Texto sobre Voce Mesmo

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O mundo da maternidade é apavorante. Não há receita, que nem de bolo. E mesmo que houvesse, o resultado final nunca seria o mesmo. E nessa ausência de certezas, vivemos sonhando poder espiar pela fechadura daquela outra mãe, sabe? Pra ter certeza que ela também fica histérica. Que também tem vontade de jogar um pó mágico de pirlimpimpim e desaparecer da face da terra.

Acreditem, somos todas feitas daquilo que ninguém vê. Insegurança, medo, cansaço. Assombradas pelos mitos da maternidade. O que é certo ou errado, do que pode ou não pode, do que devo ou não devo. Todas possuímos mil interrogações internas. E o pior, não há respostas ou solução para todas as nossas perguntas. Tem questões sobre a maternidade que ninguém saberá lhe responder, você terá que ir aprendendo na prática, por conta própria.

O grande medo que eu tenho
Não e da morte, nem mesmo de animais selvagens...
O meu grande medo e de perde você.
Meu grande medo e viver longe de você...
A sua voz e como um manto, quente é amoroso.
O seu abraço e como raios de sol.
Que o meu amor que sinto por você, nunca morra.
Que o amor que eu sinto por você, se transforme na calma
Que você vive.
Que suas lembranças sejam todas do amor que eu senti por você.

A vida


De todos os caminhos possíveis
escolhi andar por este que sigo agora...
...mesmo cheio de pedregulhos e surpresas
mesmo sinuoso e repleto de incertezas
esse foi o caminho que escolhi trilhar.

Escolhi meu norte a partir do descaminho
a princípio escolhi caminhar só, só eu, sozinho
e agora vem você... cheia de desvios e atalhos
cheia de planos, cheia de teorias e possibilidades
cheia de ideias práticas, confrontando minhas teorias absurdas
questionando-me e ao meu vazio.

De todos os caminhos possíveis, em um leque de tantos outros
tinha que seguir logo por esse?
Ser esse tsunami que és?
E ser versada em tantas possibilidades?
Tinha que seguir a minha sina, como se sua fosse?
Viver o meu Karma, como se seu fosse?
Carregar a minha cruz, ainda tão pesada
como quem carrega a própria cruz?
Transformar-se em elemento indissociável às minhas escolhas
e tão indispensável como o próprio caminhar?

E agora, toma para si também a rédea da situação, me domina
como se tivesse a minha autorização
como se tivesse uma procuração assinada em meu nome
- e ainda em branco - te autorizando a fazer o que bem entender.
Me conduz feito mais um da sua manada pessoal
mais um dos tantos outros desgarrados de seu rebanho
faz o que queres comigo, e já até me faz sentir que gosto do que vejo
que gosto de no que você me transformou.

ARTE URBANA

Um girassol de Van Gogh em plena Avenida Presidente Vargas
acorda o mesmo alumbramento que uma manada de vaga-lumes
na noite fria daquele bosque...
Daquela serra...Daquele monte...
Donde vai o rio seguindo o decurso.
O Museu de Amsterdã abriu sua caixa e rasgou-se
em ruas, becos e vielas.
Me permita dizer:
- agora tudo gira ao lhe ver !

[...]
chega um momento na vida, que mesmo em meio a tanto barulho, precisamos recuar em silêncio, colocar tudo nas mãos de Deus... e esperar.
Esperar no tempo Dele. As respostas Dele. O agir Dele.
E isso se chama: Fé!


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✿⊰ ઇઉ✿⊰ ઇઉ~~~~~

Eloise

No sorriso dela
Uma paz imensa
Mas ao mesmo tempo
Por dentro do peito
Uma sentença

Se ela é feliz?
Isso todo mundo pensa
Mas não sabe
Que aquela flor
Chora escondida
Sem esperança

Confusa!
Confunde céu com mar
Ao luar
E ninguém para amar
Debruçada na rede
Da varanda
Eloise sonha
Que nasceu pra sofrer
E de tanta tristeza
No seu sonhar
Eloise esqueceu
De acordar.

