Texto sobre Felicidade

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O Choro que Nasce e faz a Felicidade Renascer

A partir da gestação, o conceito limitado que eu tinha de amor foi transformado por você; e, quando finalmente nasceu no meu mundo, veio o seu choro de vitalidade e as lágrimas da minha emoção — minha maior felicidade.

E não demorou muito para que as suas risadas passassem a ser a melhor sonoridade que passei a ouvir: rica em pureza, espontaneidade e esperteza; um sentir tão forte que não pode ser expressado fielmente em palavras.

Com certeza, uma bênção de Deus muito desafiadora, mas que sempre compensou e compensará cada desafio, pois a minha vontade de viver e de lutar só aumentou com a sua linda chegada nos meus caminhos

No seu belo sorriso, uma luz poderosa que alegra a minha alma; o raio de sol que ilumina e fortalece os meus dias; a grande motivação para continuar a minha jornada na sua companhia, onde nada tem sido em vão.

Por tudo isso, tenho Gratidão ao Senhor por sua existência. Você ainda é uma criança, entretanto, logo deixará de ser; está saudável, crescendo depressa. Então, não quero perder essa sua fase, minha princesa, nem nenhuma outra, tanto na alegria quanto na tristeza.

A Partir da sua Risada, Um Sabor de Felicidade

A sua risada espontânea é alta e gostosa de se ouvir; transmite o entusiasmo da infância, e puxa a lembrança de que, a partir da simplicidade, é possível ser feliz, pois a vida não é feita apenas de cobranças e de seriedade. Assim, ela encanta pelo seu jeito de ser: reúne profundidade, bom humor, espontaneidade e amor; a essencialidade de menina em uma linda mulher que aguça o sabor de uma felicidade genuína que faz o viver ter mais valor. A cada riso, uma conquista.

A Vinda da Tua Felicidade e o Agradecimento do Teu Sorriso

Veio uma brisa suave e chamou alguns fios dos teus cabelos para dançar; o teu belo sorriso estava emocionante, brilhando como raios de sol em um fim de tarde — uma cena hipnotizante; o real ornado pela ludicidade.

Tu parecias uma arte singular, cheia de amor em movimento, usufruindo de uma felicidade sincera que não sentia há muito tempo, que reanimou a tua essência e acelerou os teus batimentos; tudo numa mesma frequência.

Logo, aquele cenário à tua volta foi tomado por tua intensidade, por teus sentimentos — um fervor incansável de liberdade, elegância e um toque de atrevimento. Graças ao meu imaginário, pude ver de perto o teu avivamento.

Eu já tentei me encaixar nesse mundo que mede tudo em cifras, sabe? Como se a felicidade fosse uma planilha bem organizada, com saldo positivo no fim do mês e um carro brilhando na garagem. Mas a verdade é que eu nunca consegui levar isso muito a sério. Dinheiro é importante, claro, ninguém aqui vive de vento e poesia… mas transformar isso no centro da vida? Ah, aí já é pedir demais pra minha alma inquieta.


Porque enquanto tem gente contando moedas, eu tô contando momentos. Enquanto tem gente correndo atrás de status, eu tô correndo atrás daquele silêncio gostoso que aparece no fim da tarde, quando tudo desacelera e eu finalmente consigo ouvir meus próprios pensamentos sem interferência externa. E olha… isso não tem preço, não tem promoção, não parcela em doze vezes no cartão.


Eu descobri, meio sem querer, que a felicidade não faz barulho. Ela não chega anunciando, não vem com etiqueta de marca famosa, nem precisa de aprovação alheia. Ela mora quietinha dentro da gente, igual aquele cantinho da casa que só a gente sabe o valor que tem. E às vezes ela aparece nas coisas mais simples possíveis… num café quente, numa risada boba, num prato feito com carinho, num dia comum que resolveu ser leve.


E é curioso, porque quanto mais eu me desapego dessa ideia de ter para ser, mais eu sinto que já sou. Já sou suficiente, já sou inteira, já sou feliz dentro do que cabe na minha realidade. Não é sobre rejeitar o dinheiro, é sobre não deixar ele mandar em mim. Não é sobre não querer crescer, é sobre não me perder no caminho tentando provar algo pra quem nem tá realmente olhando.


