Textos de Amizade árvore da Amizade
Já me falaram que sou difícil de amar, que sou primitivo no pensamento ou até mesmo uma árvore no tempo.
Mal sabe eles que tudo que realmente é bom, tende a ser difícil.
A dificuldade alimenta a cobiça e adoça a vitória cada dia mais.
Do que seria o amor se fosse fácil?
Seria frio, sem graça, sem água na boca e sem nenhuma vontade de querer.
Então se você quer, se deseja, se precisa e almeja, então o caminho traçado até aqui é o correto.
Mas o amor mesmo sendo forte e forjado em aço, necessita de carinho, atenção, dedicação e desejo mútuo em caminhar juntos e não separados.
Dizem que amar é se dedicar, é estar presente e amar. Eu afirmo mais além disso tudo...
Amar é o ato de renunciar a coisas que nós agradamos, isso não é mudar e nem se diminuir, afirmo que isso é amar e ter a certeza de que sente mesmo o sentimento, que tantas pessoas procuram, buscam e vasculham pelo mundo afora e não encontram.
Se você já o tem, considere se um vencedor de um jogo tão perigoso que se chama amor.
A Dança Cósmica das Raízes part. 1
A natureza, como uma árvore que se ergue majestosa contra o infinito, é uma sinfonia de caos e harmonia. O saber, que nos move, nos revela que todo movimento, por mais caótico que pareça, é apenas uma dança do universo, orquestrada pela consciência universal. A árvore não apenas cresce, mas se estende por um espaço que transcende o tempo, onde cada folha que se abre é um vislumbre da verdade que buscamos, e cada raiz que penetra a terra, um mergulho profundo na compreensão do real.
O ideal não é um ponto a ser alcançado, mas um movimento eterno de expansão, onde cada passo dado é um novo aprendizado, um novo questionamento. Como a relação entre energia e matéria, que se mostra constante, fluida e mutável, nós também somos moldados por esse fluxo invisível, estendendo-nos em nossa jornada por algo maior do que nós mesmos.
O simples, muitas vezes, carrega as mais profundas verdades. O que parece ser invisível e impessoal é, na verdade, o abraço universal que conecta tudo e todos, da mais alta estrela ao mais profundo buraco da terra. E é nesse abraço que o arvoricionismo vive, onde as árvores são mais que plantas: são portais para o entendimento profundo de nossas raízes cósmicas.
Há uma força vital que circula entre nós, invisível, mas sentida, conduzindo-nos, como os ventos que alimentam as folhas das árvores. O mundo ideal não é um conceito distante, mas uma energia palpável, entrelaçando-nos, como as raízes de uma árvore que se fundem com as de outras, formando uma rede indestrutível de compreensão e harmonia.
“O Véu da Árvore: O Código Esquecido da Alma e o Despertar do Iniciado”
No abismo da criação, onde o espírito humano se encontra com as forças primordiais, o Arvoricionismo se faz presente, não como uma crença, mas como uma jornada silenciosa que desafia os limites da percepção. A árvore, símbolo imortal, revela-se como a chave para a compreensão do universo oculto, onde o material e o espiritual se entrelaçam, não por palavras, mas por ação e consciência. Seu código, invisível aos olhos rasos, é o mesmo que ecoa nas páginas de livros esquecidos e em textos proibidos, onde a verdade não se oferece diretamente, mas se esconde nas entrelinhas de cada símbolo, de cada ciclo.
Em seu tronco, o Arvoricionismo carrega a essência do tempo e do espaço, a memória do que foi perdido. Como os antigos sacerdotes que escreviam em códigos secretos, o iniciado deve aprender a ler os sinais que a árvore oferece – não palavras claras, mas gestos, sombras, e silêncios. Ao segui-los, o iniciado não só se conecta com o cosmos, mas também com a origem do ser, a verdade que foi deixada para trás, escondida nas raízes do espírito humano. O Arvoricionismo não é um caminho claro, mas uma espiral que sobe e desce, onde o entendimento se revela apenas para aqueles dispostos a se perder nas sombras e retornar com o conhecimento renovado.
