Textos de Amor Passado
Marcas do tempo
O passado traz saudades,
Traz lembranças,
Traz vontade de voltar,
De ficar lembrando
Do que foi beleza,
Do que também foi marcado
De alegrias, de tristezas,
De momentos marcantes
Que a vida nos proporcionou.
Hoje o presente
Nos deixa contentes,
Pois as lembranças
São provas
De que vencemos
As dificuldades
E chegamos até aqui,
O que nos remete a um futuro
Certo de vitória.
Raimundo Nonato Ferreira
Outubro/2026
Trauma
Às vezes me deito e revisito o passado,
os dias que deixei escapar das mãos,
os risos contidos, as chances adiadas,
os momentos que não vivi com a coragem que o coração pedia.
Carrego uma vontade
antiga de chorar,
não só pelo que doeu,
mas pelos amigos que
Ficaram pelo caminho,
pela ingenuidade de sonhar
uma vida perfeita
sem saber que ela também fere.
Fui machucada por mãos confusas,
por palavras que diziam amor
e entregavam espinhos,
por quem tocou minhas
Inseguranças como se fossem brinquedo, e eu aceitei…
porque amar, pra mim,
sempre foi acreditar demais.
Aprendi, mudei, cresci —
mas nunca o bastante pra não sentir.
Ainda coloco esperança onde não há promessa, ainda espero verdade em gestos rasos, mesmo sabendo que isso me quebra.
No fundo, entre erros e tentativas,
descobri a parte mais dura do amor:
por mais que eu sonhe em ser abrigo, no final das quedas
sou eu quem recolhe
meus próprios pedaços.
Pedido à Mesa
Cheguei devagar,
no cheiro do café passado,
mesa simples, bolo em fatias iguais.
O tempo pedia calma naquele instante, e eu só queria falar
com o coração em paz.
Entre xícaras e silêncios que sabem ouvir, confessei que sua filha mudou meu viver, que meus dias agora caminham pensando nela,
e que não é capricho
— é vontade sincera.
Não levei promessas maiores que o dia, apenas a intenção clara de estar e cuidar.
Um sentimento que cresce na calma vivida e se prova no jeito constante de amar.
No fim, deixei o pedido repousar na mesa, como quem entrega verdade sem pressa.
Se a senhora confiar, sigo com devoção, querendo um namoro
que nasça com sua bênção.
Felicidades transformadas,
mas momentos vividos no passado.
Atitudes distorcidas,
na era não vivida.
Conjunção de pensares,
no interior das vaidades.
Itinerário de longa trilha,
no MBA de várias vidas.
Humanidade que se reconstrói,
na fidelidade de vossos heróis.
Papéis sobre a mesa,
onde perdesse a selva da existência.
Ah.. tempo de emoções esquecidas,
na correria de uma passada sofrida.
Memórias de um passado não vivido,
onde as mitomanias refletiram vossas almas.
Conversas guiadas,
por entidades que fundaram estranhos pilares.
Poeira levantada nas misérias,
de uma natureza espetacular.
Mas os pensamentos se sufocam,
nas escolhas de uma manipulação histórica.
Hipnose que altera as personificações,
dando ênfases à falsas memórias.
Porém seguimos os dogmas espirituais,
onde as reencarnações são oportunidades de renovações mentais.
Ensinamentos difundidos por uma sociedade, da qual constelam vossas vaidades.
vez ou outra o meu "eu do passado" vem me dar um abraço
vez ou outra o meu "eu da infância" me chama para brincar
vez ou outra... o meu "eu do futuro" me leva para passear e me mostra que vale a pena chorar e que toda essa luta valerá muito a pena se eu decidir ficar
Repetições
Porque você continua repetindo o seu passado?
Se você deseja tanto ter um novo resultado?
Porque você tá fazendo a mesma coisa que já fez, e deu errado?
Porque você continua tolerando relações que te desestabilizam, bagunçam suas emoções,
e que não tem nada
a ver com as suas ambições?
Por que que você ainda escuta a pessoa errada?
Porque valida o conselho da pessoa mal amada,
e a crítica construtiva
de quem não construiu nada?
Porque você culpa os outros por sua infelicidade?
Se tudo que você faz,
faz com total liberdade?
Porque você não assume a responsabilidade?
Você sabe o que machuca, sabe o que tem que fazer, sabe o que faz sentido, sabe o que é bom pra você,
Mas você não muda nada, então me diga, porque?
"No ano passado, a filha da minha vizinha venceu o Concurso de Menina Mais Linda do Bairro. 'Ela é mesmo linda e o Concurso não mente', disse a mãe. Neste ano, a menina perdeu. 'Foi fraude', disse a mãe!"
0746 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
*PRESENTE*
O passado vai estar sempre presente,
ele não pede licença,
ele senta na cama,
ele deixa cheiro no travesseiro,
ele deixa a vaga vazia,
ele deixa a porta encostada.
