Textos de Amor Próprio
Ergo-me na arena do próprio abismo,
onde o eu se fragmenta em mil centelhas,
buscando forjar-se na chama do querer —
não para existir, mas para criar sentido.
Cada passo é um martelo erguido
sobre as correntes do hábito e da lei,
e o coração, ao pulsar sua forja interna,
martela o mundo em novos ritmos.
Não temo o vácuo que escuta o grito,
pois vejo nele a vastidão do possível;
o ser que supera o peso do próprio ser
ergue as asas no sopro do eterno retorno.
Aqui, no limiar do nada e do tudo,
descubro que o poder não é domínio,
mas a dança audaz de afirmar a vida
mesmo quando a dor sussurra vitória.
Que o sol reapareça em cada queda,
e que eu seja o artífice da própria aurora.
Versos de ti...
Seja seu próprio poema
Faça tudo acontecer
Bota versos bota rima
Contando que seja você
Não se esqueça que poemas
Da gosto da gente ler;
Que tal sair por aí
Distribuindo sorrisos
Seja você quem for,
Homem, mulher, ou menino,
Porque cada um de nós,
Fazemos a nossa rima.
A vida se tornou pesada, já é um peso ter de carregar meu próprio eu em um corpo pesado, denso, sozinho...
Os sons do mundo passaram a me incomodar e até o som das vozes que ressoavam doce em meus ouvidos hoje se tornaram sons agoniantes como se fossem unhas que se quebram raspando em um quadro negro.
Meu peito arde, cada minuto consciente é um empréstimo que faço comigo mesmo e não consigo pagar, não consigo vencer a dívida de se estar vivo porque o juros da solidão é muito maior do que eu posso aguentar.
As frases que se referem a morte passaram a me confortar mais do que as palavras de felicidade, esperança e vida eterna...
Ah, o amor, esse sentimento tão puro que pode trazer a destruição para os corações despreparados para o sofrimento. Não sejam como eu, eu estou morto e acreditar em uma boa aventurança com alguém querido foi a gota d'água, o último erro e o mais grave.
Com as mãos livres, o homem poderá chegar ao ponto alto do seu próprio estado de fúria ou de inquietação. Neste estado, ele tem total capacidade de ocupar suas mãos com armas ou com livros, e sua mente construindo armadilhas ou escrevendo poemas, versos e romances diversos. Quando o homem abaixa as armas, até mesmo um galho seco pode ser um meio de riscar ao chão e de materializar os sentidos dos seus próprios pensamentos, medos ou frustrações.
A pulsão é a mesma, cabe a cada ser saber utilizá-la da melhor forma.
"Eu" (2)
Quem sou eu.
Afinal meu próprio deus?
Ou talvez um eu entre os meus.
A minha opinião sobre mim não me define.
Mas existe alguém que me conheça
a ponto de me descrever com clareza?
Nas palavras do eu presente
nunca saberei se ele me mente.
Mas no futuro sei que me chamarei de burro
pela avareza de me definir sem clareza.
E a incerteza de dizer quem eu era
ou fui sem ser pela beleza
das palavras ditas sem certeza
e a ironia de não se dizer também
Só saber que fui pois hoje digo bem
que eu era algo entre um eu e um outro alguém
tão próximo quanto sua mente
e seu afeto ao que não diz a ninguém.
Assim diz o senhor
"Sou dono do tempo, sou o próprio tempo, minha justiça visita gerações, e todos os dias restituo com bondade, recebo os que a buscam me, a que saibam e sintam minha benevolência, contudo minha justiça é rigorosa, severa e verdadeira, ontem, hoje, amanhã e sempre."
Giovane Silva Santos
A primeira lição para o recomeço é, o próprio fracasso, é nele que fortes
personalidades se agarram, para conseguir êxito em suas aquisições. Como se fosse a mola propulsora, que impulsiona o indivíduo ao sucesso, ou como o pontapé inicial que afasta o
comodismo, da falta de vontade de batalhar. E nesse contexto, permite reconhecer que necessita mudar, que precisa rever os equívocos e concretizar uma nova postura. Enfim, na maioria dos casos são as falhas que conduzem à perfeição.
SETEMBRO
No minimo um mês intrigante, para começar seu próprio nome começa com sete quando na verdade é mês nove.
No hemisfério sul marca o começo da mais bela das estações, a primavera, enquanto que no hemisfério norte marca o começo da estação mais sombria, o inverno.