Mesmo na distância que nos separa lembro do teu sorriso encantador, como a aurora boreal no extremo norte, seus olhos como a galáxia e seus milhares de estrelas, essas estrelas fazem um caminho que me levam,
de mim a ti, passando sobre uma floresta cinza onde não se ouvem os cantos
dos pássaros e o vento não faz cair ás folhas, é essa sensação triste que se
esconde por trás do nome saudade; um sentimento frio como os icebergs no inverno.

SOU BELA, RECATADA E DO LAR!

SOU NATURALMENTE BELA... Amo-me como sou, mesmo não me achando perfeita. Nunca fui escrava da beleza, de frequentar academias, de ficar me analisando no espelho e fazendo selfies o dia inteiro. Não tenho cirurgias plásticas, tintura no cabelo, lente colorida; odeio maquiagem e exercícios localizados. A genética me favoreceu e - até o momento - me alimento de tudo sem muito engordar ou prejudicar minha saúde. Não me considero vaidosa, somente o suficiente para me sentir confortável, pois me cuido para me sentir bem e não para ser admirada. Odeio me preocupar com decotes em que preciso tapar com a mão para me curvar, saias curtas e justas em que eu tenho que ficar puxando enquanto eu ando ou cada vez que me sento, roupas transparentes demais ou agarradas demais que mostre ou marque cada detalhe do meu corpo. O fato de eu não ser vaidosa não significa que eu seja relaxada, do tipo que usa saia até o pé e camisas de mangas pra não ter que depilar as pernas e as axilas usando a desculpa de que a religião não permite. Amo perfume, mas não para substituir a higiene. Minhas roupas não são de marca, mas tem marca de patas e pelos de cachorros, é só lavar que sai... Acredito que a beleza está em não precisar ficar se enfeitando muito para ter que desmontar tudo na hora de dormir e acordar alguém irreconhecível.

SOU MODERADAMENTE RECATADA... Moderadamente porque não sou santinha e nem tenho a pretensão de ser, pois não levo jeito para ser hipócrita. Já fui sim meio porra-louca (ops, soltei um palavrão), na minha época de solteirice e juventude, fase em que nada nos intimida, amedronta e que não medimos muito as consequências dos nossos atos. Fazemos protestos por causas patéticas (e achamos bonito), nos revoltamos por idiotices, fazendo coisas que não resolvem os velhos problemas e ainda acrescentam novos. Já me importei demais com a aprovação e aceitação dos outros. Já fiz coisas para chamar a atenção e atrair admiração. Já experimentei coisas, por revolta ou mesmo curiosidade, buscando nelas um modo de ser quem eu nunca fui ou seria por causa de uma ilusória insatisfação de ser quem eu era. Eu já quis ser o que quisesse, quanto e até quando quisesse. Já quis ser o centro e o motivo das atenções. Já quis ser ouvida, falando o que vinha na cabeça e nos moldes do “doa a quem doer”. Enfim, poderia dizer que aproveitei bem tudo o que pude na juventude e solteirice, e que só me arrependo das coisas que não fiz. Já pensei assim, no entanto não penso mais. Hoje me dou ao “luxo” de ser mais recatada (no sentido de me resguardar, ser cautelosa, ponderada, criteriosa); e não só porque sou casada, mas principalmente porque ser porra-louca não me fez feliz. (Ops, falei palavrão de novo). O que ganhei sendo assim? O vício do cigarro, algumas decepções amorosas, relações oportunistas e rasas, olhares desejosos (outros invejosos e outros raivosos), noites sem dormir chorando ou “amando” quem não merecia, prazeres momentâneos de risos fáceis, fúteis e inúteis. Arrependo-me da maioria das coisas que já fiz e o que me conforta um pouco hoje é ter aprendido algumas lições, ainda que na dor, e ter tido a chance de corrigir algumas coisas sem me prejudicar ainda mais. O bom em conseguir se arrepender das coisas (e deixar de praticá-las) é ter a convicção de que não somos psicopatas, o que é um alívio! Na verdade, a ideia de prejudicar os outros sempre me incomodou e toda a minha porra-louquice prejudicou apenas a mim. (Cacete, falei palavrão mais uma vez)... Bom, eu disse que sou recatada e não santa, ok?).

