Texto sobre Dança

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⁠Encontro de Almas

Na véspera do encontro, a ansiedade dança,
Por entre os pensamentos, um turbilhão de esperanças.
A noite cai, o momento aproxima-se, tranquilo e denso,
Sob o manto da lua, dois corações em suspense.
Primeiro Olhar, Sintonia Desvendada
Quando seus olhos se cruzam, o tempo para,
Em um universo paralelo, onde apenas eles habitam, claro.
Um olhar que fala línguas desconhecidas, mas entendidas,
Nessa troca silenciosa, mil palavras são ditas.
União e Contraste
Como duas estrelas em colisão, suas energias se fundem,
No toque, a aspereza e a suavidade se complementam.
O desejo há muito contido emergindo tumultuado,
Num beijo que é encontro de mar e rochedo, entrelaçado.
Momento Êxtase
Respirações tornam-se ofegantes, mãos buscam sem pudor,
No calor desse enlace, perdem-se todos os controles.
Entre carícias ousadas e sussurros abafados,
Um estado de loucura momentânea, juntos naufragados.
Assim, em cada toque, olhar e sussurro compartilhado,
Uma história de paixão, intensamente engravidada.
No fim, o silêncio fala pelos dois, plenos e saciados,
O amor dita o ritmo, em suas almas, eternamente entrelaçado.

Inserida por AlineCairaG

⁠Por campos de sonhos, onde a mente se entrega.
E na dança das estrelas, o coração incendeia,
Em labirintos de ideias, a alma se apega.

Histórias de amores, de lutas e de dor.
No horizonte incerto, o futuro se sente,
Como um novo amanhecer, carregado de fervor.

Com passos firmes, sigo o caminho traçado.
Na busca incessante, a esperança me consola,
Pois é na fé que encontro o destino desejado.

Inserida por davi_martins_2

Minhas notas sobre Juliana...

Ela, que dança na chuva, dá risada fácil e que acha lindo quando o vento despenteia os seus cachos. Ela que sorri com os olhos antes mesmo de sorrir com os lábios. É idealista por natureza. Expressa sua indignação em um mundo machista, consumista, cheio de injustiça social, e se faz ser ouvida, declarando sem medo sua filosofia de vida. Quando precisa ser seria, é ao extremo. Com seu jeito de menina, dá conselhos cabeça. E quando a vida lhe fere, sem deixar sua doçura, é mulher. Ela não esconder as cicatrizes, segue pela vida ostentando a coragem de quem tem muita fé pra não se abalar. Ela é ela, e não tem outra igual. Ela, JULIANA, é girassol, que se esconde do escuro pra não se perder dentro da própria alma. No fundo, ela sabe que não é de ninguém, porque é só dela.

Inserida por anasoares_



Cada batida do meu coração é uma dança de emoções, um reflexo da vida que pulsa em mim. São momentos de alegria, de tristeza, de amor e de saudade, todos entrelaçados em um ritmo único e pessoal. Sinto as batidas acelerarem quando estou perto daqueles que amo, quando realizo meus sonhos ou diante de uma bela paisagem. É como se meu coração quisesse exprimir toda a plenitude do meu ser, transbordando de sentimentos que não cabem em palavras. Às vezes, as batidas parecem soluçar, lembrando-me de momentos difíceis, de perdas e de despedidas. Mas mesmo nesses instantes, meu coração segue em frente, resiliente, sabendo que cada nova batida é uma oportunidade de recomeço, de renascimento.

Inserida por celso_augusto_soares

Neste mundo em frangalhos, onde o caos dança em cada esquina e a sombra da incerteza nos envolve, encontro em ti um farol de luz. Vivemos tempos de desespero, onde o ódio se infiltra nas palavras, e o egoísmo se enrosca em corações endurecidos. No entanto, é justamente neste cenário desolador que o amor precisa se erguer, majestoso e invencível, como um pássaro que renasce das cinzas.