Tem gente que olha e não entende. Acha estranho essa minha tranquilidade, como se fosse falta de ambição. Mal sabem que é exatamente o contrário. Eu tenho ambição sim… mas é de paz, de liberdade, de viver uma vida que faça sentido pra mim. E isso, sinceramente, vale mais do que qualquer status que precise ser exibido.


No fim das contas, eu não quero impressionar ninguém. Eu quero me reconhecer no espelho e pensar “tá tudo bem por aqui”. E quando esse sentimento vem, leve, verdadeiro, sem esforço… pronto. Ali mora a minha riqueza.


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Sinto falta de quando a minha felicidade cabia em duas palavras suas: “bom dia”, “boa noite”, “te amo”.
Era tão simples e, ainda assim, fazia meu coração amanhecer antes do sol.
Eu sorria para a tela, como quem recebia o mundo inteiro em uma pequena notificação.
Hoje, até mudei o som do meu celular.
Não porque deixei de gostar, mas porque nossa história já decorou cada nota dela, na esperança de te ouvir.
E é isso que mais me dói: não sentir falta de nenhuma notificação, nem de momentos extraordinários.
Eu sinto falta do simples: do seu “bom dia”, do seu “boa noite”, do seu “te amo” e do meu sorriso bobo.
Daquelas pequenas mensagens que faziam eu me sentir a pessoa mais feliz do mundo.
Não sinto saudade ou falta de uma mensagem.
Sinto saudades e falta de quem eu era quando ela vinha de você.
Sinto falta e saudades de “você”.

A Felicidade Entre a Declaração e o Silêncio


Há vidas que se sustentam no brilho da superfície. São existências que proclamam, com voz firme, estar felizes, como se a repetição da palavra fosse capaz de transformar o vazio em plenitude. Mas a felicidade que precisa ser dita é, muitas vezes, apenas máscara: uma narrativa construída para convencer os outros — e a si mesmo — de que há sentido onde, na verdade, há apenas vertigem.
Essa felicidade declarada é feita de festas intermináveis, de aplausos que ecoam por instantes, de conquistas que se dissolvem tão rápido quanto surgem. É uma felicidade que depende do olhar externo, da plateia que valida cada gesto, da confirmação que nunca é suficiente. Quando as luzes se apagam e o silêncio retorna, resta apenas a solidão. A companhia efêmera se desfaz, os vínculos superficiais evaporam, e o afeto é substituído por euforia passageira. A narrativa de que se está só “por opção” é escudo contra a dor de não encontrar alguém que corresponda às exigências de uma lista impossível. O brilho fora compensa o vazio dentro, mas não o elimina.
A felicidade autêntica, ao contrário, não precisa ser proclamada. Ela não se sustenta em discursos, mas em presenças. É discreta, mas sólida. Não nasce da necessidade de ser vista, mas da profundidade dos vínculos, da intimidade preservada, da paz que não depende de testemunhas. É uma felicidade que resiste ao silêncio, que permanece quando não há plateia, que não se desfaz quando o mundo se recolhe.
Declarar-se feliz pode ser, paradoxalmente, sinal de fragilidade. É como repetir uma frase para convencer-se de sua veracidade. A felicidade verdadeira não precisa de palavras: ela se reconhece no olhar sereno, na tranquilidade dos gestos, na ausência de necessidade de afirmação. É uma felicidade que não teme a invisibilidade, porque encontra sua força no íntimo.
Assim, distinguem-se dois modos de viver: o da felicidade declarada, que brilha intensamente, mas se apaga quando a energia externa se esgota; e o da felicidade silenciosa, que não precisa de palco, porque encontra sua plenitude no silêncio. Entre o parecer e o ser, cada um escolhe o caminho que deseja trilhar. Mas é no silêncio, e não na proclamação, que a felicidade revela sua densidade mais profunda. Pois o verdadeiro sentido não está em dizer “sou feliz”, mas em não precisar dizê-lo.


