Textos de Beleza

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⁠Beleza Natural

Cada um tem sua beleza própria
Cada um tem seu próprio estilo
Cada um se expressa como se sente
Todos nós somos perfeitos mesmo sendo estranhos para outros
Não nascemos para ser iguais
Uns nascem com a beleza externa
Outros têm beleza interior
E outros têm seu brilho próprio
Não necessitam de outros para brilhar

A beleza natural é a mais pura
A beleza natural é a mais rara
A beleza natural é a mais bela
A beleza natural é a mais sincera
Não se esconde atrás de máscaras
Não se deixa levar por padrões
Não se preocupa com julgamentos
Não se limita por medos

A beleza natural é a que vem de dentro
A beleza natural é a que transborda
A beleza natural é a que contagia
A beleza natural é a que ilumina
Seja você mesmo e mostre a sua
Seja você mesmo e valorize a sua
Seja você mesmo e celebre a sua
Seja você mesmo e espalhe a sua

" Espero que dê tempo
de novamente olhar em teus olhos
e viajar na beleza que existe no teu olhar
espero que dê tempo,
para podermos andar de mãos dadas
e sorrirmos sorrisos bobos
simplesmente tomando um sorvete
ou falando coisas sem sentido
espero que dê tempo
de trocarmos os mais deliciosos e desejados beijos
e muitos, muitos gestos de amor
espero que dê tempo
de tentarmos novamente outra vez...

⁠A beleza que me agrada:
Gente que tem a alma bonita.
Que trás a doçura no olhar.
E no coração, bons sentimentos.
E quando me olha, vê o que sou, e apesar das minhas misérias, enxerga nelas minha grandeza.
Essas faço questão de ter por perto.
Pois essas tem o amor visível na essência.
E o bem estampado nos gestos e nas palavras.

Carne


Um homem
é o que sobra
quando tudo que ele inventou
cai.
Nu
e não tem beleza nisso.
Tem falha.
Tem medo.
Tem coisa mal resolvida
latejando por dentro.
Na soleira
ele trava.
Porque entrar exige verdade.
E fugir…
já não dá mais.
O corpo sabe.
A consciência pesa.
Não tem pra onde olhar.
E ali, parado,
sem saída limpa,
ele vê:
não é forte,
não é inteiro,
não é nada do que contou.
É só aquilo
que nunca teve coragem
de encarar.
E isso…
fica.

O tempo é um escultor que usa a dor como cinzel para esculpir em nós uma beleza que a superfície desconhece, uma luz que só emana de quem já foi moído pelas engrenagens do destino e se reconstruiu com o ouro da experiência. A vida não nos deve nada, e é nessa falta de garantias que encontramos a nossa maior liberdade. No fim, o que resta não é o que acumulamos, mas a forma como permitimos que a existência nos atravessasse, transformando o nosso barro em estrela.


- Tiago Scheimann

Depoimento de um verdadeiro Sulista!




Há uma beleza no simples costume do campo, onde encilhar bem um cavalo e seguir ao trote parece ensinar que a vida exige firmeza, coragem e alma forte. Existe verdade no cheiro da costela de novilha pingando graxa no fogo grande de angico, no olhar do ginete preparando a tropilha e na lida bonita de quem honra o próprio ofício. O Sul velho carrega costumes que nunca se perdem: o chimarrão amargo bem cevado, o ponteio do pinho numa tarde de garoa e o homem campeiro que segue firme, mesmo quando a lida é bruta. Cada passo sobre o lombo de um cavalo conta a história de homens de alma rude, que aprenderam a pedir que Deus ajude sem abandonar a própria caminhada. E talvez seja exatamente isso que torna essa terra tão forte e verdadeira: a simplicidade de quem vive solto das patas, enfrentando o tempo com humildade, coragem e coração Sulista.


- Tiago Scheimann

Beleza Morena


Beleza morena, de encanto raro,
como o brilho suave do entardecer,
carrega na alma a delicadeza das flores
e a serenidade que faz o coração aquecer.


Há suavidade em cada gesto teu,
como a brisa leve que toca o mar,
e uma gentileza tão bonita
que faz qualquer tristeza se afastar.


Teu carisma chega sem pedir licença,
ilumina ambientes, desperta sorrisos,
transforma momentos simples
em lembranças cheias de sentido.


Teu rosto parece desenhado pela poesia,
harmonia perfeita em cada expressão,
espelho de uma beleza que vai além da aparência e encontra morada no coração.


E tuas pernas, elegantes como caminhos,
carregam a graça do teu caminhar,
com a leveza de quem segue pela vida
espalhando beleza por onde passar.


Morena, tua presença é como um verso bonito, daqueles que a gente gosta de guardar. Mistura de charme, ternura e luz,
um encanto impossível de não admirar.

