Texto sobre Voce Mesmo

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O Rio e a Represa: Uma Reflexão sobre a Liberdade Feminina.


​A sabedoria da vida nos ensina que o tempo não é uma linha reta, mas um fluxo.


Se observarmos o patriarcado como uma antiga represa, entenderemos que ele não apenas "organizou" a sociedade, mas represou a potência de metade da humanidade.


Por séculos, o passado foi o tempo do represamento: águas paradas, onde a vida acontecia sob pressão e silêncio.

Eu demorei para entender que minha fé não precisava de moldura. Não era sobre pertencer a um templo específico, repetir palavras decoradas ou provar algo para alguém. Um dia percebi, quase em silêncio, que Deus não estava distante nem escondido atrás de rituais; Ele morava em mim. E quando entendi isso, algo dentro de mim ficou tranquilo, como se finalmente eu tivesse chegado em casa.

Não depender de religião não significa desrespeitar quem encontra Deus nela. Pelo contrário, cada pessoa tem seu caminho, sua ponte, sua forma de conversar com o céu. A minha foi mais silenciosa, mais íntima. Foi no meio das minhas dúvidas, das quedas, das noites em que eu conversava sozinha com o teto, que comecei a sentir uma presença que não precisava de intermediários. Era uma fé simples, quase cotidiana, como respirar.

Eu descobri que Deus aparece quando eu cuido de alguém, quando eu escolho ser justa mesmo sem aplauso, quando eu perdoo, quando eu me levanto depois de um dia difícil. Ele está nos gestos pequenos, nos pensamentos que tentam ser melhores do que ontem. Mora nas decisões que tomo quando ninguém está olhando.

E isso muda tudo. Porque quando a gente acredita que Deus vive dentro da gente, a responsabilidade também muda. Eu passei a olhar mais para dentro, a vigiar minhas próprias atitudes, a tentar ser um lugar bom para Ele habitar. Não perfeito, porque ninguém é, mas verdadeiro.

Hoje eu caminho assim: sem precisar provar fé para ninguém, sem carregar rótulos pesados, mas com uma certeza calma de que não estou vazia por dentro. Há uma luz ali, discreta, constante, que me lembra todos os dias que Deus não está longe. Ele está aqui, comigo, vivendo cada passo da minha história.

Algumas pessoas não querem somar na sua vida, querem apenas o controle sobre ela. Elas destroem a sua paz e te prendem em explicações sem fim, só para testar até onde vai a sua 'coleira'.


Maturidade é entender que quem não tem futuro para oferecer, oferece caos. Quando as atitudes são instáveis e as desculpas são vazias, afastar-se não é orgulho. É a única resposta lógica.

O erro comum é tratar a Bíblia como um livro que fala apenas sobre Deus. Ela fala também sobre você. Sobre seus mecanismos internos. Sobre seus padrões de fuga, de orgulho, de medo, de negação. Os personagens não são apenas figuras históricas. Eles são arquétipos psicológicos. O traidor vive em você. O justo vive em você. O covarde vive em você. O fiel vive em você. E o conflito entre eles é diário.


Quando alguém afirma que sua interpretação é a única correta, essa pessoa revela mais sobre sua necessidade de controle do que sobre o texto em si. A Bíblia não se submete ao ego humano. Ela o atravessa. Ela o expõe. Ela o relativiza. Não existe leitura neutra. Toda leitura passa pelo filtro da história pessoal, das feridas, das crenças, das defesas. Por isso, duas consciências diante do mesmo versículo jamais estarão no mesmo ponto.


Isso não significa que tudo é relativo ao ponto de não haver verdade. Significa que a verdade é grande demais para ser capturada de uma vez só. Você acessa fragmentos conforme sua capacidade de sustentar aquilo que vê. O arquiteto do universo não errou ao fazer assim. A perfeição não está na rigidez. Está na adaptabilidade simbólica. Um texto que ainda conversa com você milhares de anos depois não sobreviveu por acaso.