Isso talvez para nos lembrar que na vida sempre existem dois extremos, duas faces na mesma moeda, do dia e da noite, da tristeza e da alegria, que cabe sempre a nós escolher o que queremos e lutar por isso, portanto, seja como for:
Seja bem vindo, SETEMBRO.
Aprisionar dentro de si
Ser refém do seu próprio eu
Se afogar com suas próprias mágoas
Morrer pouco ao pouco com seu próprio ar
Procurar refúgio onde não há
Cegar se enxergando tudo
Ensurdecer com o silêncio
Se calar com o grito
Correr parada
Sentir sua energia desviando por entre os dedos
Sentir se morto estando vivo
Ver escuridão diante a luz
Quem nunca se sentiu assim, que não teve o devaneio de por um fim em todo esse tormento este aprisionamento, vazio que não se acha como preencher. Só existe um motivo para ainda estarmos lutando sem entregar os pontos, o motivo é Deus que está me carregando neste momento de turbulência provações e sei que no tempo certo tudo mudará. No tempo do meu pai pois ele está preparando a minha a sua e a nossa vitoria.
Vigie a si mesmo! Aprenda com seus acertos e erros, seja seu próprio mestre! Aprenda com tudo e com todos , honrar a ti e a teus valores.
Honre sua mãe e seu pai, honre sua família. Seja seu próprio exemplo e assim quem sabe desperta a vontade aqueles ao seu redor a te seguirem.
Lute bravamente até que seu corpo segue a exaustão, e nunca jamais desista! Tenha calma e prudência em suas escolhas ao longo da caminhada da vida. E assim quem sabe estará mais próximo da pessoa que deseja ser!
QUANDO você abusa de uma mulher, você tira dela todo o direito dela sobre o próprio corpo, você faz com que ela adquira problemas psicológicos, você destrói o futuro dela e faz com que ela sinta medo de todos os homens por causa de você
Não viole uma mulher
Você saiu do meio das pernas de uma
E você irá casar com uma mulher
Se der tempo de você casar né
Eu preciso vestir o Espírito Santo
É mais que meu próprio querer, que o sonhar, que o desejar, muito mais que pensar, o Espírito Santo na minha vida é uma questão de vida ou morte, do levantar ou cair, do gelado ao fogo, é de fato uma necessidade ao extremo, pois percebo que; Na força do braço, na loucura do mundo, do devaneio da imaginação, das angústias produtos de malícia, da intransigência, da vida do fracasso, medo e frustrações, levar a vida ambicionando a carne e alimentado o pecado, é uma frenética maneira de morar no inferno, e confesso, a mente ferve, tudo é medo, sem vida, sem graça, resta a fértil imaginação diabólica, maquinando perversidade.
Oh altíssimo, onde estarás teu espírito, fale comigo o que queres, onde e como eu colocarei meu corpo, alma e espírito, ao nome de Jesus, suplico a ti, invoco o aceso fogo do teu espírito que frustra toda armadilha inimiga, que abate o perseguidor, que abre a porta do céu para o que bate, sou eu:
Giovane Silva Santos
Paz
Que a este ano o de 2020 cada um de nós possa se encontrar em seu próprio inferno para saber em que dado momento perdeu a sua paz e se fazer ciência sobre suas faculdades para que consiga administrar sua vida da melhor maneira possível em 2021 e que sua meta para consigo mesmo assim como aos demais seja a paz.
Viva no seu próprio mundo
Tenha sempre um pensamento profundo
Sempre tenha uma coisa em mente
No seu mundo só entra o que você consente
Nele não a sombras não a medo
Então te conto um segredo
Sempre esteja a sorrir
Seu mundo você irá colorir
Com as cores mais belas
As cores da primavera
Se o dia for chuvoso
Nunca fique temeroso
Se o dia for quente
Lave o suor e siga em frente
Tente sempre acreditar
Que nunca irá parar de sonhar
Até na maior tribulação
Aprenderá uma lição
E quando tudo isso aumejar para si
Uma vida nova irá construir
Não julgue os outros tente com eles aprender
Vamos lá faça acontecer
Odebrecht.
O que restará de mim e de minha existência?
Não crendo mais em meu próprio ser.
Pela sagacidade dos dias.
Dos vossos lírios prateados.
Em vossos templos consagrados.
Velados, a sombra de honrarias?
Ah, céus!
