Textos de Amor Próprio
Sou o meu próprio alvo em provar que não devo provar nada a ninguém e que o meu dialeto não é equivoco da incerteza do invejoso de mim...
Não espero nada de quem nada tem a me oferecer, sem verdades... Somente ilusões que satisfaça e sim disfarça a origem banal da incapacidade sem valor...
Não busco guerra, mas também não me entrelaço com o descaso de ser quem não sou...
Nunca fui escravo de ninguém... Sou o meu próprio líder sem magoar a quem me ofendeu ou invejou por falta de capacidade...
Sei o que devo proteger por entre perigos, pois é sempre da própria fé que se destrói a própria esperança... Ah vida tende o sopro do reconhecimento até mesmo quando tudo é traição...
O meu céu tem estrelas e o teu sorriso estampado nele me convém querê-lo mais que tudo... Ó a minha esperança é cheia da eternidade que te oferece a calmaria dos meus sentimentos...
Fico sem palavras ou me calo para deixar-te analisar o que realmente sente pelo o meu próprio silêncio...
O meu olhar responde o que teus sentidos precisam saber e o que o seu coração necessita... Mas não me diga que é passageiro o momento...
Queria ser o que mais te agradar para te vê sempre sorrir e com os olhos sorris ocultamente...
Não posso evitar, te amar assim...
E tão der repente ele não se fez
Descrente para si próprio;
Desapareço para te encontrar
Me perdendo no querer
E me encontrando
Em teus desejos;
Particularmente as minhas certezas
Invadiu o teu espaço te fazendo
Intacto para que você
Se tornasse imperecível;
São assim as veredas da vida tornando inúteis bens materiais
No entanto armadilha do próprio sangue se é distinto
A qual quer preço para a própria salvação
Então profira em voz alta “fé”;
Para a glória a ti derramarei abundantemente minhas esperanças
Por que vos confio a minha vida e a sabedoria que me concedesse;
Quando me perco em meu próprio labirinto
Sempre existirá de certo um caminho
Meu deserto em minha solidão
É meu sentido, luz do meu coração;
Mas acredite em mim
E hoje nasci pobre, mas de certo nasci livre
Ainda não é tarde, fazer do meu barulho, o silêncio em declive;
Queria ser insensível, e não amar como eu amo
E mentir com palavras quando nem sei o que declamo
E hoje é outro dia, não penso no repouso
Penso em viver um dia após o outro;
Invoque a si mesmo, invoque todo sentimento que acenda o seu próprio coração;
Invoque os sentimentos de amor e paixão;
Para viver as expectativas e do querer, seja de acalento para se sentir ou até mesmo ser;
Invoque toda atitude de rebeldia, quem seja contrário ao que se estabeleça pelo ato de harmonia;
Invoque a si mesmo... Sendo certo ou errado, não importa... O importante é que te faça Amado;
Esteja próximo ou longe, mas que seja sincero, invoque a si mesmo, pois o amor é sempre o certo;
Nasci pobre, guerreiro e individualmente gritando
Encontrei o meu próprio equilíbrio no meu único contraponto...
Admito que eu sou feio, disso eu não posso negar, mas eu amo a minha feiúra, pois o foco não deve estar!
O meu talento se dispõe no fato de eu escrever... Mas meu pensamento me inspira, quando ofereço o meu prazer;
As minhas frustrações dolorosamente eu as carrego!
Com o meu coração pegando fogo, nem sempre eu espero;
E se eu quisera me privar de tal desejo
Não seria pecado ao meu Próprio coração?
Ou se eu quisera dos defeitos aprender, para seguir uma nova direção
Saberia o quão ignorante sou, com a sabedoria da vida que Deus me deu
Mais ainda sim, estaria sempre disposto ao que eu aprenderia, pelo sentimento a que me envolveu!
Ultimo dia do ano para arrumar a bagunça
que está o próprio coração
Então, não perca tempo! Ajoelhe-se
e peça a Deus em oração...
Para que no próximo ano
tenhamos mais respeito
mais tolerância, com isso
mais esperança para arrumar
as coisas e não deixá-las
como estão;
Por isso eu desejo mais sinceridade
no coração das pessoas...
Mais gentilezas e atitudes
para transformar os meus erros
e das outras;
Portanto, eu lhe cumprimento com
muita alegria...
Para que tenhamos um passagem
de ano perfeita...
Eu lhe desejo um bom dia!
Loucura seria se eu não me ouvisse,
se não escutasse a voz tempestuosa do meu próprio ser, no silêncio das minhas inquietações e nos gritos das minhas certezas;
Loucura seria se eu não me permitisse,
sentir cada pulsar do meu coração,
dançar ao ritmo dos meus sonhos/ideais e desalinhar meus passos ao som das minhas paixões;
Loucura seria se eu não me seguisse,
pelos caminhos que eu mesmo traço,
pela estrada que se faz no instante em que decido viver a minha verdade e que Deus impõe que eu viva;
Loucura seria se eu não me amasse,
com a intensidade de um pôr do sol,
abraçando minhas imperfeições, celebrando minhas singularidades, mesmo não sendo compreendida e julgada negativamente pela maioria que não aceita minhas decisões;
Loucura seria se eu não me fosse,
se não me permitisse ser tudo o que sou,
em cada suspiro, em cada escolha, em cada recomeço.
