Texto sobre Ninguem e Importante
Orbito nos horóscopos
secretos das galáxias,
Ninguém me captura
nem por medo,
Como borboleta nômade
não tenho e não terei
nenhum governo;
Não há autoritarismo
que me dobre ou prenda,
A minha liberdade interior
é a indestrutível crença.
Tentar insistir é loucura,
trago os signos
e as fases da Lua,
Como borboleta nômade
vivo pronta a escapar,
Ninguém nunca
há de me dominar;
Tenho vela, bússola
e orientação interior:
ignoro o quê tumultua,
Estou por onde você
menos imaginar
todos os dias
sempre a surpreender
onde menos esperar.
Ninguém resiste
o teu charme sedoso,
Respiro ares
do teu charme fogoso,...
Despertada
carinhosamente cetim,
você nasceu para mim,
és vigoroso.
Quando amor é capaz
de grande revoluções,
Os teus olhos
reconhecem e fascinam,
Sublimes corações
em plenas florações
Sedentos de bem querer,
e plenos de intenções...
A tua boca e tuas mãos
Formam uma bela esquadra,
Navegarão no meu corpo,
E farão um vagaroso ruído;
Meu amor, não te nego,
Não serás resistido
- pressinto
Com toda a beleza
terás o meu corpo
dos pés a cabeça.
Os dois extasiados a curva,
Seremos a nossa imensidão,
Só um grande amor é capaz
de trazer essa iluminação;
Os nossos caminhos
deslindados a fio
- só nos fará bem
Juntos não sentiremos frio,
só viveremos de arrepios.
Tens a posse do meus cais,
Tens a posse da minha boca,
Quando tivermos os nossos
corpos coladinhos
Ficaremos com gosto
de quero mais,
Nos amaremos demais,
Amo cada loucura de amor
que você me faz,
o nosso amor é uma
navegação em paz.
Ninguém te ama depois de muito tempo ou lembra que é teu amigo(a) depois de muito tempo.
O cordial hostil tem espírito rasteiro, faz cerco contando com a tua distração e procura dar contornos para aquilo que nunca existiu, não existe e jamais existirá.
Fique atento aos sinais que transitam entre gestos, palavras de falsa amabilidade e palavras de falso clamor.
O cordial hostil sempre deixa rastros digitais para tentar constranger você e quem se encontra ao seu redor.
Como diz a minha Mãe que sempre recorda o adágio popular: "- Olho vivo que cavalo não desce escada.".
Você Pensa:
Ninguém gosta de mim.
DEUS Manda Dizer:
Eu Amo Você.
Você Pensa:
Eu não sou ninguém.
DEUS Manda Dizer:
Pra Mim Você é Alguém.
Você Pensa:
Eu não consigo vencer.
DEUS Manda Falar:
Eu Luto Com Você.
Você Pensa:
Fiquei sem amigos depois de conhecer a verdade.
DEUS Manda Dizer:
Você tem a minha sem nenhuma falsidade.
Seja fiel,
se afaste das coisas mundanas,
que ELE manda lhe dizer:
Nas Minhas Mãos EU guardo você!
Ninguém sente ou sabe
do outro e nem da dor que
se esconde atrás da tela
para enfrentar a Humanidade
que vem se assemelhando
a cada dia mais com
mais de uma quimera,
No digital todo mundo
até o ser digital é terra
extraterrestre ou estrangeira,
ou alma que todo o tempo berra,
Porque cada um sente
diferente até quando se cala.
Bougainvillea laranja
quase avermelhada
eflorescida num mundo
que ninguém se entende,
E que falar o quê pensa
nem sempre compensa
porque aquilo que custa
um sacrifício pessoal
sempre custa caro onde
escutar com paciência
e buscar entender ainda
é muito raro e arriscado,
O melhor mesmo é manter
o coração de tudo refugiado.
Ninguém tem o direito
de constranger o outro
ou oprimir por quem ele é,
A sua História e do mundo
não podem ser negadas
em detrimento de interesses,
Fronteiras são fronteiras
e devem ser respeitadas
da mesma maneira que
você deve se autorrespeitar
quando se deparar com
tudo aquilo que cooperar
contra o seu bem-estar,
Mesmo que custe o preço
da solidão prefira ser como
o Ipezeiro em florescimento
que cumpre o seu papel
com beleza e concede a lição.