O Código da Árvore, embora visível em sua forma, é um véu que esconde o que há além. A árvore é a guardiã de um mistério antigo, que remonta ao tempo dos antigos sábios, os que falavam através de símbolos e números, os que entendiam os ciclos do cosmos. O iniciado, ao se conectar com a árvore, desvela não apenas o ciclo da vida, mas o ciclo da alma, que viaja através das eras, regenerando-se em cada novo ciclo, mas sempre carregando o peso do passado. Cada folha caída é uma lição esquecida, cada galho que cresce é uma promessa de redenção.
À medida que a árvore se ergue, o iniciado é convidado a descer à terra, onde a sabedoria é enterrada e onde o verdadeiro entendimento reside. Como os antigos escribas, que escreviam nas pedras de uma terra esquecida, o iniciado deve aprender a decifrar a linguagem do silêncio, que fala mais alto que qualquer palavra. A árvore não apenas cresce, ela se transforma, como a alma do iniciado, que deve morrer para o mundo exterior e renascer para o conhecimento interior. Não é uma busca por respostas prontas, mas uma jornada de autossuperação, onde cada passo dado é uma revelação.
O Arvoricionismo, portanto, é o guardião do saber oculto, o caminho para o despertar da alma que retorna às suas origens. Ele nos ensina a arte de ver o invisível, de tocar o indizível, de viver o que não pode ser dito. O iniciado, ao se conectar com a árvore, não encontra respostas fáceis, mas é desafiado a olhar para dentro de si mesmo e descobrir os segredos que estão enterrados sob as camadas do ego. A árvore, como o espírito humano, tem muitos ramos, mas sua essência é uma só, um código que conecta todas as coisas, do mais profundo abismo ao mais alto céu.
E, assim, o Arvoricionismo não é apenas uma filosofia de vida, mas um processo de transformação profunda. Ao seguir o caminho da árvore, o iniciado aprende a dissolver as barreiras que separam o ser humano do divino, o visível do invisível, o material do espiritual. O véu da árvore, uma vez levantado, revela não uma verdade única, mas um labirinto de possibilidades, onde cada escolha leva a um novo entendimento, e cada entendimento é uma chave para um próximo mistério. E, neste jogo eterno de descoberta e revelação, o iniciado se torna parte de algo muito maior, um eco de uma verdade que está além do tempo, além da morte, além da percepção mundana.
O que o Arvoricionismo oferece não é um caminho fácil, mas um convite ao desconhecido, àquilo que se esconde nas sombras da existência, onde apenas os corajosos se aventuram. E, ao trilhar esse caminho, o iniciado não apenas cresce, mas se torna uma árvore em si mesmo, carregando dentro de si o código do universo, o segredo da criação, e o poder de transformar seu destino.
Esse é o verdadeiro despertar – o despertar para o que é oculto e eterno, o despertar para o que nunca foi dito, mas sempre esteve ali, esperando ser encontrado.
A passividade é vista, por muitos, como fraqueza — uma árvore que se curva ao vento, sem resistência, sem carácter. Dizem que quem tolera é porque teme, que quem se cala tem medo do confronto, que quem se afasta é um submisso, um "banana". Mas o silêncio não é fraqueza, nem a calma é covardia. Há uma força que se revela na quietude, uma sabedoria que prefere a distância, uma paz que não se oferece à tempestade.
Mas aqueles que julgam com olhos curtos não sabem que, por trás de cada gesto contido, há um limite invisível, um ponto de ruptura que não se anuncia, que ninguém vê até que se quebre o silêncio. Eles pedem para que mostremos as garras, para que nos revelemos como lutadores. E quando, por fim, o tom de voz se altera, o rosto se endurece e o coração se solta, os mesmos que pediam a batalha recuam, como quem teme o fogo depois de o ter provocado. Querem a calma, mas não entendem a violência do espelho que, por fim, reflete a sua própria face.
E eu? Eu sou passivo, mas não estúpido. Calmo, mas não resignado. Aceito o fardo da paciência, porque sei que não sou um boneco de marionete. E quando me chatear, quando o peso se tornar insuportável, os que me pediram para mostrar os dentes não gostarão do que verão. A passividade tem o seu valor — e eu sei, melhor do que qualquer um, até onde posso ir sem perder o que sou.
UM CANTO AO VENTO
Na fresca sombra de uma árvore,
as horas passam a velocidade do vento,
as folhas poetizam a voz do vento,
a pele se arrepia ao toque do vento.