Se o arrependimento matasse,
não restaria sopro algum sobre a terra —
nem vento, nem voz,
apenas o silêncio pesado
de tudo o que poderia ter sido diferente.


Carrego comigo essa estranha sina:
a de nunca pisar sem antes duvidar do chão,
a de nunca falar sem antes ensaiar o eco do erro.
Cada gesto meu nasce já cansado,
como se soubesse que será revisto,
revirado,
remoído até perder o nome.


Penso antes, durante, depois —
e, ainda assim, falho na paz.
Há sempre um segundo pensamento
que corrói o primeiro,
um sussurro tardio que diz:
“não era isso”,
“não assim”,
“não deveria ter tentado”.


Minhas palavras saem vestidas de despedida,
como se cada uma carregasse em si
um pequeno morrer —
o morrer daquilo que poderia ter sido dito melhor,
ou calado por inteiro.


E então me recolho,
refaço diálogos que já não existem,
reescrevo frases em um tempo que não volta,
tentando salvar, em atraso,
o que nunca esteve seguro.


Se o arrependimento matasse,
eu já teria partido incontáveis vezes.
Mas permaneço: erguendo versões de mim
sobre os escombros do que pensei ter errado,
pintando o quadro da aquarela de meu engano e soprando o vento do meu amago.


E, ainda assim,
há um sopro teimoso em mim
que insiste em continuar,
mesmo sabendo
que amanhã também haverá dúvida,
e então depois,
e depois.

AZUL
Seu cabelo caia sobre os olhos
Como se sua juventude,
Fosse a franja sobre testa,
A cortina caia na minha frente
Como se o show
Fosse de um mamulengo
Ou um ser teatral qualquer,
Como marionetes sádicas e sarcásticas...
Seu olhar se perdia na janela
Como se convidasse as estrelas...
Eu sou mais que um olhar no passado
Quando eu passo a olhar para o mar
Mas o que é o azul além do azul
Alem da vela encardida da jangada...
A imensidão que tenho em mim tem mil navios,
O meu pacífico tem mais que calmarias
Tem continentes a desbravar...
E o nativo que eu tenho em mim
É uma espécie de indio , de escravo e de ave
Que se catequiza, escraviza, e faz voar...

Ela pegou a vassoura
e saiu voando pela janela,
ainda vejo sua silhueta sobre a vassoura
em contraste com a lua cheia...
mais cedo fez chover pétalas de rosas
me falou da essência do amor...
e cheirando a jasmim
levitava entre entre as bromélias do jardim,
ela me disse que era pra sempre
que era infinito, sempre que acontecesse
deitamos a luz da lua
acordamos a luz das estrelas
e tudo que era poesia invadiu minha rua...

⁠Sobre me parecer com eles...
Por Luiza_Grochvicz.

Às vezes me perguntam: com qual filósofo você se parece?
E eu fico em silêncio.
Porque me parecer com alguém é sempre também uma forma de não ser ninguém por completo.
Mas se for preciso traçar espelhos, que sejam espelhos em águas agitadas — nunca nítidos, sempre em movimento.

Com Kierkegaard, compartilho a vertigem.
Aquela dor silenciosa de estar vivo, de ser livre demais, de pensar tanto que quase se dissolve.
A angústia dele não me assusta — ela me reconhece.
Como se a alma dele tivesse escrito cartas para a minha, antes mesmo de eu nascer.

Com Clarice, é o sangue da palavra.
Não escrevemos — sangramos.
Ela também sentia demais e dizia pouco, mas o pouco explodia.
Clarice escreve como quem ama o que não entende. E eu também: escrevo para encontrar o que nunca procuro.

Com Camus, compartilho o absurdo.
A beleza de estar num mundo que não faz sentido, e ainda assim levantar todos os dias.
Ele era o silêncio das pedras; eu sou talvez o sussurro do vento.
Mas ambos sabemos: é preciso imaginar Sísifo feliz, mesmo com o peso da pedra.

