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Texto sobre Dança

Cerca de 959 texto sobre Dança

⁠Na dança muda das almas, um poema se revela,
Em harmonia sutil, a conexão se estrela.
Corações entrelaçados, como folhas ao vento,
Versos escritos pelo destino, um laço sem tormento.

Em cada olhar, um verso, em cada toque, um poema,
Almas se entrelaçam, num amor que se esquema.
Palavras não ditas, mas sentidas no silêncio,
Um poema de conexão, pleno e intenso.

A sinfonia do amor, entoada em suaves compassos,
Almas que se entendem, como antigos abraços.
Na simplicidade do sentir, na beleza do momento,
Um poema eterno, no livro do tempo.

⁠O Teatro da Vida

No palco da vida, a dança da existência,
Onde se entrelaçam lutas e resistência.
Conformar-se, mero ato de render-se,
É curvar-se ao destino, é esquecer-se.

Na teia da vitória, uma rude ironia,
Pois vencer é conformar-se, é agonia.
Os triunfantes perdem, sem perceber,
As virtudes que os fizeram renascer.

Cada glória, uma aspereza disfarçada,
A vitória, uma cortesia malgrada.
Os vencedores, em seu gozo efêmero,
Perdem o desalento que era seu elo.

Satisfeitos, mas apenas na aparência,
Aqueles que se conformam com a existência.
O verdadeiro vencedor, paradoxal,
É aquele que, incessante, busca o ideal.

No embate constante, a vitória é efêmera,
Pois só vence quem, em desafios, não se acanha.
Aquele que nunca alcança o último degrau,
É o eterno vencedor, o verdadeiro herói.

⁠Ser Autêntico

Ser autêntico é como o vento,
Que dança livre, sem temor,
Carrega em si a força do tempo,
E a verdade em seu interior.

É olhar-se no espelho e ver,
Além das máscaras que o mundo impõe,
Aceitar as falhas, o que se tem a oferecer,
E, por fim, ser o que somos, sem padrões.


Ser autêntico é caminhar sem pressa,
Sem se perder nas vozes ao redor,
É ouvir a alma, sem tristeza,
E viver o agora, sem medo, sem dor.


Não é ser perfeito, mas ser inteiro,
Com todas as cores que se misturam em nós,
É abraçar o que somos, verdadeiro,
E confiar em nossa voz.


Nos braços da autenticidade,
Encontramos a paz que nos falta,
Libertando o coração da falsidade,
E vivendo a vida com a alma alta.


Ser autêntico é se permitir ser,
Sem amarras, sem querer agradar,
É ser a própria verdade, sem temer,
E, no final, simplesmente… amar.

nos desvaneios da noite, onde o silêncio dança,
guardo segredos profundos, como notas numa pauta.
palavras que se escondem nas sombras do meu ser,
como rios subterrâneos que buscam o mar a renascer.

no vazio do meu peito, habita uma melodia,
revelando sonhos ocultos, teias da fantasia.
segredos que me envolvem, como um manto a me guiar,
num labirinto de mistérios que só eu posso desvendar.

em cada suspiro, em cada olhar que não se vê,
são segredos silenciados, histórias que não pude dizer.
nos traços da minha face, em linhas esculpidas pelo tempo,
reside a alma inquieta, um segredo em cada momento.

e sigo adiante, com sorrisos e máscaras no rosto,
escondendo do mundo as chagas que ainda não foram expostas.
mas na verdade mais íntima, na essência que me faz pulsar,
os segredos se agitam, clamam para se libertar.

e se um dia a coragem me invadir como um vendaval,
desnudarei minha alma, soltarei cada segredo nesse ritual.
para que a verdade, enfim, desabroche como uma flor,
e revele ao mundo inteiro o que guardo com fervor.

pois na escuridão do segredo, há uma força a se erguer,
um fogo que arde e anseia por se fazer conhecer.
e quando finalmente eu abrir o livro do meu ser,
descobrirei a paz que tanto busquei e nunca soube onde obter.

então, envolto em coragem, desvendarei cada véu,
e na música dos segredos, encontrarei meu eu.
pois no fundo de todos nós, há histórias por contar,
e nas entrelinhas da vida, os segredos estão a se revelar.

