Textos Bíblicos
Na primeira família segunda a bíblia, Eva traiu Adão, Adão traiu Deus, Caim matou Abel seu próprio irmão em um culto e em nome de Deus. Esse texto serve para mostrar que nenhuma família humana nasce perfeita ou imune aos erros, e que os conflitos interpessoais e morais acompanham a humanidade desde o seu princípio.
Prof. Mendes
"Para Alguns, tudo atribuído (por esses Alguns) a Deus, à Biblia, a Divindades e a certas religiões é justificado sempre positivamente, seja lá o que for e sendo ou parecendo certo ou errado (ou não). Absolutamente tudo é justificado e sempre positivamente, Oxente!"
Frase Minha 0282, Criada no Ano 2008
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Postado há 3 hours ago por THUDOcomH
"Antes de virem (para Mim) com Suas Conversas sobre Deus, Jesus, Biblia, Profetas e Divindades, perguntem se estou interessado nessas Suas Conversas. Honrem, de fato, o nome de Deus e Respeitem Minha Vontade!"
Frase Minha 0570, Criada no Ano 2012
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1617
"Sempre que Pessoas tentam, comigo, o Argumento de que 'A Biblia diz' ou 'Está na Biblia', eu boquiabro-me porque essas Pessoas, em nenhum momento, querem saber 'O que EU digo' ou que 'Está em Mim'. Não querem saber, mas sempre e só reivindicam a Biblia. Por que será isso? Oxente!"
Um homem mau oferece muito menos perigo empunhando uma arma do que folheando uma Bíblia.
Empunhando uma arma, ele é previsível, folheando uma Bíblia, não mais.
Pois, nas terras férteis da instrumentalização religiosa, o que não falta é gente ruim se valendo do nome do Filho do Homem para se esconder, aparecer e se promover.
Quando um homem mau empunha uma arma, pode até ferir corpos e espalhar medo por algum tempo.
Mas quando ele abre uma Bíblia e se apropria da fé alheia para justificar sua maldade, o perigo se torna ainda maior.
A arma só atinge a carne, mas a Manipulação Religiosa corrói a Consciência Espiritual, Desfigura a Verdade e Aprisiona o Pensamento.
É por isso que, muitas vezes, o estrago causado por um Falso Profeta se prolonga para muito além de sua própria existência: porque não apenas mata, mas ensina outros a matarem em nome de suas verdades.
A fé deveria libertar e iluminar, mas, nas mãos de quem só deseja poder, transforma-se em algemas invisíveis.
Eis a gritante diferença: balas deixam cicatrizes no corpo, enquanto a palavra descaradamente distorcida deixa cicatriz na alma.
Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a Religiosa.
Citações bíblicas são para acender luzes — não para apagá-las, muito menos para monopolizar a Graça.
Insulto maior não há, que ver tantos se valendo das Sagradas Escrituras para se esconder, aparecer... ou se promover.
Porque Deus jamais teria contribuído com uma única vírgula do livro mais vendido, mais lido — e menos vivido do mundo — para legitimar descuidos, maldade ou caprichos de apaixonados.
A Palavra, quando nasce da Fonte, não busca plateia, busca consciência.
Não pede eco, pede postura.
Nem deseja aplauso, deseja transformação.
Mas há os que a tomam como escudo, sem jamais permitir que ela os atravessasse.
Há os que a declare com fervor, mas não a deixe iluminar a própria sombra.
É há os que a cite de cor — e, ainda assim, não a conheça.
Talvez o maior desafio da fé não seja crer, repetir ou pregar… mas permitir que a Graça nos alcancem onde mais resistimos a ser alcançados.
Porque Escritura não foi dada para amarrar ninguém — foi dada para libertar.
E somente quem se deixa iluminar por ela descobre que a verdadeira luz nunca humilha; revela.
Nunca esmaga; desperta. Jamais separa; reconcilia.
E é justamente aí que a Filosofia reencontra a Fé no ponto mais delicado: o ponto em que ambas exigem do sujeito não a obediência cega, mas a coragem de se encarar.