Ter paciência é aceitar que o universo segue seu próprio ritmo. Confiar no tempo divino significa entender que tudo acontece no momento certo, de acordo com uma sabedoria maior, a sabedoria de Deus.
Em nossa caminhada espiritual, aprender a esperar com fé é extremamente difícil, mas é fundamental para alcançar a paz interior, o desenvolvimento pessoal e profissional.
Mas afinal o que é o tempo ?
Para mim (Rosahyarah), o tempo é um rio eterno que flui, levando com ele memórias, esperanças e sonhos. Ele é o sábio guardião das estações da vida, onde cada momento carrega em si a promessa de renovação e transformação.
Aprendi com mainha que o tempo de colher é aquele em que os esforços são recompensados e os frutos do trabalho árduo emergem. É quando a paciência e a perseverança encontram sua justa retribuição. E o que se colhe são os resultados das sementes plantadas com amor, dedicação e fé. Colhemos experiências, aprendizados, alegrias e o crescimento que nos molda para o futuro.
O tempo para mim (Rosahyarah), também é um fenômeno da natureza que me transforma em mil faces, trazendo comigo uma tempestade de pensamentos inquietantes. Diante de um olhar pleno de calma, de um sorriso largo esconde-se um penhasco de emoções profundas, onde a serenidade aparente oculta abismos de sentimentos intensos, secretos e de ideais inimagináveis a você, e hiper reais à mim.
A incapacidade ou preguiça de discernir,
de separar o joio do trigo,
reflete nas escolhas do próprio destino, e gera a necessidade ou o prazer em ser conduzido
criar mitos, seguir ídolos, relegar a exemplos duvidosos a autonomia do próprio destino
e estar sujeito a sofrer depois a culpa pelas consequências do próprio desatino
DEMOCRACIA E PODER
O povo é o rio que traça o seu próprio curso; é largo, imprevisível e vivo. Os partidos são as margens que devem conduzi-lo, não aprisioná-lo. Quando se tornam rochas inflexíveis, negando o fluxo que os alimenta, já não são leito, mas barreira. E o que é uma democracia senão o direito do rio a correr, mesmo que suas águas desgastem os obstáculos que ousam petrificar o seu movimento?
Barra do leme
Meu próprio luto.
Sofri um naufrágio...
Estado total de triste apatia.
Em nenhum lugar me encaixo...
Pode o mundo virar de cabeça pra baixo.
Quando minha cabeça toca o travesseiro...
Cadê aquela guerreira?
Âncora levantar.
Por esse marzão imenso navegar...
Sem roda do leme, sem governo, sem timão...
Nunca mais atracar.
Só... e só as batidas do coração.
Vontade imensa de a chuteira pra sempre pendurar...
Vida e esperança
Sigo...
Em cada passo, meu próprio eu persigo...
Juntando pedaço por pedaço, meu caminho faço...
Pego carona nos meus sentimentos – não importa se alegrias ou tormentos...
Refugio-me nos cantos da vida... nos becos sem saída.
Aninho-me em meus próprios braços... me abraço.
Me amoldo a cada espaço.
Adormeço e sonho:
Abalizo um enredo.
Sigo-o sem medo...
certezas ou incertezas – não importa.
Vida leve ou de uma imensa aspereza,
brandura ou austeridade – não importa.
Sorrio...
Na vida há de ser ter eterna paciência... discernir quando parar... quando continuar.
Abro a janela... sorvo lentamente o ar que faz tão doce e leve meu levantar e respirar...
Na vida há de se ter doçura...
Na vida, como criança, um passo, outro passo... com pitadas de candura
... sigo
sigo sem nunca desesperançar.
Hora de partir... partir.
Simplesmente se desfazer do máximo de coisas e ir.
O próprio caminho seguir,
o caminho certo... incerto por um momento, mas é o certo.
O caminho certo, o certo a fazer e o que é certo ver acontecer.
Mochila levinha,
coração limpinho,
pensamentos levinhos...
mais fácil seguir esse novo caminho.
Desfaça-se de tudo o que incomoda,
deixe pra trás,
olhe pra frente...siga em frente.
Lá na frente você vai olhar pra trás (aí pode),
vai perceber que o que era incerto era o certo:
seu ex-amor não queria mais você por perto.
Às vezes é preciso ficar no mais absoluto silêncio.
Diminuir a barulheira.
Ouvir o próprio coração...
tum-tum, tum-tum, tum-tum...
Silêncio absoluto...
tum-tum, tum-tum, tum-tum...
Ouviu seu coração?
Ele sempre tem razão?
É bom ficar em silêncio...
silenciar...
pelo sim, pelo não...
O fato do próprio caráter de Calvino ter sido compulsivo-neurótico foi o que transformou o Deus de amor como experimentado e ensinado por Jesus, num caráter compulsivo, sustentando características absolutamente diabólicas em sua prática reprovativa.
Oskar Pfister, citado em Christian History, Vol. 5:4 (1986), p. 3.
(Seus inimigos estão sempre jogando, testando suas fraquezas.)
(Seu maior inimigo é seu próprio, (eu)
( velado o desconhecido está vencido!)
( pois a inércia se torna real vivência do desconhecido)
( o desafio trás resposta, mais ocultas por outras perguntas)
( o abismo sem tem resposta no vazio do silêncio e ego se cala diante da adversidade em um percentual absurdo da realidade da dimensão do que é compreendido.)
Vemos isso como um consenso de realidade.
Mas, provável que virtude seja maravilhoso repleto de fatores desconhecido.