Não falo do amor raso, aquele que se dissolve na primeira adversidade, mas do amor genuíno, profundo e imenso, que não teme se desdobrar em mil formas. Esse amor que cede, que perdoa, que sabe que o maior ato de amar pode ser deixar partir. Amar é mais que possuir; é compreender que, às vezes, a liberdade do outro é o maior presente que podemos oferecer.

O verdadeiro amor se manifesta no perdão que concede mesmo quando a ferida ainda lateja, na mão que se estende quando mais ninguém o faz, no sorriso que floresce no meio do deserto. E mais que isso, este amor se estende além de nós, abraçando o próximo com a mesma intensidade. Em um mundo tão terrível, precisamos cultivar a compaixão, a empatia, o cuidado com aqueles que sequer conhecemos.

Lembro-me de quando seguramos as mãos de estranhos, transformando medo em força, dor em esperança. É esse amor, vasto como o mar e forte como a rocha, que pode mudar o mundo. Amar o próximo não é apenas um dever, mas uma necessidade urgente. É o fio delicado que nos mantém unidos, a centelha que reacende a humanidade em tempos tão sombrios.

Que sejamos, então, faróis de amor genuíno, guiando-nos uns aos outros através da tormenta. Que nosso amor seja a ponte que nos salva, o bálsamo que cura, a força que renova. Porque, no fim das contas, é o amor que nos define e nos salva, que nos dá asas para voar e raízes para ficar.

Inserida por leony_diall

O amor divino é um fogo cósmico que dança entre as estrelas, uma melodia ancestral que ressoa no coração de todas as criaturas. É uma explosão de cores invisíveis, uma sinfonia de luz que atravessa as fronteiras do tempo e do espaço, penetrando cada átomo do universo com uma ternura infinita. Este amor é como o sopro suave da manhã sobre o oceano, acariciando cada onda com uma promessa de eternidade, um abraço que transcende a própria existência.

A justiça divina, por outro lado, é o equilíbrio implacável do cosmos, a balança de ouro que mede as almas e as ações com precisão cristalina. É a harmonia oculta no caos, a equação perfeita que governa os destinos com uma mão invisível. A justiça divina é a força que alinha os astros e corrige as órbitas desviadas, que repara o tecido do tempo onde há rasgos de injustiça. É um relâmpago de verdade, brilhando na escuridão da ignorância, um eco de ordem que reverbera através das eras, assegurando que cada ser colha o que semeou, na justa medida de seu próprio caminhar.

Esses dois conceitos, amor e justiça divinos, entrelaçam-se em uma dança eterna, cada um potencializando o outro, tecendo a tapeçaria da existência com fios de compaixão e equidade. É através dessa sinergia que o universo se mantém em equilíbrio, uma obra-prima de beleza e justiça, onde cada nota de amor reverbera com a verdade implacável da justiça.

Inserida por leony_diall

Na Magia Cigana Minha Alma Se Encanta

Com dança e alegria minha alma canta em festa
Na força do fogo e do ar que impera
É magia, é encanto, é a estrela cigana que me guia
Com a proteção de Santa Sara meus caminhos são flores em néctar

Sob a proteção da lua cheia, a fogueira chegava aos altos céus
Havia música, bandolins e saias coloridas a rodar
Aqui eu já não me pertencia, minha alma se adornou de joias e fitas a voar
Sou cigana, sol, raio de luar e na estrada me ponho a cantar

Poderosa magia que enlaça os amantes que o destino ungiu
Com sorriso, violões, o fogo e a beira do mar
Testemunham a união perfeita do casamento das almas de luz
Ciganos abençoam na sua força e poder o amor que nasceu para brilhar

Opchá

Escrito por Leovany Octaviano
Em 02/04/2022
@direitos reservados

Inserida por leovany_octaviano

⁠A vida é como uma aula de dança, quando começa a dar os passos, você é motivo de comédia.
Porém, quando você insiste, e se esforça, mesmo que ainda não está do jeito que você gostaria, você ganha respeito dos outros.
O principal é a satisfação pessoal, essa não tem preço.
Pode ser que você até irá retribuir, ajudando outras pessoas que precisam!
Cada tentativa e esforço te dá uma recompensa!
Dance!