Com Beauvoir, é a liberdade.
O incômodo.
A recusa em aceitar que viver seja só obedecer.
Ela pensava com coragem, sentia com lucidez.
Me inspira a ser mulher sem rótulo, filósofa sem jaula, pensadora com pele.

Me pareço com todos, e ainda assim, sou outra.
Porque filosofar, pra mim, é tocar o invisível com palavras.
É doer bonito.
É pensar como quem ama demais.

A mídia, ao colocar os holofotes sobre a política, funciona como a mão visível de uma distração cuidadosamente orquestrada. Enquanto isso, a outra mão, invisível aos olhos da maioria, pertence aos verdadeiros dominantes: banqueiros, filantropos, mega-empresários, grandes investidores e financiadores. São eles que movem as peças nos bastidores, longe das câmeras e do debate público, moldando decisões que lentamente esvaziam nossos direitos e conquistas.


Esse jogo é como um truque de mágica: somos levados a focar na mão que está à vista — debates políticos, brigas partidárias, escândalos e promessas — enquanto a verdadeira ação acontece fora do nosso campo de visão. É nesse movimento escondido, silencioso e estratégico, que os direitos desaparecem, que as leis mudam, que as condições se tornam cada vez mais desfavoráveis ao povo.


Quando finalmente percebemos o que foi feito, o truque já está completo, e os danos já foram causados. Mas poucos se perguntam como aconteceu. Por que não notamos? Porque estávamos distraídos, mirando a mão que gesticulava para chamar nossa atenção, enquanto ignorávamos a mão que realmente conduzia o espetáculo.


A questão é: quando vamos parar de nos deixar distrair por esses movimentos óbvios e começar a observar o que realmente importa — os bastidores, as conexões, os interesses maiores? Afinal, a mágica só funciona enquanto acreditarmos no que nos é mostrado e não olharmos além do que nos é permitido ver.

A vida não é justa ela nunca prometeu ser.
Ela pesa mais sobre alguns, aperta mais forte outros, e às vezes parece escolher exatamente quem já está cansado.
Mas existe um tipo de homem que a vida não consegue quebrar.
É aquele que sangra… e ainda assim não para.
Que sente a dor, mas não negocia com a desistência.
Que sorri não porque está tudo bem, mas porque decidiu que a dor não vai definir o seu destino.
A vida pode até não ser justa…
mas ela responde com respeito àquele que continua.
Porque no fim, não é sobre quem sofreu menos
é sobre quem, mesmo ferido, teve coragem de continuar avançando quando tudo gritava para parar.

Sobre ser poetisa



A poesia chegou em minha vida de repente, profunda e decidida.
Ela veio como um toque leve, mas com certo magnetismo.
Essa poesia que vejo em tudo, me trouxe novos olhares para a vida e favoreceu meu autoconhecimento.


Onde ela está?


Ora, naquela arte majestosa que é apreciada nos espaços fechados ou nos muros esquecidos.
Na letra de música que retrata um contexto histórico ou uma paixão arrebatadora.
Naquele texto de mensagem do WhatsApp feito com capricho para desejar felicitações de aniversário.
Nas palavras escolhidas sabiamente antes de serem proferidas com empatia e gentileza a alguém, que a recebe com grandíssima alegria.


Viva a poesia! ❤️

Às vezes, não percebemos o quanto é cruel fazer conjecturas sobre o silêncio.
Ele não se defende, não se explica, não corrige os nossos medos.
E, nesse vazio, inventamos sentidos, colocamos palavras que nunca foram ditas, intenções que talvez nunca existiram.
Talvez o silêncio não seja silêncio, mas apenas algo que ainda não aprendemos a escutar.

O sol nasce como promessa.
Rompe o horizonte em fios dourados e derrama esperança sobre a terra ainda adormecida.
Sua luz acaricia os sonhos, desperta silêncios, faz a vida pulsar dentro de nós como um coração que recomeça.
Depois, lentamente, ele se despede.


O pôr do sol é um adeus tingido de saudade, ou talvez apenas um até logo, sussurrado em tons de fogo e mel.
O dia se recolhe. O que foi vivido repousa no tempo, pois o que passa não retorna.


