Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Textos de Amizade entre Tia e Sublinha

Cerca de 43595 frases e pensamentos: Textos de Amizade entre Tia e Sublinha

Encontros e desencontros...

Te encontrar, te perder
Nada é estável
Entre encontros e desencontros
Desejo inalcançável

Te quero sempre
Nem consigo disfarçar
Agora e eternamente
meu desejo é te amar

Entre encontros e desencontros
Eu vou vivendo assim
Ilusão, realidade
Ter você perto de mim

Entre encontros e desencontros
Meu sonho é te encontrar
E nestes caminhos e descaminhos
De uma vez por todas te conquistar.

— Cecy — disse ele, diminuindo a distância entre os dois, apesar de não ser muita, e, em seguida, beijando-a: as mãos desajeitadas sobre seus ombros inicialmente, deslizava pelo tafetá engomado do vestido antes de os dedos irem para trás de sua cabeça, acariciando seus cabelos suaves e quentes. Ela se retesou com a surpresa antes de amolecer contra ele, os lábios se abrindo enquanto ele sentia o gosto doce da boca de Cecily. — Cecy? — repetiu ele, com voz rouca.
— Cinco — disse ela.
Seus lábios e bochechas estavam ruborizados, mas o olhar muito firme.
— Cinco? — repetiu ele, confuso.
— Minha avaliação — ela explicou, e sorriu para ele — Sua técnica e habilidade talvez precisem de trabalho, mas o talento nato certamente existe. O que você precisa é de prática.
— Está disposta a ser minha tutora?
— Eu ficaria muito ofendida se você escolhesse outra — respondeu, e se inclinou para beijá-lo novamente.

“A vida é feita de momentos, e são esse momentos que nos faz viver e seguir em frente…
Entre as portas do visível e invisível uma tênue barreira nos separa da eternidade. Além da materialidade passageira das coisas, fica o reino das coisas verdadeiras que a gente carrega feito um tesouro no coração, laços, inquebráveis de um amor insuperável, ternuras profundas de uma amizade real, mãos que se selam como guardiãs da nossa jornada, espíritos de luz iluminando nosso coração, fantasmas familiares como força de proteção, ai a gente vê que o tempo não vale nada, o tempo é pó na estrada da evolução”

Difícil esquecer alguém que se destacou entre todas as pessoas que passaram pela sua vida!
Alguém apaixonante, que cativou seu coração.
Alguém que em poucos momentos conseguiu invadir sua mente,
que roubou todos os pensamentos no dia seguinte.

Como esquecer uma pessoa que se fez presente,
te fez contente,
te convidou a sorrir!

Certas pessoas nos marcam de forma profunda,
chegam por acaso, lhe dá carinho
chama a sua atenção,
faz você parar para pensar
e perceber que algo mudou em você...

Paixão, amor, contentamento, saudades
tudo misturado na sua cabeça
e você não consegue parar de lembrar.

Difícil não lembrar de alguém que encantou o seu coração!!!

Se você está em dúvida entre eu e outra pessoa, POR FAVOR, não me escolha!

Está tudo bem! Prefiro que não me escolha. Não nasci para "ser opção", sou única. Então se você teve o prazer de me conhecer e ficou com dúvida, então não somos feitos um para o outro.
Vai tentar ser feliz com outra pessoa.
Só fico com pessoas de certezas e não sou de talvez.
Está tudo bem você partir, assim deixa o caminho aberto para quem me quer sem dúvidas.

Silêncio



Busco-te entre as constelações infinitas
Carrosséis de estrelas a rondarem a lua
Subtrai-me a calma a dolorosa ausência
Frias madrugadas clamam tua presença


Desfio nas contas dos desejos os sonhos
Preciso compor para ti ternas melodias
Nos varais estendo apaixonados versos
Busco o teu sol para desenhar sinfonias


Espreito nas nuvens as imaginárias flores
Acomodo-as nos jardins sob tuas janelas
Emolduro-as com o dourado das cortinas
Entrego-te nas manhãs doce primavera


Enveredo-me sedenta em tuas entranhas
Loucos sonhos imploram urgente viver
Mas, retenho os gritos, sufoco as lágrimas,
E na penumbra sorvo em silêncio esta dor...