Quem é Esse?
Quem é esse
que conhece a tempestade do meu ser
e ainda assim vê beleza
em mim, toda quebrada,
cheia de falhas e imperfeições?
Quem é esse
que acalma o meu interior
e me envolve numa paz
que excede todo entendimento?
É Ele quem me conduz
pelos percalços da vida,
mesmo quando o medo grita
e as ondas se levantam.
Ele está no meu barquinho…
e mesmo quando parece silêncio,
basta eu confiar.
Dono de tudo —
da ciência, do céu, da terra e das águas,
Ele vê o profundo,
conhece cada pensamento meu,
cada parte que escondo
e cada parte que sou.
E ainda assim…
me chama de filha.
Esse é Jesus —
presença que não abandona,


amor que não desiste,
paz que me sustenta.
Helaine Machado

[...] Se da beleza, altruísmo ou prudência viessem minhas conquistas o mérito seria da minha vaidade, bondade ou disciplina. Se mesmo no ápice da minha imperfeição ainda sou como a luz que não faz barulho, mas desfaz qualquer abismo o mérito é apenas daquilo que realmente sou. (...)"
​— Cicero Faustino

⁠Exuberante rosa vermelha,
Que me encanta!
Que encanto!
Que beleza!
Belíssima sem igual,
Perfeição em cada detalhe,
Pétalas cintilantes e macias
que num simples olhar contagia
de querer no meu jardim
Uma rosa assim
Vermelha igual rubi
Não é pedra preciosa
Mas é linda e formosa
Que Encanta qualquer jardim!

Tua beleza cala-me e intensifico minha admiração pela sua linda forma que reluz diante de meus olhos.
Estreito-me para adequar-me ao seu querer e conforta-lhe com palavras de precisão.
Porem meus versos lhe completam e fixa-se em teus pensamentos minha imagem que tanto lhe faz bem.
Movo montanhas lhe trago o céu para provar-lhe á intensidade de meu amor.

No crepúsculo de sua beleza intensifico meus carinhos em versos verdadeiros que transpõe o ciclo da vida.
E na escuridão do meu mundo descubro a sinceridade de um coração profundo e harmonioso.
Transcendente á toda ilusão que me cerca em manifestação a falta de coragem e bom censo.
Sou real as minhas verdades que não se tornam invenções aos olhos alheio e minhas palavras têm profundidades em adentrar no mais fundo coração.

Rainha venha ver o sol que exala beleza dos Deuses e admirar o amanhecer que encanta e convence;
O vento deu princípios aos pensamentos tendo ou não coragem de admitir as leis do coração;
Disparo contra o destino sendo forte com as magoas que me restam sem direção que me faça me mostrar com imensas inspirações;
Pois não agrado a todos para repetir meu passado distorcido, mesmo que minhas noites sejam de lutas e sendo julgado sem motivos e razão as idéias nunca corresponderam os fatos que sucedem;

⁠Jeito de boneca, lábios carnudos, pele rosada... A sua beleza é um absurdo!
Acho eu, que posso me apaixonar
Sou facinho de conquistar

Vai depender de quão cheio está o seu coração
Para que eu possa me candidatar;

Eu não te prometo nada, além do meu amor
Do quero entrar em seu coração... Me dá licença, por favor?

Beleza que Reflete Serenidade e a Poesia que sai do seu Reflexo

Numa fotografia, vi atenciosamente uma beleza estática dentro de uma cena entusiasmante — a expressão de uma poesia sem palavras. A janela estava aberta e a serenidade se sentiu convidada e, como sempre, ela foi muito bem recebida e prontamente abraçada.

Olhos brilhavam em um belo semblante; os raios de sol tocavam com gentileza a pele. Uma arte veemente no interior sendo o reflexo de uma linda paisagem do lado de fora — soma de vários detalhes distintos, unidos de uma maneira harmônica — traços de calor e romantismo.

E agora, uso esses versos para dar voz a essa rica imagem que estava em silêncio, mas que tinha muito a dizer de acordo com o meu senso poético: significados; sentimentos e a vida existente além do registro admirável de um simples momento, expressivo, profundamente sereno.

FÓRMULA PERDIDA



No caderno da existência,
De mistério e de beleza,
Há segredos que escaparam
Da maior inteligência.
Foi um deles, certamente,
Que vestiu tanta grandeza.


Quando Deus moldou o mundo,
Com perfeita harmonia,
Misturou luz e esperança,
Cor, perfume e poesia;
Mas guardou um ingrediente
Que ninguém mais descobriria.


Quando passeia no jardim,
As flores a invejam, sem pudor;
Se aparece na janela,
O beija-flor canta de amor.
Até o vento muda o rumo
Só pra sentir seu calor.


Quando vai passear na praia,
Baleias fazem reverência;
Golfinhos saltam nas ondas
Em alegre efervescência.
Como artistas do oceano,
Saúdam sua presença.