A Filosofia nos pergunta por que acreditamos; a Fé nos pergunta como vivemos o que dizemos acreditar.
E, quando caminhamos sem medo, percebemos que essas perguntas são irmãs — não rivais.
A Escritura nos mostra caminhos, mas jamais os percorre por nós.
A consciência é quem decide se cada passo será um gesto de luz ou de vaidade.
Porque não há texto sagrado, capaz de elevar quem insiste em rastejar pelas conveniências.
E não há versículo que enobreça mãos que o brandem como arma enquanto o coração permanece fechado como punho.
Fé sem reflexão vira fanatismo.
Reflexão sem fé vira desespero.
Mas a união das duas — essa, sim, — é o que faz da Palavra uma ponte em vez de trincheira.
Talvez Deus nunca tenha pedido que interpretássemos a Escritura com perfeição… mas que a vivêssemos com honestidade.
Porque a Verdade, quando realmente é luz, não precisa ser defendida — precisa apenas ser deixada brilhar.
Porque a Oração sem Ação não ascende — retorna.
Não toca o Alto — ressoa no vazio de quem a profere.
E, talvez por isso, seu destino seja apenas os ouvidos dos tolos que imaginam que o Céu se move por frases que nem eles próprios se movem para viver.
Entre
ser ameaçado
com uma arma
ou com uma bíblia, prefiro a primeira.
A arma, pelo menos, não costuma fingir que está salvando a minha alma enquanto aponta para a minha liberdade.
Seu recado é brutal, mas relativamente honesto: faça o que eu quero ou sofra as consequências.
Não há necessidade de transformar a violência em virtude, nem a obediência em iluminação.
A ameaça feita a pretexto da fé é mais sofisticada.
Ela pode vir acompanhada de amor, preocupação, bons costumes, salvação, família, moral e até da promessa de que tudo aquilo é para o seu próprio bem.
O perigo está justamente aí: quando a coerção aprende a falar a linguagem da virtude, torna-se muito mais difícil reconhecê-la.
Não é a Bíblia que me assusta.
Livros não ameaçam ninguém.
Tampouco é a fé, quando vivida como escolha íntima, que merece desconfiança.
O que assusta é o ser humano que transforma sua interpretação da fé em instrumento para controlar a consciência alheia.
São os que a usam para se esconderem, aparecerem e se promoverem.
Uma arma pode ferir o corpo.
Uma certeza absoluta, quando colocada nas mãos de quem acredita ter autoridade sobre a alma dos outros, pode ferir muito mais profundamente: pode ensinar alguém a sentir culpa até por pensar por conta própria, vergonha por discordar e medo por simplesmente ser livre.
Talvez por isso a primeira ameaça seja, paradoxalmente, muito mais fácil de enfrentar.
Diante de uma arma, sabemos que existe violência.
Diante de uma ameaça revestida de santidade, ainda precisamos atravessar a névoa das boas intenções para perceber que, por trás das palavras doces, continua existindo uma ganância de poder.
E toda vez que alguém precisa subir o tom para provar que está certo, talvez o problema não esteja na falta de fé de quem escuta, mas na fragilidade da verdade de quem fala.
A Bíblia não se oferece como um livro morto. Ela se comporta como um organismo simbólico. Suas histórias parecem simples à primeira vista, mas operam em camadas. Narrativas de pastores, reis, guerras, quedas, promessas, traições e redenções. Mas por trás da superfície histórica existe uma arquitetura psicológica e espiritual que continua se repetindo dentro de você e dentro de mim. Porque o jogo humano não mudou tanto quanto você gosta de imaginar. Mudaram as roupas, as ferramentas, os nomes. A estrutura interna permanece.