VIAJAR NO MEU PEQUENO EU

Me encontro aqui, sentada a deambular entre meus ínfemes e míseros pensamentos... sem muito no que pensar
No meio de um nada e em minha constante e feliz melancolia.
Passam-se os anos eu mudo, reviro-me e me reencontro aqui num mar de contrastes...
Mil perguntas passam pela imensidão do meu cérebro, perguntas parvas de respostas concretas e desconjugáveis.
Mudam-se-me os nomes, permanecem-me os apelidos e meus contrastes, me perco em mim... morro em minhas atitudes e ressuscito em meus contrastes.
Outra vez, a mesma sensação... de novo a mesma dor da perda me consome.
o que falta em mim? o que a complicada simplicidade que me rodeia roubou de mim desta vez? Algures perdi algo que não consigo encontrar, mas onde se não sai daqui, encontro-me a séculos nesta mesma monotonia....
Ohhh!!! Agora entendo tudo... é essa monotonia que me consome, me rouba todo nada que consigo... não aguento mais isso!!!!
Mas espera aí!!!!! Que monotonia? Como sei eu que isso é monotonia se não conheço outro estado de vida se não essa latessencia em que me encontro?
ohh! Injusta de mim... condeno-me sempre a um mundinho de desesperos e futilidades úteis... apresso-me a julgar o modelo medíocre de vida numa linear constante.
Mas como posso eu querer ou ainda exigir de mim uma aderência a uma vida mais apreciável se é só esta a realidade que conheço... se minha fraca e fértil imaginação nunca viajou por outros campos se não a oscuridade da minha própria realidade?
Daí me ponho aqui sentada no meio a nada e uma vez mais viajo e percorro o interior do meu pequeno eu, numa corrida lenta e rotineira que não me cansa, e apesar de exausta me alegro com as tristezas que revivo.

EU AMO VOCÊ

Eu queria ser um pássaro
por entre árvores voar,
pousar diante de você e
dizer o que sinto...

Gostaria que você me visse
nu de preconceitos
despido de medos
totalmente seu...

Você não compreende
não quer enxergar,
reluta em despertar
para a realidade que é sua!

Estou sendo prosaico
quase me envergonho
contudo me exponho
e lhe proponho...

Vamos nos ver, quem sabe?
Juntos estaremos hoje?
Por algum tempo talvez?
Certamente... eu estou com saudades...

⁠LIBRA

linha tênue entre tempestade e brisa de verão, ela é balança que pesa razão e emoção. é viver se equilibrando na corda bamba da indecisão e fazer justiça com as mãos no coração. comunicativa, leve e descontraída, não se cativar por seu carisma é vã tentativa. sempre se pondo no lugar do outro, tem medo de magoar como tem prazer em agradar. ela rouba a desventura dos outros e cuida como se fosse sua. é esconder o nirvana dentro da alma e contagiar pela sua essência. é constelação que guia e sereia que dispersa. é equilíbrio perfeito de ingenuidade e malícia. amante da liberdade e esperançosa na bondade, acredita que o amor é uma flor regada de amizade. ela que é ar puro e força motriz, sociável e delicada, balança que cai e levanta e ninguém diz, é a menina que sonha grande e mente que voa longe. é calmaria, bagunça, guerra e paz que desfaz e se refaz.

