Textos
É, surpreendentemente, como as pessoas estão desinibidas e sem emoção. Ultimamente Isso seria um processo de distanciamento?
Complicado? Sem noção? Com comoção? Sem culpa? Com cultura? Com dor? Sem detalhes? Com retalhos? Com tempo? Sem tempero? Etcétera. Até quando? As experiências daqueles não deram a oportunidade de sentir coisas boas e positivas. Ainda é tempo de recomeçar, quiçá passam os dias, pensando e pensando. És manhã na natureza das flores e jasmins. Tudo é amarelo, elo. Elo das cores vivas. Experiências boas, límpidas e vívidas, digo amadas e florecidas. Com certeza, mecanismo de um amor puro.
Não vejo como um problema a demora do tempo, para mim, esta é mais uma como característica. Ainda é tempo. Amar alguém pode ser qualquer pessoa, não só amar no sentido de relacionamento, amizade também. Afinal de contas, a distância não significa nada quando alguém significa tudo e nada é fácil quando a recompensa é muito grande. Enfim, abuse do poder da juventude e use-a em teus propósitos e planejamentos.
A trajetória do ser humano tem seu início ao nascer, mas o fim pode ser um recomeço.
O meio é como enfrentamos tal situação hoje, mas sempre caminhando ao fim do teu ciclo.
Muitos se arrependem dos erros do passado, mas será que, hoje, dependendo da situação, não faria novamente ou vice versa.
O amor é saudável quando não te machuca, ele cura você.
Genuinamente o amor é sobre encontrar a parte que nos falta, ele nos completa, uma somatória.
Realmente, o amor é a busca que nos falta para sermos mais completos.
Entretanto, cada parte do ser como um todo precisa ser completo, é preciso muito autoconhecimento pra conseguir preencher cada vão.
O amor não julga, é quando você não julgar, é hora de se permitir que o aconteça.
Estamos falando a língua da perfeição.
O amor é sentir aquela sensação de admiração, tipo: "uau!", como, por exemplo, você ganhasse flores e ficar naquele estado de interjeição.
Precisa de inspiração para tanto. À inspiração é fazer urgir de ti, do teu âmago, os sentimentos mais concretos e verdadeiros.
Bom, nesta vida dentro desse globo, sem dúvidas, existe a pessoa perfeita e que se encaixa milimetricamente nos teus conceitos.
Entretanto, quanto tempo falta para achá-la? Aonde ele/ela deve estar agora? Ainda é tempo? Seria melhor procurar alguém completo que encaixa nos meus planos?
Ou seria melhor encontrar alguém que se adapte ao modelo oferecido e procurar alguém que esteja, ao mínimo, dentro do teu conceitos?
Sem muitas tautologia sobre a temática, encontrar alguém com os mesmos ideais e não as mesmas qualidades, uma busca eterna por aprendizado e até mesmo o que podem aprender juntos.
Então, procurar alguém com significado bom, alguém que estaria disposto a te inspirar algo positivo e a algo que expanda a consciência de um patamar M a um mais elevado.
Logicamente é bem simples, escolher alguém bom para conviver e seja virtuoso e extraordinário.
Sem você seria uma perda de tempo.
O universo é grande demais para os nossos parcos pensamentos.
Um dia você encontrará alguém melhor do que eu e você me abandonará.
Depois, eu não estarei mais aqui.
O para "sempre" não foi mais o mesmo.
Deveras, sob a luz da escuridão, buscar um novo motivo para apaixonar.
Aquele desejo não urge mais no âmago do ser, aclarar.
Continuar-me-ei de excitar meus sentimentos aos textos.
Sonhos e conquistas, oh
Sem precipícios e sem desestímulo, ah
Esquecer-se de se apaixonar.
Na vida real, o amor não estará à altura da nossa mente, mente
A vida dar-te-á a oportunidade de amar e ser amado.
Nós estamos na terra por algum motivo, divino ou comédia.
É um momento raro que me faz progredir e evoluir.
Adaptar, ainda é tempo de amar.
Como inspirar os sentimentos que estão perto de nós?
Ter perenidade e serenidade.
Faça por ti, o amor próprio deve prevalecer.
Seu valor é conforme seu caráter e personalidade, abster-se de não obstar aquilo que agrega ou soma, enraizado.
A falta de um recomeço não criar-se-á um fim propriamente dito, excetuando-nos a uma nova maneira de nascer.
Pare de perder tempo com migalhas da vida e voe alto.