As horas passam devagar,
escrevo Versos Intimistas
sem nunca ninguém notar
em São Paulo e por cada lugar,
Enquanto a inspiração põe
o seu contentamento na florada
do lindo Ipê-rosa-de-folha-larga,
Vou fazendo a minha estrada
para estar pronta para quando
você chegar na minha vida
com paz, amor e toda a poesia.
Não é segredo
para ninguém
que dias com flores azuis
do tempo não têm
sido mais os mesmos.
O importante é
que aqui na nossa Rodeio
no Médio Vale do Itajaí
cada qual os colore por dentro.
Dá até para perceber
nos sinais das cores
do Natal que se aproxima
da praça aqui no nosso Centro.
Em mim poesia é pincel
com as cores dos sentimentos
com toda a beleza
de tudo aquilo que nós temos.
Não importa se o ano
não foi fácil,
não importa o quê se passa lá fora,
O importante é que nós nos temos,
e que o Natal está chegando
para a gente reviver: CELEBREMOS.
O vento ninguém segura
tal qual o quê balança
a Palma Real que retribui
com a sua bela dança.
A Palma Real traz o sinal
espiritual de Cuba
replicado na fé e nas artes
de toda amorosa Nação.
As folhas quando tocadas
pelo vento cantam a canção
feita sob medida pro coração.
Quem for atento perceberá que
não só Palma Real é capaz de cantar,
e que há música por todo o lugar.
15/10
Observe os silêncios
desrespeitosos,
Não insista e retire-se
para que ninguém te limite.
...
15/11
Não permita transferência
de pesos alheios,
Liberte-se mesmo
que no final só sobre você,
porque o problema
é do outro e nada tem a ver
insistir naquilo que não
tens o dever de fazer.
...
15/12
Não permita que ninguém
te diminua ou coloque
uma terceira pessoa
para implantar uma insegurança,
mantenha a temperança.
18/10
Não aceite que te
sobrecarreguem,
Busque uma maneira
de reagir para que
ninguém para a sua
vontade de prosseguir.
18/11
Se alguém fala
sobre você,
Não se pressione,
cuide de você.
18/12
Se prepare para
agir em qualquer
campo da vida,
Se permita sempre
evoluir com alegria.
Tudo parecia tão real,
um sonho surreal,
ninguém vai acreditar
se eu começar a contar.
Vi sobrevoarem o Mocambo,
não era um avião junto da nave espacial,
e tampouco nenhum engano,
e sim Jaçanã e Pavão Misterioso,
voando no céu limpo e formoso.
Com De Mãos Dadas no Arraiá
não parava de dançar,
com Peti na Roça a cantar,
no ritmo que faz pulsar.
De repente todos se pintaram
de laranja e branco e brilharam,
quando o Touro Branco chegou,
e a nossa festa inteira animou.
Depois veio amarelo
com branco para do nada
nos mudar de cor,
era o Espalha Emoção que dançava
e a alegria por todos espalhava.
Ao abrir os olhos foi quando
me dei conta que estava
no meu quarto a despertar
deste sonho ainda meio zonza,
e para ele ainda querendo voltar.
Ninguém é obrigado
a nada e a minha ideia
é pé de Jenipapo,
A nossa amada Terra
é aqui, e ainda bem que
não é nenhuma outra;
Sou realista e não ligo
que me chamem de louca.
Se for falar da nossa
Terra que seja doce
até para falar com
quem quer que seja,
e até do que é amargo,
Sei que não é fácil
o quê se tem passado.
Claro, que pode ficar pior,
se não embalar o seu
coração tranquilizado,
por isso busque ser
a tua paz, o seu amor
e o melhor tratando
bem todos ao seu redor.
Quando não conseguir
o modo pacificado,
Lembre-se que o silêncio
sempre será o aliado,
porque no final o quê
importa é um convívio
sereno e equilibrado.
Ninguém é obrigado a nada,
nem mesmo a pagar
prá ver o quê vai dar,
Você se cala ou fala se quiser,
sem ninguém te obrigar.
Se for mergulhar, é melhor avaliar,
se tens de fato como alcançar
a profundidade das consequências
sem do teu destino se desviar.
Se não for ajudar, é melhor calar;
colocando somente a sua mão
onde somente puder alcançar:
ajudando sem se prejudicar.
Se você se ajudar sempre
será melhor do que prejudicar
a si próprio ou a outrem,
é prudente encher a boca
de Cambuí do que de confusão
para não buscar o quê não convém.
Isso não tem a ver com isenção,
e sim com o direito de preservação
de tudo aquilo que na vida te mantém
num mundo que ninguém estende a mão,
a vida já desafia o suficiente até para
se pensar em buscar para si qualquer confusão.
