Texto Sobre Silêncio
"Venho encarando o silêncio como uma forma inerte. Às vezes ele dá um salto e alcança meu lado exterior, me leva a lugares que eu não conhecia templos perdidos, bosques sombrios, vales escuros. Ele se manifesta da forma que se encontra dentro de mim. Assim o escuto, o conheço, me conheço."
-Aline Lopes
𝘾𝙖𝙧𝙩𝙖 𝘼𝙗𝙚𝙧𝙩𝙖 𝙖𝙤 𝘼𝙢𝙤𝙧 𝙦𝙪𝙚 𝘿𝙚𝙞𝙭𝙖 𝙄𝙧
Em tempos em que a dor se mistura com o silêncio, Gilberto Gil nos ensinou uma das lições mais difíceis e sublimes do amor: deixar ir. Não por fraqueza, não por desistência — mas por compaixão, por humanidade.
Quando ele disse à filha: "Se tiver sendo muito difícil para você e, se for sua hora, aceite..." não estava se afastando dela. Estava, na verdade, se aproximando do mais íntimo da sua alma. Estava dizendo: “eu te amo tanto que posso abrir mão da presença, se for o que te dá paz.”
Essa frase é mais que dor. É fé. É mais que coragem. É entrega. É o amor que reconhece que cada alma tem seu tempo, seu limite, seu caminho. E que respeitar isso também é cuidar.
Gilberto Gil, músico, pai, homem de fé, tornou-se ainda mais gigante nesse instante — porque foi capaz de transformar o sofrimento em poesia, a aflição em oração, e a despedida em colo.
Sua fala atravessa os limites da linguagem. Ela fala daquilo que não tem explicação, do espaço onde só a fé toca, e onde o amor se prova como absoluto.
Neste momento, mais que aplausos à trajetória de Preta Gil, é preciso reverenciar a grandeza do pai que, diante da escuridão, segurou sua filha com luz.
E é ali, entre a dor e o sagrado, que nasce o verdadeiro amor: o que liberta, mesmo querendo segurar.
꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂
Vou chegar devagar em silêncio te entregar uma rosa-amarela te darei um abraço em quanto você segura ela
to chegando com coração cheio de amor para encontrar o seu 2 coração o seu e o meu
momento maravilhoso amor em dobro
guarda a flor na estante com cuidado no melhor vaso mesmo que ela não dura estarei do seu lado te amando e sendo amado.
Um minutinho de silêncio
Um segundinho de paz
Por todos que já se foram
E não voltam mais!
✯
Para o povo do RS muita Fé e devoção
Solidariedade, justiça e compreensão
Muitos Abraços, sorrisos para esse povo
Num momento tão sofrido.
+♡‿♡
"Refém de Mim"
É madrugada e o silêncio grita,
me aperta, sufoca, me limita.
A cama parece um campo de guerra,
onde o travesseiro é refém da minha tristeza.
Me perco nos olhos que não estão,
no amor que finge que foi ilusão.
Mas eu sei... no fundo eu sei,
que amar não é erro, mesmo se eu calei.
O telefone não toca, ninguém vem,
o peito pesa, ninguém me mantém.
Meu avô luta, minha vó se perdeu,
minha mãe se apoia no que restou... eu.
E o emprego, e a vida, e as contas, e o mundo...
Tudo pesa num segundo.
Queria sumir, ser fumaça, desaparecer,
mas, mesmo querendo, não sei nem como fazer.
Tem dias que penso em ferir minha pele,
como se ela pudesse gritar o que minha alma não consegue.
Mas no fundo, lá no mais fundo,
eu só queria um abraço, um colo, um refúgio seguro desse mundo.
Se poesia é pra curar, que ela me cure,
se é pra salvar, que ela segure.
Que cada palavra seja um sopro de vida,
que me lembre que apesar da dor...
eu ainda respiro. Eu ainda existo.
E talvez... só talvez... isso já seja um sinal de que ainda há caminho,
de que não acabou, e que eu não tô sozinho.
