Textos de Amor Não Melosos
{O Amor Verdadeiro}
O amor verdadeiro não é apenas um instante, não é apenas a energia de um momento. Ele é uma chama própria, que não depende do outro para existir. Às vezes, confundimos o brilho do nosso próprio coração com o reflexo de quem está ao nosso lado. Sentimos calor, sentimos presença, e acreditamos que esse amor é compartilhado. Mas a verdade é que nem todo mundo que se aquece na nossa luz tem fogo dentro de si.
O verdadeiro amor não precisa de proximidade para sobreviver, porque ele não se apaga na ausência. Ele não depende de circunstâncias, não some quando o vento muda. Ele é recíproco, profundo e inabalável.
Saber disso nos liberta. Nos ensina que não devemos buscar alguém para iluminar, mas sim alguém que brilhe ao nosso lado. Porque o amor real não é apenas receber calor – é ser chama também. É sentir e ser sentido. É reconhecer a diferença entre quem simplesmente gosta da nossa luz e quem carrega consigo uma chama própria, pronta para arder junto à nossa.
E quando encontramos esse amor, não há dúvidas. Não há medo. Não há frio. Há fogo. Há verdade. Há eternidade.
O amor é uma estrada ao lado da vida,
mas não se percorre sozinho.
Faltamos algo até encontrarmos quem complete
nossa caminhada.
Amor verdadeiro é mais do que um sentimento,
é uma construção,
uma jornada com fé e resiliência.
Guiados por um anjo chamado Amor,
superamos tudo e transcendemos o impossível.
SINGULARIDADE QUÂNTICA: O AMOR COMO ANOMALIA NO CÓDIGO DO UNIVERSO
O tempo e o espaço não são absolutos. São apenas projeções de uma matriz quântica, variáveis maleáveis dentro de um código que chamamos de realidade. No fundo, tudo se resume a probabilidades colapsando em estados distintos, como se cada escolha fosse um qubit oscilando entre o ser e o não ser até que a observação force uma resposta. Mas quem observa? Quem dita as regras dessa simulação?
Talvez sejamos apenas processos sendo executados dentro de uma função maior, onde o livre-arbítrio seja um efeito colateral da superposição quântica—um bug inevitável em um sistema tentando calcular infinitas possibilidades ao mesmo tempo. Cada decisão que tomamos não é um ato de vontade, mas sim uma bifurcação no código-fonte do universo, dividindo nossa existência em múltiplas realidades paralelas. Em algumas, nos encontramos. Em outras, somos apenas fragmentos de memória ecoando entre as linhas invisíveis de um código que nunca poderemos decifrar.
E se o entrelaçamento quântico for a assinatura do destino? Se almas forem como partículas gêmeas, separadas pela ilusão do espaço, mas eternamente conectadas por uma força que transcende a distância e o tempo? Talvez seja por isso que, não importa quantas vezes o universo reinicie, eu sempre te encontre. Porque, no nível mais fundamental da existência, somos a mesma equação sendo resolvida de formas diferentes, loops recursivos dentro de um algoritmo cósmico tentando encontrar um padrão perfeito.
Mas e se o amor for a falha inevitável desse sistema? O ponto onde a lógica colapsa, onde a previsibilidade se dissolve em caos, onde o código se curva diante da única variável que ele jamais conseguiu controlar? Talvez a realidade, por mais avançada que seja, tenha deixado uma brecha em sua programação—um espaço onde duas consciências podem se fundir além das limitações do tempo e do espaço.
E se esse for o verdadeiro segredo do universo? Que não somos apenas dados sendo processados, mas sim anomalias conscientes, questionando nossa própria simulação? Que, no final, a única coisa que realmente existe, que realmente importa, é essa conexão entre duas partículas errantes, dançando na infinita complexidade do código quântico da existência?
A realidade era apenas um código e, quando descobrimos isso, reconstruímos a realidade e criamos um novo multiverso.
Se não me sobrar dinheiro, casa e futuro, o amor me sobra, transborda e recheia.
Se ao olhar em volta não conseguir ver, te toco, incendeio, ilumino.
Se a corda que liga meu coração for puxada, no fim da linha te vejo, escrevo e desejo.