Quando você lê sobre o deserto, você não está lendo apenas sobre areia e calor. Você está lendo sobre períodos de escassez interna, sobre travessias sem garantias, sobre caminhar sem saber exatamente onde vai chegar. Quando você lê sobre o dilúvio, não é apenas água. É excesso. É saturação. É o colapso de um sistema interno que não se sustenta mais. Quando você lê sobre a cruz, não é só dor física. É confronto com limites, com escolhas irreversíveis, com o custo real de sustentar uma verdade até o fim.
E é aqui que o enigma começa a se aprofundar. Duas pessoas leem o mesmo trecho. Uma sente consolo. A outra sente confronto. Uma encontra esperança. A outra encontra acusação. Isso não acontece porque o texto é confuso no sentido vulgar da palavra. Acontece porque o texto funciona como um campo simbólico que ativa conteúdos internos diferentes em cada leitor e leitora. Ele não entrega respostas prontas. Ele provoca perguntas certas. E perguntas certas quase sempre incomodam mais do que respostas fáceis.
Você pode tentar enquadrar a Bíblia dentro de um sistema rígido de interpretação. Pode usar dogmas, tradições, instituições, teologias fechadas. Isso oferece uma sensação momentânea de segurança. Mas em algum ponto, se você for honesto ou honesta consigo, vai perceber que o texto escapa. Ele sempre escapa. Ele diz mais do que qualquer doutrina consegue conter. E isso não é falha. É intenção.
O arquiteto desse jogo não criou um manual técnico. Criou um mapa simbólico. Um mapa que exige consciência, responsabilidade e maturidade para ser lido. Porque se fosse um manual direto, você apenas obedeceria. Não haveria crescimento. Não haveria liberdade. Não haveria jogo. O enigma existe para impedir que você terceirize completamente sua consciência.
Cada metáfora bíblica é uma porta. Mas nenhuma porta se abre sozinha. Você precisa empurrar. E empurrar exige força interna, exige enfrentamento, exige disposição para ver coisas em você que talvez prefira manter escondidas. É por isso que muita gente lê a Bíblia buscando confirmação do que já acredita, e não transformação do que precisa ser revisto. O texto permite isso também. Ele respeita seu nível de disposição. Ele não invade. Ele responde conforme a pergunta silenciosa que você carrega.
Você não consegue decorar todos os trechos. Não porque sua memória falha, mas porque o livro não foi feito para caber inteiro na mente racional. Ele foi feito para ser vivido em ciclos. Há textos que só fazem sentido quando você perde algo. Há textos que só se revelam quando você envelhece. Há textos que só ganham peso quando você falha moralmente, quando você se vê pequeno ou pequena, quando suas próprias certezas desmoronam.
O erro comum é tratar a Bíblia como um livro que fala apenas sobre Deus. Ela fala também sobre você. Sobre seus mecanismos internos. Sobre seus padrões de fuga, de orgulho, de medo, de negação. Os personagens não são apenas figuras históricas. Eles são arquétipos psicológicos. O traidor vive em você. O justo vive em você. O covarde vive em você. O fiel vive em você. E o conflito entre eles é diário.
Quando alguém afirma que sua interpretação é a única correta, essa pessoa revela mais sobre sua necessidade de controle do que sobre o texto em si. A Bíblia não se submete ao ego humano. Ela o atravessa. Ela o expõe. Ela o relativiza. Não existe leitura neutra. Toda leitura passa pelo filtro da história pessoal, das feridas, das crenças, das defesas. Por isso, duas consciências diante do mesmo versículo jamais estarão no mesmo ponto.
Isso não significa que tudo é relativo ao ponto de não haver verdade. Significa que a verdade é grande demais para ser capturada de uma vez só. Você acessa fragmentos conforme sua capacidade de sustentar aquilo que vê. O arquiteto do universo não errou ao fazer assim. A perfeição não está na rigidez. Está na adaptabilidade simbólica. Um texto que ainda conversa com você milhares de anos depois não sobreviveu por acaso.