O DESPERTAR DO SILÊNCIO
Adubei minha mente com sementes de esperança que ficaram muito tempo em hibernação. Agora, vejo pequenos brotos que timidamente florescem neste novo tempo, em que as palavras da matéria calam e o silêncio da alma fala, num sorriso tímido de libertação.
Lu Lena
O AVESSO DO VERBO
(Sobre o que sobra quando as palavras faltam)
Às vezes eu culpo o silêncio, por não me entender ou mesmo compreender as metáforas de minha existência. Ele tem o hábito de esconder as palavras que eu ainda não tive coragem de inventar — ou mesmo decifrar.
Lu Lena / 2026
“Que neste domingo a gente desacelere, respire mais fundo e se permita apenas ser…
Que o silêncio nos traga mais respostas
e sabedoria …
Que a nossa fé, renove as esperanças não somente da gente, mas de todos aqueles que acreditam …
E que nossos corações se encham de gratidão pelas pequenas coisas….
A vida é feita de instantes simples, e é neles que mora a verdadeira paz..”
A hora do silêncio
precisamos nos calar
e pensar
com sabedoria
a melhor maneira de prosseguir
.....
aquela ocasião em que a discussão
não alimenta
a reclamação não resolve
a revolta não auxilia
.....
nessa hora
é o silêncio quem fala mais alto
é o silêncio que resguarda
o seu bem maior
.....
o bem que você não pode perder
sua paz
.....
quando sua paz estiver ameaçada
então
é preciso que pause
silencie sua mente
e só então prossiga
.....
é a hora do silêncio
Momentos
Há um silêncio que não REINA
em uma ALMA BARULHENTA
HÁ uma paz que não existe
em um olhar perdido!
há UMA saudade que machuca
em uma mente esquecida
há uma palavra escrita
apagada pela vida
há uma semente que germina
nos prazeres da vida.
há um grito de dor!
nos jardins coloridos
momentos alegres e sofrido
de uma vida escondida.
*Pulsar do meu coração*
"Às vezes, eu saio por aí buscando um silêncio absoluto, um lugar onde o estresse e as preocupações não me alcancem. Carrego uma necessidade quase urgente de desligar meus pensamentos, de ouvir a Tua voz, Deus. Mas, mesmo quando não encontro essa manifestação de paz no exterior, percebo que a Tua presença já está em mim.
Cada pulsar do meu coração, cada gota de sangue que corre em minhas veias, é Tua voz falando, é Tua vida se manifestando em mim. E, ainda que eu não compreenda tudo ou saiba exatamente quando Tu falas, isso já é suficiente. O equilíbrio está na Tua criação perfeita, e o simples fato de estar vivo é a maior prova de que Tu estás presente. Obrigado por ser o silêncio que acalma, a paz que renova e o Criador que pulsa dentro de mim."
Evangehlista araujjo
O criador de histórias
"Aos que adora me subestimar, mas eu prefiro o silêncio ao invés de sair por aí contando tudo o que faço ou já fiz.
Não vejo necessidade de provar nada pra ninguém. Deixo que pensem o que quiserem, e, sinceramente, ser taxado de abestado às vezes é até estratégico.
Prefiro observar, ficar na minha, só pra ver até onde eles são capazes de ir.
O que eles não percebem é que enquanto me subestimam, estou um passo à frente, planejando e agindo sem alarde.
No final, o barulho deles nunca vai abalar minha tranquilidade."
Tem dias .
Tem dias que o silêncio grita mais do que qualquer discussão. Não é só sobre não ter dinheiro… é sobre não ter escolha. Sobre inventar desculpas pra não ir, quando na verdade o bolso é quem responde primeiro. É sobre não ser chamado, porque já imaginam a resposta.
Nos últimos meses, o coração foi terreno de guerra: trapaças disfarçadas de acordos, traições que vestiam a roupa do amor e promessas que só existiram na boca de quem nunca quis cumpri-las.