Inserida por EUCLYDES-ZANON

Brincar com as flores

Havia uma criança que como tal gosta de dança. Porém sua herança não é digna de confiança, e sua esperança, sem nenhuma fiança não enchia sua pança. Na verdade, ele só queria uma aliança. Um amigo para uma humilde festança.

Um garoto, neto de uma dita qualquer, considerada mulher. Ou, ao contrário, uma dita mulher, considerada qualquer. Dona Esther, vendedora de Tupperware. Comiam na praça da Sé, sem talher. E nem comida sequer. No lixo, num mundo que mal lhes quer, restou a... fé?

Ao redor, ninguém tinha uma esmola. De alimento, de sustento, ninguém atento. Sem ir à escola, Ricardo Tulipa, carregava fardos, abatido por quem usa fardas. Ainda sonha com fadas, encantadas. Acorda, sem resguardos, com a corda dos guardas.

Passam advogados e delegados, fatigados. Tão muito bem empregados. Não sabem dessa vida de gado. Códigos salgados, crimes embargados. Não podem ser xingados. São comungados. Aparecem pastores, decompositores. Gritam ser os corretores, santos atores. Malfeitores, tiram os cobertores, enganam as dores. Vem os médicos, com remédios esporádicos. Sem diagnósticos. Tratamentos melancólicos. Não veem nem as cicatrizes. Surgem os juízes, com gases. Infelizes, ou melhor felizes, com suas diretrizes de leis vorazes. Incapazes de ver luzes na sarjeta. Há o poeta, xereta. Andando de bicicleta, a contemplar a borboleta. Aproxima-se de uma flor. Uma flor suada, suja, mas o poeta sabia que ali tinha amor.

Vontade de cheirar flor e conhece-la na sua essência, o poeta olha-a bem e rega um “Oi! Tudo bem?”. A flor exala um sorriso, com um aviso diz: “Sou o Tulipa!”. E soltando um leve perfume pergunta “Quer brincar comigo?”.

“O que você gosta de fazer?” Indaga o poeta. “Sou Tulipa e adoro empinar pipa!”. Porém, ao responder o poeta, o menino faz uma careta. Pois imagine a treta, faltava vareta. “Você tem bola?” questiona o guri. “Ou alguma esmola?”. O poeta, amante das micaretas, fala que “Não! Mas sou de uma escola, uma escola que rebola! Basta musicar as letras, cantar as palavras, bater palma, ritmar a alma, fazer rima e dançar a vida!”.

Tulipa gostou da ideia e já viu que por ali poderia ter uma grande ceia. Um amigo também, para fazer parceria e companhia. Nesse dia, na praça, Tulipa percebeu que a vida com dança tem graça. Cada vez mais a dança fez graça. O poeta então proclama: “Garoto, abraça essa dança que é massa!”. E foi embora. Nunca mais se viram.

Agora, toda vez que Tulipa encontra algum poeta, ele logo pergunta: “vamos brincar comigo?”.

Numa andança, Tulipa encontrou outras danças, junto com outras tantas flores, em bosques e florestas. Viveu de festas. Descobriu que sua querida vó Esther também é flor pura, áster, a mais linda cor púrpura. Provinda da África. Compreendeu o seu porquê de ser um elegante tulipa negra.

Outrora, em um dia de sol, Tulipa acompanhada de seu amigo Girassol, em um grande encontro da flora, avistou aquele poeta. Cantando, dançando e amando em verso e prosa. E concluiu que aquele poeta era uma bela rosa. Se aproximou e percebeu como sua alma é cheirosa.

Tulipa aprendeu que todo mundo é flor, com dor e amor. É preciso saber vê-las e cheirá-las. Interagir, regar, brincar e dançar com as flores, as nossas flores, repleta de todas as cores!

⁠A Dança da Vida

A vida é um rio que corre sem pressa,
Que leva e que traz, que ensina e expressa.
Um vento que sopra nos campos do tempo,
Semeando memórias em cada momento.

É riso e é pranto, é noite e é dia,
É a chama que arde em pura harmonia.
Caminho incerto de luz e de sombra,
Que às vezes acolhe, outras vezes assombra.