⁠"Esperar pra quê?"
Nas voltas do tempo que se entrelaça,
Na dança das horas que o destino abraça,
Surge a pergunta que o coração inflama:
"Quanto tempo você tem para dizer que me ama?"
Sob o céu estrelado, no silêncio da noite,
O pensamento voa como ave em seu voo alado,
E nasce a dúvida, quase feito açoite:
Esperar pra quê?
Será que o amor espera, ou já está condenado?
Na vastidão do tempo, como grãos de areia,
As palavras ganham vida, ganham verdade,
E o amor, como estrela que cintila e clareia,
Espera ser declarada, sem nenhuma maldade.
Então, sem demora, sem sombra de recebimento,
Que a resposta ressoe como doce sinfonia,
No compasso do coração, no eco do anseio,
Diga-me que me ama, com a mais pura harmonia.
Esperar pra quê?
Pois o tempo é efêmero, uma brisa que passa,
E o amor, como flor delicada, desabrocha e se vai,
Não deixe para depois o que o coração abraça,
Diga agora, com sinceridade, que me ama, e não só depois.
Esperar pra quê?

⁠Emilly, teu nome dança como brisa,
No palco dos versos, tua essência canonisa
Nome Imponente e ao mesmo tempo afável
Aquela que fala de modo agradável.
Teus olhos guardam uma constelação secreta,
Refletem visões em noites repletas.
És a musa do sonho e da ilusão,
No teatro da vida, és a encenação.
Emilly, és a pintura em tela abstrata,
Na paleta da alma, és cor que desata.
Tua determinação é um rio incessante,
No escuro do quarto, é uma dançante.
Emilly, guerreira, és espada flamejante,
Na batalha do tempo, és a constante.
Do teu nome floresce esse poema
Inteligência, diligência e graça
Fazem parte do teu ecossistema.
Celebremos a tua existência,
Emmie, Mille, Mila, Lili
Que a vida seja pra ti,
Sempre afinada, Com amor e esperança, de alma lavada.
(FELIPE REIS)

⁠No mundo da dança, um homem de encanto,
Beleza e graça, seu sorriso é o meu canto.
Dança com a alma, como quem quer voar,
Mas por trás desse brilho, cicatrizes a carregar.

Ele sofreu por amores antigos, é verdade,
As lembranças do passado ainda lhe causam saudade.
Mas vejo nele força e determinação,
Tentando juntar seus pedaços, uma nova direção.

Em seu coração, encontrou a cura,
Superou as mágoas, a dor, a amargura.
No palco da vida, um recomeço a brilhar,
Dançando no presente, o passadoasuperar.

⁠Tem gente que já desistiu
Acha que a violência e o autoritarismo é a música da dança
E mesmo não concordando, mesmo que algo diga não e pulse insistentemente lá dentro,
Elas silenciam essa voz e sucumbem ao estado das coisas;
Eu não as culpo, é uma forma de tentar sobreviver, de tentar se “adaptar”
Isso que me incomoda, sobreviver!
A gente sobrevive, mas não vive
Sem diálogo, sem conversa, sem relevar o que o outro precisa, sem ouvir e considerar também as suas necessidades, a necessidade do todo.
E por mais que pareça que somos obrigados a fazer isso, não se engane!
A gente escolhe sobreviver em um mundo totalmente cruel, sem valores.
É mais instintivo do que lutar contra
E eu lhe pergunto vale a pena escolher sobreviver?
Vale, se, unicamente, sobreviver faz parte de uma busca por querer entender para transformar, por querer viver!

SONO, TRISTEZA E POESIA


O corpo cede, mas há lembrança,
de cada riso, de cada dança,
e o coração, ainda que cansa…
agradece.


A noite cobre de sombra e véu,
mas há estrelas no mesmo céu,
e cada dor, por mais cruel…
ensina.


No breu que insiste, surge um clarão,
a alma entende a própria canção,
e a vida, em breve, num sopro então…
renasce.

Vencendo as Dificuldades do Cotidiano


Na dança dos dias, o sol desponta,
E as sombras da vida, às vezes, confronta.
Caminhos tortuosos, pedras no chão,
Mas em cada obstáculo, pulsa a razão.


O peso da rotina, um fardo a carregar,
Mas em cada amanhecer, a chance de recomeçar.
Os sonhos adormecidos, como sementes no chão,
Brotam com a coragem, a força da mão.


A chuva que cai traz lições de amor,
Regando a esperança, alimentando a flor.
E quando a tempestade ameaça o porvir,
Lembramos que o arco-íris vem depois de existir.


