Texto sobre Luta
"A decisão corajosa de encarar a vida todos os dias, se dispondo a lutar de maneira incessante pela realização dos seus projetos e sonhos é, a um só tempo, o único caminho para alcançá-los, o tempero que dá cor e sentido às nossas existências.
Absolutamente nunca pare de tentar."
Desistir ou permanecer na ilusão?
Pergunta amarga de responder. Mirando no passado recente, desistir certamente é o caminho mais fácil e chega a provocar uma sensação de paz. Por outro lado, olhando para o futuro próximo, não posso acreditar que a vida é só isso! Aceito de bom grado tudo que recebi, bom e ruim, mas ainda acredito na força da amizade sincera, mesmo que escassa nos dias de hoje. Não é possível que o egoísmo e o individualismo tenha morada dentro de nós. Cultivemos, no mínimo, o prazer em ajudar o próximo, só por ajudar. Que esse seja nosso presente.
"Naturalizaram chamar de justiça dar a cada um o que é seu, mas tristemente constatei que isso se traduziu em dar-se ao pobre a pobreza, ao miserável a miséria, ao afortunado a fortuna, perpetuando desse modo o que de mais perverso pode existir em uma sociedade: um abismo instransponível para ascensão social daqueles que não nasceram privilegiados pela sorte.
Sonho com o dia em que isso mude, mas até lá, acordado, tenho o dever de lutar para ver esse estado de coisas se transformar."
"Não se deixe abater pelos tempos difíceis, tampouco se inebriar pela quimera dos tempos de calmaria, antes disso, sê em tudo resoluto pela força de seguir lutando pelos seus propósitos, sonhos e ideais.
Nada é capaz de abalar alguém que confia em si, na dignidade dos seus princípios e faz deles sua razão de ser e viver."
Lutas e Glórias
Rompendo o tempo com o peito aberto;
Tendo por certo que o tempo é parceiro;
Faceiro, costuro a boca do mundo que me acusa,
Intrusa e maléfica é a duvida...
No caminho há risos e choros;
Há coros e couros...
Pra quem não desiste ficam histórias:
Glórias de quem insiste.
Golpe direto nessa vida desregrada;
Seguir nessa estrada... Quieto...
Pois a voz engasgada se transformará:
Numa canção de balada!
"Para subir ao ringue, são apenas 3 degraus.
Porém talvez seja muito mais fácil subir uma montanha de muitos quilômetros.
A diferença não está na distância, mas sim na certeza de que vitória é mais certa.
Não vá pelo caminho que seja mais fácil, vá por aquele que seja mais digno, ainda que seja muito mais doloroso.
Só existem duas dores: a que te machuca e a que te muda.
Saiba bem a que escolhe sentir..."
A vida é como as madrastas dos contos de fadas, meu bem e não passa a mão na cabeça de ninguém. Muito pelo contrário, ela passa a rasteira, apela pra golpe baixo, bate forte e antes que você tenha tempo pra se levantar ela bate de novo e pior, a vida não para nenhum instante para que você tome fôlego, remende os seus rasgos e cure as suas feridas.
Então, já deu pra perceber que a vida não foi feita para os fracos, foi feita para os fortes. É preciso coragem pra viver. É preciso força pra seguir, determinação pra não desistir, e muito coração para se superar.
Vai encarar, ou vai ficar prostrado aí no chão esperando a vida se compadecer de você?
Levanta, ergue a cabeça e lute porque se você não nocautear a vida vai ser ela que vai nocautear você!
O sonho da Pátria Livre
vem do ventre das fêmeas.
Que entre flores e frutos,
ousam somente sonhar
Com uma pátria justa e livre
que os seus filhos abriga
em marcha e luta
para uma sociedade decente.
Entre lutas e dores
Seguem carregando sementes
de melhores dias e formas
de se viver com Justiça
Com homens, mulheres
Jovens e crianças
Uma pátria em mudanças
Que acolha toda gente
E abrigue todos os sonhos
Daqueles que vivem somente
Lutando por uma pátria justa.
(LUA, Pedra da. Sementes da Pátria justa. In: GONDIM, Kélisson (Org.). Vozes Perdidas no tempo. Brodowski: Palavra é Arte, 2020. p. 89).
Se você me perguntar o que acho sobre as lutas da vida, minha resposta será esta:
_Eu comparo as lutas da vida com grande ringue de boxe; onde a vida nos dá vários golpes certeiros, e as vezes o baque é tão grande que beijamos a lona, e ficamos prostrados, mas se quisermos ganhar antes que o juiz encerre a luta, devemos nos levantar e aprender a se esquivar dos seus futuros golpes e derruba-la com nosso extinto de sobrevivência.
As provações vem para aprimorar nossa fé...
...Moldar nosso caráter...