SOU OPCIONALMENTE DO LAR... Fui criada pra casar, mas não tive casamento planejado e nem fui dada através de dote num casamento de conveniência. Ainda bem que algumas coisas melhoram com o tempo e o casamento por amor foi finalmente admitido (mesmo nas famílias nobres, ainda que alguns se utilizem de chantagem ameaçando deserdar filhos desprendidos de status). Fui educada pro casamento - por amor - com um homem de bem, direito, responsável, respeitoso... Enfim, atributos automáticos de quem ama... Na verdade o que minha mãe me aconselhava era casar por amor e de preferência com alguém que me quisesse como esposa pelo mesmo motivo, pois ela queria me ver uma mulher realizada. Mas paralelamente, ela me incentivava a estudar, trabalhar e buscar minha independência e realização pessoal. Muito sábia minha mãe! No entanto, nasci numa geração em que a sociedade jovem já pedia por mudanças... As meninas já não aceitavam mais serem as “Amélias”; e os meninos, quando não “saiam do armário”, exigiam dividir a conta e não abriam mais a porta do carro, afinal, as mulheres estavam ficando cada vez mais “independentes” e cada vez menos “românticas” (quando não eram interesseiras e preferiam joias em vez de flores ou caixa de bombons). E eu cresci nessa geração meio doida, sempre ficava dividida entre conservar tradições ou me livrar delas aceitando novos valores. Como ser alguém normal? Sobrevivi, tive uma boa educação em casa, me formei, trabalhei bastante (ainda trabalho) e me tornei uma mulher com muita bagagem e maturidade precoce, apesar de não parecer pra quem vê esse meu rostinho "de 15" e não conhece minha história. No entanto, meu maior sonho sempre foi o de constituir uma família. E após diversas tentativas frustradas, pude finalmente conhecer o amor. Sim hoje eu sei o que é o amor e tenho certeza de que não foi nada daquilo que vivi antes (pena ter demorado tanto para conhecê-lo). Casei-me, da forma moderninha que já está batida (juntando as escovas de dente), com um homem que não é rico e não me dá joias, porém me proporciona o que de mais precioso pode haver numa relação. Entendi o significado de ser esposa, que não é o de andar atrás (à sombra do marido), nem tampouco à frente, e sim ao lado. Tive a sorte de ter como esposo um amigo, um parceiro, um cavalheiro que faz questão e se sente honrado em ser o provedor do lar e um homem de família. Não me proíbe de trabalhar, mas tenta me proteger de ter que enfrentar estresses e aborrecimentos, seja de condução lotada, trânsito, ou de passar mais de oito horas na rua aguentando pressões externas e principalmente sem valer o esforço; tendo inclusive de lidar com o fato de que neste país talento e capacidade é o que menos importa e não enriquece ninguém. Ele me deixa a vontade para escolher, pensar, agir e fazemos isso sempre juntos... Mas tenho ciência de que a cada escolha há uma renúncia e definitivamente não quero correr o risco de sacrificar meu casamento, pois sei como é difícil chegar bem em casa depois de um dia cansativo na rua e não ter a mãe pra fazer a janta e colocar comida no seu prato. Então, sou do lar sim! Um lar de amor, paz, companheirismo, respeito, onde um não faz nada sem a aprovação do outro, onde um conhece muito bem o outro, onde um coopera com o outro e ambos trabalham juntos em prol do bom funcionamento desse lar. Um lar acima de tudo cristão no qual o Senhor habita, tendo como projeto perfeito de Deus a união da uma só carne em que um é dependente (e suficiente) ao outro e ambos de Deus.

Casamento não é negócio. Não é sociedade em que o contrato permanece enquanto se tem dinheiro ou estoque. Não foi feito pra ser “eterno enquanto dure”. Não se sustenta dos “ismos” do machismo e feminismo, ou qualquer outro fanatismo em que a motivação seja o “EU” e não o “NÓS”. Se não for um pelo outro e ambos pelo lar, melhor não casar.

