Texto Qm sou eu
Quando o medo sou eu
Às vezes, o coração dispara sem aviso. Não há perigo aparente, mas o corpo reage como se estivesse cercado.
É como se o mundo inteiro apertasse os ombros, como se o ar ficasse mais denso, como se cada pensamento virasse um grito dentro da cabeça.
São os picos de ansiedade ,FG1essas ondas que vêm sem pedir licença, que tomam conta do corpo e da mente. Nessas horas, tudo parece demais: as cobranças, as expectativas, os olhares, até o silêncio. A pressão se acumula como se eu tivesse que ser forte o tempo todo, como se falhar fosse o fim do mundo.
E o mais assustador é quando o medo não está lá fora. Está dentro. Quando começo a temer a mim mesmo meus impulsos, meus pensamentos, minha incapacidade de controlar o que sinto. Quando me olho no espelho e não reconheço quem está ali. Quando me pergunto: “E se eu não aguentar? E se eu fizer algo que não consigo desfazer?”
Mas mesmo nesses momentos escuros, há uma parte de mim que resiste. Que sussurra, mesmo que fraco “Você já passou por isso antes. Você não é o que sente agora. Isso vai passar.” E passa. Sempre passa. Não sem dor, não sem luta, mas passa.
Falar sobre isso não é fraqueza. É coragem. É admitir que ser humano é, às vezes, ser vulnerável. E que tudo bem ter medo até de si mesmo desde que a gente não se perca nesse medo. Porque há força em reconhecer a própria dor. E há esperança em continuar, mesmo tremendo.
Evans Araújo
Quem sou eu?
Pé no chão, cabeça firme e coração leal.
Posso até demorar, mas quando decido ir, ninguém me para.
Não vivo de promessa, vivo de constância.
Não falo muito, faço.
Não corro atrás de aplauso, corro atrás de resultado, aprendendo e buscando fórmulas
Quem anda comigo sabe,
sou tranquilo até me testarem,
paciente até abusarem,
forte porque aprendi a lei da espera.
Não pulo etapas.
Faço Construção interna
E quando chego, fico.
Ano passado eu era uma pessoa.
Esse ano eu sou outra.
Não foi dinheiro que mudou minha postura.
Não foi fama, nem status.
Foi consciência.
Não fiquei rico…
Eu fiquei mais atento.
Não sou mais o mesmo idiota que aceitava pouco, que se explicava demais, que engolia seco pra manter paz com quem vivia em guerra.
Hoje minhas palavras têm habilidade.
Meu silêncio tem estratégia.
Minha presença tem harmonia.
Aprendi que ser real não é ser bruto é ser firme.
Não é atacar, é não se permitir diminuir.
Ano passado eu reagia.
Esse ano eu escolho.
E isso muda tudo.
By Evans Araújo
Eu sou uma pessoa de baixa manutenção afetiva.
Amo ficar sozinha (ou com meus filhos), não faço questão de ligações, não cobro presença de ninguém, não mando mensagem todo dia, odeio incomodar e ser incomodada.
Gosto que respeitem meu espaço, detesto pessoas invasivas e controladoras, e não me convidem pra voltar pros "buracos" de onde saí, pq isso pra mim é regresso.
Não preciso que acreditem na minha evolução, pq não faz diferença pra mim, mas exijo que respeitem.
Se eu quiser posso mudar! E vc não precisa ficar!
Edificar
Se pudesse eu edificar meu mundo
Não o faria sem você,
Mas sou parte deste mundo
Que se fez sem o teu amor por mim...
Que direi eu?
Fosse o mundo tão perfeito
Eu não estaria a esperar por você,
Mas te quero neste mundo
Em que me completo em você...
E se o teu mundo hoje é tão perfeito
Que não me falta a completar-te,
Seja inteira em teus caminhos como és,
Só nunca esqueça
Que por toda a minha vida amarei você...
Quem sou eu?
Quem sou eu?
Um paradoxo sem solução
Uma dúvida sem razão
Uma resposta sem questão
Quem sou eu?
Um fragmento do infinito
Uma partícula do absoluto
Uma expressão do indizível
Quem sou eu?
Um desafio à lógica
Uma surpresa à ética
Uma provocação à estética.
Pra ser quem eu sou hoje
Eu paguei um preço muito alto
Perdi muitas coisas perdi caminhos perdi pessoas.
Perdi até a mim mesmo!
Mas eu me refiz em silêncio carregando dores que ninguém viu vencendo batalhas que ninguém nunca soube
Então por favor não venha me dizer: Há você não era assim?
Você não sabe o que eu vivi
Cada mudança em mim tem uma cicatriz
Eu não mudei por escolha eu mudei por necessidade
A vida me moldou na marra no impacto na perda.
E hoje eu sou o que restou depois de muito me despedaçar e mesmo assim eu sigo em frente com a cabeça erguida.
EU SOU MULHER
“Ele compara para ferir.”
Mas eu não me deixo quebrar.
Sou feita de dor e força,
de queda e de recomeçar.
“Me deixa no chão — como se eu não valesse.”
Mas do chão eu criei asas.
