Texto sobre Liberdade

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Nao te inquietes
Saberás que tens o vento a bater no rosto,não tens nada a tua frente,não tens correntes que te amarrem,nesta estrada nada te pode parar,nada te impede.
Esse sorriso penetrante e a tua chave para a felicidade,o teu soltar pode perturbar muitas pessoas,mas ......nada como o teu vencer que vem de dentro que te projecta....para a vida.
(Adonis Silva 09-2018)

Inserida por flavio_lindermann

Agradecendo uma amiga que postou sobre trechos do capítulo “Amor”, do livro “Liberte-se do Passado”, do filósofo indiano Jiddu Krishnamurti (1895-1986) falando sobre amor e apego, em 1978 (em inglês).

Com gratidão, respondi: Sejamos a fluidez do amor, simplesmente meditativos. Sem expectativas, libertos e integrados. Em consciência profunda do que é. Sejamos o que o amor decidir que sejamos. O que o amor nos colocar para sentirmos. Ou que estejamos em serviço dele. Ou simplesmente. DO EU SOU. NÓS SOMOS. AMOR AHO. Isso tudo sem que possamos projetar. Um dia irei lhe contar minha amiga a história que vivi do amor de Deus. Gratidão.

Inserida por Todeschi

Livre

“O mais belo estado da vida é a dependência livre e voluntária: e como seria ela possível sem amor?” (Goethe, J.)

Amar é mágico! É um sentimento único de liberdade e desejo, de respeito e confiança, de entrega e cuidado. O amor verdadeiro, puro, é aquele que não cabe em si, mas transborda. Enche riachos, alaga rios, corre para o mar, misturam-se as águas – personalidades, estilos, diferenças se completam.

Nunca seremos iguais. As diferenças fazem parte de nossa história e respeitá-las é essencial para a segurança, harmonia e plenitude do relacionamento. Alguns ajustes e acomodações são naturais, fazem parte do crescimento saudável, mas sem jamais adentrar no lugar sagrado da individualidade.

O amor é uma entrega mútua fundamentada na confiança e na liberdade. Quando engaiolado silencia-se o canto. Mas quando livre... Quanto mais livre, inesquecível o encanto.

Inserida por zazoliveira

Ser razoável na vida, inclusive em questões políticas, é essencial para que não se possa criar apoteose ou, por outro lado, ser extremo, ao passo de garantir ampla igualdade e não ter uma eficiência coletiva ou garantir ampla liberdade fazendo com que o Estado seja ineficiente, possibilitando o privilégio de poucos.

Seja menos partidário e mais a favor do país!

Inserida por matheuspedrosa

Ser livre não é sair por aí fazendo o que dá na telha, isso é ser insensato. Ser livre é saber que somos prisioneiros de nossas ações, e que elas vão reverberar por todo o meio.
Esqueça este lance de achar que sua vida está errada, que feliz é o outro que se aventura e vive com intensidade.
A natureza não compreende os excessos, tudo o que é demais tanto pra mais, quanto pra menos, gera desiquilíbrio.
Seja livre mantendo sua consciência tranquila, aceitando sua vida como é com gratidão e respeito pela sua história e por Aquele que Te Criou.

Inserida por danny_moraes

O pássaro vê
Seus colegas voando
Desviando dos galhos secos do verão passado
Por que não pôde planar
O pássaro vê
Seus colegas bicando
As doces vinhas ainda em seus cachos
Doutro verão que irá
Sem deixá-lo as bicar — seu homem não deixa.
O pássaro vê
Sobre as diversas frestas da gaiola de aço
Seus colegas voando
Compartilhando seu canto
Chamando-o a se aprochegar — ah, seu homem não deixa:
Quer ouvir seu canto
Sobre as diversas frestas
Duma gaiola que o agarra a seu favor —
Como quer ele ouvi-lo cantar!
Solte o pássaro, homem!
Deixe-o planar
Sobre um verão que o deixará tão logo
Até que não possa ouvi-lo cantar.

Inserida por usagiminute

As vozes ecoavam por toda a casa. Todos comemoravam o amor deles, o amor dele. Estavam decidindo tudo em meio a risos e suspiros, decidiram datas, locais de viagens, marca do moveis, nome dos filhos. Ela? Ela saia calmamente sem nem ao menos ser notada, deixando que lhe decidissem a vida como sempre haviam feito. Subia os degraus de madeira deixando o vozerio para trás.
O segundo andar consistia em um longo corredor até a outra extremidade da casa, com uma infinidade de portas . O sol iluminava o fim do corredor o que somado a todas as portas fechadas, dava a ela a sensação de “luz no fim do túnel”. Luz! Para ela luz sempre esteve associado a liberdade. Nem ela sabia explicar o porquê disso.
Os passos, antes lentos e arrastado, iam ganhando velocidade a medida que o longo corredor era vencido. A luz toca-lhe a pele, a determinação toca-lhe a alma e o corpo toca o vidro. Eis que a liberdade vem acompanhada de estilhaços que lhe marcam a pele. Mas a alma, pulando enfim para a liberdade, não liga

Inserida por NHenker

DONA ALICE, no lugar das mil maravilhas na arte e na cultura brasileira sonhando distante das realidades e dificuldades das periferias.