Sementes do amanhã que não param de sonhar, o som do silêncio.
Dentro de cada sementinha (vida) está uma árvore adormecida.
É preciso partir para continuar a viver.
E, assim, se foi o homem com sorriso de menino na dimensão das estrelas.
Bem longe, numa longa viagem, flutuando.
Mas, um dia, a sementinha se reproduziu, cresceu e se transformou numa grande árvore, no horizonte, forte e cheio de luz.
Fim?
A vida é uma corrente alternada, entre terra e exterior, este um mundo ainda não conhecido, quiçá desvendado, modelo em que as energias espirituais têm o sentido invertido periodicamente, via láctea e matéria orgânica, permitindo a transmissão de virtudes e de costumes.
Existir-se-á uma eficiência de corrente, na qual tem uma variação no sentido nascer até morrer.
Comumente chamado de vida, o campo orgânico, matéria em si, quantifica uma massa ocupada em um ponto no espaço em um determinado momento.
Esta massa, absolutamente, tem seu fim: a morte.
A maldade e a mentira são erros violentamente opostas aos ensinamentos éticos e morais dos grandes homens e até do senso comum.
Empiricamente, eu não creio que exista uma emoção mais intensa para um homem do que ver suas emoções, forças, energia, desejos, felicidades e paixões funcionando harmonicamente.
Essas emoções fazem você esquecer de comer, de dormir, de grana, de buscar poder, fama, luxo e de tudo.
Expansivamente, as coisas materiais não definem o que os seres são por dentro, este ente é uma coisa imaterial, não é visível e nem palpável.
Se você quiser descobrir os segredos da "vida", pense em termos de conexão, impulsividade e emoções.
Nossas virtudes e nossos defeitos são inseparáveis, assim como a vida aos nascer (matéria) e a morte do indivíduo de modo que não se tem mais pensamento, sentido e modo de agir, a energia cerebral, frequência das sinapses e vibração dos órgãos param de funcionar em harmonia e atinge o coeficiente de racionalidade (campo natural, (in)orgânico, saturado, volátil, etérea).
O poder mental (racionalidade) vem de uma fusão sobrenatural e genética, no dogma pela Ordem Divina, no senso comum pela crença de uma "invenção" ainda não desvendada, no empirismo pelos estímulos da lógica e observação, mas se concentrarmos nossas mentes na real verdade, ficamos em sintonia com este grande poder de pensar, intrinsecamente ligada a ela o fator humano de propriamente existir.
A limitação disso tudo é o termo de quanto mais um ser deter de uma cognição sofisticada, menos certeza e concretude terá na sua premissa, excetuando-se a lógica do tempo e espaço atrelada a cultura.
Enfim, o termo "fim" não significa término ou acabar, mas pode ser um novo recomeço e um novo ciclo de energia, força e vida (matéria inorgânica).
Amor é muito bom,
E sempre pode se recuperar.
Ele pode ser vividos várias vezes.
Jamais morre aqui, mas renasce com sua partida.
Nunca é tarde para se arrepender de alguém que demonstrou amor e quando você percebeu já era tarde.
Águias voando alto, você sabe como eu me sinto.
Eu nunca serei o favorito da sua mãe?
Eu estava preso aos meus sentimentos.
Precisamos quebrar isso, é um belo dia.
Meu mundo inteiro brilhou, quando aconteceu isso.
E eu não consigo parar de sorrir.
Deseje ser amado, mas deseje também doar-se pelo outro.
Faça o que você ama.
Afinal, você nunca encontrará outro amor como o meu.
No jogo da vida, um dia quis te conquistar,
Mas o destino tramou, e decidi desistir de te alcançar.
Por mais que te desejasse, a proximidade não bastava,
E a cruel maldade do tempo fez nossa conexão se desfazer, tão grave.
Por caminhos distintos, nossos passos seguiram,
E a saudade, como uma sombra, em meu peito persistiu.
Mas aceitei que nem tudo pode ser como sonhei,
E no silêncio das desistências, minha alma se aquietou e acalmei.
Talvez um dia, em um destino distante,
Nossos olhares se cruzem novamente, vibrantes.
Por agora, guardo a lembrança do que poderia ter sido,
E deixo o amor, como uma canção, em meu coração, adormecido.
Cada minuto contigo é uma dádiva preciosa.
A vontade que explode aqui dentro, é o pulsar do coração,
E ainda é tempo de cultivar a felicidade em união.