Ass: uma esposa, com orgulho!

Irradiemos luz em todas as direções...
Mesmo que, por algum tempo, tenhamos
perdido a fé na bondade humana, é preciso
recuperá-la através de nós mesmos e
de nossas atitudes voltadas para o bem.
Essa é nossa responsabilidade como seres
que fomos agraciados com a capacidade de
aprender e retirar das lições algo proveitoso
para o nosso melhoramento.
‪‎Cika Parolin‬

Já não sei qual o itinerário!
Qual o local e o horário
Se e o tempo é mesmo tão temporário
Se o texto é ou não é literário.

Se preciso ver para crer
Se é preciso ficar ou correr
Sonhar ou saber
Plantar ou colher
Inventar, enfrentar ou escolher...

Às vezes é preciso mudar para viver
Voltar para rever
Chutar para fazer
Pedir, para poder permanecer
... Vivo antes de morrer!

VIAGEM A DOIS

A vida a dois é uma jornada,
Dois corações que se amam,
Embarcam no mesmo navio,
Em busca da mesma direção.

Quando o mar se agita,
Unir forças facilita
O controle da embarcação.

Marinheiros, nos momentos difíceis,
Não abandonem o navio,
Mantenham o leme firme, busquem a solução.

A experiência traz maturidade,
Sempre surge a calmaria
Após a tempestade.

Os filhos, em algum momento,
Se juntam à tripulação,
Mas por pouco tempo permanecem,
Logo partem em busca
De sua própria embarcação.

Mantenham sempre firmes
As amarras e os nós.
A amizade, o companheirismo,
Sustentam o relacionamento
Quando novamente estão a sós.

A viagem é sempre agradável,
Quando há cumplicidade
No mar calmo ou revolto.
Quando um é sucesso,
Que o outro seja apoio;
Quando um é fracasso,
Que o outro seja conforto;
Se um se agita,
Que o outro seja âncora;
Se um está inseguro,
Que o outro seja o porto.

Não remem em direções opostas,
Independentemente da situação.
Sigam o rumo indicado
Pela bússola do coração.

Sigam sem medo do mar aberto,
Sem receio do vento incerto,
Confiem no motor,
Ele é potente, nunca falha,
Se o combustível for o amor.

"Anjo "

Lindo mesmo ,
É quando encontramos
Pessoas. Não uma qualquer,
Mas aquela que sem pedir licença,
Alegra -nos com sua presença e ,
Causa dor e angústia quando se vai.
Acariciando a alma..
preenchendo com ternura e amor.
Chega de mansinho,
fazendo carinho,..
Arrancando a tristeza e rancor.
Trazendo paz e serenidade
Amando sem maldade ,
Provocando felicidade.
Nos encanta com palavras doces,
Feito melodia que nos conforta.
Contagiando com a pureza
De seu olhar e sua bondade.
Pessoas assim, Carrego no peito
Fazendo-as Eternas dentro de mim.

Eis então que um dia
ela cantou.
Tão alto foi seu canto
que ecoou por lugares
que nem mesmo ela poderia
imaginar.
E do canto se fez uma oração
E pediu ao céu proteção.
E anjos a rodearam
para ouvi-la.
E em sonho Deus lhe dizia:
- Filha, ouvi seu canto.Não pare. Encante.
Hesitante, ela seguiu. E cantava.
Até que uma pedra jogada
machucou sua asa.
E Seu canto se calou.
Mas os anjos de Deus
envolta dela se reuniram.
E com suas asas para o alto
a levaram.
E um cântico de paz
ela entoou.