Ninguém precisa
vencer uma discussão,
Um exemplo é deixar
os frutos da Indaiuçu
como são e do jeito que estão
para não se envenenar,
Diferente da discussão,
dela ainda podemos
aproveitar a beleza
da sombra e da delicada floração,
E quando chegar o momento
obter madeira para a construção
o quê permitir a sua imaginação;
e deixar os frutos para
as aves obterem alimentação.
Se tempo a tempo for dado,
mesmo que nada for usado,
diferente de uma discussão,
com uma Indaiuçu ainda
se pode aprender alguma lição.
(Palavra à mente e ao coração).
Ninguém te explicou
a diferença entre
o Samba e o Pagode,
O Pagode é a festa,
o grupo ou encontro,
O Samba é para sempre
o gênero musical,
nascido raiz,
no terreiro, no meio do Jongo,
e na batucada em roda,
O Samba fez
e tem a sua escola,
Depois o Pagode
acabou virando moda,
e nasceu como um
outro gênero diferente,
Antes e depois
inventaram muitos
outros jeitos do Samba
tocar a nossa gente.
Dizem que quando uma coisa
pode dar certo feito a gente,
vai dar Samba certamente.
Porque quando se ouve um
Samba não há quem
não fique parado ou contente,
mesmo o mais resistente,
que não consegue dar o braço a torcer,
Só sei que o Samba
já passou por tudo na vida
e ninguém conseguiu até hoje o vencer.
Já me quebrei em silêncio,
onde ninguém pôde ver.
Carreguei sorrisos no rosto
enquanto a alma só queria chover.
Fui leve — quando o mundo pesava.
Fui calma — quando dentro tudo gritava.
Fui pluma no vento da vida,
mas cada sopro me ensinou a não me perder.
Me disseram pra ser forte,
mas descobri que força é sentir.
É cair e, mesmo em pedaços,
ainda assim, decidir prosseguir.
Não sou feito de aço,
mas de carne que já cicatrizou.
De lágrimas que ninguém viu,
e orações que só Deus escutou.
Carrego dores caladas,
mas também milagres que ninguém notou.
Porque onde o mundo via fraqueza,
Deus via o ouro que o fogo forjou.
Sou feito de fé que não grita,
mas resiste.
De esperança que não se explica,
mas insiste.
Sou suave como a pluma que dança no céu,
mas quando a vida exige…
eu sou trovão.
E faço tremer tudo aquilo que quis me calar
— sem perder o coração.
Pluma e Trovão
por Alex Zanute Dias
Eu vim do silêncio que ninguém ouve.
Do lugar onde a dor cala fundo,
mas a alma — mesmo ferida — insiste em ficar de pé.
Fui queda, fui sombra, fui medo.
Mas hoje, sou luz acesa na escuridão.
Sou fé que não negocia.
Sou alma que não se vende.
Sou cicatriz que virou armadura.
Você me vê suave, mas não se engane:
— meu coração é aço forjado na dor.
— minha esperança é lança.
— minha voz é martelo.
Sou pluma, sim — leve, livre.
Mas cada sopro me ensinou
a voar sem pedir permissão.
E quando o mundo ruge…
eu rugo mais alto.
Quando a vida me testa,
eu viro trovão.
Trovão que rasga o céu da dúvida.
Que acorda gigantes adormecidos.
Que diz:
“Eu ainda estou aqui.
Eu não desisti.
Eu não vou recuar!”
Porque quem já andou no vale
não teme a montanha.
Quem já chorou no deserto
traz a chuva na alma.
Suave como uma pluma — sim.
Mas quando preciso lutar…
sou trovão que quebra o silêncio.
Sou grito de guerra.
Sou chamado à vida.
Sou renascimento!
Ungido para Vencer
Pode armar ciladas, lançar teu olhar,
mas quem anda com Deus, ninguém pode parar.
Tu vens com mentira, com jogo e traição,
eu sigo com fé, escudo e oração.
Sei das tuas tramas, das tuas intenções,
mas eu sou guardado pelas mãos que são
mais fortes que tudo, maiores que o mal —
meu Deus é justiça, fiel e leal.
Não ando sozinho, não temo emboscada,
minha força é santa, minha alma é blindada.
Você joga com ódio? Eu luto com luz.
Sou filho valente do Rei Jesus.
E quando pensares que me derrubou,
é Deus que me ergue, me cura, me honrou.
Então tenta de novo, se é isso que quer,
mas quem é ungido… jamais retrocede, vence pela fé.
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