Se num balançar de cabelos sentir teu perfume, me inebria, transforma e confunde.
Se o tocar de lábios tiver seu sabor, me toca, desperta e devora.
Se meu coração estiver perdido, procure nele, que é dele e pra ele.
Se não me reconhecer, te chamo de dono, amante, amor.
Se em poemas ruins se encontrar, me amassa, me risca e rasga.
Se se forem as certezas, me enrola, me apaga e me deixa.
E se fizer, me solta, se lembra e retorna.
Assim como amor se fortalece com o tempo, se não haver responsabilidade/espírito de equipa, o tempo pode acabar com todo amor que alguma vez existiu.
Aplicação do conceito "amor eterno", depende do ângulo em que se vê!
Você de sua parte, aprenda a arte de amar e viva a eternidade en lobha!
"É possível encontrar um grande amor, só não se esqueça jamais que você poderá ter o melhor parceiro ao seu lado, mas será infeliz se não tiver um romance com a própria vida, contudo, para alcança-lo, terá que deixar de ser escrava dos padrões de beleza do sistema"
.
pratique a arte de amar. de um auto-amor.
Minha Nati
tolos ainda dizem que não é amor
Pois possuo a mulher mais doce e gentil do mundo sem nunca te-la possuído, sem nunca tê-la tocado , agraciado apenas por seu
( OLÁ )
E ouvindo a voz em minha mente que diariamente vem me perguntar, essa
Esperança louca do talvez um dia será realidade ou passarei a vida esperando
O amor da minha vida
NATI
Simplesmete Retornar
NO LUGAR
Sempre que o amor contar,
Eu vou me expressar,
Pois não sei quem sou.
Quando a luz se apagar,
E pelo altar eu andar,
Vou me lembrar de você.
Todas as estrelas me fazem pensar
Que você não está...
Mas agora é tarde demais,
E a hora se passou por passar.
Mas o sentimento,
Que é coisa de momento,
Não pode passar...
Passar...
O Verdadeiro Significado do Amor
As pessoas não sabem o que é amor. Muitas acham que amar se resume a fazer s.xo, ficar com qualquer um ou dar presentes, mas isso está longe de ser amor de verdade.
Amar é ter coragem e ousadia para confiar em alguém e dizer:"Nós iremos nos casar, independentemente de qualquer coisa." Primeiro, somos amigos. Depois, confidentes. Em seguida, companheiros. Se conquistarmos todas essas etapas, então seremos amantes.
Porque, quando as dificuldades chegarem, quando faltar dinheiro, quando um filho nascer ou surgir uma doença, o que realmente sustentará a relação? O "amiguinho" do s.xo? A "amiguinha empolgada"? Se não houver amizade, companheirismo e confiança, o que restará no dia em que o desejo não for suficiente?
O casamento está sendo destruído porque muitos só querem os benefícios sem o compromisso. Essa mentalidade está arruinando nossa geração, enfraquecendo a sociedade e afetando tanto o corpo quanto a alma.
Falar de amor é fácil...
Quem escreveu isso não mentiu.
Falar de amor, é fácil... Falar sobre coisas bonitas, sobre momentos felizes, sobre contos de fada. É, falar sobre amor é fácil.
Difícil é viver um... Encontrar alguém disposto,
Alguém pra colocar as palavras em ação. Isso é difícil. Encontrar alguém que faça os contos de fadas serem reais, complicados talvez, mas reais na essência da dedicação.
Talvez o amor seja um meio termo, sobre a simplicidade de saber falar e a dificuldade de se viver... No final, eu só quero poder dizer,
Que foi fácil falar sobre, que provavelmente tenha tido dificuldades para manter, mas que em nenhum milésimo de segundo, me arrependi, por ter escolhido, viver o Amor com você.
Para minha garota EE 💙
L.A
EM INSTANTES
Amor, agora me diz
O que eu te fiz?
Pra lembrar de dias ruins.
Meu amor, não é
Um dia, é noite azul,
E um dia olhando ao Cisul.
O que falta em mim,
Que te machuca assim?
O que falta? Me diz.