Que espécie de engenhoca mecânica sou eu?
Boneca de carne e dentes!?
Não crendo mais em minha própria humanidade.
E no vigor da minha gente?
Carne educando carne.
Civilizando carne.
Que saboreia da própria carne?
Carne vossa de cada dia, exposta no mercado dos desejos...
O que restará de mim e de minha consistência?
Da carne da minha carne.
Da vossa carne!
De toda vida selvagem influenciada pelo ‘id’ da violência!?
Das mortas almas soterradas pelo fundo, de um fundo.
Pela projeção fantasma do mundo.
Que só valoriza a casca da divergência?
O que restará de mim e de toda existência...
Na lista dos mais “ajuizados” ditadores da história?
Em nome da ética.
Do moral.
Da soberania.
Na lista dos melhores condutores de bons exemplos.
Entre todas as lutas, derrotas, vitórias.
Eis aqui, a estrutura de vossas almas, em nome do orgulho nacional.
Sem nunca sequer permitir-se ser um ser em sua totalidade.
Se não, um meio ser esquartejado pelo antigo gancho das velhas fábricas da vulgaridade.
Eis aqui, humanidade!
A carcaça e sua essência:
Um fígado, um pulmão, um coração...
Enfim, o todo - inconsciência.
Arranca-os e toma os para ti!
Em nome dos direitos humanos e de todos os ideais de liberdade.
Ó, humanidade!
Esforço próprio
Entretém-lhe mais velórios que aniversários, mais médicos aos amigos, mais frascos agarrafas. Idade e solidão não são queixas, mas todo resto: o barulho dos vizinhos (e qualquer evidência de felicidade alheia); os espelhos refletindo imagens verdadeiras (sem os filtros de sua alucinação); os vermes que corroem seus móveis e roupas. Os cômodos estão vazios, os bolsos cheios. Ama seu patrimônio: privado, restrito, ensimesmado. As paredes são suas boas companheiras, oferecem abrigo, guardam segredos, sustentam lembranças em retratos. Quando alguém se compadece de sua alma, logo percebe: aquela senhora tem vida que merece.
Quem mais desilude um indivíduo é ele próprio quando este se recusa a enxergar a verdade, sem investir desculpas para justificar a sua negação, quando não se permite caminhar firme com os pés no chão e com a racionalidade em atividade, quando acredita, demasiadamente, em possibilidades que se sustentam na insegurança que produzem, bem como sob exigências fora do âmbito do direito e quando evita fazer a leitura do caráter, das verdadeiras intenções e das jogadas de manipulação das pessoas as quais ele desposita algum nível de credibilidade, apesar delas estarem sempre deixando rastros suspeitos.
Ah, e o coração costuma ser cúmplice desta derrota
Somos todos seres de pressupostos.
Dizemos, derramamos oque chamamos de conteúdo próprio e indolor, e afirmamos ser donos de uma verdade, e ter vida e opinião própria.
Na verdade, tudo oque pensamos ou dizemos ou fazemos nada mais é que a escolha do meio e dos que escolheram fazer de nós mesmos. Mas passamos recibo de que somos senhores de nossos atos e pensamentos.
Quando na verdade somos apenas cópias uns dos outros.
E oque decidimos foi na realidade a escolha dos que escolheram , para que as escolhecemos.
Não somos perfeitos.
Eis o corpo - adoecendo de seu proprio Eu
Escuridão, relogio parando; tudo o que sofreu
É digerido pelo verme [quando morreu]
Vomita toda a podridao, mágoa e todo o ser que há pouco comeu
Resta o que, entao?
A nao ser as efemeras lagrimas ali derramadas
As lembranças jamais lembradas
Somente a auto-decepçao
Por nao ter cuidado, amado ou falado
Por ter afugentado-se de qualquer emoção
E o verme segue seu belo rumo
Em busca da nova morte, em busca do novo túmulo
Do novo sofredor que passou para o meu mundo
Outra especie amargurada de tudo
Doce doce
Nome próprio ou sabor?
Doce é um garotinho amargo
Criado na perdição
Na vida de maldição.
Certo dia encontrou sua doce verdade
Filho que provem da mediocridade
Criou-se sozinho sem inspiração
Menino que vive hoje a superação.
Seu nome agora é Amargo
Que advém do passado
Doce verdade supracitada
Pois foi o que usou pra ter sua página virada
Combustível de sua vitória
Refinado pela própria história.