Ele vai estar presente no teu riso,
quando você ri e lembra que já riu assim com alguém.
Vai estar presente no teu choro,
quando você chora e lembra que já chorou por alguém.
Mas não deixa ele dirigir.
Deixa ele no banco de trás.
Ele pode olhar a paisagem,
mas não pode tocar no volante.
Jamais deixe que ele interfira em nada,
não deixa ele escolher quem você beija hoje
com medo de quem te beijou ontem.
Não deixa ele trancar a porta
que alguém deixou encostada pra você.
Porque só assim,
só quando você para de brigar com o ontem,
o futuro te presenteia.
E ele te presenteia simples:
com um endereço novo,
uma vaga nova,
uma cama que ainda não tem cheiro,
mas tem espaço.
O passado fica,
mas o futuro...
o futuro te abraça.
(Saul Beleza)
Ah, meu Santos, por que não voltas ao passado?
Comemorando mais um marco, com o branco imaculado!
Branco total, sem marcas e propagandas, como se dizia naquelas bandas.
Branco cor do manto, que veste os anjos, veste os Santos e a ti meu SANTOS,
Lembro-me muito bem, quando criança, a emoção de ver dentro do alçapão,
naquela escuridão, o alumiar do teu pavilhão!
Por tudo isso gostaria de retornar
E novamente, me emocionar.
Revendo aquele branco, que de tão branco, chegava a clarear o breu daquele lugar!
A verdade é que eu não enterrei o meu passado; ele se mudou para dentro das minhas costelas. Quando a mulher que desenhou o meu destino decidiu ir embora, recolhendo os pertences e deixando apenas o vazio no apartamento, algo em mim quebrou de maneira definitiva. Não houve gritos ou portas batendo. Apenas o estalo seco de uma engrenagem vital que parava de funcionar.
Durante quase uma década, tornei-me um vigia de túmulos.
Habitei a solidão da cama de casal como quem protege um solo sagrado. Desenvolvi um pânico visceral diante de qualquer aproximação humana. Se alguém demonstrava um interesse sutil, meu estômago contraía. A simples ideia de compartilhar a rotina com outra fisionomia parecia uma heresia, um insulto à memória daquela que ainda governava os meus pensamentos. Eu me convenci de que a capacidade de entrega era um recurso finito, totalmente esgotado naquela despedida. Sentia-me um náufrago confortável na própria ilha de amargura.
Até que a vida, soberana e imprevisível, cansou do meu isolamento voluntário.
Aconteceu numa livraria de bairro, num fim de tarde cinzento. Eu procurava um título qualquer para preencher as horas mortas, quando uma desconhecida esbarrou na estante ao lado, derrubando uma fileira inteira de volumes no assoalho. O estrondo quebrou a solenidade do ambiente. Instintivamente, abaixei-me para recolher as obras espalhadas.
Quando nossos dedos se cruzaram na tentativa mútua de resgatar o mesmo exemplar, ergui as pálpebras.
Aquela senhorita de pele morena possuía traços completamente distintos, uma voz mansa e um aroma fresco de lavanda que nada lembrava o perfume antigo que passei anos tentando esquecer. Contudo, ao fitar a profundeza das suas pupilas castanhas, percebi um brilho familiar de vulnerabilidade e resiliência. Foi um impacto mudo, um solavanco térmico que atravessou minha espinha. A couraça que cultivei com tanto zelo rachou de cima a baixo.
Ela esboçou um sorriso tímido, sem cobranças, que parecia compreender a bagunça que eu carregava na alma.
Pela primeira vez em milhares de dias solitários, o fantasma da rejeição retrocedeu um passo. O peito, antes congelado, ardeu com uma eletricidade esquecida, quase juvenil. Não era a cura imediata da dor crônica, mas a percepção nítida de que o mundo continuava girando lá fora, oferecendo novas estradas para quem ousasse caminhar.
A jovem senhorita agradeceu a ajuda, recolheu seus pertences e caminhou em direção à saída do estabelecimento. Pouco antes de cruzar o portal, deteve o passo. Girou o corpo, sustentou meu olhar fixamente por alguns segundos cruciais e acenou positivamente, num convite implícito que dispensava vocábulos.
Permaneci estático, assimilando o milagre daquele instante. A marca da perda segue cravada na minha pele, indelével. Todavia, compreendi que carregar uma cicatriz não significa permanecer sangrando. O pavor ainda sussurra no meu ouvido, mas o desejo de experimentar o calor do sol novamente tornou-se, finalmente, muito maior.
A grande lição que a dor me ensinou é que o luto não deve ser uma sentença de prisão perpétua, mas um processo de transformação. Fechar as portas para o mundo com medo de sofrer novamente não protege o coração; apenas o sepulta em vida. Amar exige coragem exatamente porque envolve o risco da perda, e a verdadeira superação não consiste em esquecer quem partiu, mas em ter a generosidade de permitir que novas histórias sejam escritas nas páginas que restam.