Na imensidão de um céu azul,
as nuvens flutuam a força do vento,
os pássaros pairam a razão do vento,
a mente viaja ao sopro do vento.
Na vontade que nos move,
a vida segue ao sabor do vento,
os versos surgem ao canto do vento,
e o vento venta, e o vento leva!
Pois na verdade;
Tudo é vida;
Tudo é verso;
Tudo é vento.
Claudio Broliani
🌳 O Universo Dentro de Nós: A Sabedoria da Árvore 🌌
Imagine que cada árvore é um reflexo do universo, uma ponte viva entre dimensões. Suas raízes profundas tocam o coração da terra, enquanto seus galhos alcançam o infinito do céu. Dentro dela, existe um espaço invisível, onde o tempo e o espaço se dobram, como se todos os ciclos de vida coexistissem em harmonia.
Assim como uma árvore contém em si a semente de futuras florestas, ela também guarda segredos de múltiplos planos da existência. Cada folha, cada raiz e cada fruto são manifestações de um equilíbrio perfeito, de uma interconexão que transcende o visível.
No Arvoricionismo, a árvore não é apenas um ser vivo, mas um símbolo da totalidade. Ela nos ensina que o universo, com todas as suas dimensões e complexidades, pode estar contido em algo aparentemente simples. Assim como o tronco une galhos e raízes, o ser humano é capaz de unir o que está acima e abaixo, dentro e fora, criando equilíbrio entre suas próprias dimensões internas.
🌲 Reflexão: Qual parte da sua “árvore interior” precisa de nutrição hoje? Suas raízes (conexões profundas), seu tronco (força e estabilidade) ou seus galhos (sonhos e aspirações)?
O universo não está apenas ao nosso redor; ele pulsa dentro de nós, como a seiva em uma árvore. 🌌✨
No vasto teatro da existência, onde o ser se desvela em múltiplas dimensões, a árvore da vida ergue-se como símbolo da jornada espiritual. Suas raízes, profundas e misteriosas, conectam-se ao âmago da terra, absorvendo os nutrientes da experiência e da sabedoria ancestral. Cada raiz é um fio invisível que nos liga ao passado, às nossas origens, aos arquétipos que moldaram nossa essência.
O tronco, robusto e resiliente, é a coluna vertebral da consciência, sustentando o peso das escolhas e das transformações. Ele se adapta às intempéries, mas mantém sua integridade, refletindo a flexibilidade necessária para navegar pelas adversidades da vida.
As copas, que se estendem em direção ao infinito, são os pensamentos e as aspirações que buscam a luz da compreensão. Elas dançam ao vento das ideias, absorvendo a energia do sol da sabedoria, mas permanecem conscientes de que sem as raízes, sem o solo que as sustenta, não poderiam existir.
Os frutos, que amadurecem no tempo, são as ações e as manifestações do ser no mundo. Eles carregam as sementes do futuro, mas também o peso do passado, lembrando-nos de que cada escolha gera uma consequência, e que a verdadeira colheita é aquela que nutre a alma.
Assim, a árvore da alma nos ensina que somos simultaneamente profundidade e altura, sombra e luz, finitude e infinito. Reconhecer essa dualidade é o primeiro passo para o despertar espiritual, pois é na integração do que é oculto e do que é visível que encontramos a verdadeira harmonia
Nas luzes do Natal, um brilho singular,
Teço versos de amor, a ti a dedicar.
Na árvore enfeitada, sonhos se entrelaçam,
Em abraços calorosos, sentimentos abraçam.
Presentes trocados, como laços de afeto,
Em cada sorriso, um gesto repleto.
Que este Natal seja poesia e canção,
Em teu coração, alegria em profusão.
"Quando a árvore de Natal e formada por amigos, ela permanece firme em todos os natais"
Feliz Natal!