Os risos e as lágrimas, em um ciclo sem fim,
Nos moldam e nos ensinam a sermos assim.
Na luta diária, encontramos a paz,
Pois vencer as dificuldades é o que nos faz.


Então, erga a cabeça, caminhe com fé,
Cada passo é um triunfo, um novo amanhecer.
E ao final do dia, ao olhar para trás,
Verá que é na jornada que a vida se faz.

.


Cidades pequenas,
vidas pequenas
- Se você dança com o diabo,
o diabo não muda:
Ele muda você! - De súbito olhamos no
espelho
e nos damos conta
que muito tempo passou enquanto
comentávamos o futebol,
a novela,
os problemas da vizinhança...
E o que realmente importava ficou
esquecido, adormecido.
Mas a vida é assim mesmo:
acabamos por viver no limite
do que nos é possível.
Acredito mesmo que devamos
ser assim para que
possamos conseguir alguma cousa de real
e de concreto nesses
tempos de isopor.


.

Mix Elétrons Poéticos

E do átomo em decomposto, fez nascer os elétrons...

Da dança dos elétrons nasceu a eletricidade...

Da sinfonia deles em movimento nasceu a eletrônica...

Da eletrônica em mix com a música...

Nasceu a música eletrônica...

E desta...

Nasceu o maluco que me pediu este poema...

Dizendo ele...

Quebre as barreiras...

Os paradigmas...

As estruturas poéticas...

Mas...

É impossível fazer isso meu querido primo...

Poesia, segue um único compasso...

O ritmo das batidas frenéticas do coração...

Talvez...

Este poema é o mais próximo...

Que palavras vindas de um coração compassado...

Chegarão de um ritmo maluco e elétrico...

A vida é movimento e som, é dança e música. “Educar é viver”, “viver é conviver”, “viver é aprender”.
Aprender a aprender. Aprender por meio de tudo que dá prazer, acreditando que é possível uma educação mais humana, mais sensível, que olha para o outro e o compreenda como uma pessoa realmente dotada de amor, emoção, sensibilidade, som e movimento.
É... Não é fácil ser professor, mas alguém disse que era? Não importa, o que importa é não perder mesmo quando bate o cansaço, o prazer, o sorriso, as lágrimas, a vontade de brincar, cantar, dançar, fazer poesia, de despertar o imaginário, a criatividade, aprender a amar, a sonhar, a construir os próprios caminhos, a descobrir novas formas de ver, ouvir, sentir e refletir, aceitando os desafios da vida, da profissão, dos caminhos no mundo.
Viver dessa maneira, só mesmo sendo PROFESSOR!
PARABÉNS PELO SEU DIA!

ZÊ EU POETA QUE DANÇA OU DANÇA POETA

A dança desenvolve a expressão corporal, coordenação motora, raciocínio, autoestima e o equilíbrio. EU danço por todos esses benefício

Dançar!O Dançaré o desenho do corpo jorrando das células a poesia do musical interno! Externando a alegria do ser, corpo que dança! Zê.

Adançaé a linguagem alegre, do ser corporal que dança expondo a amostra da alegria da dança, alma dançando!

Ah, essa paixão que só vem na alma, de quemdança. Adança é como uma expressão de vigor de vida, vivida num prazer movimento dança momento.

“A Catedral dos Lamentos”

Sob arcos quebrados, o céu se cala,
A névoa dança onde o tempo embala.
Catedrais choram com vitrais partidos,
Guardam segredos, amores esquecidos.

Anjos caídos vigiam em pedra,
Olhos vazios, memória que medra.
O sino ecoa em tom de agonia,
Marcando o fim da última alegria.

Nos corredores, passos sem dono,
Sombras deslizam em eterno abandono.
Um véu de pranto cobre o altar,
Onde promessas vieram a se quebrar.

E ali, entre ruínas e dor silente,
O amor renasce… sombrio e ardente.

SER PAI

Na dança da vida, um passo surpreendente,
A paternidade veio, de repente.
"Preparado?" perguntei, com um sorriso irônico,
"Claro, como os
peixes para voar."

A vida, com seu charme, se instalou em mim,
E com ela veio a esperança enfim.
"Amor por um filho," dizem, "é o maior que há,"
Mas eu, que amo-me tanto, como quem já sabe.