(17/08/2015)

Pra que complicar?
Ser feliz é tão simples!
Nós mesmo somos culpados de nossa infelicidade,
Transformamos a vida em um labirinto sem saída, um quebra-cabeça onde a última peça nunca se encaixa, uma incógnita...
Essa vida é única...
Faça dela seu melhor momento...
Quantas oportunidades perdidas com a tristeza, fragmentando-nos, dispersando-nos, empobrecendo-nos, dividindo-nos em mil pedacinhos espalhados por aí sem identidade...
Volto a insistir – a atenção, a concentração e a alegria (grande afrodisíaco!) – misture tudo no nosso caldeirão e o resultado será uma BOMBA, pronta para explodir – há que espalhar seus estilhaços em forma de estrelas brilhantes e intensas como o sorriso escancarado e escandaloso de quem é FELIZ..
Venha comigo… Arrume a mala, coloque uma roupa confortável, prepare o serviço de bordo (aquele sanduíche básico, sucos e alguns docinhos), retoque ao espelho aquelas pequenas imperfeições, faça alguns telefonemas, vá até aquele baú de recordações, lembre pela última vez o que ele insiste em guardar e ao final se aventure gostoso pelo desconhecido...
Viver é tudo de bom!

Não ando na corda bamba,
meus pés,
mesmo descalços,
estão firmes no chão.
Pra receber a energia da terra,
sintonizada com o céu.
Também
não fico em cima
do muro.
Escolhi o lado onde
brilha o Sol
para todos.
E quem prefere ficar
com o lado sombrio da vida,
favor não me convidar.
Este tipo de música
eu nunca vou dançar!

20/08/2015

Para uma amiga em especial.

O mesmo olhar
O mesmo sorrir
O mesmo falar
O mesmo agir
A mesma voz
A mesma beleza
O mesmo humor
A mesma gentileza
Tudo no mesmo lugar
Tudo na mesma pessoa
Tudo foi esquecido
Nada se esqueceu
Tudo foi perdido
Mas nada se perdeu
Nada mudou, porém tudo mudou
Tudo mudou, mas nada mudará.

Deus
em sua sabedoria
me deu mais uma lição de
Vida.
Ensinou-me que,
mesmo que eu plante
meus sonhos em terreno
de pedras e areia,
para que eles vinguem,
preciso cuidar das raízes;
não deixar que fiquem expostas,
pois sempre haverá alguém,
com maldade no coração,
para pisá-las;
ensinou-me que devo
separar ervas daninhas,
pois elas sugam
a mais pura essência,
encobrem a luz;
ensinou-me a não regar os
sonhos com lágrimas,
pois elas não são doces.
E o mais importante dos
ensinamentos:
que nunca devo encolher
os sonhos dentro de mim,
eles foram feitos para serem
semeados,
ainda que em deserto
pois se eu fizer minha parte,
Ele cuidará para que
floresçam.

29/08/2015

Vejo os milagres diários
Quando estou sem forças e Deus se mostra
que mesmo em meu deserto
Ele se faz presente.
Em minha vida tenho que ter coragem,
tenho que aceitar, muitas vezes,
o que não posso mudar
mas sem atrapalhar a vida em união.
Sei que somos grão de areia nesse mundo.
E não sou indiferente,
mas tenho que fazer a diferença
nesse mundo de descrenças
de grandes desavenças.
Tenho que ser Amor e me revestir de Fé,
somente assim acredito que algo vou poder
fazer para ser Amor.
Que alguma coisa possa mudar e me
trazer de volta
aquilo que perdi com a dor.
30/08/15

Meu grito abafado
No silencio ecoa.
A angustia em meu peito,
Cala-me.
Ao mesmo tempo
Que me sufoco
Em meus prantos.

Não adianta
Essa culpa exacerbada
E essa dor demasiada
Por algo que calada
Aceitei livremente.

Luz amada
Caminhe em minha direção
Meu coração enfadado
Não aguenta
A solidão dos pensamentos.

É dificil imaginar quanto, mesmo ouvindo, podemos ser surdos.selectivamentes surdos.
Escutamos os que nos são proximos, escutamos os que nos obedecem, escutamos os que nos agrada ouvir. Escutamos os do nosso partido, escutamos sobretudo quem não nos critica.tudo o resto nao existe, tudo o resto é mentira, tudo o resto é calúnia.tudo o resto é proferido pelos outros não devem ser ouvidos.