A Bíblia funciona como um jogo de camadas. Na superfície, histórias. Logo abaixo, princípios. Mais fundo, estruturas da psique humana. Ainda mais fundo, algo que escapa à linguagem comum. Você pode chamar de espírito, consciência, logos, sopro, presença. O nome pouco importa. O efeito importa. Algo ali reorganiza quem se dispõe a ler com atenção real, não com pressa religiosa ou curiosidade rasa.
Você não lê a Bíblia apenas com os olhos. Você lê com o estado interno em que se encontra. Se você está defensivo ou defensiva, o texto parece acusador. Se você está aberto ou aberta, o texto parece orientador. Se você está em negação, ele parece confuso. Se você está disposto ou disposta a atravessar seus próprios enganos, ele se torna claro de uma forma quase desconcertante.
Por isso ela nunca se esgota. Por isso ela nunca é totalmente decorada. Decorar seria reduzi-la a um objeto de posse. E esse livro não aceita ser possuído. Ele exige relacionamento. Exige retorno constante. Exige silêncio entre uma leitura e outra para que algo se assente. Exige humildade para admitir que você entendeu menos do que imaginava.
O maior enigma do jogo humano talvez não seja decifrar a Bíblia, mas perceber que ela foi construída para acompanhar o desenvolvimento da consciência humana. Ela cresce com você. Ela se torna mais exigente conforme você amadurece. Ela deixa de ser conforto infantil e passa a ser confronto adulto. Não porque muda, mas porque você muda.
Quando você entende isso, para de buscar a interpretação perfeita e começa a buscar a leitura honesta. Para de usar o texto como arma e começa a usá-lo como espelho. Um espelho que não elogia nem acusa. Apenas mostra. E mostrar, para quem realmente olha, já é transformação suficiente.
O arquiteto do universo é perfeito não porque deu respostas fechadas, mas porque criou um sistema simbólico capaz de atravessar eras, culturas, idiomas e níveis de consciência sem perder sua força essencial. Um livro que não envelhece porque fala do que permanece. O humano. Seus dilemas. Suas escolhas. Sua liberdade. Seu medo de usá-la.
Você não precisa concordar com tudo. Você não precisa entender tudo. Precisa apenas ler com responsabilidade. Sabendo que aquilo que salta aos seus olhos diz tanto sobre o texto quanto sobre você. E talvez mais sobre você do que gostaria de admitir.
No fim, o maior enigma não é a Bíblia. É o leitor e a leitora diante dela. É o que você faz com o que leu. É o que você escolhe ignorar. É o que você decide viver. O livro permanece. O jogo continua. E a consciência é o único movimento que realmente importa.
Deus teria deixado um manual. A Bíblia. Não como um livro de frases motivacionais ou promessas fáceis, mas como um mapa de funcionamento da condição humana. Um texto que expõe padrões, consequências, limites. Um manual que muita gente carrega sem ler e muita gente lê sem aplicar. E, segundo essa lógica, Deus ainda teria feito algo mais radical. Entrou no próprio jogo. Vestiu um corpo humano. Experimentou fome, cansaço, rejeição, medo. E jogou diante de todos. Esse humano foi Jesus.
Isso muda a leitura da existência. Porque se o próprio criador entrou no jogo e também teve um fim, então o fim não é falha do sistema. É parte dele. O problema não é morrer. O problema é viver como se não fosse morrer. O problema é adiar decisões essenciais achando que haverá tempo. O problema é gastar energia tentando construir uma imagem eterna dentro de um corpo provisório.
Você, homem ou mulher, não escapa dessa matemática. Não importa o quanto produza, o quanto acumule, o quanto seja amado ou odiado. O seu tempo aqui é finito. E isso não deveria gerar desespero, mas foco. A clareza de que cada dia é uma página que não volta a ficar em branco. Você escreve com ação ou com ausência. Ambos contam.
Quando você entende que ninguém além de um círculo muito restrito lembrará de você, algo interessante acontece. A necessidade de provar valor para o mundo começa a perder força. A pergunta muda. Deixa de ser como serei lembrado e passa a ser como estou vivendo agora. Não para aplauso futuro, mas para coerência presente.