É estranho como a falta de dinheiro não pesa só no bolso, mas na alma. Ela tira o ar, fecha as portas, e obriga o homem a engolir seco a vontade de sumir, só pra respirar em outro lugar onde ninguém o conheça.
Mas o homem que passa por isso e ainda se mantém de pé, sem devolver ao mundo o que o mundo jogou nele…
esse carrega uma força que ninguém enxerga, mas que um dia vai calar todas as vozes que o fizeram se sentir pequeno.
**A vida não avisa.**
Ela observa em silêncio. Vê o prepotente subir, cheio de si, acreditando que nada o derruba. Vê o olhar altivo, a fala cortante, a mania de achar que tudo gira em torno do próprio querer.
Mas a vida… ah, a vida tem um jeito sutil de ensinar o que ninguém quer aprender.
Ela não grita. Não ameaça. Só espera o momento certo.
E quando vem, não pede licença.
Chega como vento que derruba castelo de cartas. Como queda que não avisa o chão.
E ali, no meio dos escombros da própria arrogância, o prepotente entende — tarde demais às vezes — que grandeza de verdade não se mede no volume da voz, nem na pose. Se mede na humildade de reconhecer que ninguém é maior que o próximo.
Porque a vida pode até permitir a subida…
Mas é a humildade que garante a permanência lá em cima.
SILÊNCIO
É no silêncio que começa a zuada,
o toque no coração,
o arrepio no corpo
Entrelaçando a alma
É no silêncio que sentimos
a conspiração dos desejos
Os sussurros de uma voz doce
arrepiar o corpo....
a inocência de um pensamento
O desejo dos desejos...
É no silêncio que sinto
As batidas do seu coração
O respirar profundo
Que a calma..
SEJA AMOR E A CURA
Seja amor o tempo e a própria cura,
Remédio pra alma
Silêncio que acalma
A dor da amargura...
Seja melodia em poemas de rima,
músicas que encanta e anima.
Seja a parada e o sucesso
O verso e reverso.
Seja a tranquilidade em sua mente
Seja paixão em um amor envolvente
Seja abraço em um só abrigo,
Seja você e quem estiver contigo...
Seja o bem lutando contra o mal
Seja forte em golpe fatal
Seja vida vivendo sobre a vida.
Seja ....
A DOR DO CORPO
Meu coração dói meu mundo se destrói
ao sentir o silêncio em meu peito.
E sentir um grande aperto dentro de mim
fazendo com que meu prazer
por amar e por viver se acabe por fim
Me abalo em uma tristeza profunda
que se inunda de lágrimas ao saí dos meus olhos.
Escorre pelo rosto e vai deslizando
lentamente em meu corpo
até cair no chão uma tristeza
que mecerca que me aperta
a cada minuto que respiro
Uma tristeza que me faz parar
e me deixa na escuridão
entro em desespero sozinho e solitário
numa imensa ilusão.
O silêncio envade a alma
o tempo simplesmente para
as horas ficam lentas
e o dia custa acabar
Choro por dentro.
entro depressão profunda.
A vida pra mim já não tem mais sentido
tudo está perdido.
Sinto que já não tenho mais valor
e tento tirar do mundo uma simples interrogação.
um grande peso que sou eu
isso será um favor.
O mundo me faz escravo
descartavel sem devolução
ja não tenho mais razão pra sorrir
e sim pra chorar.
Coração puro e leveza na alma
Sabendo ser luz no escuro
Ao som das gostas da chuva
Silêncio que acalma
Ouvindo o som do anbiente
Doce melodia boa pra mente
Aquele vento que sensação
Um respirar, que alívio meu coração
Aquela nostalgia profunda
Noite inquieta as vezes me aperta
Lágrimas inunda o meu peito de emoção.
Você acorda em um lugar estranho.
Um labirinto de paredes altas, feito de pedra e silêncio.
Cada corredor é igual ao anterior — frio, escuro, sem fim.