Lembrar que és tu, a luz que guia meu caminho,
Que preenche meu mundo com amor, carinho.
Será que percebo toda tua importância, teu valor sem par?
Um amor pleno, que transcende, que é singular.
Amor que emana de dentro, fluindo com maestria,
Conexão profunda, que na alma se cria.
É necessário amar com pureza, com devoção,
Para vivenciar a beleza dessa sublime canção.
Somos poeira de estrelas,
Nossos átomos formados nas entranhas do cosmo,
Ainda bem que em nossa jornada terrena, nós nos revelas,
Pois somos fragmentos de um mesmo macrocosmo.
No vasto universo, estamos ligados pelo espaço-tempo,
Em órbitas que se cruzam, em danças siderais,
Ainda bem que nossos destinos se encontraram neste tempo,
Pois somos constelações de histórias ancestrais.
Em galáxias distantes, em nebulosas de luz,
Nossos destinos foram traçados, em intricada dança,
Ainda bem que neste planeta, encontramos a conduz,
Para compartilhar essa jornada cósmica e sua bonança.
Nas estrelas, encontramos o reflexo do nosso ser,
Somos poeira de estrelas, conectados pelo universo,
E ainda bem que neste vasto espaço, conseguimos perceber,
Que somos parte de algo maior, num encontro tão diverso.
Eu já não acredito mais
Eu já não acredito mais,
Na promessa de eternos dias,
Nas palavras lançadas ao vento,
Nos sussurros que a noite desfia.
A esperança me deixou à deriva,
Às margens da profunda solidão,
Sorvendo a dor em um cálice amargo,
Onde antes brindava-se paixão.
Teu corpo é feixe de luz no crepúsculo,
Sedução que desfila sem pudor,
Um poema divino, irradiando esplendor,
Mas é miragem que o coração já não quer decor.
Teu sorriso, armadilha luminosa,
Prende, inebria e, cruel, entontece,
É a arte mais pura da sedução,
Mas é pintura que a alma já não conhece.
De fascinação se vestia o amor,
Em teus braços um falso abrigo,
Deixaste-me só, no limiar da dor,
Entre versos, me perco e comigo sigo.
Porque já não acredito mais,
Nas juras evaporadas ao amanhecer,
No amor que se faz de paz,
Mas é apenas poesia que não se pode viver.
Entre o tempo que vem e o que se faz,
Jaz uma escolha, sutil traço de paz.
Não é o relógio que mede afeição,
Mas quem faz da hora sagrado chão.
Quem se entrega no limite do escasso,
Guarda no peito o peso do cansaço.
A troca justa, balança do sentir,
É arte rara, é dom de equilibrar.
Sabedoria não é só acumular,
Mas entre erros e acertos navegar.
A boa vida é tecida em comunhão,
De saberes, sentimentos, coração.
Inteligência é o leme neste mar,
Administrar emoção, não naufragar.
Mas quem ao passado só olha, sem perdoar,
Esquece que à frente está o lugar de amar.
Assim caminho, assim procuro estar,
No dar e receber, no eterno ensinar.
E nessa dança que é viver e priorizar,
Há quem faça do seu tempo um lugar.
0Num reino esquecido de palavras não ditas,
caminham dois viajantes em sendas infinitas.
A busca por amor, tão cheia de mitos,
mas o amor, ah, o amor acaba em gritos.
Não é o amor que prende ou que sustém;
ele é, em sua essência, passageiro também.
Surge qual estrela, brilhante, ao léu,
mas desvanece na ausência de um céu.
"Amor acaba," sussurra o vento frio,
"quando esperar nada mais é que um vazio."
Assim fala o tempo com sua voz calma,
não na tempestade, mas na resignada alma.
E então, o que resta? O que realmente importa?
Se não for a felicidade que a própria vida comporta?
Felicidade, esse sim, é um fogo que arde sem ver,
não nasce do outro, mas dentro do próprio ser.
"Vou embora," diz aquele que ao espelho confessa,
"pois sem ti, encontro em minha solidão, a fortaleza."
Relacionamentos não se firmam em laços de amor,
mas na felicidade solitária, não no calor.
Assim, se pensas que sem o outro estarias melhor,
o amor já não é mais abrigo, nem tem seu valor.
É na felicidade própria que um coração deve ancorar,
pois mesmo no amor, é preciso primeiro se amar.
Despedem-se então, não em guerra ou com dor,
mas em silêncio, sabendo que o melhor ainda está por vir.