Tatianne Ernesto S.Passaes

Vivemos projetando felicidade no futuro, como se a vida estivesse sempre na próxima conquista, no próximo objetivo ou na próxima oportunidade. Nessa busca constante, corremos o risco de transformar a existência em uma eterna espera, esquecendo que a vida acontece no presente.
A mente ansiosa habita aquilo que ainda não existe; a mente sábia reconhece a riqueza do que já foi construído. O ser humano frequentemente sofre não apenas pela falta de algo, mas pela incapacidade de perceber o valor do que já possui.
Gratidão não é conformismo, nem renúncia ao crescimento. Pelo contrário, é a capacidade de reconhecer significado antes de exigir mais da vida. Quem aprende a enxergar a abundância do presente deixa de ser refém da escassez imaginária do futuro.
A verdadeira prosperidade começa quando a consciência alcança aquilo que os olhos, acostumados à ausência, insistem em ignorar. Afinal, a vida não é feita apenas do que ainda queremos conquistar, mas também de tudo aquilo que já nos foi dado, construído e vivido. O futuro inspira, mas é o presente que sustenta a existência.

sorrir
pra não chorar de saudade
da felicidade
daquele seu olhar

quando eu chegava e batia palmas lá no seu portão
você atendia brava e perguntava

por onde eu andava por onde eu andava por onde eu andava
por onde eu andava
que não vem me visitar

por onde eu andava você perguntava por onde eu andava
por onde eu andava
que não vem me visitar

eu vou sorrir
sorrir pra não chorar de saudade daquele seu olhar

que me perguntava por onde eu andava por onde eu andava
por onde eu andava
que não vem me visitar

que me perguntava por onde eu andava
por onde eu andava? que não vem me visitar

" 'O dinheiro não TRAZ felicidade' , dizem. Mas, digo eu, o dinheiro LEVA você a lugares incríveis, que o farão muito feliz! (Isso se você for alguém que acha que merece e se o dinheiro for honesto, claro!)."
Texto Meu 0948, Criado em 2019

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

⁠Aquela pessoa que nunca esquece de te desejar felicidade no seu aniversário nem sempre possui uma amizade verdadeira contigo.

Às vezes, isso se resume a um protocolo motivado por sua utilidade, uma questão de oportunidade.

Acredito que o tempo é o melhor parâmetro para definir uma amizade verdadeira.

Tudo é muito relativo.

Portanto, é essencial observar "o conjunto da obra", ou seja, analisar o todo antes de definir algo.

Quando a felicidade vacila e some,
E a tristeza invade, trazendo dores, fazendo um estrago nos meus dias, no peito um nó,
mas mesmo na sombra, uma luz pode brilhar,
Quando a escuridão aperta o cerco
E o silêncio é o único som.
Lento, o tempo passa, e a dor não cessa
contudo no fundo, uma faísca resiste, um pulsar.
E essa faísca, pequena e frágil é a chama da esperança, que não quer morrer.
Ela lateja, lateja, e aos poucos cresce e ilumina o caminho, e a dor começa a ceder.
(Saul Beleza)

O amor me ensinou a lição
que a felicidade é só uma estação.
Pensava que era só alegria.
Mas a verdade é outra, a dor também é dia.

Aprendi a suportar o que não vem no cardápio.
A espera, a saudade, o coração vazio,
amar de verdade é aprender a lidar
com as dores que o amor pode causar.
(Saul Beleza)

⁠⁠Não há perfeição, felicidade, humildade, alegria, tranquilidade, se não houver concessões de ambas as partes.
Tudo existe de igual pra todos.
O grande desalento é!
Nos iludirmos imaginando que é calmaria e Paz o tempo todo.
Estamos atúrdido imersos no caos de nossas tramas em não entender que é preciso Amor pra chegar onde se quer chegar.
O mundo é Cosmos.

⁠Você é Feliz?
Oque é a Felicidade?
Uma sensação de gratidão.
Um contentamento...
...mas, é isto que entendemos por ser Feliz?
Não sei, só sei, que me preenche e não me faz senti-se oco.
Então Felicidade é não se sentir vazio?
Acredito que Felicidade, é o não pensar se é ou não...
... é pode ser! Escolho está.
Escolhe?.
Sim! ...essa resposta.

⁠Observa se não é uma felicidade sofrer.
Passamos dias e horas em uma fila pra conseguir algo.
Um tempo irrecuperável fazendo uma tatuagem ou em pronuncias em formação de frases em cânticos e orações.
Submissão dolorosa no tempo com alguém imaginando ser amor.
Torcemos pro tempo passar e ficamos em claro num período noturno, com resistência em tomar algum analgésico pra se livrar de uma dor ou angústia.
Tudo isto pra termos oque contar ao outro no dia seguinte, reverberando nosso sofrimento e martírio.
Somos mesmo seres carentes até a raiz, uma espécie de masoquismo para ter satisfação de perceber no outro algo que há em todos da raça, que classifico de atenção regada na vitimização.