Que em 2024 de fato seja assim, porque a realidade tá difícil amigos de verdade... Tem muita gente empoderada, cheia de amor próprio se achando, forte, melhor e julgando. Mulheres incapazes de entende a dor da outra. E assim pessoas se vão como a Jéssica. Meu Deus, tão nova, tão bonita, daí li algumas mulheres falando, "ah se matou porque é fraca" superioridade, mentiras, ódio, falsidade e por aí vai, Palmas👏🏽Que aja mudanças. E EMPATIA verdadeira. Muita saúde física e psicológica. DEUS nos abençoe e guarde.🙏🏽✨🌹🎄🍁💫😘
Tem uma árvore muito antiga nos fundos da minha casa, ninguém sabe quem plantou mas ela sempre existiu .
Eu nasci , cresci e envelheci e ela permanece ali igual. firme.
Quando me lembro de desasselerar, deito e fico olhando os altos galhos pela janela,
Me faz lembrar de ti ,
Que você é antes de todas as coisas
Que como o balançar das folhas você pode ser sutil e violento mas também simples
Que és sólido e imutável
Que sustenta tudo, até uma velha árvore .
Que você está em tudo
Que tudo é teu
Que a cada vinte anos eu me reinventarei mas você permanecera arraigado em meu peito
Que é preciso desacelerar e olhar pra janela e te ver .
Que em ti vivemos,existimos e nos movemos e só em ti.
Se minhas palavras fossem folhas, então minha existência seria de uma árvore condenada a despir-se com o tempo. E ainda assim, usaria cada folha não para compreender o absurdo da vida, mas para sim dizer o quanto te amo.
Pois mesmo sabendo que a última folha anunciará a minha morte, seria no amor, e não na lógica da finitude, que eu encontraria sentido.
Foi assim:
Lá do alto da galha de minha árvore favorita eu assistia minha própria vida.
Eu ainda pequenina ,tão franzina, tinha os pés voltados para as incertezas do tempo.
Como éramos traquinas,quanto éramos pensantes e quantos sonhos em mim habitava.
minha mãe mantinha aquela casa sorrindo,eram momentos mágicos... o esmero com que ela cuidava daquele lugar o fazia um palácio de valor inestimável.
As cores tão foscas e embasadas desenhavam na paisagem um gradro em tom pastel e aquilo fazia aquele cenário brincar com minha imaginação que não tinha noção da dificuldade que atravessavamos. Era bom, eu tinha sonhos e seguia quem também os tinha.
Do alto de nossas vidas enxergavamos um filme,era o maior curta metragem já visto porque passava muito rápido .
Era tudo lindo, tudo era muito bonito e havia simplicidade naqueles momentos tão fáceis ,ainda, de serem vividos.
Quão pequenina minha casa era e tão imenso era aquele amor ali existente, porque ali no assoalho de estrume,no barro, no telhado colonial escondia tamanha felicidade que não recebíamos visitas por falta de espaço; a casa estava sempre cheia. Eu, menino de asas, assistia a vida passar de cima de minha árvore de jacarandá, ainda sem saber voar, sem saber que iria estocar saudades, sem saber que rumo tomar.
Sombra quente de uma antiga arvore
onde um dia eu me sobre saia para segui-la em olhar
e admiravelmente cantava e via
tudo passar, mais sem pensar
lindo rosto onde vejo o ventre e o meio enriquecer
e vejo a pele se enrugar e amadurecer
vejo uma felicidade rebelde se tornar mais rancorosa e tristonha
como se a idade mudasse a forma espirita invés da humana
e uma rosa que tem uma vida curta
mais bela
como uma atriz de novela
que invés de ama-la ela os emocionam
que até o beija flor se apaixona
e como não que nada ela se vai
num tempo curto de beleza mais bela sem ser má
Deixei de ser árvore para te dar meus galhos,
deixei o meu amor para te amar,
deixei de sonhar para te dar meus sonhos,
deixei minha estrela para te dar o infinito,
deixei os meus medos para ser sua coragem,
deixei o meu mundo para viver no seu,
deixei minha vida para viver a sua.
Quebrei o meu orgulho por você
eu tu, simplesmente... Me deixou!
Inspirado no poema de : Joana Nunes
O fruto é a glória da árvore que o concebeu.
Há qualidades diversas de frutos. Cada qual cumprindo o seu papel segundo a sua natureza.
Assim somos nós, gerados para a glória daquele que nos formou. Cada um de nós, semelhantes, no entanto, únicos, com nossas peculiaridades, aptidões e dons dos mais variados. Todos criados para um único propósito, glorificar o Senhor de tudo!