Você caminha.
Cada passo é uma tentativa de entender, mas o chão parece desmoronar sob os pés.
As sombras não são apenas sombras; são memórias.
As palavras ditas por outros — “Você não é o suficiente.”
Os pensamentos que você sussurrou a si mesmo — “Talvez eles tenham razão.”
O labirinto está vivo.
Ele se alimenta do seu cansaço, da sua dúvida.
E quando você acha que não pode continuar, ele ri.
Mas então, algo inesperado.
Você encontra um espelho, velho e empoeirado, encostado numa parede.
Relutante, você olha.
E lá está você. Não a versão que o mundo vê, mas a que você esconde.
Os olhos carregados de histórias não contadas.
As mãos calejadas por batalhas que ninguém percebeu.
O reflexo não é gentil, mas é honesto.
E algo começa a mudar.
Você toca o vidro e percebe: o labirinto não está lá fora. Ele está dentro de você.
Cada corredor é uma crença que você construiu, cada sombra, uma parte de você que precisa ser acolhida.
Você não precisa derrotar o labirinto.
Você precisa conhecê-lo. Abraçar cada parede que construiu, cada canto escuro que evitou.
E, enquanto o faz, as pedras começam a cair.
A luz atravessa as rachaduras, iluminando o caminho.
Você não sai do labirinto.
Você o transforma em um campo aberto.
E ao respirar o ar da liberdade, percebe algo simples, mas poderoso:
Os desafios nunca foram barreiras.
Eram convites para você se tornar quem sempre foi, só que melhor.
No silêncio que antecede o nascer do dia,
há um registro escrito sem tinta nem voz,
onde o tempo se curva em linhas invisíveis
e o espaço se descortina como uma página em branco.
Cada instante é uma letra que se inscreve
no vasto compêndio da existência,
um sinal de que o agora é eterno
e o futuro, ainda por decifrar.
Em cada partícula, há uma história não contada,
um universo pulsante de possibilidades latentes,
onde a matéria se faz verso e a energia, refrão
de um cântico que transcende a lógica do olhar.
Não há fronteiras entre o ser e o nada,
apenas a dança contínua dos elementos
que se entrelaçam como pensamentos
na imensidão de um cosmos que se recria a cada sopro.
As ideias fluem como rios sem destino,
modelando pontes entre o que é e o que pode ser,
num diálogo silencioso entre o intangível
e o palpável, onde o querer se transforma
na matéria bruta da realidade.
E a mente, esse espaço em constante mutação,
se expande para abarcar horizontes inéditos,
desafiando o próprio conceito de limite.
Há, na cadência das estrelas, um compasso
que não se faz medido por relógios ou calendários,
mas pela sutileza de cada respiração,
pelo encontro espontâneo entre o sonho e o despertar.
E assim, o universo se revela em fragmentos
de pura possibilidade, onde cada suspiro
é uma nota em uma sinfonia sem partitura,
um convite para que o ser se reinvente.
Quebrar as barreiras do conhecido
é mergulhar no oceano profundo da incerteza,
onde o risco e a descoberta se fundem
num único impulso, num salto de fé
que reescreve as regras do existir.
Não há verdades fixas, apenas o movimento
incessante de transformar o que foi em novo,
de encontrar, no caos, a ordem que se oculta.
E se a razão, por vezes, se mostra insuficiente,
que seja então a intuição a bússola do espírito,
guiando-nos pelos caminhos inexplorados
da imaginação e da contemplação.
Pois cada pensamento é uma semente
de um futuro que ainda se faz presente,
um reflexo do universo que se recria
no mistério de um agora que nunca se repete.
Neste manuscrito do infinito,
onde a existência se desdobra em versos silenciosos,
a cada página virada, surge o convite
para que o ser se descubra e se renove,
para que o enigma do próprio estar se descifre
na simplicidade de um momento,
na grandiosidade de um suspiro compartilhado
com o cosmos em sua eterna dança de possibilidades.