Não sou falta, nem resto —
sou presença que não disfarça.
“Mulher inteira.”
É o que sou, sem precisar me calar.
Com alma que sente,
com voz que escolhe lutar.
Eu sou mulher —
não para caber em padrões,
mas para transbordar coragens
e romper comparações.
Sou da Tribo de Judá.
Eu nasci pra capoeira, ela para mim nasceu.
Mas, a minha gratidão, vai para o mestre Tadeu.
No congresso de varões, foi que ele apresentou o grupo de capoeira e então mim conquistou.
Sou da Tribo de Judá, mim alegro em dizer, tenho Cristo no meu coração e capoeira é meu prazer.
Eu nasci pra capoeira, ela para mim nasceu, quem não ama a capoeira, pois despreza o que é seu.
Quem não ama a capoeira, não sabe o que está perdendo, pois quem treina capoeira; cada dia vai crescendo.
Capoeira não é luta, é uma ginga diferente, é dois passaos para trás e dois passaos para frente.
Capoeira é uma dança antiga, criada pelos nossos ancestrais, pois quem treina capoeira, dela não esqueçe mais.
Teu coração leve… e eu dentro dele,
como quem encontra abrigo sem pedir.
Sou magro, disseste,
mas é porque carrego só o essencial:
te amar sem peso, sem medida, sem fim.
Teu coração está livre,
e ainda assim me escolheu…
Não precisei de correntes, promessas ou medo;
foi no silêncio dos olhares
que te prendi com cuidado,
não em ferro, mas em sentimento.
Se amar fosse prisão,
eu jamais te queria…
Mas amar é voo,
e mesmo com o céu inteiro,
você decidiu pousar em mim.
Personalidade
Eu sou instinto, visceral
Eu sou impulsividade
Eu sou pele, carnal
Eu sou intempestividade
Eu sou fogo que arde
Eu sou chuva que sente molhar
Eu sou paz no fim de tarde
Eu sou luz que faz brilhar!
Eu sou consciência que te faz pensar
Eu sou amiga que te acolhe
Eu sou abrigo no abraçar
Eu sou genuína, pode acreditar!
Eu sou loucura para te alegrar
Eu sou brinquedo quando quero brincar
Eu sou responsabilidade sempre que precisar
Eu sou séria quando a vida me cobrar.
Eu sou mansa, basta não me provocar
Eu sou uma louca tempestade
Eu sou sossego, se você não me irritar
Eu sou bondade e não maldade!
Eu sou intensa, sou amor
Eu sou tranquila, não provoque minha ira!
Eu sou alegria, mas tambem posso ser dor
Muito prazer, eu sou Palmira!
Para o meu amor..
Eu não sou perfeita,
às vezes falo alto demais,
sinto ciúmes sem
motivo,
fico emburrada por
coisas pequenas, e deixo o
coração falar mais alto do
que a razão.
Mas mesmo com todos os meus
defeitos, há uma verdade que
nunca muda: eu te amo de
verdade.
Quando eu digo que te amo, é com tudo o que eu sou,
com o melhor e o pior de mim, com minhas falhas e minha vontade imensa de acertar
com você.
Prometo estar aqui, mesmo nos dias
nublados,
te apoiar quando o mundo pesar,
te lembrar do quanto é amado,
e escolher você, todos os dias, de novo e de novo nunca esqueça disso meu fofo
Não te amo, eu te consumo.
Sou chama que não pede licença,
que invade cortinas,
lambe paredes,
e transforma tudo cinzas.
Te toco
e já não és inteiro.
Teus contornos tremem
como papel prestes a desistir da forma,
como madeira que geme
antes de virar brasa.
Meu amor não aquece, devora.
É ardor sobre a pele,
é ar roubado dos teus pulmões,
é o vermelho vivo que cresce
até não caber no próprio corpo.
Onde passo, não resta nome.
Não resta tempo.
Não resta volta.
Só o estalo seco, irreversível de algo que já foi inteiro.
E ainda assim tu ficas.
Ficas porque arder comigo
é mais verdadeiro que sobreviver intacto.
Ficas porque no colapso
há beleza.
Porque no fim quando tudo é carvão e silêncio ainda há calor.
E é nele que nos reconhecemos.
Se por acaso soprar uma brisa e tocar teu rosto como frescor,
Sou eu te acariciando em pensamentos.
Se numa manhã de primavera acordar e escutar o canto
de um passarinho no galho de uma árvore próxima a sua janela,
Este passarinho sou eu, cantando apaixonado,
meu canto de amor afinado.
E se os raios do sol brilharem pra você
e o universo dizer que alguém te ama aqui do outro lado,
Esse alguém sou eu.
Por Marcio Melo
O Mar
Eu sou o mar
suave pacifico
lugar onde muitos vão namorar
Eu sou o mar
forte. arrasador, destruidor.
Que muitos levou, sem piedade matou
Eu sou o mar
Azul da cor do céu
verde da cor do lodo
Sou o mar em maré cheia
explodindo e derrubando tudo
Eu sou o mar
de suave maresia
de águas acalentadoras
O mar que é cheio de vidas
lindos peixes, golfinhos baleias
e também os carnívoros
matadores monstros marinhos
Eu sou como o mar
ora amável,ora odiável
ora quente
ora frio
o Mar
de se amar. ou se odiar!