Amor e felicidade, dois dançarinos ao som do destino,
Um ensaio sobre como viver, amar, e por fim, partir.
Nas tramas do destino, onde a luz se desdobra,
Descobri a coragem, tessitura da esperança.
Em teus olhos, o luar reflete e me cobra
A bravura de sonhar, constância que não cansa.
Foste mais que um amigo, luz em meu caminho,
Valorizaste a verdade, minha essência tão só.
Em tua companhia, encontrei meu ninho,
Na philia que nos une, o afeto fez-se pó.
Tua presença é uma era que se inicia,
Cada gesto teu, perfeito em sua medida.
Como uma canção que na alma desafia,
Retalhos de um poema, vida compartilhada.
Poetas, para quê servem, senão para isso?
Capturar em versos a essência do sentir,
Refletir a luz do amor, seu doce feitiço,
Neste palco de estrelas onde ousamos existir.
Era o fim de uma década, um ciclo se fechava,
Mas contigo ao lado, cada fim é um começo.
Nas noites de verão, tua luz me resgatava,
Philos dos olhos meus, em teu olhar eu meço.
Tudo vale a pena, se a alma não é pequena,
Com o nascer do teu sorriso, o mundo renova.
A paixão que chega cedo, e nunca serena,
Dá cor ao meu dia, na sorte que me aprova.
Por isso creio, na força da esperança,
Na coragem de amar, sorte, destino, ou sina.
A cada novo dia, uma nova lembrança,
Na tela do amor, cada pincelada afina.
A coragem de esperar, na esperança de ser,
Valorize o amor, em todas as suas formas.
Pois na teia da vida, o mais belo tecer,
É amar e ser amado, nas mais ricas normas.
Na trama sutil da solidão que tece,
Num fio de ausência e memória perdida,
Cadê você? Sozinho, ecoa a prece
De quem na vida não quer ser só partida.
Esquecera de mim? Nas horas tardias,
Teu nome toco em cada acorde baixo,
Sinfonias de amor, melancolias,
Na beleza pura que ao prazer faço laço.
Só penso em ti, na vastidão do dia,
Minha alma, em seu deserto, te busca inteira,
Sentindo falta da tua companhia,
No coração só, tua presença é ceifeira.
No caminho, um encontro, simples faísca,
Transforma o ar em júbilo, a solidão em festa,
Não desejo te possuir, apenas a mística
De um carinho que no amor sempre resta.
Lindo ser que sabe viver, é verdade,
Teu sorriso me desarma, me faz rei,
E nessa canção que em mim invade,
Canto o que foi e o que ainda não sei.
Por onde andei? Te procurando sem ver,
Na ignorância de um coração que tarda,
Mas agora sei, tudo que preciso é você,
A peça que faltava, que a tudo aguarda.
Eu protegi o teu nome, Beija-Flor,
Codinome de amores, escondido e sentido,
Nos lábios meus, o gosto do que é amor,
Atrasado chego, arrependido e remido.
Ainda é tempo, o ontem é tarde demais,
Hoje as horas estendem as mãos,
Para amar, para viver, para a paz,
Para aumentar o mundo, sem vãos.
Amar, desejar ser amado, verdadeiro elo,
Dar-se pelo outro, o ato mais generoso,
Na partilha do sentir, no doce apelo,
De viver o hoje, no amor, formoso.
Na tapeçaria tecida por horas vazias,
Em cada fio, um eco: "Cadê você, amada ausente?"
A solidão, uma cortina que desvela e esconde,
Recordações que sussurram, "Esquecera de mim?"
No compasso de uma melodia esquecida,
Toco teu nome nas cordas da minha lira,
Para falar de amor, de desejos entrelaçados,
Pura beleza emergindo das sombras do esquecimento.
Luz de grande prazer, um farol na penumbra,
Sabendo que meu pensamento em ti se imerge.
A solidão se agiganta, ecoando em câmaras vazias,
"O meu coração tão só," um lamento ao vento.
Basta um encontro, uma visão tua no caminho,
Para que a felicidade desabroche como flor após a chuva.
Não procuro possuir, mas um carinho, às vezes,
É um bálsamo, um suave toque em pele febril.
Quando afeição é verdadeira, cuidamos sem medidas,
Tua essência, um viver límpido, um lindo existir.
Tu me fazes feliz, em cada gesto, cada sorriso partilhado,
Uma canção que nos envolve, confissão de almas.
Por onde andei enquanto me procuravas?
Ignorava que eras o que a minha essência clamava.