OS CRÍTICOS DE QUEM SÓ DESEJA VIVER E SER AMOR.
Há uma antiga tensão antropológica entre o impulso à autenticidade e a necessidade social de normatização. Sempre que um indivíduo decide viver segundo a ética do amor, sem artifícios de dominação ou jogos de poder, ele torna-se um ponto de ruptura dentro da lógica competitiva que rege muitos ambientes humanos.
A história confirma esse padrão. Quando Jesus de Nazaré proclamou a primazia do amor sobre a lei, conforme registrado nos Evangelhos do Novo Testamento, foi incompreendido pelos legalistas de seu tempo. A mensagem era simples, porém revolucionária. Amar acima de tudo e ao próximo como a si mesmo. Não se tratava de sentimentalismo, mas de uma ética estrutural, capaz de reorganizar a sociedade.
De modo semelhante, Allan Kardec, em "O Evangelho segundo o Espiritismo" de 1864, define a caridade como benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Essa tríade moral é profundamente exigente. Não é frágil. Exige maturidade psíquica e domínio das próprias paixões.
O crítico, contudo, muitas vezes reage por mecanismos psicológicos de projeção. Ao deparar-se com alguém que escolhe amar em vez de competir, que prefere a serenidade ao conflito, sente-se confrontado com sua própria inquietação interna. O amor genuíno funciona como espelho moral. Ele desnuda as carências ocultas e as agressividades não resolvidas.
Na psicologia profunda, esse fenômeno pode ser compreendido como resistência do ego às experiências que ameaçam sua estrutura defensiva. O amor autêntico dissolve fronteiras rígidas. Ele não se submete facilmente à lógica da disputa. Por isso incomoda. Ele revela que é possível viver sem a hostilidade como método.
Sob o prisma sociológico, a crítica também decorre do temor ao diferente. Quem vive segundo princípios éticos elevados subverte padrões implícitos de comportamento. Não participa de jogos de manipulação. Não responde à violência com violência. Não se alimenta da maledicência coletiva. Tal postura desestabiliza pactos silenciosos que sustentam ambientes medíocres.
Viver e ser amor não significa ingenuidade. Significa disciplina interior. Significa escolha consciente. Significa recusar-se a reproduzir a brutalidade emocional do mundo.
Os críticos continuarão a existir. Sempre existiram. A história humana é marcada por essa tensão entre luz e sombra. Contudo, a integridade daquele que ama não depende da aprovação externa. Depende da coerência entre consciência e ação.
Quem escolhe o amor como princípio estruturante da existência não está fugindo da realidade. Está reformulando-a desde dentro.
E ao persistir nessa escolha silenciosa, transforma-se no testemunho vivo de que a grandeza moral não grita, apenas permanece.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro

Entre minhas palavras traduzo um contexto
Que nem se interessa em ter fim ou começo.
Eu sou assim mesmo...
Meio cão sem dono,
Sem endereço.
Minha vida é Deus
Não os meus planos.
Entre palavras descrevo fragmentos dos meus pensamentos
Que ousam confundirem-se com meus sentimentos a todo instante.

Ela sabia que havia diferença entre os finais felizes e os finais necessários, mas ainda assim insistia em acreditar que, do seu jeito torto, devagar, e cheio de ilusões, era capaz de modificar a realidade e enxergar felicidade nas circunstancias miúdas, muitas vezes esquecidas e despercebidas. Ela apostava mais na doçura que na amargura, e tinha uma fé inabalável de que, mesmo que seu caminho estivesse mais nublado que ensolarado, Deus sussurrava em seu ouvido: “não desista, menina!”

Ela não fingia ser assim. Nem tampouco se esforçava. Tinha nascido poesia, e se encantava com pequenos galanteios, letras de música falando de saudade, versos de Caio Fernando Abreu num livro antigo e cheiro de café numa livraria charmosa. Não sabia guardar rancor, se esforçava para se desapegar daqueles que a rejeitavam e rascunhava sonhos num caderno doado.

Ela acostumou-se a ser poesia, a enxergar poemas, a extrair delicadezas, a desejar gentilezas. E acabou calculando errado. Na sua mente tão congestionada, permitiu que ele, tão frio e errado, ali fizesse morada. Dentro do seu coração generoso, não cabiam dúvidas e divagações. E por isso ela insistia em ver nele versos que ele nunca soube ler. Ela teimava em ouvir dele poemas que ele nunca quis recitar. Ela esperava dele danças que ele nunca ousou convida-la para dançar. Ela dançava sozinha, escutando em seu ouvido canções que ela jurava que ele havia composto para eles, mas era tudo fruto de sua imaginação, de seu encanto pela vida, de sua alma colecionadora de ilusões.