' FLOR DE MARACUJÁ'
Esqueça o passado que tanto lhe fez chorar,
Acredite no amanhã, nele Deus proverá !
Dias melhores virão, o qual o Senhor te dará:
Paz para teu sorriso e para você amar .
Que no silêncio do anoitecer
O amor venha te abraçar
Como as ondas do mar que se vão
Sem se cansar de tornar.
Lembrando que o amor é contigo
Que os braços do Senhor é seu único abrigo
Com o tempo, a dor passa , você esquece
Pois o tempo te ensina de novo a sorrir
O dourado do sol você merece
e o amor volta novamente a florir
Você é flor especial, única...
Linda como uma flor de maracujá !
Sua vida não será regada com lágrimas,
mas sim com água de chuva ,
água de alegria, pois água é vida
Que cai do céu e rega terra, as flores....
Rosas Marias e Margaridas !
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98
Não venha me dizer do seu medo do escuro. Não venha me dizer do seu medo do passado. Não venha me dizer de banalidades nas cidades...
Se com as armas que brincamos, nós mesmos arrumamos nossos funerais, se com as armas que brincamos, nós mesmos nos machucamos...
Eu quero amor e não quero guerras...
Um homem veio pra trazer a liberdade universal em todos corações. E não a soberba, nem a hipocrisia viessem dominar a cada um de nós...
Para que reconhecessem que o amor supera tudo em meio a crises capitais, governamentais e, em tempos de guerras ao mundo veio trazer a paz!
Um sentimento a uma história
Passado
Eu me perdia no seu olhar, perdia;
Eu me encantava em seu abraço, encantava.
Eu amava você, amava;
Eu via um futuro com você, via.
Depois, eu não soube como superar;
Mas eu tinha que deixar de te amar.
E o tempo a voar;
Com ele passei a superar.
Passei a ler e cozinhar;
Passei a assistir e viajar;
Passei a me socializar...
Sem sucesso!
Odiar é uma palavra muito forte;
Apenas não queria conviver com muitas.
Mas ninguém percebe, como ti;
E talvez essas sejam as minhas calúnias.
Porém amo essa vida;
Amo estudar sem me perturbar.
Só que para escola tem a ida;
E com pessoas a me perturbar.
Odeio escola, mas não estudar!
E nossos olhos a se encontrar;
E o passado vem à tona, a me desconcentrar.
Presente
Um passado incerto;
Perguntas sem respostas.
Sem se falar, nem de longe, nem perto;
Respostas sem perguntas.
Um olhar rápido parece uma eternidade;
O mundo ao redor desaparece e tudo a girar.
Tudo é confuso, uma intensidade;
Mas não somos nada, não é algo de se comentar;
Eu estou feliz, bem longe das pessoas,
Eu estou feliz, bem perto dos livros e poesias.
Nada vem por acaso ou em vão;
Eu fiz amizade com a solidão.
Os meus amigos mais próximos sinto afastar;
Algo sem ida e sem volta.
Não vou me machucar;
Eles não entendem minha revolta.
Não posso voltar a gostar de alguém que não gosta mais de mim;
O passado não voltará, simples assim.
A não ser que... esquece! Não tem mais volta;
Melhor mesmo é esquecer de tudo e ir para roça.
O PASSADO NÃO ACEITA DEVOLUÇÃO
Há decisões que gostaríamos de desfazer. Palavras que desejaríamos recolher. Caminhos que, se pudéssemos, não percorreríamos novamente.
Mas a vida não oferece recibos para devolver o tempo.
O arrependimento pode nos ensinar. Também pode nos aprisionar quando transformamos um erro em identidade permanente.
Você cometeu um erro. Isso não significa que precise se tornar a continuação dele.
Reconhecer a responsabilidade pelo passado não exige condenar todo o futuro.
Não podemos modificar o acontecimento. Podemos, em determinadas circunstâncias, reparar consequências, rever comportamentos e construir outras possibilidades.
O passado não aceita devolução.
Mas o futuro ainda pode receber decisões diferentes.
Carlos Eduardo Balcarse
31 de outubro de 2026
ORCID: https://orcid.org/0009-0005-3484-6914
Em algum lugar do passado, tivemos tantas outras vidas, vivemos outras histórias, conhecemos outras pessoas, formamos laços afetivos, vivemos amores, sonhos, aprendemos várias lições.
Fomos reis, rainhas, serviçais...porém sempre aprendizes. Trilhamos muitos caminhos.
Hoje sem saber encontramos velhos amigos, amores do passado, resgatamos vivências, mas também formamos novos laços, novos amigos, novos amores...