Com o tempo, compreendo, ou pelo menos acho,
Que a paternidade é um caminho que se faz.
É um desafio, é uma jornada sem fim,
Mas com cada passo, aprendo a dar um sorriso.

Porque sou pai, e isso é mais do que tudo,
É amar mais do que eu mesmo, é ser mais do que eu.

Roberval Pedro Culpi

Poesia: De Barretos ao Texas: Amor sem Fronteiras

Do Barretos ao Texas, um laço nasceu,
Na dança da vida, o destino teceu.
Entre arenas, violas e sonhos de chão,
Floresceu um amor sem limite ou nação.

Nas noites de estrela, no brilho do luar,
Dois corações fortes se puseram a amar.
Nem mares, nem ventos puderam deter,
A força infinita do querer viver.

Cavalos corriam, ao vento sem fim,
Mas nada corria mais veloz que o sim.
Do sertão caipira ao country distante,
Dois mundos distintos tornaram-se amantes.

Seja em Barretos, seja em Dallas também,
O amor verdadeiro não conhece além.
Pois quando é sincero, não sabe fronteira,
É chama que arde, eterna e inteira.

E assim segue a vida, destino a cantar,
Do Brasil ao Texas, só resta sonhar.
No peito guardado, jamais se desfaz,
Um amor sem fronteiras, eterno, em paz.

Dançar é movimentar-se. E se a Vida é movimento, então ela é dança. Pura e somente, simplesmente uma dança. Seja seja animal, seja vegetal, tudo se move, se dança e se balança. A árvore, que não anda, nem corre, baila com os ventos. Até o mineral, a pedra mais antiga deste Mundo, "sem vida", estática desde sempre, se move ao se transformar conforme a condução das águas que lhe apresentam o tato, e, com o balanço interno de suas partículas, nunca está realmente parada. Nada nem ninguém nunca está de fato parado. Pois, se é matéria, suas partículas estão sempre vibrando. Tudo se move o tempo todo, tudo dança. Vive. Se é energia, está sempre fluindo, correndo, girando e gerando, em condução e ritmo. A Vida dança e se conduz, só, mas completa, de um lado a outro, em zigue-zague, espiralizando como os rios, como as cobras.
Tudo que caminha sobre esta Terra, e que voa sob este Céu, dança e faz dançar. E toda luz que vem do infinito, um bailar eterno.

Só existe a dança e o dançar

Guardo em silêncio,
viajando em agonia suave,
a liberdade que dança leve,
como brisa que beija a pele d’Alvorada. Estar só é meu campo aberto,
onde floresce a calma da alegria,
um jardim secreto onde habita
a estrela pura do meu ser. Sozinho, encontro a melodia
que os mundos não ouviram ainda,
felicidade que não se grita,
mas se sorri no peito, discreto viajante asornado e feliz. E assim, solto nas asas do tempo,
sou interior um aprendiz, sou paz, sou voo —
um mistério doce e só meu,
a liberdade em pele e em sonho.

Ooooh, querida
não olhe pra trás.
Somos tolos em busca de uma solução,
somos a dança, somos a canção.
Você pode não ouvir nenhuma palavra —
é na falha que entendemos
que não somos nada,
nem ninguém naquele lugar.
Todos podem me ouvir,
mas será que alguém me escuta?
Todos podem me ver,
mas alguém vem me visitar?
Somos estrelas caminhando sozinhas.
Nascemos com ajuda,
mas seguimos entre labutas.
Vemos a dor do outro,
mas quem caminha conosco
durante a dor de um parto,
durante o peso de um fardo?
Somos fortes,
mas às vezes não entendemos.
Guardamos tudo,
e nem sempre compreendemos.
A válvula está na fé —
uma fé que nem nós entendemos.
Intercedemos, pedimos uma saída,
mas me vejo contra a parede:
não é porta, é muro,
devolvendo tudo como contrapartida.
Era uma via única.
Pena que eu poderia ter acreditado.
Sua verdade é surda e muda pra você,
enquanto o mundo aprende
que nem sempre a repreensão é o ser —
é só o parecer.
Você perdeu tudo sem perceber.
Não lutou.
Deitou
e esperou acontecer.
Foi a voz que fez o mundo chorar,
a dor de um submundo.
Foi a púrpura que te calou naquele segundo —
pena que ela não te levou,
apenas te fez desaparecer
de uma luta profunda,
de anos e anos a fundo.