"Eu sou como a terra sólida, resistente.
Porém, às vezes me abalo,
Causando terremotos.
Consequentemente, vêm os maremotos,
Que fazem das águas calmas
Uma devassidão,
Sai levando tudo pela frente.
E eu não tenho culpa.
A natureza me fez assim?
Ou foram as circunstâncias da vida?
As vivências, traumas...
Que culpa tem a terra das placas tectônicas se colidirem?
E que culpa tem o mar,
Da terra mexer tanto com ela,
Ao ponto de tirá-la do seu lugar,
A levando desesperadamente a fugir,
Mesmo que a consequência seja acabar com tudo que cruze seu caminho?"
A Gaiola, Afinal, Sou Eu
Mudei, sabe? Mudei pra encontrar meu pedaço de mundo, Construir algo do zero. Me sentia tão preso, lá. Achei que a distância, a cidade nova, Me libertaria.
A ironia, essa que me corta, É que a gaiola nunca foi a cidade. Nunca foi o lá fora. A gaiola, sou eu. A prisão, está na minha mente.
Essa cela, feita de medo, De que me descubram, De que vejam a farsa que sou. Síndrome do impostor, me sussurram. Queria ser melhor, Focado, com propósitos. Mas a autodúvida, essa sombra, Me paralisa, me afoga.
Me sinto um robô, um autômato. O querer existe, grita, Mas a vontade... Ah, a vontade Se desfaz em inércia. Minha agência minada, O que quero não vira o que faço.
Mas se a prisão está em mim, Se sou eu quem a constrói, Então a chave também é minha. Uma dor que traz esperança. Essa consciência, eu do futuro, É o primeiro passo pra se libertar.A Gaiola, Afinal, Sou Eu
Mudei, sabe? Mudei pra encontrar meu pedaço de mundo, Construir algo do zero. Me sentia tão preso, lá. Achei que a distância, a cidade nova, Me libertaria.
A ironia, essa que me corta, É que a gaiola nunca foi a cidade. Nunca foi o lá fora. A gaiola, sou eu. A prisão, está na minha mente.
Essa cela, feita de medo, De que me descubram, De que vejam a farsa que sou. Síndrome do impostor, me sussurram. Queria ser melhor, Focado, com propósitos. Mas a autodúvida, essa sombra, Me paralisa, me afoga.
Me sinto um robô, um autômato. O querer existe, grita, Mas a vontade... Ah, a vontade Se desfaz em inércia. Minha agência minada, O que quero não vira o que faço.
Mas se a prisão está em mim, Se sou eu quem a constrói, Então a chave também é minha. Uma dor que traz esperança. Essa consciência, eu do futuro, É o primeiro passo pra se libertar.
" Eu Não Incômodo... Eu Transbordo "
Sou rio que não se detém porque alguém fechou a represa.
Sou mar que não cabe em copo.
E aprendi que quando alguém não manda nem uma palavra, já disse tudo.
Eu sigo.
Não por desistência, mas por amor próprio.
Não por fraqueza, mas por força.
Porque flores não imploram por jardim: elas nascem onde sabem que podem florescer
Eu
Sou quem ficou
quando tudo foi embora.
Corpo marcado de quedas,
alma ainda em pé por teimosia sagrada.
Não por força heroica,
mas porque algo em mim se recusa a morrer.
Eu amo como quem entrega casa aberta,
mesa posta, bolso destrancado,
coração sem cadeado.
E o mundo, analfabeto de cuidado,
confundiu isso com fraqueza.
Não era.
Eu cai no asfalto, no banheiro, na rua,
cai nas pessoas,
cai nas promessas.
E mesmo assim, levantei sem aplauso,
sem plateia,
sem mão estendida.
Há em mim uma fé cansada,
não a fé que grita,
mas a que respira baixo
e continua.
Deus me vê quando ninguém vê.
No dia sem comida.
No dia sem resposta.
No dia em que o silêncio é a única companhia.
Eu não sou a que perdeu.
Eu sou a que não se perdeu,
mesmo quando tudo conspirou para isso.
Ainda há luz em mim,
não aquela que ilumina os outros,
mas a que agora aprende a ficar para si.
E isso, por mais que tentem,
ninguém apaga.
Isso sou eu, sem romantizar dor e sem me diminuir.
Não é o fim da história. É o retrato do intervalo.
E intervalos também são parte da música.
Fechar a carteira emocional
Não é o outro que me deve,
sou eu que insisto em pagar parcelas
de um contrato nunca assinado.
Chamo de amor,
mas é vício de apostar no cavalo errado,
mesmo sabendo que não vai cruzar a linha de chegada.
Um dia, o estalo:
o banco não é deles,
a moeda sempre foi minha.
Fecho a carteira.
Corto o crédito.
O débito evapora.
E descubro, enfim,
que liberdade não é conquistar amores distantes,
é escolher e não financiar ilusões.
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