que lhes trago
Como forma de manter-me em ilusão
De que a vida nos concede seu afago
A fim de dar sossego à minha aflição
Escrevo estas palavras tão simples
Como versos vindos de meu coração.
A noite nunca pareceu tão longa, mas a vontade do não amanhecer era a única coisa que ele queria. Hoje pode-se dizer que ele sofre e que a dor que ele sente não há remédio que possa curar. Ele está decepcionado com a algumas escolhas. Ele está triste com algumas situações. Ele está com raiva por algumas atitudes. Ele está melancólico pelo simples fato de ter acreditado.
Se possível não troquem olhares, não emita nem um som que possa desencadear o turbilhão de sentimentos que está corroendo seu coração nesse momento.
Eu sentir o desabafo dele nessa madrugada. Eu tentei contrapor com meus argumentos racionalistas, mas não pude deixar de me abater, quando com lágrimas nos olhos ele disse: " Não é sobre o não falar. Não é sobre o não querer, e apenas a sensação que se torna concreta que eu não faço parte da sua prioridade"
Ele grita por dentro. Ele está machucado. Ele está perdido.... E se você realmente sente o mínimo por ele, hoje não o procure de forma alguma.
Nesse momento percebo que estou entre a cruz e a espada. Estou entre a razão e o coração. Estou entre as duas coisas que me deixa interligado a vc. Eu me sinto entre o vazio da descoberta. Eu sinceramente não sei como apaziguar tudo que ele sente por você. A única coisa que posso realmente sentir... É sua insegurança por se sentir só mais uma vez, entre as centenas já vividas outroras.
P.s " DESCULPAS".
Você acorda um dia e promete viver tudo intensamente outra vez. Resolve passar a borracha em coisas que por muitas vezes foram jugadas inapagável. Então você se esforça. Sofre calada. Engole em seco e no final você sucumbi perto de quem permaneceu ao seu redor por achar que você estava pronta. Então o remédio é continuar sofrendo até o final? Não. Tem dores que só o tempo é capaz de curar e pular essa etapa pode ser tão perigoso quanto se jogar de um prédio de 40 andares, porque a diferença será causada apenas pela velocidade do impacto e nada mais.
Então tem dias que você acorda indisposta, e a única vontade que habita em seu coração é a de permanecer aprisionada no escuro daquele quarto. Algo angustiante. Triste. Solitário e Preocupante... As lembranças te fazem chorar outra vez e cada lagrima derrama parece transparecer todo sofrimento escondido dos olhos de quem está ao seu redor. Você passa mão sobre o rosto e conforma seu coração com a vontade interna de fugir de tudo aquilo. Esse é o gatilho para pular para a outra fase... Você aprende que mentir machuca. Esconder machucar. Trair machuca. Amar machuca. Deixar Machuca... Tudo vira lição e assim você se sente finalmente preparada para seguir e errar outra vez caso seja preciso.
O poder do se!
Se, tudo que se pode se.
Nada mais além do teu merecer
Se, tudo que se pode se.
Em alguns momentos pode acontecer.
Se, tudo que se pode se.
For o motivo para o teu desistir.
Se, tudo que se pode se.
Às vezes, é melhor nem insistir.
Se, tudo que se pode se.
Seja a válvula de escape para teu acordar.
Se, tudo que se pode se.
Não condenas a tua alma por continuar a sonhar.
Se, tudo que se pode se.
Uma interjeição de dúvida para quem acredita.
Se, tudo que se pode se.
Quem é humano, se tudo que se pode se, faz parte da tua vida.
Como se explica o que não pode ser visto, apenas sentido? Essa pergunta desencadeia uma enorme dúvida em nosso coração, pois a ânsia de provar algo inimaginável consumido pelo absorto construído no interior do nosso corpo parece corroer todos os nossos órgãos lentamente, trazendo átona uma angustia que não pode ser transmitida apenas com palavras, mas talvez com gestos que nem sempre serão notados pelo simples fato de sua dor não possuir a proporção adequada para fazer com que o outro consiga senti-la na mesma intensidade que você. Então, como se explica o que não pode ser visto, apenas sentido?