E então vem a noite, vestida de mistério e calma.
A lua reflete a luz tênue e pinta o céu de segredo.
As estrelas, incontáveis, bordam a imensidão com brilhos eternos. Uma delas pisca, distante e solitária, como se nos dissesse, em silêncio:
acredite.
Mesmo na escuridão, há sempre um sol preparando o amanhã.








A FOME QUE NÃO É DE PÃO

Tem gente que morre de fome
Tendo o pão sobre a mesa.
Tem gente que adoece
Antes de qualquer tristeza.

Tem gente que envelhece
Sem ter vivido a beleza,
E carrega nas costas
O peso da própria leveza.

Tem gente que tem medo de fazer,
De pular, de cair, de tentar,
E passa a vida inteira
Apenas a observar.

Tem gente que vive no lusco-fusco
Em pleno sol de verão,
Com os olhos vendados
E a alma em escuridão.

Tem gente que nunca vê saída,
Nem quando a porta está aberta,
E prefere a cela conhecida
À liberdade incerta.

Tem gente que anda nu
Mesmo vestido de cetim,
Porque a nudez da alma
É a que mais assusta em si.

Tem gente que morre antes de viver,
Respira sem inspirar,
São estátuas de sal que se esqueceram
De como se deve andar.

Tem gente que ouve sem escutar,
Que olha sem enxergar,
Que fala sem dizer nada,
Que abraça sem apertar.

Tem gente que guarda o sorriso
Pra um dia que nunca virá,
E guarda tanto a alegria
Que a alegria definha no ar.

E seguem, cegos e mudos,
Cada um no seu lugar,
Esperando que um dia a vida
Os aprenda a despertar.

Mas o tempo passa em vão
Sobre os ombros de quem parou,
E a morte, paciente, espera
Por quem nunca começou.

Teoria ou prática?

Existem pessoas que teorizam muito sobre a amizade, sobre os amigos, ou como reconhecê-los, mas não sabem como cativá-los. Na teoria, nas frases, nos versos e nos poemas tudo é bonito, mas na prática do dia-a-dia a realidade é outra. Não fale sobre os amigos e sim pratique a amizade, coloque em ação e transforme o adjetivo em verbo.Teorias, sim tenho muitas, sobre os diferentes tipos de amigos, mas quem na essência me conhece, sabe que prefiro teoriar colocando a amizade em prática cultivando um sentimento que não é dado, e sim adquirido com o tempo. E parafraseando Vinicius de Moraes, termino esse pensamento, falando: ''-Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"

O verde cantava em triângulos enquanto a terça-feira derretia sobre o tapete de estrelas mortas. Pés sem dono caminhavam para trás, deixando pegadas que precediam os passos. Um relógio de areia escorria para cima, alimentando nuvens que cresciam no chão da caverna iluminada por peixes voadores. A chuva caía em espiral, molhando apenas o que ainda não existia.


Entre espelhos que refletiam o som, uma voz sem boca repetia números que eram cores: sete era azul, quatro era o gosto de saudade. Os dedos do vento tentavam segurar água, e a água, por sua vez, tentava lembrar por que tinha forma.


Mas então você percebe: o verde era esperança disfarçada, a terça-feira era apenas rotina, as pegadas eram memórias que insistem em voltar. O relógio de areia era o tempo que você achou perdido. As nuvens no chão eram sonhos adormecidos acordando. A chuva em espiral era a vida entrando pelas frestas. Os números eram os dias que você ainda vai viver. E a voz sem boca? Era você, finalmente se ouvindo.

Não poste nada sobre a sua vida, muito menos as tuas conquistas nas redes sociais. Porque nem todos que te seguem querem o teu bem e ficam feliz com as tuas conquistas e sucesso. Uns só te seguem pra conseguir como te atingir e te destruir...

Lembra-se: você pode ser santo e justo, sempre haverá judas e fariseus torcendo contra você.