É sonho que pulsa no peito ardente,
Um mar de esperanças na alma da gente.
É queda, é força, é recomeçar,
É arte que insiste em nos transformar.

E quando a cortina do palco fechar,
Que reste a essência do nosso amar.
Pois vida vivida não é medida,
É brilho, é entrega, é pura partida.

Inserida por Loqueny_Pinheiro

Ela é o tipo de garota que gosta dos momentos simples pode ser uma dança, um filme até mesmo um flor. Ela é delicada e simpática, carinhosa e corajosa quando precisa ser.
É responsável e já passou por coisas de outro mundo. Se ela chorou? Chorou e muito, e hoje tem uma maturidade incrível, sabe quando precisa agir e dar um bom sermão, mas ela é incrível e tem um bom coração.

Inserida por CarlaMarinho

⁠Dança
A Tua saia ao dançares suspende, e
a cada volta que dás, um pedaço dás
tuas coxas ficam a mostra.
Eu só imagino, o que acontecerá se
a esta saia rodares bem até onde
subirá ?
Os teus seios saem do teu vestido.
E para fora ficam.
Daria tudo para ser o teu par.
Seguraria-te firme, nem um pedaço do
Ieu corpo iria aparecer.
Esse teu corpo quente, suado e cansado
pela dança, teria nos meus braços o
descanso, e nas minhas mãos o carinho
ao acarinha-lo.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras. RJ
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E

Inserida por RoldaoAires

⁠A dança sou eu, você, todos nós.
A dança é o ar, o fogo, o mar e minha terra.
A dança me define e reestrutura, é a carne, minha armadura brilhante por estar em êxtase contínuo e delirante, me faz crer é divina, uma viagem pelo universo sem sair do lugar, estando em movimento do eu quero, eu posso e eu vou, nem mais , nem menos.
A dança é minha loucura perfeita sem receita, no entanto o remédio que se faz revelar o espírito.

Inserida por dorivallamarall1

K2-18b: O Oceano Celestial

No vasto abraço do espaço sideral,
K2-18b dança em sua órbita mágica,
um mundo além das estrelas, surreal,
onde o tempo se perde e a luz se aplaca.

Seus mares não são de água, mas de mistério,
um oceano celeste que reflete o infinito,
onde as ondas de hidrogênio e hélio
sussurram segredos cósmicos no vento.

Nuvens flutuam como sonhos dispersos,
tecelando histórias em fios de prata,
e tempestades elétricas cintilam,
como versos escritos nas estrelas em cascata.

Que criaturas habitam suas praias de luz?
Serão seres etéreos ou sombras dançantes?
Talvez seus céus escondam constelações
ainda não imaginadas em nossas noites errantes.

K2-18b, exoplaneta dos sonhos e enigmas,
onde a ciência se entrelaça com a poesia,
convida-nos a olhar além das estrelas,
a buscar respostas nos confins da galáxia.

Nossos olhos se perdem na vastidão,
enquanto K2-18b continua sua dança,
um poema cósmico escrito em estrelas,
um convite para explorar o desconhecido com esperança. 🌟🪐✨

Inserida por NasaCraft

Cabelos em trança, dança!
Lembrança, palpitação
Troca, destroca.
Volta, até terminar a canção.

Intrigas, brigas e orgulho ferido
Tantas outras tentativas e nenhum perigo
Tenta, re-tenta, é lenta a reconciliação

O tempo age
E quem se disse: "relaxe".
Agora aguenta mais não.

Flui o tempo, vai o vento
E arranha, escuridão
Sai a lua, vem o sol
mais um dia, decepção

E quem ainda agora foi embora
sofre de culpa
pede desculpas
E traz de volta a paz que merece o coração

Inserida por AnnaR

As andorinhas voltaram.
Amanheceu, olhei o céu, e elas vieram. O seu vôo formando uma dança na felicidade infinita do viver. A alegria de vê-las assim eufóricas, no cruzar incessante de asas e bicos, me fizeram lembrar de dar as boas vindas, como elas, ao novo dia e á vida que se inicia a cada acordar. Porque todos os dias é um renascer das esperanças e dos sonhos, como o esvoaçar das andorinhas a cada verão.