Hoje, tenho mais facilidade de perceber o imperceptível, pois encontrei em mim tudo que buscava encontrar no outro, e quando assumo que sou falho, percebo que sou humano e que preciso me reinventar todos os dias para conseguir absorver a dor que dilacera o coração daquele que grita por socorro, mesmo que em silêncio... Desculpa.
Efeitos colaterais
Sonhei em esculpir
Seus traços em carrara
Para eternizar toda a
Minha imensa admiração.
Imaginei-me Bethoven
Por uns instantes
Para compor com suas nuances
A maior das sinfonias.
E tudo isso meio tardio
Eu confesso e reconheço
Pois já nem nos falamos mais
Nem nos olhamos mais.
Estou em luto
E quem faleceu fora eu
Não me vejo mais em teus olhos
E todo encanto se encerrou.
O que me restaram fora a esperança
E a pena para escrever estes tristes versos
Totalmente sem métrica e sem nexo
Efeitos colaterais da falta que sinto de você.
É foda gostar de alguém, pelo menos pra mim.
Eu não consigo ficar sem falar com a pessoa e quero ver ela todos os finais de semana. Quero saber como foi seu dia e tudo mais, e não apenas gostar e deixar de lado. Não adianta, não consigo ser assim. Nunca a outra pessoa da valor nisso e quando dá, não demostra. É ai que complica!
Para onde levou o sol?
Eu não sei mais Maria, o que fazer com estes dias que passam, mas nunca amanhecem.
É que eu estou sobrevivendo, mas não sinto mais intensidade e vitalidade, não sinto as gotas da chuva, e o sol para onde levou o sol?
Não me admiram, nem arrepiam-me mais as canções, tão débil parece o cheiro das flores agora, tão inconsistente o chão.
Seu corpo está distante do meu, abstenho-me então involuntariamente de amar qualquer coisa.
Perdi o juízo e as funções motoras, perdi a cabeça e a memória, não sei mais se seu nome é Maria ou felicidade, não sei mais o que fazer com esta saudade.
Meu gato, Meu amigo
Seu pequeno e frágil corpo, tão grande pra mim
o carinho dos seus olhos me faziam sorrir
no meu colo o seu sono explanava amor
eu deitava e você vinha pro meu cobertor.
Te achei naquele dia tão vazio
na estrada, entre as águas te peguei naquele frio
esqueci os meus deveres por você
comecei a te amar sem mesmo te conhecer.
Porque esse amor escrito no papel
se acabou, chorei, te levaram pro céu
virou uma estrela, brilhe para nós
queria te ver, te amo amigo, meu pequeno herói.
Diferente dos demais,
evito olhar para trás.
Não sou de contar histórias,
pois todo erro é um aprendizado,
e não preciso relembrar o passado.
Diferente dos demais,
não olho para trás,
pois tenho um olhar flexível,
e cada dia é outro nível.
Diferente dos demais,
curto olhar para frente,
esperando sempre algo diferente.
Diferente dos demais,
não olhe para trás,
pois tudo tem um fim,
feliz ou triste,
mas ele existe...
Silêncio.
Desculpe-me ficar calado
foi minha decisão.
Por isso padeço
Minha escuridão.
Desculpe-me
Poderia te falar.
Mas foi minha
Decisão se calar.
Isso dói de montão.
Por isso padeço na
Minha grande escuridão.
Até isso finalizar.
Minha alma sem
Paz vai ficar.
Até no caixão eu
Me enterrar.
Ninguém terá a
Paz para me apresentar.
Quando vejo você.
Não sei oque dizer.
Quando eu escuto
O seu falar.
Não Sei oque
Pensar.
Só me resta
Te admirar.
Quando Eu brigo com
Os Meus pensamentos.
O teu sorriso
É o meu alento.
A você eu queria
Me declarar.
Mas resolvi
Me calar.
Meu tormento é grande.
Acho que vou
Me banhar no sangue.
De uma faca cortante.
Para ver se acaba
Esse desespero.
Que se transformou
Em pesadelo.
Nego que te amo
Até o fim.
Não queria que tudo
Fosse assim.
Mas essa foi
Minha escolha.
Vou apagar da
Minha memória.
Com o suicídio
Da minha história.
Esse belo sentimento.
Agora é meu tormento.
Essa bela fantasia.
Agora é uma
Triste melodia.
Essa foi minha decisão.
Por isso padeço na minha
Infinita escuridão.