Sonhei um filme inteiro sobre alienígenas...

Estava eu a dormir com meu marido na nossa cama, quando demônios sacodem a nossa cama e eu acordo.
Vou para o chão e meu marido fica entre o sono e entre acordar.
Eu começo a orar e ele não acorda, o tempo todo dormindo.
Corro para a casa do Sansão para contar às 3 horas da madrugada e ele está abrindo a casa dele com a Regiane que ficava na avenida Eliezer Moreira e enquanto a gente está lá, a gente olha para o céu e vê um gárgula gigante voando.
Nós corremos para nos esconder, mas o Sansão fica acenando para a coisa.
De repente já estou com meu marido e meus dois irmãos, correndo de um alienígena que têm forma de gravetos e lata, ele carrega algo como um caderno e faz anotações.
Quando ele se aproxima vejo um soldado americano, sobrevoando em algo que parecia um colchão, mas ele estava na parte de baixo, enquanto tudo ao seu redor eram luzes ofuscantes coloridas.
Depois aparece uma nave sobrevoando o local, e mapeando tudo.
Inclusive ela jogava uma forte luz em cima de todos nós.
Enquanto a gente fugia, o cenário já havia mudado para um local cheio de mato e capim.
Tudo isso em uma madrugada.
Eu olhava o horizonte e vinham mais e a gente estava sem lugar para nos escondermos.
Entramos no mato, em várias casas e achamos uma casa, onde parecia uma fazenda e meu marido tinha a chave dela por algum motivo, acho que ele mantinha uma chave mestra sempre com ele.
Nós entramos e o foco da luz para nos localizar já estava bem perto naquela nave.
Nós entramos, eu me escondi, quando colocaram o foco em mim, mas meus irmãos e meu marido, mesmo eu falando para eles se esconderem, eles estavam brincando com a situação, então não acreditaram, até que o foco de luz foi diretamente neles.
Então, rapidamente havia uma voz de mulher que falava em alto e bom tom que havia pessoas na casa e pedia para a nave pousar.
A nave estava aterrissando e enquanto isso eu começava a correr e procurar lugares no fundo do quintal da casa, para me esconder com os outros.
Até perceber que a mulher dizia que o professor estava conosco, na verdade era meu marido, que no sonho era um renomado cientista e ele sabia muitas coisas sobre tudo o que estava acontecendo, então eles queriam que ele trabalhasse para eles.
Mas, trabalhasse de uma forma que fosse tipo um fantoche, para fazer experimentos terríveis.
De repente percebi que não eram alienígenas, mas sim, soldados americanos que tinham ultra tecnologia de última geração e isso me dava um medo terrível.
Eu tinha medo deles pegarem eu e todos nós, para fazer experimentos.
Já que esse era o intuito deles!
Então, a nave aterrissou e começaram a nos procurar por dentro da casa e em todos os lugares, a gente já estava há muitos metros de distância, já tínhamos escalado tetos, quintais diversos e acabamos entrando em um lugar onde parecia uma torre e a gente subia escadas e mais escadas super estreitas e parecia nunca chegar ao fim.
Nesse momento estava somente eu e meu marido, porque meus irmãos já haviam ficado para trás, porque os chamei e eles não vieram conosco. Estavam enrolando e por isso nós prosseguimos a fuga, porque nesse momento, meu marido era o principal alvo! E como eu estava junto com ele, provavelmente iriam me pegar também.
Então ao terminar de subir as escadas, acabamos ficando sem saída e tivemos que retornar com muito medo, pois os soldados já estavam nas mesmas escadas e prestes a nos pegar.
Eu os ouvia conversar nitidamente "eles estão perto, estão por aqui" e o medo estava cada vez maior, não quisemos voltar, nós tivemos que esperar eles nos encontrarem, enquanto isso o medo dominava nós dois.
Não adiantou fugir, fomos pêgos de qualquer jeito eu suponho, porque não deu para terminar o sonho, meu gato começou a arranhar a cama e eu acordei.
Mas, esse sonho é digno de um filme.