...Desencadear nosso crescimento...
E o mais importante do pós lutanão é o gozo da Vitória como muitos pensam, mas em como nos comportamos depois... O aproveitamento que tivemos, as lições que extraimos de tudo...
E é isso, as novas atitudes, que determinarão novas vitórias e conquistas!
Medite sempre nisso!
SONHAR
“A arte de flutuar em doces sonhos
Acreditar em si, fugir do enfadonho
Crer na possibilidade do impossível
Lançar-se ao imaginário mais bonito
A fé é o impulso na luta por conquistas
A realidade, às vezes, embrutece a vida
O destino no girar dessa imensa ciranda
Sonhar é deixar viva a nossa alma de criança
O desencanto enfraquece o seu futuro
Não desista, seja forte, estude e trabalhe muito
Foque em seu ideal, brilho no olhar é essencial
Utopia e realidade, equipendentes, em seu ser
Sonhar é caminhar em solo invisível
Amar intensamente, devanear no incognoscível”
Súplica Muda
Para fora
Para longe
Já foi embora
Em uma falta de firmeza
Permaneceu sem mudança
E perdeu por fraqueza
Chorou
Implorou
Clamou pela volta
Em uma súplica calada
Procurando sem sentido
Em um quarto sem mais nada
Levante-se
Faz alguma coisa
Perde o medo da vida
Perde o medo do pensamento
O pensamento de outras pessoas
Percebe
Que no fim já não importa
Que não deve nada ao outro
E que o sofrimento lhe devora
E que no fim das contas
Necessita colocar tudo pra fora
Se decide
Define a meta da felicidade
Corre atrás do que já foi
Em busca da liberdade
E da sua própria vontade
Entra na luta
Vai contra a sociedade e suas condutas
E argumenta incessantemente
Deixando de lado todo pudor
Rogando para que no fim
Tenha de volta seu grande amor
Se Eu Pudesse
Se eu pudesse...
eu atravessaria o oceano
com você em meus braços.
E te protegeria das tempestades que poderão se aproximar.
Se eu pudesse,
eu colocaria você no meu colo,
e não deixaria você tocar seus pés no chão.
Somente assim eu poderia
te poupar das pedras
da caminhada da vida.
Mas aparecem situações
na nossa vida,
que só podem ser passadas
e vividas por nós mesmo.
Existem momentos,
que precisamos colocar
em prática o nosso presente
que Deus nos deu,
que foi a nossa vida,
tão singular.
Neste momento
Ele quer ver melhor
o que estamos fazendo
com a nossa vida.
E aí então,
somos nós e Deus.
Por mais que o meu gostar
por você seja tão intenso.
Neste momento,
eu me sinto
com as mãos atadas.
Sinto-me tão pequena
para estar do teu lado.
Mas tenho uma força
tão grande que me encoraja
de lutar contigo.
Eu quero neste momento,
pedir a Deus
que escreva nesta parede branca que se chama destino,
em letras de ouro,
a coragem e determinação
que você terá daqui para frente.
E que Deus só existe quando
e enquanto tivermos esperança,
e esta esperança
eu vejo no brilho dos seus olhos.
A deslegitimação das Lutas Estudantis: Um Olhar Crítico sobre o Movimento Atual.
A despeito da relevância da pauta envolvendo o aumento das passagens de ônibus em Natal, a atual dinâmica do Movimento Estudantil (M.E) tem suscitado questionamentos sobre sua eficácia e legitimidade. O aparente aparelhamento político-partidário, notadamente pelo Partido dos Trabalhadores (PT), tem comprometido a capacidade de mobilização social e abalado a confiança na nova geração de lideranças.
O engajamento em manifestações sobre várias pautas e inclusive o aumento das passagens muitas vezes resulta em meros "gatos pingados", mais voltados à produção de conteúdo para redes sociais do que à efetiva luta pelos interesses estudantis. A falta de autenticidade e estratégia da nova geração de líderes é evidente, pois muitos parecem mais inclinados aos interesses partidários eleitoreiros do que à verdadeira defesa dos direitos estudantis e sociais.
A crítica recai sobre a incapacidade dessa nova geração de lideranças de articular uma mobilização eficiente. A ausência de uma crítica coesa, a falta de diálogo amplo e a não articulação com a mídia são destacadas para mim como deficiências. Este cenário é agravado pela ingerência partidária, que compromete instituições históricas de luta, transformando-as em meros veículos eleitorais.
Os diretores de entidades estudantis e os partidos de esquerda são instados a refletir sobre o uso oportunista da história coletiva de luta da cidade em prol de interesses escusos e eleitoreiros. A crítica incisiva sugere que a manipulação dessas instituições sociais tem desmantelado os legados e a representatividade do movimento estudantil no país.
