Textos de Conforto

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A ignorância não é apenas uma falha de conhecimento; muitas vezes é uma escolha de conforto.
A mente obtusa não busca o que é certo — busca apenas confirmar a própria ilusão na qual já decidiu acreditar.


Muitos preferem a sombra confortável da caverna a encarar a luz intensa da realidade.
Sair da caverna exige coragem — não apenas para ver o mundo, mas para encarar a própria ilusão.


O problema não é a ausência de provas, mas a recusa deliberada em entendê-las.

Ser multifacetado nunca foi escolha de conforto, foi necessidade de sobrevivência. Na vida aprendi a fazer de tudo um pouco, não por vaidade, mas porque quem me salvou muitas vezes foi o meu próprio trabalho. Enquanto muitos desistiam ou se escondiam das dificuldades, eu encontrei no fazer, no aprender e no construir o caminho para continuar de pé.


O trabalho sempre foi minha força. Foi nele que encontrei disciplina, respeito e identidade. Cada serviço, cada desafio, cada responsabilidade que passou pelas minhas mãos ajudou a moldar quem eu sou hoje.


Se antes o medo batia à porta, hoje aprendi a encará-lo de frente. Hoje faço o medo ter medo de mim. Não pela força bruta, mas pela constância, pela coragem de continuar e pela certeza de que quem trabalha com verdade constrói o próprio respeito.


Ser presença, para mim, é isso: chegar, assumir a responsabilidade e entregar o melhor. Porque no final das contas, cada trabalho que realizo carrega algo que não pode ser copiado minha assinatura, fazer bem feito, com respeito e excelência.


Só bora ....


By Evans Araújo

“Quando a consciência abandona o conforto das certezas e ousa habitar o território das perguntas profundas, o pensamento deixa de ser reflexo do mundo e passa a ser força criadora dele. É nesse instante — raro e silencioso — que enxergamos não apenas o que é, mas o que pode vir a ser, e assumimos, enfim, a responsabilidade de existir com lucidez.”

Por Roberto Ikeda

Arranca-me todos os pensamentos
prefiro ilusões,fantasias e alentos.
O conforto de não saber
do que beber
essa realidade inquietante.

A verdade... é um instante,
algo que não quero ver.
Deixe-me na cegueira
de minha vida feliz,
tranquila e corriqueira.

Sonhos e esperanças
são a pele que visto
e dão asas para sobreviver
as intempéries do imprevisto.

Luísa

​A ARTE DE SOLTAR AS ÂNCORAS
(​Entre o conforto da companhia e a liberdade do ser)

​Observei, olhando para o horizonte, o sol ao longe e pensei na lua. Mesmo distantes, nunca se encontram. Foi então que veio esta reflexão: como a presença do outro, aos poucos, pode nos fazer desaprender a caminhar lado a lado, sem perder o próprio eixo?
​Ser independente é garantir que, caso todos os outros partam — seja vínculo familiar ou não —, teremos a nós mesmos. Isso quer dizer que devemos ser livres e não depender de ninguém. Às vezes, essa dependência surge porque o outro facilita nossa vida e nós nos acomodamos. Passamos a nos aproximar, ou nos deixar aproximar, por essa escolha — ou melhor, por esse comodismo de estar sem agir.
​Essa conexão inconscientemente passa a ser: "por favor, me preencha, mas saiba que sou completo; caminhar ao seu lado me dá segurança, mas sei que um dia terei que me libertar". Porque, no fim das contas, nascer e morrer só nos lembra que somos essências únicas e responsáveis pela nossa caminhada. Afinal, a liberdade reside em saber soltar o que prende e permitir que flua, com leveza, tudo o que a vida nos entrega.

​Lu Lena / 2026

⁠Não tenha medo de assumir riscos e desafios. Permita-se sair da sua zona de conforto e explorar novas possibilidades. Confie em suas habilidades e acredite em seu potencial. É natural enfrentar obstáculos e encontrar dificuldades ao longo do caminho, mas lembre-se de que você é capaz de superá-los.

- Edna Andrade

Pessoa de conforto

Não fala, ouve, age.
Olha, sem julgar,
Acolhe em ações.
Escuta para entender.
Observa de longe,
Memoriza os detalhes.
Devolve nas minúcias,
Protege, mesmo distante.
Mesmo sem palavras,
O olhar é o abraço,
O lembrar é o carinho.
Apesar da partida,
Sua presença fica,
Boas lembranças retidas,
O conforto predomina
Na ciência que a outros
Também será distribuída.

