Textos curto de Tristeza
"A música é o melhor remédio para a minha alma
Sinto um amor tão profundo, uma alegria que me acalma
Ela me entende e me consola
É minha companhia perfeita em toda ocasião
Ao tocar, cantar e dançar sou levado pela emoção
E esqueço todas as tristezas desse mundo
Obrigado música por tocar em mim tão profundo
Agora eu sei que com você eu tenho talento
Quero estar contigo em todos os momentos"
Se eu me jogar na cama agora
E desejar com toda a minha força
Talvez eu tenha a sorte de ter uma morte tranquila
Rápida e indolor
Sem tempo para remoer as tristezas
que abalam o meu ser
Sem tempo para os que me detestam
pisotearem de mim
Tão rápida, tão rápida mais tão rápida
Que ninguém se aperceberia da minha partida
E eu fosse embora assim...
Sem nenhuma despedida.
DROGA MORTAL
Mas que droga foi esta que provei?
Vem tirando-me o sono… Oh, meu Deus!
Espalhei por teus mundos os meus “eus”
mas de mim, quase nada é que sei…
Uma flor com espinhos eu plantei,
colhi sonhos que nunca foram meus…
Assim, eles se foram: sem adeus,
e mais só do que antes eu fiquei.
Esta droga do amor é mui potente,
pois tocar as estrelas sou capaz,
mesmo sendo tal força tão fugaz…
E se fico por vezes mais contente,
eis que vem a tristeza de repente;
desde quando provei não tenho paz…
Pelo menos me enxergo e me detesta o que sou e luto cada dia,tudo isto por tal amor e escrevo o que me resta,do poeta as poesias,das palavras as melodias,dos redemoinhos a ventania,da vida do dia a dia, da tristeza e da alegria e das rimas e dos tais versos e observo o criador e olho a criação,vejo o instinto da vida que tomamos por decisão.
Pelo menos frutos não apanho do floral,floridos,folhas e tais flores,nenhum fruto,motivo não sei e sei que é bruto explicar a razão que a vida tem esse paladar.
-----Por Lapyerre
Nunca tocarem o chão...
"É verdade que lamentos não resolve e tão pouco restaura algo em minha vida. Mas quase sempre ele se torna útil pelo fato de me ajudar á chorar. Forçando que escorram enfim as lagrimas que já se secaram, e elas escorrem tão quentes e se secam pelo caminho sem nunca conhecer o solo. Nem tocarem o chão."
Vivo, para que vivo?
Vivo para ser feliz
No caminho até a felicidade, encontramos várias pessoas.
Umas levo no peito e outras encaro porque não tem jeito.
Neste jogo de desencontros, entre lágrimas e sorrisos, vou vivendo o dia a dia.
Lutando. Perdendo e ganhando.
Confesso, já pensei em desistir.
Mas o brilho nos olhos daqueles que me amam me trouxeram até aqui.
Vivo, às vezes triste, mas vivo para ser feliz...
SOMOS DE MARTE
Dias de fogo, presença de angustia, e extrema inexistência de compreensão sobre os que ''constroem'' o mundo.
Hoje sei que todos nós nascemos esqueletos, mas a triste realidade é que muitos morrem esqueletos.
É errado dizer depressão, e sim, não ter o entendimento sobre a ausência de afeto, de alma e de coração...
Na Solidão..
Na solidão posso meditar
Sobre o dia a dia agitado
O que poderia ter realizado
Para tudo melhorar
Na solidão eu procuro encontrar
O sentido que da alento
Para mudar o pensamento
Dos que querem só maltratar
Na solidão vejo tristeza
A vida não tem razão
E todas as belezas
Se perdem na ilusão
Mas solidão se sente
Por apenas um momento
Que a gente fica ausente
Só com o pensamento.
Genelucia Dalpiaz
Vamos lá,
Você é melhor que tudo isso.
Abra os olhos e se contemple no espelho...
Mas não como todos insistem em fazer você se olhar, mas como a pessoa que te conhece melhor do que todas as outras.
Enxergue suas qualidades e principalmente seus defeitos, assim, ninguém poderá usa-los contra você!
Sabe qual é a maior riqueza de uma nação? Não é ouro não é prata não é cobre é não nenhum mineral, nem bens materiais e sim um riqueza intangível, o seu próprio povo, Só precisamos acreditar em nós mesmos, e de governantes que em vez de roubar merenda de crianças dei a elas a oportunidade de ter o conhecimento necessário para o nosso crescimento Como um povo, como nação. pronto falei !!!
Ass: Manassés Souza da Silva
Será que conseguirei suportar? Minhas pernas não aguentam mais esses joelhos levantar...