A análise conclama uma postura mais crítica e autêntica por parte dos líderes do M.E. Argumenta-se que a mera reverência ao passado, sem a devida aprendizagem para a construção de estratégias eficazes, não resultará em uma mobilização significativa. Assim, é enfatizada a necessidade de abandonar práticas pelegas, olhar para o futuro e promover mudanças no presente em prol dos verdadeiros interesses estudantis.
O povo não é bobo e não vai aderir à pré-campanha em formato de micareta revolucionária de luta, apesar da legitimidade da pauta e de impactar a população de forma direta. Infelizmente, descaracterizam os reais motivos, razões e função das organizações de representação e da própria luta em projetar orientações e determinações que solapam a rebeldia consequente e retiram de cena os fundamentos da luta real e social. O que fica explícito para todos é a utilização manipuladora e criminosa dos interesses e lutas coletivas... Espero estar errado, mesmo estando certo!
Wesley de Lima Caetano
Apenas humanos, sem rostos, sem traço, apenas heróis.
São eles, heróis de lonas e bambus,
Chegam sem aviso, mas com propósito virtuoso.
A noite vira dia em abraços de solidariedade,
Em cozinhas coletivas, ensinam a fraternidade.
Dividindo teto e pão, incansáveis na missão,
Não conhecem descanso, só a dedicação.
Quando a mãe faxineira chega exausta, a chorar,
Gritando contra o roubo do lar pelo governar.
Eles são a resposta, os guardiões da empatia,
Construindo abrigos, desafiando a tirania.
Com coragem, enfrentam o descaso estatal,
Heróis que emergem quando a injustiça é fatal.
No olhar desses anônimos, o brilho da esperança,
Na resistência, a força que nunca cansa.
Quem são eles? São a voz dos desvalidos,
Nas lonas e bambus, surgem como escolhidos.
Será possível, será suficiente que a nossa coragem possa enfrentar essa autodestruição?
Eu posso responder apenas por respostas contingentes, porque se eu fizesse uma resposta necessária, eu cairia apenas numa fé e não estaria me colocando numa posição filosófica. É possível que sim e é possível que não.
Mas entre essas duas possibilidades, nós podemos escolher a daqueles que creem que é possível que sim. E então nós podemos também nos comprometer em atuar dentro dessa possibilidade.
Se malograrmos, ficará, pelo menos, dentro de nós, a satisfação de havermos cumprido o nosso dever e de termos realizado uma possibilidade nossa.
E se amanhã houver outro ser inteligente que possa saber da nossa história, poderá olhar para aqueles que amaram a coragem e que tiveram o gesto heroico de lutar contra a própria autodestruição com respeito por esses homens.
Nós podemos nos engajar deste lado, já que estamos numa época em que todos querem se engajar. Então vamos nos engajar, mas para o lado construtivo, para o lado do bem, para o lado que lance uma nova esperança, que creia em valores superiores e que não proclame de antemão a sua derrota, porque então ela é uma dupla derrota; é a derrota daqueles que nem sequer combateram, daqueles que nem foram para o campo de batalha enfrentar o seu inimigo.
A Revelação de Fia
Era uma vez, em um vasto campo verde, um formigueiro próspero onde vivia uma formiga chamada Fia. Fia era conhecida por sua lealdade e dedicação à rainha e à sua colônia. Ela acreditava firmemente que todas as suas ações, desde a coleta de folhas até a defesa do formigueiro, contribuíam para o bem-estar e prosperidade de sua comunidade.
Fia sempre foi uma guerreira valente, participando de todas as batalhas contra intrusos e ajudando a expandir o território de seu formigueiro. Ela acreditava que suas lutas garantiriam uma vida melhor para todas as formigas, com mais recursos e segurança.
No entanto, um dia, após uma intensa batalha, Fia decidiu subir ao ponto mais alto do formigueiro para observar o resultado de seus esforços. Ao chegar ao topo, ela foi tomada por uma visão chocante. O mundo ao redor era um vasto campo marrom, não de terra, mas de formigas marrons, sua própria espécie, engajadas em uma batalha feroz contra outros insetos.
Fia viu como as formigas marrons, suas irmãs, dominavam e destruíam outros seres vivos. Elas não apenas lutavam por recursos, mas também subjugavam e eliminavam outras espécies de insetos. As vítimas se debatiam desesperadamente por liberdade, engolidas pela maré imparável de formigas marrons.
Abalada, Fia permaneceu lá, observando a carnificina até o pôr do sol. Quando a noite caiu, ela olhou para o outro lado do formigueiro e viu algo ainda mais perturbador. No cume do formigueiro, a rainha estava cercada por troféus macabros – as cabeças de vários insetos, um símbolo de suas conquistas brutais.