23 de novembro de 2023 01:55

Sonho sobre volta de Cristo

(Revelação divina, da volta de Cristo em 11 de outubro de 2023 às 06:32 da manhã)

"Acabei de acordar em meio a um sonho lindo, magnífico onde eu via um banner sobrevoando o céu, com o nome "Jesus está voltando" com o logo de duas asas, abaixo desse nome.
Eu olhava aquilo e ficava maravilhada, ele sobrevoava apenas o lugar onde eu estava.
Ia e voltava, descia e eu corria com medo de bater em mim, até observar que quando batia a ponta dele, no teto da casa onde eu estava, era uma batida leve, como um balão e novamente voltava para o céu, para sobrevoar, indo para a direita e para a esquerda.
Quando ele subia, eu voltava novamente para fora.
Eu olhava e quanto mais eu olhava mais sentia alegria, eu não sentia mais nada além disso.
Eu gritava em frenesi "gente, saiam, Jesus está voltando."
Mas, ninguém saia e eu me preocupava com meu irmão, que ainda estava de shorts, brincando com meu chinelo e de cócoras, com a cabeça baixa.
Eu novamente, entrei e quando cheguei na porta da casa, visualizei um homem alto e negro, me dizendo "venha, está escrito que o exército de Cristo, vai se apresentar para 200 milhões de pessoas."
Ele estava lendo no céu, esse recado.
Mas, quando olhei, já havia sumido a mensagem escrita.
No entanto, vi as nuvens bem diferentes e um círculo gigante com bordas reluzentes, na cor lilás.
E ao meio, havia uma luz circular redonda, branca, muito reluzente, ela brilhava muito.
Eu parei de observar e saí em busca do meu chinelo, mas meu irmão havia destruído um pé, porque era um material que se desintegrava e ele só puxava e o meu chinelo esquerdo já não existia, só o pé direito.
Então, nesse meio tempo, eu ainda o vi de cócoras e dizia: "menino, tú ainda está de short? Vai te vestir, Jesus está descendo."
Então, peguei meu chinelo direito mesmo com vergonha de estar apenas com um único pé calçado, e saí andando pela rua, olhando para cima, então eu acordei."

Nem sempre é sobre tempo,
nem sobre fazer dar certo dentro de padrões
Às vezes é sobre duas almas cansadas
se encontrando no meio do caos
e decidindo, mesmo com medo,
tentar mais uma vez.
É sobre dor acumulada,
cicatrizes que ainda ardem,
e ainda assim
um desejo absurdo de acreditar no amor.
E então você chega.
Sem aviso, sem cuidado,
invadindo tudo que eu levei tanto tempo pra tentar reconstruir.
E por falar em verdade
me diz
você me ama?
Porque eu não sei amar pouco.
Eu te amo no volume máximo,
com a força de um impacto que tira o ar…
mas também com a delicadeza de quem segura o seu rosto
como se você fosse a coisa mais preciosa que existe.
Eu te amo no caos e na calma,
na urgência e no silêncio,
no toque e na saudade que já nasce mesmo quando você ainda está aqui.
Você chegou com pincéis e tintas,
e sem perceber, devolveu cor pra uma vida
que já tinha aprendido a sobreviver em tons de cinza.
E é estranho
como a vida nos quebra, nos testa, nos esgota
pra só depois, quando a gente já não espera mais nada,
colocar alguém como você no nosso caminho.
Um amor que não só fica
mas que reconstrói.
Que me faz pensar em futuro de novo,
no mesmo futuro que eu já tinha desistido,
enterrado junto com tudo que um dia eu acreditei.
Minhas lágrimas já contaram histórias que ninguém leu,
mancharam palavras que ninguém ouviu
Eu já me perdi em noites longas,
já me refiz em manhãs vazias,
já fingi força em tantos entardeceres
que até esqueci como era sentir de verdade.
Até você.
E agora
não é só sobre amar.
É sobre não querer mais fugir.
Porque se for pra me perder
que seja em você.