Um dia ela acordou e percebeu que talvez a felicidade também tivesse a ver com pontos finais. Que estava na hora de guardar seu amor por dentro e direcionar seu afeto para si mesma. Começou a entender que não era fácil desistir dele, porque, mais do que ama-lo, amava a sensação que ama-lo lhe provocava. Devagar descobriu que poderia fazer poesia do vazio e das esperas. E que, em algum lugar, não muito longe dali, haveria um menino poema como ela, capaz de lembra-la todos os dias que é preciso força e coragem para insistir na doçura num mundo cheio de amargura…

— Fabíola Simões

Eu queria que fosse tudo perfeito entre nós.
Eu queria que nada nem ninguem tirasse sua paz.
Eu queria poder tirar tudo que te incomoda do seu caminho.
Eu queria poder ler seus pensamentos pra saber o que se passa com vc.
Eu queria ser o bastante pra te fazer feliz.
Eu queria poder te roubar pra mim e nao te largar mais.
Eu queria que vc pudesse ver como sou e o que sou por dentro.
Eu queria poder abrir meu coracao como se abre um presente pra vc ver o tamanho do que sinto por vc.
Eu queria nunca te ver sofrer.
Eu queria poder me moldar e me tornar tudo que vc sonha em uma mulher.
Eu queria ser perfeita pra vc.
Eu queria que entre nos nunca houvesse desentendimento.
Mas o que eu mais queria apesar de tudo, era ter vc.
Mesmo sabendo que nao somos perfeitos. Mesmo sabendo que passaremos por muitas dificildades.
Mesmo sabendo que vai ser dificil, mesmo assim, eu queria voce.
Seja como for, eu supero qualquer coisa se for ao seu lado.
Por que vc é tudo que eu mais quero.
Eu Te Amo de uma forma tao imensa como eu nunca pensei que pudesse existir.
Eu te amo sem interesse.
Eu te amo com um amor sincero e puro.
Eu que sempre julguei as pessoas quando me falavam sobre amar.
Hoje entendo o que é escolher a felicidade de alguem mesmo que isso custe a sua propria felicidade.
Amor, vc sabe que nao sou mas criança, sou uma mulher experiente.
Ja passei por muita coisa nessa vida.
E por isso eu possso afirmar que com vc eu conheci um amor limpo,puro, verdadeiro.
Te quero para todo o sempre.
Vc é tudo de mais lindo que Deus podia colocar em minha vida.
Obrigado por vc existir.
Obrigado por me amar.


*TE QUERO MEU ANJO AZUL.*

Nevoeiro

Entre o cais de partida e o de chegada
deste mistério a que chamamos vida,
olhando em volta não se vê mais nada
que o nevoeiro da despedida.
Mal se nasce, inicia-se a contagem
do que temos de deixar
ao longo da viagem.
São contas de sumir, não de somar,
mais de perder do que de achar.
Mas não se tira vantagem
do que lançamos ao mar
e para se ser livre e ser inteiro
importa ousar romper o nevoeiro.

O que há de comum entre o pensamento judaico-cristão e o pensamento zen-budista é a consciência de que preciso abdicar da minha 'vontade' (no sentido do meu desejo de forçar, dirigir, estrangular o mundo fora de mim e dentro de mim) a fim de ser completamente aberto, receptivo, desperto, vivo. Na terminologia de Zen chama-se a isto, frequentemente, de 'esvaziar-se' - o que não tem nenhum significado negativo, mas de receptividade para receber. Na terminologia cristã isto se denomina, amiúde, 'anular-se e aceitar a vontade de Deus' (...) [Mas numa interpretação paternalista da fé cristã, também muito explorada pelas tiranias laicas do século XX, que jogam com o nosso 'medo à liberdade' que Fromm estudou num de seus clássicos de psicanálise política] em lugar de tomar suas decisões, o homem as deixa a cargo de um pai onisciente e onipotente, que vela por ele e sabe o que lhe convém. Claro está que, nessa experiência, o homem não se torna aberto e receptivo, senão obediente e submisso. A obediência à vontade de Deus se processa melhor quando inexiste o conceito de Deus. Paradoxalmente, obedeço realmente à vontade de Deus quando dele me esqueço. O conceito do vazio Zen implica o verdadeiro significado da renúncia à própria vontade, sem, todavia, o perigo de regressar ao conceito idólatra de um pai ajudador.
Erich Fromm, "Psicanálise e Zen-Budismo"