Guardei teu nome, Beija-Flor, em segredo,
Um codinome para o amor que entre lágrimas cultivei.
Eu sei, demorei a chegar,
O arrependimento um manto pesado nos ombros.
Mas, ainda é tempo, tempo de amar e ser feliz,
De mostrar caminhos, de nos doarmos mutuamente.
Ainda posso te dizer, reafirmar no infinito dos dias,
Que és tu quem expande o universo em mim.
Tarde demais foi ontem, mas hoje,
Hoje é o momento de tecer, de novo, nosso laço de amor.
Assim, amemos com a urgência de quem descobre,
Que na dádiva de amar e ser amado, nada é em vão.
Hoje ainda dá tempo de amar, de curar,
De reinventar o amor que pensávamos perdido.
No tecido do silêncio, tua lembrança sussurra,
E no delicado ato de pronunciar teu nome,
Desenho caminhos para falar de amor,
Tocar o invisível que une céu e terra em paixão.
"Só penso em você," confesso ao vento,
Que leva minhas palavras à tua ausência.
Na solidão que ecoa, meu coração clama,
Solitário navegador em busca de seu farol.
Cada passo na estrada, um anseio por encontrar-te,
A simples visão tua transforma o cinza em celebração.
Tua presença é a peça que completa meu quebra-cabeça,
Será que sabes? És tudo o que me faltava.
Guardo teu nome como um tesouro, Beija-Flor,
Um codinome nascido do amor mais puro.
Demorei para chegar, trilhando caminhos tortuosos,
Mas o tempo ainda nos sorri, generoso e aberto.
É tempo de ser feliz, de entrelaçar nossas alegrias,
De construir um castelo onde cada pedra é um sorriso.
És tu, amor, quem expande o universo dentro de mim,
Tornas cada respiração um mergulho em novos mundos.
"Tarde demais" é um fantasma de ontem,
Hoje é o dia de renovar o voto de nossas almas,
De amar, de doar-se, de entrelaçar destinos.
Hoje ainda é tempo de amar, de florescer em jardins prometidos.
Desejemos ser amados, sim, mas também amar sem medida,
Nada é em vão quando o coração se entrega ao verdadeiro sentimento.
Porque amar é o mais sublime ato de coragem,
E em cada batida do coração, renasce a esperança de que ainda há tempo.
Na trama complexa do viver, escrevo versos que não se calam,
Sobre o herói esquecido, cujo brilho raramente salta aos olhos alheios.
Um guerreiro das sombras, tecendo sacrifícios sem nome,
Pedindo desculpas onde a culpa nunca foi sua morada.
Abaixa a cabeça quando a razão grita para ser ouvida,
Porém, na humildade silenciosa, prefere a paz ao conflito.
Age pelos outros com um amor tão vasto e profundo,
Fazendo pelos outros mais do que jamais fariam por si.
Esconde as próprias dores, um sorriso no rosto mantém,
Para que o mundo ao redor não se despedace ao sentir seu pesar.
E assim, na quietude de seu coração, sacrifica a própria alegria,
Colocando a felicidade alheia acima da sua, incessantemente.
Segura mundos nos ombros enquanto o próprio desmorona,
Mas, oh, quão nobre é o espírito que ainda assim se ergue!
Não perfeito, mas real, em suas palavras e atos reflete verdade,
Rindo, chorando, amando, com uma sinceridade que arde.
Às vezes o dito é áspero, às vezes o trauma ressurge,
Marcas de batalhas passadas que ainda sussurram na pele.
Chamam-no de difícil, complicado, teimoso em sua essência,
Mas no olhar dele, há uma chama que não se extingue.
Ele não muda, não se dobra, fiel ao que é em sua essência,
O amor que declara é um farol, puro e imutável.
Quando diz "conte comigo", suas palavras são pontes,
Fortes o suficiente para suportar o peso de mil tempestades.
Neste mundo barulhento, onde verdades se perdem,
Sua sinceridade é um farol, brilhando firme através da névoa.
Não há máscaras, não há jogos; apenas um coração aberto,
Revelando-se inteiro, um espírito indomado, real e verdadeiro.
Portanto, antes de julgar, olhe além das fachadas e dos murmúrios,
Veja o gigante que caminha leve, carregando o mundo com sorrisos.
Pois embora não seja perfeito, é genuinamente um dos raros,
E neste teatro da vida, ele é, sem dúvida, uma das estrelas mais brilhantes.