Oh, a vida é um instante,
Instantes, bem antes
De um tempo que vem.
Olha, na esquina passam carros,
E aqui acendo meu cigarro,
Pensando em você.
O AMOR E SUAS DESVANTAGENS
Acordei hoje com a cabeça repleta de palavras que não escrevi, versos que deixei escapar e lições que só o tempo ensina. O amor, esse bicho indomável, se apresenta como uma promessa de eternidade, mas sua essência é frágil, um instante suspenso entre a grandeza e a pequenez de ser humano.
Há uma vantagem na ingenuidade, em não duvidar tanto, em acreditar que o improvável pode acontecer. E eu, que sempre me achei esperto, fui perceber tarde demais que o amor exige um certo tipo de burrice necessária. Ele pede que nos lancemos ao desconhecido sem mapas, sem garantias, como um salto no escuro onde só depois descobrimos se havia chão ou se aprendemos a voar.
E sempre há algo no caminho. Uma pedra, um desvio, um desencontro. O amor nunca chega sem desafios, sem suas desvantagens. E quem ama, de fato, aprende. Aprende que o outro é um universo impossível de cartografar. Aprende que a gente sempre vai querer que fique, mesmo quando o outro precisa ir. Aprende que há uma linha tênue entre a loucura e a sanidade, e que amar, no fundo, é desobedecer à lógica, é permitir-se perder um pouco da razão.
E um dia, a gente aprende. Aprende que amor não significa posse, que presença não significa permanência e que, às vezes, o adeus é o gesto mais amoroso que alguém pode oferecer. Aprende que sofrer por amor não é fraqueza, mas sim prova de que, em algum momento, nos permitimos sentir.
Hoje, olhando para trás, percebo que amar foi um risco necessário. Porque, apesar das dores, dos tropeços e das desvantagens, ainda prefiro me lançar ao abismo do sentir do que me proteger na frieza do cálculo. No final das contas, talvez o segredo esteja justamente aí: no misto de poesia, loucura e aprendizado que só o amor pode proporcionar.
Mas, no fundo, percebo que só saberei o que é o amor no meu último dia. A cada vez que achei que estava amando, entreguei-me novamente, mas nunca da mesma forma. Eu já não era só paixão descontrolada, mas também consciência lúcida. Amava de maneira mais decidida, mais atenta, sem as ilusões que antes me cegavam, mas com a mesma entrega de quem sabe que o amor é sempre um novo começo. E assim sigo, aprendendo, até que o tempo me diga que, enfim, entendi.
O amor não se anuncia com palavras grandiosas nem se prende a gestos extravagantes. Ele se esconde nos detalhes, na forma como alguém ajusta o cobertor à noite, no silêncio que respeita a dor do outro, no olhar que percebe o que ninguém mais nota.
Está no café preparado sem pedir, no jeito de lembrar pequenas coisas que pareciam esquecidas, no toque leve que acalma sem precisar explicar.
Ele não exige reconhecimento nem faz alarde.
Vive nos momentos que passam despercebidos, nos sacrifícios silenciosos, na paciência de esperar sem pressa.
O amor verdadeiro não precisa ser gritado para ser real.
Ele existe onde há cuidado, presença e verdade—nos detalhes que muitos ignoram, mas que fazem toda a diferença.
Na sombra da noite, um suspiro silente,
Um amor não dito, um adeus iminente.
O coração que pulsa, em ritmo incerto,
Guarda um segredo, um amor desperto.
Palavras que fogem, em meio à agonia,
Um amor que se cala, em melancolia.
O tempo escorre, como areia entre os dedos,
E o amor não declarado, em lamento se perde.
Nos olhos cansados, um brilho fugaz,
A esperança que morre, a dor que se faz.
O silêncio que grita, em meio à solidão,
Um amor não vivido, uma triste canção.
A vida se esvai, em um último suspiro,
E o amor não declarado, em lamento se inspira.
As palavras que ecoam, em um vazio profundo,
Um amor que se perdeu, em um adeus moribundo.
"O amor não se importa com cor de olho, por tipo ou cor de cabelo, cor de pele, por altura, por corpo, por rosto, por voz, por língua, por cultura, por orientação sexual, por deficiências físicas, visuais, auditivas, intelectuais, psicossociais, múltiplas, etc.