Trinta raios convergentes no centro
Tem uma roda (de moinho),
Mas somente os vácuos entre os raios
É que facultam seu movimento.

O oleiro faz um vaso, manipulando a argila,
Mas é o oco do vaso que lhe dá utilidade.
Paredes são massas com portas e janelas,
Mas somente o vácuo entre as massas
Lhes dá utilidade .

Assim são as coisas físicas,
Que parecem ser o principal,
Mas o seu valor está no metafísico.

(Tao Te King, aforismo 11)

Entre todas as coisas que acontecem na nossa jornada, a mais
importante é o desejo de superar nossas dificuldades e chegar ao fim do dia com a sensaçao de missao cumprida...
Pois que assim seja! Que Deus abençoe esse dia, que a nossa
fé seja renovada e que toda energia negativa que chegar
até voce, se transforme em amor. (Priscilla Rodighiero)

Assim continuo sempre entre duas correntes de ­ideias. A pri­meira: as dificuldades materiais, virar e tornar a se ­virar para se sus­tentar. A seguir: o estudo da cor. Conti­nuo a ter sempre a esperan­ça de encontrar aí mais alguma coisa. Expri­mir o amor de dois namorados pelo ­casamento de dois complementares, sua combi­nação e suas oposições, as ­vibrações misteriosas dos tons aproxi­mados. Exprimir o ­pensamento de uma cabeça pela irradiação de um tom ­claro num fundo escuro.

Exprimir a esperança por alguma estrela. O ardor de um ser pelo brilho de um pôr de sol. Certamente não se trata aqui de ilusão realista, mas não são coisas que realmen­te existem?

Vincent van Gogh
Cartas a Theo. Porto Alegre: L&PM, 2021.

Nota: Trecho de carta a Theo van Gogh, escrita em 3 de setembro de 1888.

...Mais

Renove-se e purifique sua alma
Conceda a seriedade em teu espírito
Entre em sintonia com o seu eu
E vibre sua existência
Exale alegria
Purifique todos os seus sentimentos ruins
Desapegue de coisas negativas
Dance em teu corpo o contraste de querer
Querer... Transcender a paz e harmonia
E transbordar energia positiva
Descobrindo todo o mundo dentro de ti
Cultivando a sabedoria e conhecimentos
O fruto da felicidade provoca bons pensamentos
Faça de teu sorriso o teu guarda sol
Derramando uma silhueta perfeita
Envolva cumplicidade e amor
E o Deus que habita dentro de ti
Seja feliz e fiel a tua alma
Na intensidade da eterna busca do novo
Se movimenta a luz

Solitário

Não sei se toda a minha falta
faz você sentir a minha falta,
Por entre a distância das ondas do mar,
Que vaga as areias
De nosso coração.
Toda a noite solitário,
Com meus pensamentos em você,
Milhares de constelações a circularem em minha volta
Como se fosse reflexos
De um dia de náuseas.
O mundo me distancia do mundo
Por entre, a vida virtual,
Novas paixões, de fantasias,
Que se tornam em arte,
Que não dar pra tocar.
Todo um livro,
Que não dá para sentir as folhas,
Tatear na melhor forma possível,
Todo o meu delírio, no vezo de degustar
Os meus sentimento
Por entre as lembranças fecundas
De um amor
Não correspondido,
Por entre a nostalgia da vida.
Weforever, queremos viver.
Todo o meu ser no lado de fora, no sereno,
Pensando com minha visão
A quarenta graus de distância,
Por entre as lentes de meu olhar transparente
Em um único foco.