Uma palavra de conforto. O profeta Elias surgiu como um fogo, e sua palavra queimava como uma tocha. Fez vir a fome sobre eles
e, no seu zelo, reduziu-os a pouca gente. Pela palavra do Senhor fechou o céu e de lá fez cair fogo por três vezes. Ó Elias, como te tornaste glorioso por teus prodígios! Quem poderia gloriar-se de ser semelhante a ti? Tu, que levantaste um homem da morte e dos abismos, pela palavra do Senhor; tu, que precipitaste reis na ruína e fizeste cair do leito homens ilustres; tu, que ouvistes censuras no Sinai e decretos de vingança no Horeb. Tu ungiste reis, para tirar vingança, e profetas, para te sucederem; tu foste arrebatado num turbilhão de fogo, um carro de cavalos também de fogo, tu, nas ameaças para os tempos futuros, foste designado para acalmar

Que todos os meus amigos sejam como o sol depois da chuva —
trazendo alegria e conforto ao meu coração.
E que, se um dia eles se forem,
eu possa ser grato pelos bons momentos
e pelas pequenas coisas
que, no fim, sempre se tornam as mais importantes.
Que um dia eu tenha a certeza
de que as amizades mais sinceras
são as que mais nos transformam,
e que aqueles que são temporários
são justamente os que mais deixam saudade.
Sou grato pelos bons, velhos e rabugentos amigos da vida —
aqueles que ficam, mesmo quando o tempo muda.

Como a Chuva ao Amanhecer
O conforto... O amor...
Onde, no fundo do seu coração, pude escutar as súplicas,
Implorando por alguém que a fizesse voltar a amar.


Será...
Que serei útil?
Que serei capaz de te dar o amor de que tanto necessitas?


As estrelas desenham destinos complexos,
De tão difícil compreensão...
E, ao tentar compreendê-la ao longo de todos estes anos,
Eu me pergunto: serei eu o amor que você tanto busca?


Ou serei apenas como a chuva que cai em meio aos trovões...
E que, quando as nuvens cinzentas se desfazem ao amanhecer,
Desaparece silenciosa, indo embora junto a elas?

CEMITÉRIO DOS VIVOS

Abster- se do conforto da sala
Faz- se necessário.
Correr no corredor
Torto,
Da sauna gelada e sombria.
Regozijar- se com a frieza de uma mente vagante.
Na estranheza de um pensamento errante.
No diálogo provido da desfaçatez, e/ ou talvez,
Deleitar- se com a solidão paisagística
Do cinza.
De modo que sobrevivência emocional prevaleça.
Assim;
o bem- estar apetece.

130226

Alquimia: o surgimento das algemas douradas

É fato; o conforto requer esforço, privações e sacrifícios. Mas qual é o limite tolerável a um ser humano, que permita que o mesmo tenha qualidade de vida?
Quando criança, era comum ouvir a frase;" O trabalho dignifica o homem". Era notável a alegria( quimera ) das pessoas ao se glorificarem por serem livres da escravidão.
Hoje, no mundo contemporâneo não é diferente!
Continuamos em devaneio. Não somos um país independente, não somos livres da escravidão. As pessoas vendem seus conhecimentos. Trocam a mão de obra, barata/ e ou qualificada por dinheiro.
O indivíduo pode até não ser escravo de ninguém, mas é servo de si mesmo. Toda pessoa que vê na profissão, a única forma de viver com dignidade, continua na escravidão. O dinheiro prende as pessoas com as benfeitorias que ele promove. As algemas não são mais as mesmas! Não são mais de ferro nem de aço. Elas são douradas!

260526

⁠É muito fácil vender Bravura de Leão enquanto se goza das prerrogativas e do conforto que o poder financeiro proporciona.


Há quem diga o que lhe dá na teia para vender coragem só por gozar de privilégios…


Sob a sombra dessas garantias, o rugido soa alto, firme, quase convincente — mas não passa, muitas vezes, de um eco bem ensaiado em terreno seguro.


O problema não está apenas na encenação da coragem, mas no contraste brutal quando as circunstâncias mudam.


Porque o verdadeiro teste da bravura não acontece quando se tem a caneta que assina destinos ao alcance das mãos, nem quando os riscos são amortecidos por privilégios.


Ele se revela justamente na ausência dessas muletas — quando o silêncio pesa, quando a vulnerabilidade se impõe, quando não há plateia para aplaudir.


É aí que surge o trágico calote da performance: aqueles que se acostumaram a performar força descobrem, tarde demais, que não sabem sustentar leveza.