O fruto jamais buscaria a glória para si mesmo, pois sabe de onde vem a sua força, sabe muito bem o seu propósito.
Nós, por outro lado, usamos o que nos foi atribuído para buscar a glória uns dos outros, exaltar alguns em detrimento de outros e por vezes se quer reconhecendo de quem viemos e para quem existimos.
Absolutamente tudo o que foi criado segue cumprindo o seu propósito,
exceto o homem.
Quinto Elementos
Hoje eu acordei e o tempo estava nublado
A árvore de frente minha janela molhada
Devido a tudo isso a chuva mudava os ruídos.
E cheio de amor no peito,
Enquanto os pingos das nuvens fortalece, os desejos lá fora tudo parece chorar...
O milagre da vida no sol e nas águas.
O ar puro e a terra o sumo pó das pedras.
Que sozinho pode ser flexível e não forte.
Essa alma composta de tantas essências,
Tem a incumbência de cuidar de você.
Não existe espiritualidade alguma nem magia;
Ser só terra, ser só sol, ser só mar ou ser só o vento...
Parece que o tormento que algo nos falta na alma...
É o mistério o que dar sentido à vida!
O caminho para ser completo e belo,
E precisa dos sabores dos perfumes
Que o ar colhe da terra...
as flores que exalam perfeição no ar.
Esse calor que aquece todos os lugares e campos.
E também lhe dei quando disse te amo.
Os pés sempre na praia e ao chão,
quando a imaginação sai a procurar-te
E a saudade arde e talvez ache seu coração.
A canção não para quando o amor sente,
A argila o barro a terra que recebe toda a semente.
Eu plantei essa força dentro de ti moça!
Que os anjos ousa o que tu sentes por mim...
E assim tudo podes florir...
Os seus olhos tão caramelados entre o marron e o dourado...
Eu digo que amo o castanho do seu olhar.
Entre pedras a semente cresce como gente,
E amor é livre para voar e ficar...
E as nuvens se dão a chorar
Emoções das estações que a alma produz.
Um mar de luz dentro do oceano
Que de alegria diz te amo.
Eu me flamo dentro do fogo do seu olhar.
E tudo fica completo o ar da sua boca,
Me ressuscita e nessa primavera
Minha terra interior
com amor lhe trás flor!
e o mar esse sentimento que arde de dentro.
És fonte onde meus olhos implora todo o fogo do seu corpo.
Esse sol que nos vigora por dentro é amor!
É o sarmento que me sustenta ao longo do tempo...
Desse sentimento fogo que me purificar,
Até chegar a perfeição de tocar seus lábios em vida!
Com a chama que transcende a esperança,
Enfim nossos olhares se tocam nas lembranças...
E que as profundezas da nossa alma se acalma,
E respire e inspire toda a arte de amar!
Seja na terra, de sol, de mar e de ar.
Que o amor seja o quinto elemento,
O destino para unificar
dois corpos que se amam,
Assim você seria eu e eu seria você!
O azul e o castanho a se olharem
Refem um do outro por amor se completam.
21.10.2022
O raio e a árvore
Quando percebi o que estava sentindo por ela eu tive medo.
Tentei entender quando isso havia começado.
Como havia começado.
Sobre o porquê de isso ter começado eu tinha uma ideia.
No meio do turbilhão de sentimentos e mudanças que eu estava experienciando ultimamente eu a transformei numa espécie de para-raios emocional.
E eu me culpei por isso.
Senti que a estava traindo de alguma forma.
Que estava sendo infiel, desleal à nossa amizade.
Me apavorei imaginando que isso poderia tirá-la da minha vida.
Nos nossos encontros eu passei a temer tocá-la.
Temi passar a impressão de que meus sentimentos por ela eram apenas sobre desejo e paixão quando não eram. Eu continuava a sentir tudo o que sempre senti por ela, e com ainda mais intensamente. Admiração, carinho, afeto, orgulho, amor, amizade, estava tudo lá no mesmo lugar e intactos.
Ainda assim eu me culpava por não ter conseguido impedir que tudo isso desse origem a uma paixão.
Mas então comecei a processar melhor as coisas.
O quanto de culpa tem uma árvore por ser atingida por um raio?