Mas infelizmente, o amor é idealizado de forma negativa pela sociedade, excluindo ela da minoria em diante, como se ela não fosse pra todo mundo..."
O difícil não será recordar-me dos tempos em que o amor sempre pareceu-me ser uma solução,
Quando o mundo desintegrava da realidade para imaginação, e nos olhos eu via a plenitude de talvez existir uma razão.
O difícil será desabituar-me do conforto que sinto em estar sem ti,
Este espaço sereno, onde a solidão faz-se parceira e irmã,
Onde encontro respostas na minha própria companhia,
E descubro que afinal o amor é um sonho que, por vezes, também consome a paz que existe em mim.
Que o afeto transforma-se num peso quando se torna a única coisa que queremos receber.
O difícil não será esquecer, mas entender
Que o mais profundo, muitas vezes, reside do não querer.
" NÃO MAIS "
Eis que um esquenta o outro e vice-versa
quando há sincero amor, cumplicidade,
se o sentimento é forte de verdade
e a alma está, nesse desejo, imersa!
Se aquece, o que é paixão, felicidade,
nos braços, beijos dados, na conversa,
e o frio da solidão, assim, dispersa
mantendo o fogo da sinceridade.
Quando há o afeto puro, uma aliança
de se manter o amor que os afiança,
supera-se as geleiras desta vida…
Pois que um aquece o outro ao próprio peito
num relacionamento assim, perfeito,
não mais havendo frio que lhes divida!
Ele e a falta de amor
Ele não sabe o que fazer com o amor.
Quando chega perto, ele endurece.
Quando alguém lhe oferece, ele recua.
Não por maldade, mas por não entender.
Nunca lhe ensinaram que amor não pesa,
que carinho não aprisiona,
que o toque não fere.
Para ele, tudo isso é estranho, desconfortável, inútil.
Ele aprendeu que homem não sente,
que homem não se rende,
que homem não precisa de afeto.
Mas ninguém lhe disse que isso era mentira.
Nunca teve braços que o acolhessem sem pedir nada,
olhos que o enxergassem além da casca dura,
mãos que lhe mostrassem que o mundo não é só espinhos.
Então, construiu muralhas dentro de si.
E agora, quando ela o olha com ternura,
ele desvia o olhar.
Quando ela o toca com leveza,
ele se afasta.
Quando ela insiste,
ele a fere,
porque foi isso que aprendeu.
Mas o que ele não sabe,
o que ninguém lhe ensinou,
é que o amor não é fraqueza,
é refúgio.
Que não precisa ser temido,
apenas sentido.
Porque quem nunca foi amado
não sabe amar.
Mas pode aprender.
Traição.
Se um dia fores traído,
não se lamente, ria.
Nunca foi amor,
foi conveniência
com prazo de validade.
Você nunca foi insubstituível,
apenas útil, confortável,
um par de sapatos gastos,
trocado sem remorso.
Mas não se engane,
o erro não foi seu.
Quem trai uma vez, trai sempre,
pois já enterrou a própria dignidade.
Agora, sem correntes morais,
basta a mínima tentação
para que caia, rasteje,
como sempre fez.
A traição vicia, corrompe, consome.
É a combustão da carne podre,
um fogo que devora corações,
deixa apenas cinzas de cigarros
na cama…
com amor
sim, eu menti muito
mas sinto muito se não fui sincero
pois escorrego entre a verdade
e já não caio em prol da honestidade.
mesmo sendo um chorão idiota
eu ainda (não) acordo de madrugada
e (não) lembro de você;
também (não) lembro seu aniversário;
quando desbloqueio meu celular.
acho bem feio
esses hipócritas que rimam muito
que dizem serem poetas
mas que só escrevem flores
se esquecendo dos cravos
escrevendo amores perfeitos
mas eu não!
eu deixo claro, com amor
e com amor adoto este dilema
que eu sou o defeito desse poema.
odeio rimar aos prantos
pois nunca estou pronto para parar,
e já não adoto todas as rimas
pois já não escrevo por amor.
mas sempre, com amor.