A arte e a cultura produzidas no seculo XXI nas periferias das grandes cidades metropolis brasileiras permanecem ainda, infelizmente midiaticamente na estrutura pré-colonial perante a visibilidade institucional e comercial nacional, culpa da Dona Alice, que só vive sonhando mas está mudando pois já vem recebendo os olhares ávidos de grandes grupos imperialistas por conta da aprovação, valorização, apoio e reconhecimento internacional que reconhecem que as novas linguagens fora do eixo são cada vez mais fortes, importantes e expressivas, derivações identitárias mais próximas das realidades das dificuldades sócio-politico-educativas insurgentes e resistentes do grave problema de carências de oportunidades institucionais, politicas publicas inadequadas inacessíveis e a crescente escalada da violência urbana nas comunidades que distancia de qualquer conceito da verdadeira moderna e aceitável, liberdade. Tudo isto bem distante das perversas politicas menores de partidos políticos.

Inserida por RicardoBarradas

O grande e o principal inimigo das pessoas é o seu próprio "EU", seu orgulho, sua ganância, seu desafeto, seu medo, seus poréns e etcs...
Às vezes as pessoas buscam a liberdade e crescimento de fora pra dentro mas digo ser o contrário. Construa seu sucesso pessoal de dentro pra fora.
DG

Inserida por daniel_gusmao_dg

Queria ser como um pássaro, para nas asas do vento poder voar.
E queria ser como o vento, para no céu sem limites poder soprar.
Queria ser como um peixe, para no mais profundo dos mares mergulhar.
E queria ser como o imenso mar, para nas grandes fronteiras do mundo circular.
Eu queria um dia voltar a inocência, e correr pelas ruas sem medo de errar.
E como uma criancinha boba, sem saber dos desafios que poderiam me encontrar.
Eu queria voltar ao passado, e como quem hoje sou ir para me encontrar.
E para mim um alerta levar, "o mundo é perigoso mas não chores, pois em tudo vai suportar."

Inserida por MichelNery

Foi morto como covarde, um desertor.
Negou-se ao dever quando convocado a fazer parte da corrente de união e força na luta pela liberdade.
Ao covarde restou o direito às ultimas palavras:
- Em nome das correntes de união não serei um elo de luta pela liberdade pois elos não libertam ou aprisionam tão pouco lutam ou fazem guerra.
- A união faz a força das correntes que unem e a Paz é a cópia das chaves que libertam. Não mato por liberdade, morro em Paz.
- Morto em Combate.

Inserida por LeandroPantera

Ah, joão de barro, se tu soubesse o quanto me dói ver-te voando pra longe de mim com estas asas machucadas. Dói ter de te ver assim, cabisbaixo, voando sozinho sem poder te acompanhar. Eu lembro quando tu era um pássaro livre, voando por aí, sendo aparentemente tão feliz como um pássaro pode ser, as vezes eu até achava que tu eras o pássaro mais feliz que já conheci. Radiante, livre, cantando aquele canto que contagiava. Ah, joão de barro, tu nunca me contaste que na verdade estavas desmoronando por dentro, eu nunca quis tanto trazer felicidade pra alguém. Nunca antes de ti, joão de barro. Nunca antes de ti. Eu queria seguir-te em todos os seus vôos, te ajudar a voar quando tuas asas estivessem cansadas, eu te amei mais do que achei ser possível, caber tanto amor assim em um coração tão pequenino. Eu te amei mais que se pode imaginar, a ponto de querer ficar até o fim da vida voando contigo, aonde quer que tu fosses; escutando teus cantos, dos mais alegres as melodias mais tristes, olhando teus olhos de pássaro ferido ou observando como eles pareciam sempre sorrir junto contigo. Ah, joão de barro, mal sabia eu que um pássaro não sobrevive a amarras. Tu não estavas preso a mim, é claro, não de forma literal. Eu não me atreveria a colocar-te em uma gaiola apenas pra manter-te comigo. Mas apenas a gaiola do meu coração já foi demais pra ti. Eu te amei, ou talvez ainda ame, mas talvez jamais saberei. Não importa. Eu deveria saber que um pássaro deve ser livre. Eu deveria saber que um dia tu irias ficar sufocado na minha pequena gaiola de amor, eu sabia que isso ia te machucar, mas fui egoísta. João de barro, tem dias que a primeira coisa que penso é em como eu queria que tu tivesses ficado. Mas isso iria impedir tuas asas de baterem livres por aí. Eu só quero que sejas feliz. Sem clichês. Me dói, e talvez eu nunca tenha tido escolha, ela sempre foi sua, mas quero que você vá, voe pra onde quer que seja, voe até pra bem longe de mim, mas siga teu caminho pra ser feliz. Bata suas asas pro rumo da felicidade, e não o contrário. Como em uma canção dos Beatles, "pegue teus olhos cansados e aprenda a ver. Toda sua vida, você estava apenas esperando por esse momento para ser livre." João de barro, voe...
(Eu ainda posso escutar tua melodia em meus sonhos, então por favor, nunca deixe de cantá-la)