Reações Inacabadas
Na tabela periódica do meu coração,
Tu és o elemento raro, a essência da emoção.
Minhas moléculas vibram ao te ver,
Uma reação exotérmica, difícil de conter.
Meu amor, uma síntese de dopamina e desejo,
Neurotransmissores disparando sem cesseiro.
Serotonina diminui, na trilha do teu não,
Levando à melancolia de uma reação em vão.
Nossos encontros, experimentos falhados,
Misturas heterogêneas, destinos não alinhados.
Eu, hidrogênio, em busca de um oxigênio para ligar,
Você, um nobre gás, impossível de alcançar.
No laboratório do afeto, tento catalisar,
Esperanças, aditivos, para a reação avançar.
Mas o equilíbrio químico nunca vem,
A solução supersaturada apenas reflete meu desdém.
Ácido e base, tentamos neutralizar,
Mas cada titulação apenas parece nos separar.
Como reagentes em um béquer, sob a chama da paixão,
Só para descobrir que falta a estabilidade na equação.
E na balança analítica, meu amor pesa mais,
Um excesso de reagente, em desespero voraz.
Enquanto isso, tua ausência é o precipitado,
Que se forma no fundo, frio e calculado.
A cinética desta paixão, lenta demais,
Tempo e energia, consumidos demais.
No fim, talvez, devo filtrar meu próprio coração,
Separar o sentimento, recristalizar a razão.
Quimicamente falando, o amor é um estado instável,
Uma mistura de potenciais, bela, mas volátil.
Entre soluções e solvatos, meu amor não correspondido,
Persiste, um elemento isolado, em um frasco esquecido.
Amor de Dentro pra Fora
Queria um cafuné e amor teu, só pediria isso e mais nada,
No desassossego da vida, um toque suave, um alento.
Deveria ter visto mais o sol se pôr, mais pôres do sol em nossa estrada,
Mas a pressa das horas, cega e surda, roubou-me o momento.
Será que eu sei que tu eras mesmo tudo o que me faltava?
Ou seria apenas o reflexo de minhas próprias lacunas?
Hoje leio as poesias que fiz para nós, cada verso uma alma que clamava,
Não sei por que razão tudo mudou assim, deixando-me à mercê das brumas.
Ficaram as canções e tu não ficaste, melodias órfãs de sentido,
Ainda lembro o que estava lendo, páginas que falavam de amores perdidos,
Só para saber o que achaste dos versos que fiz, do amor que semeei,
E ainda espero resposta, um eco no vazio, prova de que amei.
Quando chegar o momento, este meu sofrimento vou cobrar com juros, juro,
Não de ti, mas do destino, desse tempo que escoa sem pudor,
Que coincidência é o amor, que se esconde nas entrelinhas do dia-a-dia,
A nossa música nunca mais tocou, silêncio que corrói, que fere, que expurga.
Para quê usar de tanta educação, para destilar terceiras intenções,
Palavras polidas, mas vãs, mariposas cegas ao redor de falsos brilhos,
Desperdiçando o meu mel, doçura que se perde na amargura das ilusões,
Devagarinho, flor em flor, fui-me apagando, sumindo em teus desvios.
Entre os meus inimigos, beija-flor, descubro o amor-próprio renascendo,
Um regresso às raízes, ao que sou sem precisar ser por alguém,
Amor de dentro para fora, genuíno, sem máscaras, sem desculpas,
No fim, é o amor que resta, em mim, em ti, na essência que é nossa e de mais ninguém.
Posso perder tudo na vida, menos o amor da pessoa amada.
Esperança no amor, no porto seguro,
Esperança em teu esperar,
No canto do luar, até o mar,
De norte europeu ao sul do teu coração,
Florindo em canção, existe um amor,
Um calor, um eterno amor.
Onde há alegria, há felicidade,
Contra a força do amor, não há resistência.
Sem você, a vida não tem cor,
Sem amor, é sem humor, sem esplendor,
Com dor, com dissabor,
Preto e branco sem mais ilustrador,
Do termo sem fim, quiçá eterno,
Mas imortal, do amor que tive,
Com sabor de contentamento.
Ao redor do mundo, nada se compara a ti,
Ser para sempre o geólogo do teu coração,
Aprender uma nova canção.
Assim, de tudo ao meu amor será,
Numa poesia em forma de canção para ti.
Não entendeu? Confesso, já passei pela mesma dificuldade.
Ao fim, vence o amor, que tudo passa, menos o amor.
Valorize o amor; teu amor eterno e imortal.
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