Se vai à noite pra janela,
Os meteoritos, em desatino,
Perdem a rota no espaço
Mudando o próprio destino.
Pois até o céu se distrai
Diante de encanto divino.


A lua perde o brilho,
As estrelas a direção;
O arco-íris se pergunta
Qual é sua verdadeira cor então.
Toda beleza do universo
Lhe rende admiração.


Nem os sábios descobriram
A receita da perfeição;
Nem a ciência decifrou
Tão sublime criação.
É um enigma que desafia
Toda lógica e razão.


A natureza perdeu a fórmula
Quando fez minha Bela;
Gastou toda a perfeição
Na mais bonita aquarela.
Depois disso, nunca mais
Criou outra igual a Ela.

⁠Como o vento a entrar pela janela.


"A Beleza da vida
É o Sol lá no céu
Numa noite de chuva
É saber sentir
Quando não houver
Sentido e nem valor
O que vale na vida é o amor
Amar é enxergar a beleza
E sentir o seu sabor
Na água da chuva que cai
Na beleza da noite
É olhar-se no espelho
Poder ver a sorte
Pela imagem refletida
Ser somente uma ilusão
Por mais bela ela seja
Pois a imagem verdadeira
É o Sol no céu
Numa mente que o veja
E que sejam todos nossos sonhos
Bem assim
Como o Sol que brilha
A beleza na vida é o olhar que trilha
Confiante
Encarar de frente a todas as vicissitudes
Como quem sorri perante o espelho
E entender que o velho Sol é também uma ilusão
Como a chuva que se torna tempestade
O que vale na vida é o amor
Que se vai, que voa e que evapora
E que volta maior quando retorna e que te invade
Como o vento pela janela
No momento em que transforma a brasa em chama
E a chama da vela em nada
Nada além de uma vela apagada
E teu quarto em escuro
Era tudo o tempo todo uma questão de proporção
Pense, que o futuro continua a pertencer a Deus
Apesar de tua ilusão ao olhar pro espelho
Pois, em toda tempestade que cair
O Sol vai estar brilhando lá no céu
Talvez leve algum tempo pra entender
Que a beleza mora lá no olhar
Que sorri quando chora e está aqui
Mas que olha e não vê. "

Edson Ricardo Paiva.

Dono dos meus dias


Sob o horizonte infinito do Morro do Gavião, contemplo sua beleza e sinto o peito transbordar gratidão.


Entre o brilho das águas da Represa de Chavantes e o calor dos teus braços, meu Alexandre, eu floresço: sinto-me gigante, elegante, radiante.


No silêncio sagrado da Pedra do Índio, encontro-me amada e renovada por você — o dono da minha vida, a quem amo sem medidas.


Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides.

Coração traidor


Se foi contigo a minha beleza,
A minha felicidade, a minha fé e a minha autoestima,
Perdi tudo, querido, em minha incerteza,
Pois ao te expulsar, traí o que o coração estima.
Apaixonei-me por outro — que mera ilusão...
Pois, em cada gesto ou defeito alheio,
Era você quem ainda habitava o meu coração.
Hoje vejo que troquei o amor verdadeiro,
A certeza do porto pela incerteza da estrada;
Perdi meu abrigo, meu mundo inteiro...
Volta, querido, nem que seja em sonho, nesta jornada.




Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides.

Somos sacos de memórias, fotografias vivas em movimento. Ainda assim, diante da beleza, da dor, do amor ou do espanto, nosso primeiro impulso não é sentir, mas sacar o smartphone. Trocamos a experiência pelo registro, a presença pela prova, a vivência pela evidência.


Filmamos o pôr do sol sem perceber suas cores. Fotografamos os sorrisos sem participar deles. Gravamos shows que jamais assistiremos novamente e arquivamos momentos que nunca chegamos a viver de fato.


Talvez a maior ironia da nossa época seja esta: possuímos milhares de imagens da vida e cada vez menos lembranças capazes de nos atravessar a alma. Estamos construindo cemitérios digitais de instantes que sacrificamos no altar da documentação.


Porque há emoções que morrem quando são interrompidas por uma câmera. Há experiências que exigem entrega, não armazenamento. E existem momentos tão sagrados que, ao tentar capturá-los, acabamos expulsando-nos deles.


No fim, a pergunta não é quantas fotos você tirou da vida. A pergunta é: de quantos momentos você esteve realmente presente antes de transformá-los em arquivo?


Talvez a memória mais valiosa seja justamente aquela que não pode ser publicada, compartilhada ou reproduzida. Aquela que vive apenas dentro de você, indomável, imperfeita e intensamente humana.




Estamos registrando tudo para não esquecer, ou fotografando tanto porque já desaprendemos a viver o suficiente para lembrar?