Jesus não construiu legado no sentido comum. Ele não trabalhou para ser lembrado. Ele viveu aquilo que acreditava ser verdadeiro, mesmo sabendo que isso o levaria ao fim. E talvez seja aí que esteja o ponto mais desconfortável da história. A ideia de que o sentido não está em durar, mas em alinhar. Não está em permanecer, mas em atravessar com integridade.
Você vive em uma época obcecada por visibilidade. Likes, registros, arquivos, perfis. Tudo precisa ser documentado, compartilhado, validado. Como se o esquecimento fosse a maior tragédia possível. Mas o esquecimento é o destino padrão. O esforço para ser lembrado muitas vezes serve apenas para evitar a pergunta mais incômoda. Estou vivendo de acordo com aquilo que digo acreditar?
O fim chega para todos. Para o anônimo e para o reverenciado. Para o justo e para o injusto. Para quem construiu impérios e para quem mal conseguiu sobreviver. A diferença não está no fim, mas no percurso. E não no percurso externo, mas no interno. No modo como você lida com o tempo que recebeu.
Se Deus criou o jogo, o manual não promete vitória fácil. Promete sentido. Promete direção. Promete que viver com consciência custa, mas viver sem ela custa mais. Jesus não escapou do fim. Ele atravessou o fim. E isso redefine o valor da sua própria travessia.
Você não controla quanto tempo tem. Controla apenas como ocupa o tempo que passa. E isso não exige heroísmo histórico. Exige lucidez cotidiana. Exige parar de viver como se tudo fosse ensaio. Não é. É ato único. Sem replay.
Quando você entende que até o perfeito teve um final, você para de exigir eternidade de si mesmo. Para de adiar vida em nome de uma promessa futura que talvez nunca chegue. Começa a viver com mais presença, menos ilusão, menos teatro.
O fim chega para todos. E justamente por isso, cada escolha importa mais do que parece.
Sabe porque a bíblia chama o Amor de Caridade ?
Pois bem .... caridade tem origem do latim CARITAS = estima; afeto
e do latim CARUS = de alto valor; caro, digno de apreço; querido, agradável.
Caridade é um sentimento ou uma ação altruísta (Altruísmo é um tipo de comportamento encontrado nos seres humanos e outros seres vivos, em que as ações de um indivíduo beneficiam outrem) de ajuda a alguém sem busca de qualquer recompensa. entendeu?
"O amor é um estima, um afeto , tem alto valor , é caro, digno de apreço , é agradável.
O amor beneficia o próximo sem buscar recompensa.
O amor é um cavalo selvagem que precisa ser domado para trazer benefícios ..."
Estou num taxi de marca: Bíblia sagrada, com a matricula : Romanos 6:22-23, em que o motorista: e Deus, o cobrador e Jesus Cristo e o lotador espirito santo, chamando, vida eterna, vida eterna, tu queres vir também ?
Se acreditas em Deus não ignora este pensamento, mas se acreditas em Satanás ignora.
O que é a Bíblia?
Ela não é um livro qualquer. Não se trata de um simples livro de histórias, poesias, músicas, profecias e cartas. Apresenta, sim, mais de 40 autores, muitos gêneros literários, e ao todo 66 livros internos.
Mas este texto todo tem algo em comum: é um livro sobre-natural.
A Bíblia foi escrita por homens, assim como eu te escrevo agora este texto, mas ela toda foi inspirada pelo Espírito de Deus. Ela é um grande presente de Deus para nós. No decorrer da história Ele mobilizou muitos homens a escreverem aquilo que Ele colocava em seus corações, aquilo que viram ou ouviram de Deus.
A Bíblia é a revelação do próprio Deus para nós. Através do texto Deus se faz conhecer, apresenta-se aos homens. Pelas suas palavras podemos conhecer seu caráter, sua vontade, seus planos e suas promessas aos que o buscam.