Nas minhas costas levo sete toneladas de sentimentos, sem perceber chego ao meu fim, me remoendo, me definhando, pondo fim em meus momentos...
Me tire dessa realidade descomunal que é minha vida sem o teu sorriso, puxe meu pé durante a noite e me deixe ser seu amigo, pois que tipo de amor seria o meu sem o egoísmo a ponto de te prender nos grilhões do meu coração e te amaldiçoar com a eternidade presa do meu lado apertando sua mão.
O tempo foi pouco,
Me encontrar nunca foi problema,
Eu quem vendava os olhos.
Sobre o agora? Tanto faz.
Tento ficar acordado.
Este é o último dos muitos pensamentos,
Mantive-os comigo e não me arrependo.
Deixo migalhas do meu eu.
Vou, porém volto!
Sou mais um brinquedo do destino,
Manual não há, nem nada.
A vida passa sem demora,
O vento leva sem dó a esperança,
De um futuro já esquecido.
Oh doce adeus,
Abrace aqueles que não pude.
Dê forças aos que a perderam.
Oh tempo frio, venha e faça morada.
O sol já não brilha e os brinquedos quebraram-se.
Amar? Amo.
Mas isso não define que preciso estar perto.
Não define que quero a infelicidade com outras pessoas.
Não...
Eu aceito.
Eu quero que seja feliz, e muito.
Assim eu não tenho que ficar esperando.
Assim eu não preciso ter que dizer a mim mesma que não pode, que não dá.
Sabe o quanto é doloroso?
Seu sonho saindo pela porta, e você dizer adeus com um sorriso nos lábios...
E dizem que quando estamos destruídos, choramos.
Iniciantes!
CAFÉ, CHUVA, EDREDOM
Lá fora a tarde acinzentou
O dia perdeu as cores
O alegre sol se escondeu
A chuva parece tão triste
Até as gotas que escorrem na janela parece chorar
Aqui dentro uma xícara de café frio
Um edredom que já não aquece
Um livro infeliz na cabeceira
Parece que todos percebem
Seu lado vazio da cama.
Se quiser tô te estendendo a mão
Mais se não quiser não a segure não aguentaria outra decepção
Teu olhar triste te deixa tão linda
Com esse sorriso febril fica mais ainda
Não me exergue como porto seguro
Vc não sabe o quanto sou confuso
Mais se quiser segura minha mão vamos caminhar juntos no escuro da solidão.
<< CATARSE >>
Campo aberto, minado
Olhar absorto, guerra n’alma
Agrura inóspita
Pacto mudo com a vida
Exigindo um exílio de si
Em confidências com o silêncio
Sem encontrar solução
Sequer resolver a questão
Na marcação de passos
Centrando na rebelião interior
Duelo corpo a corpo
Catarse sangrenta
Sombras que vagam
Batalha de morte
Com o fim...enfim
Eremita
Quero que minha presença seja ignorada
Por pessoas que não se importam com nada...
Eu busco o esquecimento...
Me isolando sem arrependimento
Pessoas fúteis...
Que não valorizam a natureza
Com toda sua riqueza...
Pessoas que vivem sem viver
Sem aproveitar o que a natureza
Tem a oferecer
Destruição sem fim
Antes eu sentia amor por tudo
Pela vida, por você, pelo futuro...
Hoje já não sinto mais
Serão esses tempos brumais?
Minha vida perdeu o sentido...
Não quero continuar existindo
Não enxergo solução
Para essa situação...
Meus sonhos do passado
Se perderam neste espaço...
Vago na escuridão, no vazio
Buscando explicação
Para toda esta destruição...
O ser humano me entristeceu
Com sua ganância e ódio
Se perdeu...
Não quero fazer parte
Deste massacre...
Não suporto mais viver assim...
Nesta destruição sem fim...
Borboleta errante.
Eu vi borboletas voando em duplas.
Depois de um tempo, só uma voltou.
Bem-vinda, borboletinha, ao meu mundo.
De possuir o céu,
de voar sem rumo,
de amar o prumo torto da vida,
de ter a esperança, perdida,
de encontrar nesse quintal mundano,
a outra borboleta que errando,
foi com o vento, passear.
Asas Negras
"Vi suas asas negras abrirem e levá-lo para as sombras da noite, podes não crer, mas, eram lindas asas negras na qual eu jamais verei outra vez, ele se foi para sempre como os anos anteriores que não podemos retorná-los, assim se foi meu passarinho de asas negras, aquele que ficava a rodear-me falava lindas palavras de carinho, aquele com asas negras, o passarinho!"