NÃO QUERO ADIAR A FELICIDADE.

Não sabemos quanto tempo teremos, nem se o amanhã nos será permitido. Por isso, escolho fazer de hoje o dia mais importante da minha vida.

O dia de me aceitar como sou, reconhecer o quanto já caminhei, valorizar minhas conquistas e agradecer por tudo o que tenho. O dia de deixar para trás as culpas, soltar os pesos desnecessários e compreender que nem tudo precisa ser resolvido, explicado ou levado comigo.

Quero seguir mais leve, em paz com minhas escolhas e consciente de que não preciso ter uma vida perfeita para reconhecer a beleza de estar vivo.

Aprendi que não vale a pena sacrificar a paz de hoje por mágoas de ontem, nem deixar de viver o presente esperando que o amanhã seja melhor. O passado já cumpriu seu papel, e o futuro ainda não nos pertence.

A vida não espera que tudo esteja no lugar para acontecer. Ela acontece enquanto aprendemos, recomeçamos, sorrimos e seguimos em frente.

Por isso, hoje escolho viver com mais gratidão, amar sem adiar, perdoar sem carregar correntes e valorizar aquilo que o tempo, um dia, poderá transformar em saudade.

Porque a vida não é uma promessa para amanhã, nem uma lembrança de ontem. É o presente que temos nas mãos — e desperdiçá-lo esperando o momento perfeito é esquecer que estar vivo já é uma oportunidade extraordinária.

Estar com sentimentos de não controlar é o princípio da felicidade.


Não invejar é meio caminho andado.


Se contentar com o que tem e buscar mais do necessário com leveza é o auge.


Praticar o que gosta de bom, sem ir na ideia de outros, é firmar si próprio sem dúvidas com autenticidade.


Não se achar melhor ou pior que alguém já é morte do ego na vida da consciência.

Quando isso não precisou construir a felicidade, a manteve:

Cocriar
Manejar
Esquivar-se
Não controlar
Silenciar

Por isso, por vezes, os materiais desfocam e podem atrair alegrias passageiras e tristezas que não passam, pois felicidade é apenas consciência de um estado mentalmente acessível e ademais é invenção da mesma mente.

A Eterna Inquietude


"Toda satisfação, ou o que geralmente se chamade felicidade, é, na realidade e na sua essência, apenas negativa, e nunca positiva. Ela não é uma gratificação original que vem até nós por si mesma, mas deve ser sempre a satisfação de um desejo."


Arthur Schopenhauer

Que a Paz e a Felicidade te abracem tão apertado, ao ponto de quebrar todas as agruras e preocupações.

Porque, no fundo, é disso que todos precisamos: de um abraço que não seja apenas físico, mas na alma.

Um abraço capaz de silenciar o barulho das inquietações, de aliviar o peso das responsabilidades e de lembrar que a vida é muito maior do que os problemas que insistem em ocupar nossos pensamentos.

Vivemos cercados por cobranças, expectativas e pela falsa necessidade de controlar tudo.

Esquecemos que algumas das principais conquistas não podem ser compradas, planejadas ou antecipadas.

A paz nasce quando aceitamos que nem tudo depende de nós.

A felicidade floresce quando aprendemos a enxergar beleza nas pequenas coisas que o cotidiano oferece.

Talvez a verdadeira riqueza esteja em terminar o dia com o coração leve, em cultivar bons encontros, em agradecer pelo que já temos e em seguir confiando que o amanhã trará novas oportunidades.

As dificuldades continuarão existindo, mas elas deixam de ser gigantes quando a serenidade ocupa o lugar do medo.

Que nunca nos falte a coragem de sorrir mesmo em dias nublados, a esperança para recomeçar sempre que necessário e a sabedoria para compreender que a paz não é a ausência de tempestades, mas a certeza de que nenhuma delas é eterna.

E que, quando a vida insistir em apertar, a Paz e a Felicidade consigam apertar ainda mais forte, até que todas as agruras e preocupações se desfaçam diante da força de um coração que escolheu viver com fé, gratidão e esperança.