Almas gêmeas, que se encontram eternamente unidas pelo amor.
Assim é a roda da vida.
Nada se perde estamos sempre construindo nossa história que é eterna!"
☆Haredita Angel-23.06.13-Facebook
Lembre-se do passado
sem carregar o peso,
Ninguém esteve ao seu
lado quando o fogo
atravessava a existência,
Manter a memória acesa
é questão de inteligência.
Quem não te apoiou ontem
mesmo que tu hoje conceda
o seu apoio heroico --
pouco garante ou mantém
a fidelidade do outro intocada,
O vício alheio por domínio
é algo que não permite-se
esquecer por causa deste
veneno quase o ter sucumbido.
Caso irá apoiá-lo não se esqueça
de quem trai uma única vez,
o trairá milhões de vezes -'
Apoie desde que ele retribua
de imediato os seus interesses,
O Deus Doador de Fé, Protetor,
Poderoso, Irresistível e Majestoso
que te sustentou e sustenta
agora na paz te sustentará;
na sua paz com direito aos oásis
e o seu celeste caravançará.
Por tua escolha ou onde quer
que fique ou pela vida passe,
será cercado por serenidade
tulipas vermelhas e pinheiros
em floração sempre na direção
do teu tranquilo e verdadeiro amor.
Carta IV — A Solidão: Reflexão sobre a solidão e o tempo
Mais oito anos haviam se passado, e as rugas no meu rosto tornavam-se evidentes; os meus ossos perdiam cada vez mais a força; o tempo revelava-me o cansaço. A solidão sufocava-me como espinhos na garganta; os meus lábios secaram como um rio sem água; a sede matava-me aos poucos.
Já não havia urina no meu organismo. Tentei beber as minhas próprias lágrimas, mas também secaram. Os ratos já não me alimentavam; agora alimentavam-se da minha carne. Meus cabelos caíam sozinhos como folhas de uma árvore, e a minha pele amolecia como mingau. Os meus olhos enchiam-se de fadiga; sofria de insónia. O corpo produziu bactérias que me corroíam por dentro.
Quis suicidar-me, mas não encontrava forças para fazê-lo. Já não restou dedo algum nas minhas mãos: devorei-os todos para terminar de vos escrever esta carta.
O fundo das paredes oferecia um profundo silêncio. Ainda assim, era meu desejo voltar a ouvir, só mais uma vez, o grito alegre das crianças na aldeia de Kandembe; o canto dos pássaros na floresta de Mayombe; o canto do galo nas madrugadas; o sorriso das senhoras quitandeiras no mercado de Kalukembe.
Infelizmente não pude concretizar esse desejo. As correntes no meu pescoço e as grades que me prendem não me permitem realizá-lo. Aliás, já não me resta muito tempo. A solidão tornou-se um vício que se alimentava da minha penúria e dos traumas da minha lembrança. Quanto mais próximo dela eu me encontrava, mais perto me sentia da morte.
Talvez…
Será que devo arrepender-me das minhas escolhas?
Será que fui ingénuo ao preservar os meus ideais?
Será este o preço a pagar por ser diferente deles?
De que vale estar livre do calabouço, se lá fora continuarei a ser escravo?
De que adianta recuperar a voz, se lá fora me haverão de retirá-la?
De que vale livrar-me destas correntes, se lá fora existirão outras algemas à minha espera?
Aqui, ao menos, ainda posso falar, pensar alto e questionar.
E lá fora?
Não me haverão de censurar por pensar?
Não me haverão de açoitar por falar?
Não me irão condenar por contestar?
Não me irão matar por questionar?
A dúvida, o ceticismo e o remorso ganharam espaço na minha mente e no meu coração.
Tentei conversar com as paredes, mas elas não possuíam ouvidos. Procurei perguntar aos espíritos daquela masmorra, mas já haviam partido. As caveiras ao meu redor exigiam silêncio. E as únicas coisas que ainda podiam dialogar comigo eram a morte e a solidão.
Lições de vida.
Esqueça o passado e enfrente a realidade.
Hoje já é um novo começo, o ontem te deixou lições que te servirão como aprendizado amanhã. Tanto as coisas boas quanto as ruins são o que nos guiarão para saber valorizar o certo e o errado!
São lições de vida que aprendemos caindo e levantando.
Caminhando sempre sem desanimar!
Embora o desânimo esteja aqui agora.
Somente eu posso dispensá-lo.
E seguir os bons conselhos que me dou.
Evangelizando o meu dia com amor... ♡
Seguir em frente quando a lagrima cai no canto do rosto
e relembramos o passado abrimos uma caixa chamada lembranças e talvez o choro passe e talvez o choro aumente, pois é nessa hora que sabemos que temos que fecha a caixa empurrar para debaixo da cama levantar a cabeça colocar um sorriso meia boca e seguir em frente.
