Texto sobre Medo de Mario Quintana
Após vivenciar a perda de alguém querido, o medo de perder a próxima pessoa se torna quase inevitável, porque o luto, com toda a sua intensidade devastadora, nos ensina o quanto somos vulneráveis. Esse medo cresce silenciosamente, como uma sombra que acompanha cada relacionamento, porque o sofrimento causado pela ausência é profundo demais, dilacerante. A dor do luto nos faz perceber que, quando alguém se vai, levamos muito tempo para nos recompor, e essa fragilidade emocional nos faz temer constantemente a possibilidade de reviver essa experiência dolorosa. O medo transforma nossa percepção, criando um estado de alerta, onde cada vínculo parece cercado pela incerteza e pelo pavor da perda.
Quando estou angustiada, infeliz ou com medo é para a poesia que eu peço abrigo, como criança assustada que corre para o colo da mãe pra chorar. É nela que busco a segurança que preciso para arrancar os sentimentos um a um, como se fossem espinho cravado no peito e transformar toda a minha dor em palavras, reconciliando-me com a paz, o equilíbrio e a leveza que a vida pede.
Depois que aprendi que, nesta vida, não se morre apenas uma vez, perdi o medo da morte. Entendi que, da mesma forma que o corpo físico, quando morre e se deteriora, transforma-se em parte da terra e dá vida a outros organismos, a morte de ciclos, escolhas, verdades, personalidades ou de posturas perante a própria vida, inevitavelmente faz nascer um novo capítulo e novas possibilidades. E também que, com a superação dos apegos emocionais, o fim de algo em nós que não mais nos serve amplia a gama de realidades possíveis dentro da breve passagem pela existência.
Às vezes o medo de conhecer o desconhecido lhe faz perder um pouco do seu tempo! Sabemos que nem tudo na vida é realmente o que diz ser fato!!! Mas de uma coisa tenha certeza, o tempo não para e olha que ele passa rápido e é por sentir medo que você para no tempo e termina deixando de viver...
Nunca tive medo de mudanças radicais. Aprendi desde cedo a sair da zona de conforto, a mudar de rota, a seguir na contramão do que parece ser o mais natural. Deito e acordo pensando no que eu posso fazer de bom pro futuro de minhas gerações, na consciência de que o tempo passa rápido e que falhas podem atrasar nossos objetivos. Mas de uma coisa tenho certeza, Deus é muito bom comigo!
sabe o que eu sinto? medo, pavor, dor e angustia. Só a vontade de cair na cama e desabar, mas você não consegue nem chorar, ai você fica engasgada com o choro na garganta, o ar começa a faltar e assim a ansiedade chega e os pensamentos perturbadores também é você começa a se cobrar e pensa mil coisas e por fim dorme
uma vez me perguntaram qual era meu maior medo, eu muito novo respondi, ´´não tenho nenhum``.. depois que a conheci, o meu maior medo é perdê-la.. medo que aquela tarde que tivemos seja a última, que aquele dia tenha sido a última vez que eu tenha ouvido a risada dela, ouvir ela reclamar do cabelo que está perfeitamente lindo, tenho medo que ela me olhe sem aqueles olhos exuberantes toda apaixonada e que não me beije mais ao me ver.. algumas pessoas tem medo de altura ou do escuro, o meu é não poder chama-lá de amor. o meu sonho é acordar com seus beijos, acordar e vê-la sorrindo.. estar ansioso porque ela vai estar entrando com o seu vestido branco e eu me segurando para não chorar, esse é meu sonho.
Às vezes, por medo de dizer não, nós vamos abraçando tanta responsabilidade que não que é nossa, vamos tomando para nós tanto problema que não nos pertence, nos preocupamos com tantos comportamentos alheios que chega uma hora que o peso fica insuportável. É impossível aproveitar a beleza da vida carregando nos ombros tanto peso. Existe um limite suportável e por mais que nos esforcemos quando esse limite é ultrapassado não conseguimos mais sair do lugar. Nos libertarmos do peso dos outros é a forma mais fácil de administrar os nossos próprios pesos. Quando entendemos que o problema dos outros e suas respectivas consequências também não nos pertencem, o nosso espírito evolui, nossa vida financeira se estaliza, nosso lado emocional se equiliba, a vida se torna mais leve e a caminhada mais prazerosa.
Mulher que tem alma de girassol não tem medo da escuridão porque sabe que não é dependente da luz de outras fontes. Mulher que tem alma de girassol muito cedo aprendeu que basta virar-se para dentro de si mesma que lá está toda a luz de que precisa, intuitivamente sabe que é de lá que vem a claridade que precisa para brilhar intensamente, sem correr o risco de ninguém apagar o seu brilho.