Fia, então, percebeu que as batalhas que ela pensava serem nobres eram, na verdade, atos de agressão e opressão. O que ela considerava defesa do formigueiro era, na realidade, uma expansão imperialista que levava sofrimento a tantos outros seres.
Desolada, Fia desceu do topo do formigueiro, sua visão do mundo completamente alterada. Ela compartilhou suas descobertas com as outras formigas, provocando debates e reflexões em toda a colônia. Embora fosse difícil mudar as velhas crenças e práticas, Fia dedicou o resto de sua vida a promover a compreensão e a coexistência pacífica, em vez de conquista e domínio.
Moral da história: O que é bom e nobre para apenas um, e usa a força para reprimir sua oposição, só pode ser nobre visto de uma perspectiva. A verdadeira nobreza se revela quando consideramos o impacto de nossas ações em todos os sere
Jamais escreverei uma autobiografia.
Primeiro, porque não me considero suficientemente interessante.
Segundo, porque canso só em lembrar do que vivi.
Terceiro, porque não a história não faria sentido nenhum,
pois pareço ter vivido múltiplas vidas
e todas elas da pior maneira possível.
Sou um colecionador inveterado de erros e fracassos.
Apanho da vida como uma espécie de Rocky Balboa
cuja luta nunca termina
e a vitória nunca chega.
Mas sigo.
Porque preciso.
Porque vivo.
Porque na lona, com o rosto rente ao chão,
vejo aquela flor que brota,
vejo as estrelas brilhando no céu,
vejo o sorriso da criança pequena,
e todas essas coisas bobas e belas
junto com a justiça e a paz no horizonte
que ainda me fazem acreditar
que tudo isso vale a pena.
O CARENTE
Entre as sombras dos desejos alheios,
Dança o carente em laços de vento,
Tateia sonhos de afeto, em gotas de orvalho, borda devaneios,
Em busca de um toque, de um abraço, de um consentimento.
Na penumbra suave de olhos que o negam,
Ele curva-se e molda-se na espera que é vã,
Não vê que a dor que o cerca e cega
É o reflexo frio da alma afã.
E o manipulador, maestro de silêncios,
Toca subtil as cordas do medo e da solidão,
Tece promessas que, como véus de incenso,
Dissipam-se no ar, sem forma ou direção.
O carente, perdido na fúria que calafrios lhe faz,
Não percebe que a prisão é leve, feita de ar,
Que no abandono é o outro que lhe rouba a paz,
Esta ironia amarga e silenciosa,
Onde o espelho engana os olhos marejados
Quem procura aprovação tão ansiosa,
Encontra um eco de corações fechados.
O amor próprio, joia oculta em si,
É o farol esquecido num porto de amor,
Enquanto se ajoelha a quem não quer ouví-lo,
A liberdade jaz, oculta em seu valor.
E o manipulador, ávido devorador de almas,
Sacia-se da fragilidade de quem amor lhe implora,
Mas, no fundo, a sua fome que aos demais causa traumas,
É de um parasita que tudo devora.
Doce tragédia de vultos entrelaçados,
Num teatro de sombras e desatino,
Onde a dor é cantada em fados,
E brincar com os sentimentos do outro, um perpétuo destino.
E assim dançam, como folhas ao vento,
O carente e o que o controla em segredo,
Até que o despertar seja um lamento,
E as correntes se desfaçam, sem dó nem medo.
Mas há uma força, latente, escondida,
Quando o carente por fim se olha
ao espelho,
A rejeição não é mais ferida renhida,
mas sim, o voo final, o adeus ao velho.
Então ele ergue-se, sem nunca mais se curvar,
Agora a sua busca não é por rostos, nem gestos vazios...
No brilho dos olhos que acabam de despertar,
Vê-se a liberdade, num coração que não é mais dos gentios.
E assim o jogo termina, não com gritos,
Mas com o silêncio da alma sabia, que por fim aprendeu,
Que a verdadeira luta não está nos conflitos,
Está em aceitar-se o que se é,
E não chorar o que se perdeu.
E no fim, o manipulador, solitário ao espelho,
Vê apenas o vazio que ele próprio bordou,
Sua arte, pintada num traço vermelho,
Nada construiu, apenas se desfez, e então... se finou...
T. M. GRACE
Não espere que a vida seja sempre um mar de rosas por que quando vc menos espera ela te dar uma rasteira e te joga no chão não espere que as pessoas sejam sempre suas amigas elas um dia poderão te virar as costas não espere sempre sinceridade algumas delas serão falsas, se isso aconteceu com certeza vc caiu. Mas só depende de você permanecer no chão, ou levantar e seguir em frente mais forte. O que te derruba hoje te fortalece amanhã.sempre podemos recomeçar.
Leriano perêirah
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