Inserida por PaolaRhoden

⁠Dani Dandanis

Dani Dandanis, nome que dança nos lábios como um segredo encantado,
flor que desabrocha onde o sol hesita em pousar.
És a aurora vestida de silêncio,
a estrela que não pede espaço no céu —
simplesmente o ocupa com graça infinita.

Teus olhos, dois mares onde navegam sonhos,
guardam tempestades suaves,
ondas que acariciam a alma,
não a destroem — a redescobrem.
Neles, vejo mapas de mundos não escritos,
histórias que a poesia ainda ousa sonhar.

És inteligência em forma de riso,
sabedoria que dança nos gestos,
palavras que nascem como música
e não como discurso.
Falas e o tempo se curva,
como se o universo quisesse ouvir
o que só tu sabes dizer.

Não és bela por acaso,
nem por moldes que a sociedade impõe.
És bela por essência,
por seres inteira,
por carregares dentro de ti
a chama que ilumina sem queimar.
Teu sorriso é um poema não publicado,
teu andar, um verso em movimento.

Entre todas as meninas,
és a que faz o coração parar
e depois bater em ritmo novo.
Entre todas as mulheres,
és a que ensina com o silêncio,
a que cura com um olhar,
a que transforma o comum em sagrado.

Dani Dandanis, nome de melodia rara,
és o encontro do céu com a terra,
da razão com o encanto,
da força com a ternura.
Não és apenas a mais bela,
nem apenas a mais inteligente —
és o equilíbrio que o mundo
nunca soube que precisava.

E se a poesia um dia se cansar de rimar,
bastará sussurrar teu nome:
Dani.
E tudo fará sentido outra vez.

Inserida por Elianedossantoslima

⁠Fama
A vida é uma dança louca, cheia de passos improvisados. Seu aprendizado, desde a gênese, é desafiador, e seu processo, imprevisível. Há momentos em que cada passo se encaixa perfeitamente e outros em que você se sente um completo desajeitado, sem ritmo para o que é proposto. E então surge a pergunta: qual o propósito?
Uma incógnita, talvez. Mas entre as perguntas, há uma certeza: precisamos buscar algo pelo que viver e seguir em frente, sem permitir que o meio nos influencie a desistir. Afinal, sob qualquer ângulo, em algum momento, seremos indiferentes aos olhos de alguém—mesmo que sejamos excelentes no que fazemos.
Até que, num dia fatídico, você se torna um grande dançarino. Seus movimentos são perfeitos, e isso te leva aos melhores lugares, projetos.E, de repente, aquelas mesmas pessoas que antes olhavam sem interesse agora te notam. Dizem que sempre souberam do seu talento. Chamam seu nome com entusiasmo, como se tivessem estado ao seu lado o tempo todo.
E aí você se pergunta: qual o propósito disso?
O que mudou? Foi você? Ou foi a forma como agora enxergam você?
Talvez, no fim, nunca tenha sido sobre a dança.
Alex souza

Inserida por alex_souza_7

⁠MONÓTONO
Viajava a lembrança
naquela dança leve
o espaço abraçava a dama
e a dama saía alla breve;
O resto é irrelevante
Nada no todo que sinto
A luz da dança da dama
no opaco labirinto do instinto;
Aqui há tudo que lembro
No fundo é menos que digo
Habita no tolo um poema
das cinzas de um sonho antigo.

Inserida por douglastrindade

⁠🌌 Mas o mundo das raízes

(aquele que pulsa no poema) sussurrará:
"Dança!
Cada passo teu ecoa no eixo das galáxias.
O que chamam de 'loucura' é a única sanidade:
honrar o ritmo que te habita,
mesmo quando os relógios do mundo param.
Os que riem ainda não ouviram
o compasso das folhas caindo,
o gemido do átomo enamorado,
o silêncio que canta por trás de tudo.

Inserida por aadii_oliveira