E o quanto de culpa tem o raio por atingir uma árvore enquanto buscava uma conexão com a terra firme?
Nenhum de nós dois plantou ou regou a semente que se tornou esse sentimento dentro de mim.
Foi espontâneo.
Me questionei se o melhor não seria fazer algo para matar esse sentimento.
Mas outra pergunta surgiu.
“Por que?”
Era a primeira vez na vida que eu me apaixonava.
Talvez, graças a esse sentimento, eu estava mudando minha vida, me tornando uma versão melhor de mim mesmo.
Como algo assim poderia ser ruim?
Claro, por motivos óbvios eu não poderia viver essa paixão. Mas eu poderia me fortalecer com ela. Me inspirar com ela.
Então eu decidi que iria receber a minha primeira paixão de braços abertos e vivê-la da minha forma, sem lamentar a impossibilidade de vivê-la da forma como os outros vivem.
Assim como O Menestrel me ensinou:
“Com o tempo você aprende a encarar as adversidades com a cabeça erguida e a graça de um adulto, e não com a tristeza de uma criança.”
A vida é maravilhosa e extremamente breve, eu pretendo viver tudo o que quiser, da melhor forma que puder.
Filosofia de Vida
Minha Sintonia com José Martí
“Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro: três entes os quais cada ser humano carece implementar no decorrer da vida”. José Martí
Iluminado sublime, espiritual o castellano cubano José Martí, ante enaltecimento do legado, ante seu objetivo à impressa e variada testada citação: “Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro: três entes os quais cada ser humano carece implementar no decorrer da vida”. Avaliando propósitos de vida que erroneamente vivenciamos a tocante, referente chamou-me à atenção, que de jeito algum se trata de afixar uma árvore em meu quintal ou jardim deixando-a pra lá, ter filho deixar pra outro cuidar, ter a possibilidade, chance de um livro editar. Pensando no compromisso com descendentes*
*Plantando***a boa semente
"Excluindo o arremesso da semente favorável, logicamente impossível ou seja, improvável, inexistirá a posteridade, procedência, de nossos esforços, seja qual for, deleitosos, apetitosos ou não sejam os frutos com um auxílio convicto e acessível empenho, é o aspecto pelo qual podemos originar o impacto fundamentado, autêntico numa pessoa, no sentido de uma entrega maior, fé no que vivenciamos, o simples envolvimento à causa se a semente efetivamente, deveras estiver lá, naturalmente a mensagem criará raízes sólidas, fixa em seus corações, auferindo almas e nosso parecer enxertado neles, no sucesso, lance nossos progênie, descendentes"
Descendência*
Além disso, ademais o gênero humano que quer deixar uma história edificante no livro de sua vida, um valioso legado digno de orgulho, exemplo para familiares, filhos e outrem, tem que ter discernimento, convicção que excluindo o ideal, o propósito, objetivo de vida, vivendo levianamente, tudo torna irrealizável e desta forma o estrago a catástrofe é total. O proveitoso é nos unificarmos em rastrear o que efetivamente é relevante, em nossas vidas. Que todos sirvam de lição em nossa avaliação, no negativo procurar algo como lição, um tapete para passar por cima enquanto o positivo, categórico em análise, seja avaliado para desta forma termos decência, delicadeza de oferecer um livro de ouro em mãos.
*
Se uma árvore cair e nenhum ser vivo perceber, o som ainda vai existir?
De duas uma, ou o som existe como conceito, porque nós atribuímos essências a elas (Ela em si mesma), mas aí entra no problema de que a coisa só existe pelo conceito, e o conceito pela consciência percipiente.
É como se as coisas existissem como propriedade, mas a propriedade é uma consideração da consciência, a emissão física está lá, mas a essência do que é som não.
Árvore da vida
Eu vejo uma árvore
Linda, imponente e majestosa
Eu sou essa árvore
Porque quando recostada nela
Sinto o coração da Mãe Terra pulsar
Eu ouço a linda árvore
Porque o vento vindo de longe
Traz até mim o segredo das Eras
Eu amo essa árvore
Desde antes de tudo, antes da vida
Lá no raiar do mundo
Pois o verde que ela emana
Vem do âmago da terra
E preenche tudo
Do chão ao céu...
...com sua Divina trama.