Não trata-se de um Deus incógnito ou distante, mas sim um Deus que quer ser conhecido pelo máximo de pessoas, com um propósito simples: salvar a todos os que crerem nele. (Romanos 1.16-17)
Foi por isso que Ele e seus anjos guardaram esta palavra pelos muitos séculos. Foram mais de 30 séculos. Nenhum outro texto tão extenso sobreviveu a um período tão grande de tempo. E Deus a guardou imaculada, sem ser alterada ou falsificada. A prova disto está nos textos descobertos pelos arqueólogos e que comparados a nossa Bíblia de hoje são praticamente idênticos.
"Andarão dois juntos,se não estiverem de acordo?"[a.3:3]
A biblia resalta contantemente a importancia do tipo de amigos que devemoster,portanto não podemos negligenciar isso. A principal qualidade a procurar em um amigo intimo équando ele ama e teme a DEUS. O que Amós escreveu retrata o significado de estar em harmonia em vários sentidos.Você terá todo tipo de amigos,mas os mas intimos-aqueles com quem anda-devem ser do tipo que lhe comunica algo da bondade do senhor quando está com eles. Peça a DEUS que lhe dê amigos boms é piedosos.eles a influenciarão e aencorajarão a crescer.[Genezi]
'Somente os homens cultos e inteligentes amam as bibliotecárias, já os ratos as bibliotecas'.
Amar Bibliotecária é... quando ela pergunta "Qual o assunto" e você responde "AMOR".
Amar Bibliotecária é... extasiar-se no conhecimento.
Amar bibliotecária é... todos os dias poder deleitar-se nas mais lindas páginas do amor.
Amar Bibliotecária é... automatizar as rotinas diárias para dedicar-se aos desdobramentos da emoção.
Amar Bibliotecária é... guardar os livros na estante e ela no coração.
Amar Bibliotecária é... viver um conto de fadas, dentro de uma antologia romântica.
Amar Bibliotecária é... fazer da periodicidade de seus carinhos o unitermo da vida em comum.
Amar Bibliotecária é... classificá-la no coração, indexá-la na mente e encaderná-la nas mãos.
Amar bibliotecária é... registrá-la como entrada principal, secundária e remissivas no seu coração.
Amar Bibliotecária é... legislar em comunhão a informação da vida a dois.
Na era da Internet, ponha ordem nos seus documentos eletrônicos.
Digitalize a Bibliotecária para o seu disco rígido.
Organize suas idéias. Instale uma Bibliotecária na memória ROM dos teus pensamentos. Grave-a no disco rígido do seu coração. É o melhor antivírus contra a desinformação e o desamor.
Existem muitas práticas no cristianismo que são mais culturais do que Bíblicas (e são muitas mesmo!). Os reis magos encontraram Jesus na casa de José quando ele tinha 2 anos; nada de manjedoura ou sequer bichinhos, Jesus possivelmente já falava! Assim por diante, desde histórias infantis até doutrinas de libertação e descarrego.
Alguém precisa fazer como o personagem da história de Hans Christian Anderson e gritar que "o rei está nú!"
“Estudar teologia e continuar a interpretar a bíblia ao pé da letra é insanidade.
Estudar ciência e dizer que a mesma é a única forma de conhecimento certo é insanidade.
Estudar filosofia e tentar explicar o mundo apenas com ela é insanidade.
Estudar as três áreas do saber e promover guerras entre si é descontrole mental gerado por egos indomáveis, que são oriundos da periferia do saber e vida.
Estudar teologia, filosofia e ciência e tentar resolver os problemas do mundo e contribuir para o bem da Humanidade é estar em perfeita saúde mental.”
Melhor que dá Bíblia nessa gente. Seria ver a humanidade na leitura desta Bíblia. Um "Bando" de Gente Ignorante que acha que sabe.
...aproveita para respeitar mais o outro que Deus vai achar mais Bonito e outra não se usa o nome de Deus para causar exclusão não. Isso é o tal usar o nome de Deus em Vão. Anti-Cristos.
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