Inserida por Aliceinoveland

“As Liberdades De Expressão e Religiosa, são permitidas desde que por aqui passou o Redentor, portanto, não justifica-se os homens destruírem-se em contendas e assassinatos vãos, por conta de atitudes que nem a Cristo coube o direito de dar-se ao contra.”

Gutemberg Landi
04 de Fevereiro de 2015

Inserida por GutembergLandi

Vladimir Herzog

Olá Vlado!
Estou buscando inspiração na tarde sonolenta de janeiro.
Choveu o dia quase todo.
Agora o sol tenta romper a neblina
Que insiste em ficar na atmosfera
Carregando-a de lágrimas.
Não dei conta de suportar a nostalgia
Que a impotência causou-me.
Pensei em ti e chorei.
Depois de tanto tempo?
Como pude?
Nem eu mesma soube explicar.
Só sei que precisava desabafar
O nó preso na garganta
De um tempo negro demais
Que não pode voltar
A não ser nas lembranças
Para rejeitarmos esses moldes
E nunca mais vê-los novamente implantados
Nos nossos portais humanos.
Não vamos falar a versão deles Vlado.
Sejamos diretos e simples tanto quanto o tamanho
Do ardil vil
E obscuro construído
Nas salas do DOI-CODI.
Covardemente mataram você.
Como o fizeram com muitos.
Alguns ficaram vivos,
Mas saíram “mortos” de medo.
Pela dor causada por torturas físicas e psicológicas.
Ainda hoje são devorados nas entranhas
Por tais monstros.
Como voltar atrás e não atender ao chamado do algoz?
Melhor fugir para o exílio e voltar
Quando as amarras caírem
E a perversidade for extirpada do ventre da nossa Pátria.
Tão Soberana!
Que mergulha por querer numa dolorosa
Repressão aos contrários do militarismo.
A palavra liberdade
Parecia estar em desuso,
Principalmente nas frias salas de interrogatórios,
Onde se lavavam com sangue
As memórias daqueles que ficaram
Enjaulados
E acuados diante de tanto horror.
Talvez porque o alto comissariado
Não compreendesse o mais profundo significado
Da dignidade humana
E que ele não se estampa naquilo
Que a pessoa faz ou diz,
Mas simplesmente no fato
De ser pessoa humana, devendo,
Por direito, ser tratada como tal.
Instrumentalizaram as pessoas
Em vista dos seus sórdidos interesses.
Feriram-nas.
Torturaram-nas até mais não suportarem
A agonia de ser gente.
E renitentes assenhorearam-se das idéias
E ideais de liberdade,
Igualdade,
Fraternidade
Que tão bem a velha França gritou.
Espernearam aqui os seguidores deste lema.
Defenderam com suor
E muita luta o Brasil das garras
Dos poderosos parasitas podres,
Que infestavam as esferas governamentais
De um país mergulhado no choro.
Choramos lá
E agora ao recordar só queremos suplicar
Plagiando Dom Paulo. Brasil: Nunca Mais.
Sei Vlado que ficaste como divisor
De águas do hediondo tempo ditatorial.
Após tua partida,
Intelectuais e meios de comunicação
Denunciaram anunciando o fim do terror.
Levantaram-se as bandeiras
Dos filhos destemidos
Da Grande Mãe Pátria para todos.
E calados locupletaram a Catedral da Sé
Num ato heroico de repúdio ao regime ditatorial.
E de lá para cá
Temos colocado no poder
A nossa alma carregada de esperança.
Elegemos nossos governantes
De acordo com a vontade popular.
Oxalá que acertemos um dia
O melhor caminho para a glória de toda a nação.
Estamos carentes de um Grande Estadista.
Alguém capaz de dirimir as exclusões
Que o perverso sistema capitalista cria
Que plante visando as futuras gerações.
Políticas públicas robusta que recriem
A humanidade que tanto sonhaste.
E contigo tantos se não mortos,
Torturados pela ditadura.
Queremos a democracia de fato.
Direito sagrado nosso.
Está lá, na nossa Carta Magna
Por que continuam nos negando?
Até quando?
Fingiremos que tudo está bem?