Tenho medo de que meu sentimento por ti envolva tudo que um dia nomeei como inalcançável, me apavoro ao pensar que meu coração possa bater insistentemente e implorar por algo que venha de você. Talvez eu esteja errada em idealizar o amor como algo difícil, posso me render. Tenho medo de que eu sinta que já não posso mais resistir, que eu seja completamente tomada pelos seus feitios..., mas isso, ah, isso é temer o inevitável.
A noite está fria e aconchegante, a lua esta escondida, talvez esteja com medo dessas nuvens escuras, que não parecem nada amigável. Estou aqui sentado na varando do tempo, as vezes fico assim , passo a noite me perguntando : se estou solteiro ou namorando , tem vezes que no cair da noite tenho aqueles pensamentos que podem nos destruir por dentro. Quando cai a noite, a visibilidade diminui, aumenta os sentimentos: tristeza, solidão e saudade, a brisa da noite me abraça, dormir e sonhar e o único meio de me transportar a um passado de momentos felizes e jamais revivido. Somente sonhando posso te encontrar. Boa noite
E que eu sinta a dor e o amor de ser eu mesma. E que eu fique em lugares aonde eu não sinta medo de ser sol. Aonde meu brilho ilumine tudo ao meu redor e que as minhas noites frias congelem a quem passar pela minha vida. Porque se eu não fosse lua , eu não seria sol. Porquê só eu sei da dor e do amor de ser quem sou, mas acima de tudo que eu consiga vencer todos os meus medos para construir uma versão de mim cada dia mais próxima do que realmente sou. E que eu consiga lidar com o desconforto de tudo que é novo, mas que eu seja feliz, que eu sinta, que eu seja intensa no processo, porque se não fosse não seria eu.
“Porque o fim de uma relação é tão doloroso? Seria o medo de ficar sozinha consigo mesma? De não suportar sua própria companhia? É necessário suportar nossa própria companhia, é necessário aprendermos a gostar de nós mesmo e da nossa companhia para que quando o outro for embora não pareça o fim do mundo.”
No diálogo de amor, o amor cresce junto com o medo, e no amor busca-se o amparo. A meta proposta é tão mais fascinante do que tudo, que tange e empurra e leva adiante. Propõe-se o encontro. O encontro de cada um consigo mesmo. E o encontro total entre duas pessoas, que só o conhecimento individual permite. A proposta desse encontro é tão grande, tão luminosa, que assusta. Mas, ainda que trêmula, ainda que assustada, é preciso colocar a mão sobre o primeiro botão e soltá-lo — é preciso procurar as palavras para começar o diálogo. Porque é falando da vida que espantamos a morte.
O motivo oculto das pessoas não quererem ter filhos é o socialismo. Ele te dá medo da escassez, dos impostos e taxas, do controle social e da censura. Num país capitalista as pessoas não olham para o futuro sem pensar em ter filhos. No capitalismo a família cresce, pois há trabalho, fartura, abundância e liberdade. O socialismo dá medo, enquanto o capitalismo te dá coragem.
A ansiedade e a depressão destroem a minha vida. Vivo com medo do mundo sem vontade de.fazer nada. Sem forças para resistir. Com medo do que as pessoas pensam de mim. E ainda tenho que fingir para o mundo que estou bem. Queria que isso tudo acabasse. Não quero morrer, só tenho medo de viver!!!
Você ama Jesus ou só quer ir pro céu porque tem medo do inferno? Se Jesus não estivesse no céu você ainda sim iria querer ir para lá? Precisamos amar Jesus de tal forma que se Ele estivesse no inferno, é para lá que iríamos querer ir... Precisamos querer Jesus muito mais do que as coisas que Ele certamente nos dará... Que nós não amemos mais o presente do que amamos o próprio Doador.
"O medo aprisiona e faz parecer que há vida, quando, na verdade, é ele quem a rouba. Se temo o próximo passo, é porque algo no meu viver já não me basta — e isso é um chamado para a mudança. Então, vou com medo mesmo. Porque depois do medo, vem a realização. E com ela, a maturidade."
Havia a esperançosa ameaça do pecado, eu me ocupava com medo em esperar; sem falar que estava permanentemente ocupada em querer e não querer ser o que eu era, não me decidia por qual de mim, toda eu é que não podia; ter nascido era cheio de erros a corrigir. (...) Tomava intuitivo cuidado com o que eu era, já que eu não sabia o que era, e com vaidade cultivava a integridade da ignorância.
Às vezes, por medo do julgamento ou da desaprovação, reprimimos certos aspectos da nossa personalidade, talvez até aquele humor peculiar que faz nossos amigos rirem. Essa luta interna entre ser quem realmente somos e atender às expectativas externas é um espaço fértil para o desenvolvimento da subjetividade