Tentam, então, entregar a meiguice de um ursinho de pelúcia, mas sem nunca terem aprendido o que há de genuíno nela.


Porque a doçura verdadeira não nasce da falta de poder — nasce do domínio sobre ele.


No fundo, o que se expõe não é apenas a incoerência, mas uma espécie de dependência: há quem só saiba ser grande quando tudo ao redor já o coloca acima dos outros.


E quando esse cenário se desfaz, resta apenas o desconforto de encarar a própria dimensão real — sem metáforas, sem encenações, sem privilégios para sustentar a doce ilusão.


Talvez a coragem mais rara não seja a do leão que ruge protegido, mas a de quem consegue ser íntegro quando já não há nada que o proteja — nem mesmo a própria imagem.

⁠Para os que gozam do conforto gélido das arquibancadas, os que sangram na zona quente das arenas às vezes fracassam.


E talvez seja justamente esse fracasso que os diferencie.


Da arquibancada, a visão é mais ampla, segura e limpa.


Os erros parecem óbvios, as decisões parecem simples e os riscos parecem muito menores do que realmente são.


Quem só observa, muito raramente sente o peso da escolha, a vertigem da incerteza ou o custo de colocar a própria pele em jogo.


Já na zona quente das arenas, tudo é diferente.


O calor da disputa distorce certezas.


O medo divide espaço com a coragem.


A dúvida caminha lado a lado com a convicção.


E, por mais preparado que alguém esteja ou pareça, existe sempre a enorme possibilidade de cair.


Mas há uma verdade que a distância costuma esconder: fracassar tentando não é equivalente a jamais ter tentado.


Os que entram na arena carregam marcas que os espectadores não conhecem.


São cicatrizes de sonhos contrariados, de planos interrompidos, de esforços que não produziram os frutos esperados.


Ainda assim, cada uma dessas marcas testemunha algo valioso: houve entrega.


Houve movimento, houve vida acontecendo.


O mundo costuma celebrar os vencedores sem deixar de amplificar a voz dos críticos.


Porém, entre o aplauso e a crítica, existe um espaço silencioso onde amadurecem as pessoas que ousaram agir.


É nesse lugar que se aprende humildade sem submissão, resiliência sem endurecimento e coragem sem arrogância.


Talvez o fracasso mais triste não seja o de quem caiu lutando, mas o de quem passou a vida inteira protegido pelo frio da arquibancada, acumulando opiniões sobre batalhas que nunca teve coragem de enfrentar.


Porque, no fim, a arena cobra muito caro.


Ela exige esforço, invulnerabilidade e persistência.


Mas oferece algo que nenhuma arquibancada pode entregar: a possibilidade de descobrir quem somos quando as certezas acabam e apenas a coragem permanece.


Às vezes, os corredores hospitalares são os labirintos que conduzem à zona mais quente das arenas.

No conforto dos nossos lares ainda vagamos pelas correntes que carregamos a séculos.
A escravidão mental emocional e ogaritimos tida regras.
Ainda somos racistas e repressivos ,ingnorates, abusivos, filhos da opressão.
Se é gay tem ir para fogueira.
Se é religião pagão fogueira.
Se é bruxa descriminação fogueira sem exssão.
Se burro e alienados futuro da nação.
Queime os pensadores e ignore.
Pois eles são loucos ditadores da gramática fundamental da existência.

"No conforto dos nossos lares, ainda vagamos pelas correntes que carregamos há séculos: a escravidão mental, emocional e os algoritmos que ditam regras. Ainda somos racistas, repressivos, ignorantes e abusivos — legítimos filhos da opressão.
​Se é gay, tem que ir para a fogueira.
Se é de religião pagã, fogueira.
Se é bruxa, discriminação e fogueira, sem exceção.
​Mas se é burro e alienado, torna-se o 'futuro da nação'.
​Queimem os pensadores e ignorem-nos! Pois, para este sistema, eles são os loucos: os ditadores da gramática fundamental da existência."

Com a Seda de Sumaúma
acolchoar o seu conforto,
com o meu beijo de hortelã
colocar você nos braços
dos nossos íntimos sonhos
nem frios e nem mornos.


Até o momento do abandono
para zelar com amor o sono,
e fazer o mesmo para estar
de pé antes de despertar.


Para quando o acordar vir,
seja faceiro e risonho
e plenos nos encontrar
no café-da-manhã pronto.

Paz Cristalina

Oh branca luz cristalina,
Es o conforto para este povo
Farto de inertes dores
Almejando outras cores

Cores...
Sem menor importancia
As mais frias das cores frias
Que ignoram a ignorancia
Na alegria presente que se faz
Iluminando minha andanca
Com a eterna chama da paz
Sem a menor lembranca

Lembranca...
Da paz que se planta,
E do amor que encanta
O perpetuo olhar de esperanca!