Inserida por elenimariana

Le monde est Charlie

Meu coração
Meu lápis
Minha pena.
Que pena!
Foram parados por uma bala
Traduzi nos meus desenhos.
Um grito de liberdade.
Igualdade, e por que não?
De fraternidade.
Herdei senhores, o velho sonho e ideal
Da Amada França
Não pensei na minha segurança.
Não tive medo da batalha
Que enfrentaria por introduzir
Em mentes,
Sementes
De dúvidas.
De um pensar maior
E questionamentos
Desconcertantes.
Não existirão mais na minha
Pauta de humor.
Meu deboche sério.
Meu despudor sem rancor
Meu humor satírico
Quase lírico...
Minha acidez sincera
Tecida só por eu ser um grande
E irrequieto pensador.
E agora..
A minha ironia aguçada, afiada.
Volta-se para mim.
De maneira contundente
Entranha estranha na minha história.
A mesma arma que provoca a minha morte
E me leva para a eternidade.
Crava em mim
A real Imortalidade.

Cartunistas do Charlie Hebdo.

Inserida por elenimariana

Eu não quero ser livre como um pássaro.
Um pássaro nunca foi livre; nasceu para voar e comer alpiste.
Um pássaro jamais poderá ter a liberdade de não comer alpista e não voar.
Ele morre de fome ao lado de um bife, pois nasceu pronto, nasceu para comer alpiste.. Então! Que liberdade tem um pássaro?

Inserida por paulosantos7303

Existem fatos curiosos. Uma ave que foi criada em cativeiro quando você abrir a gaiola e dar a ela liberdade ela simplesmente não saíra da sua gaiola. Liberdade pra ela é algo que não existe. Ela simplesmente desconhece o prazer de voar e escolher para onde ir, ela fica dependente que alguém mude a sua gaiola de lugar. E se analisarmos essa ave, notaremos na primeira olhada a tristeza comparada a um pássaro livre.
Liberdade nem sempre nasce com a gente, precisamos a todo tempo descobri-la, só não podemos, como o pássaro criado na gaiola, ter medo de voar.

Inserida por deboragois

Espírito Livre
Interessante
Correr é pura poesia. .... eu ando cobiçando outros lugares, alguns quentes outros frios
Tudo sempre uma viagem
Às vezes quente outras fria
O clima afeta a temperatua
Nós afetamos o clima
Correr no Rio não vai ser fácil
Em Amsterdã um sonho
Lá, acolá ou cá uma taça de vinho refresca ou aquece
O espírito livre segue menos 10, mais 8 , 15, 25 ou 40°c

Inserida por ascaldaferri

Quando pedem calma, sabem que estamos irritados!
Quando pedem paciência, sabem que já estamos no limite!
Quando mentem, mentem e mentem, não tem como nos fazer acreditar em uma nova mentira!
Quando estamos unidos, em um só ideal, sem partido, sem idealizadores, sem comandantes, somos uma massa invencível!
Como já dizia Tito Lírio - "A voz do povo é a voz de Deus!"
Levanta, Brasil!

Inserida por FabianoBonomi

Eu já perdi as contas...
Eu já perdi as contas de quantas vezes sorri.
De quantas vezes chorei.
De quantas vezes disse que estava bem, e realmente estava.
De quantas vezes menti para ser forte.
De quantas vezes chorei para parecer sensível.
De quantas vezes me neguei ao amor.
De quantas vezes tive a oportunidade de me apaixonar de verdade e recusei.
De quantas vezes magoei alguém... E de quantas fui magoada.
De quantas vezes fugi de um beijo mesmo desejando-o tanto.
De quantas vezes me arrependi.
Já perdi as contas de quantas vezes desejei voltar ao passado jurando fazer diferente mas sabendo que nada mudaria.
De quantas vezes delirei por um sorriso e de quantas vezes torci em silêncio para o dono dele.
De quantas vezes disse o que não queria.
E de quantas vezes disse o que queria na lata, sem medo.
Já perdi as contas de quantas vezes fui corajosa.
De quantas vezes achei que o fim havia chegado.
De tantas lagrimas que eu não derramei porque eu precisava dar apoio.
Já perdi as contas de quantas vezes fui feliz.
De quantas vezes dei gargalhadas até ficar sem ar
De quantas vezes abracei desconhecidos que pareciam conhecidos.
Já perdi as contas de como apredi com tudo isso.
De como eu fiquei mais vivaz.
De como eu sou grata.

Inserida por mariaaliceleal