Da minha obra "Lembrancas"

Desejo um dia maravilhoso com muita paz a todos filhos dessa Bela Patria.

Fopenze Nhacafula

Inserida por fopenze

A mais linda das Luas

Em uma noite estrelada de verão, estava eu deitado sob o conforto aconchegante da grama em frente a minha casa, observando aquelas magníficas crostas gigantescas na Lua que me refletia seus brilhosos e luminosos raios vindos do sol, eu estava conversando com a lua, falando de você meu anjo, imaginando você ali junto de mim.
Quando mais ao sudoeste avisto o Cruzeiro do Sul, e de repente quando olho pra lua novamente ela não está mais ali. E como num passe de mágica o seu sorriso passou a brilhar no céu. Pensei ser coisa da minha cabeça, mas não, a imagem era tão nítida. Confesso que o céu ficou muito mais bonito com o seu sorriso lá.

Porem de repente estava só eu e você lá, não tinha mais a lua. Você me olhando a sorrir e eu louco pra te beijar, e continuei conversando, mas agora não era com a lua e sim com a minha amada.
Eu falei: - Você tem um rosto magnífico amor! Quem dera eu poder beijá-la!
Nisso em meio a nuvens que vagavam no céu estrelado uma voz confortante eu ouço vinda de um lugar inimaginável:
VOZ: - Vejo que tens muito amor em seu coração!
Eu: - Nossa! Quem falou isso? Quem é você?
VOZ: - Sou o teu criador, e estou aqui pra ajudar-lhe.
Eu: - Que honra falar com você, sabe Deus, eu amo essa garota que hoje seu sorriso brilha no céu, mas não sei como beijá-la, ela está muito distante de mim.
DEUS: - É isso que realmente deseja?
Eu: - Sim!
Quando respondi que sim, de imediato vi meu raios ultravioleta indo a distâncias imensas, percebi que eu era o sol, e brilhei o mais forte que pude para que a minha amada notasse a minha presença.
Então Deus fez o mais demorado dos eclipses, onde eu beijei aquele lindo rosto que pra mim sorria no céu, um beijo incapaz de descrever...
Logo após o beijo acordei com a claridade do sol na minha cara, sua forma de me dizer bom dia, então vi que tudo não passou de um sonho, mas jamais esqueci aquele beijo tão real pra mim.
Na noite seguinte, me sentei na varanda, olhei pro céu, mas já não acho a lua tão linda assim quanto o seu sorriso.

Inserida por zinngre

Dia da Mulher

EU TE ODIEO
QUANDO ME EXPULSAS DO ÚTERO
PRIVANDO-ME DO CONFORTO AO QUAL ME ACOSTUMASTE

EU TE AMO
QUANDO JÁ NO PRIMEIRO GRITO DE DESESPERO,
ME TOMAS NOS BRAÇOS E, NO NOSSO PRIMEIRO ENCONTRO,
NESSE TEU MUNDO TÃO ESTRANHO PARA MIM,
CALAS MEU CHORO

TE ODEIO
QUANDO NAS TUAS CRISES, CHORAS SEM DIZER PORQUE
E ME VEJO IMPOTENTE PERANTE TEUS INDOMÁVEIS E INESPERADOS
IMPULSOS HORMONAIS

TE AMO
QUANDO POR AMOR MOSTRAS QUE ÉS FIEL À TUA CRIA E,
MESMO DESAPONTADA, MAGOADA E DECEPCIONADA,
PERDOAS, ACOLHES E ÉS MÃE

TE ODEIO
PORQUE FAZES COISAS, PARA MIM, DESNECESSÁRIAS,
MAS QUE, POR SE TRATAR DE VOCÊ,
ACABAM SENDO PERFEITAMENTE COMPREENSÍVEIS

AGORA,
POR TUAS LUTAS E RENÚNCIAS,
CHOROS E GARGALHADAS,
TAPAS E AFAGOS,
FRAGILIDADE E FORTALEZA,
DE QUEM, CERTAMENTE, TODA ESSA AMBIGUIDADE
É DE SE ESPERAR,
EU TE ADMIRO, TE RESPEITO E,
ME RENDO A TÃO SUBLIME SER.
MULHER,
HOJE, COMO TODOS OS DIAS, TAMBÉM É TEU DIA.
VIVA-O EM SUA PLENITUDE!

Inserida por zecanobrega