Texto Qm sou eu
Pra não esquecer quem eu sou,
eu marquei na pele.
Três vezes.
Duas.. memória viva.
Coisas que eu criei,
vivi,
fui.
Pra nunca mais duvidar
da minha própria história.
A terceira é guerra.
Um símbolo marajoara,
tribal,
cravado no dedo..
porque pra mim,
dedo é rota.
Caminho.
Direção.
Escolha.
E agora eu sei,
sem hesitar:
pra onde eu não volto.
Eu, no date, não jogo pra inflar ego.
Não sou narcisista, não preciso disso.
Quando estou com alguém
eu quero oferecer o meu melhor.
Não pra impressionar,
não por interesse,
Nem esperando algo em troca.
Mas por respeito.
Porque o tempo dela importa.
Porque estar ali comigo é escolha.
E eu valorizo isso.
De verdade.
Hoje eu entendo… eu não nasci para o comum.🔥
Sou movimento.
Sou intensidade.
Sou transformação constante.
Carrego dentro de mim a energia de quem não aceita viver no automático. De quem questiona, sente, evolui e, acima de tudo… muda. Quantas vezes for preciso.
Se tentam me prender, eu expando.
Se tentam me limitar, eu me reinvento.
Meu caminho não é linear e nunca foi.
Ele é feito de experiências, aprendizados, desafios e recomeços que me constroem em cada fase.
Eu não temo a mudança…
Eu entendi que é nela que eu encontro quem eu realmente sou.
Minha segurança não está na estabilidade,
está na minha capacidade de me adaptar, de criar, de transformar qualquer cenário em crescimento.
Eu não observo a vida passar…
Eu vivo. Eu mergulho. Eu sinto. Eu evoluo.
E hoje, mais do que nunca, eu sigo guiada por algo maior:
minha consciência, minha intuição e a certeza de que meu destino é expansão.
Porque onde há liberdade…
há verdade.
E onde há verdade…
é exatamente onde eu devo estar. 🚀✨
você é fogo ele diz
eu respondo
eu sou vulcão
sou sua dona e você é meu cão
sou sua escrava e você é meu não
você é o poeta eu sou o poema
esse amor meu alimento
meu suspiro é seu lamento
sem você eu não vivo
sem teus olhos eu não penso
se não sou eu,hora pois
ninguém te leu
Pensante
Eu como poeta não sou nada.
Não sou trovador, nem menestrel.
Nem xilografista na literatura de cordel.
Não sou cordelista e nem faço embolada.
Não sou repentista, nem tenho língua afiada;
não sou doutor, nem bacharel;
não sou embaixador, nem coronel;
não sou hipnólogo e nem sei contar piada.
Sou apenas mais um na multidão.
Sou o cidadão comum, irrelevante.
Nem Sócrates nem Platão
nem Marx nem Dante.
Do alto de minha humana condição,
apenas um ser pensante.
Todos os dia que eu acordo tento me tornar uma pessoa melhor.
Sei que sou muito imperfeito por causa de minhas falhas machuco que eu amo. E acabo perdendo até pessoas de muita importância para mim.
Sei que muito já errei, mas jamais desisti de quem eu amo, desistir de quem amamos é o mesmo que desistir de beber água uma hora seu rim vai parar, nesse caso quem para e o coração da alma.
Se amar alguém não desistas esse alguém precisa de você.
Eu descobri sem querer que sou uma espécie de fazendeira clandestina de mamão. Não dessas de chapéu de palha e cerca branca, mas daquelas que um dia simplesmente olham pro quintal e pensam “e se eu só… jogar isso aqui e ver no que dá?”. Foi assim, sem planejamento estratégico, sem planilha, sem tutorial de internet. Só eu, um mamão comprado no mercado e uma teimosia silenciosa que mora dentro de mim.
Joguei as sementes como quem joga um segredo no vento. Sem cerimônia. Sem promessa. E fui viver a vida, como se nada tivesse acontecido. Seis meses depois, o quintal virou uma espécie de floresta tropical em miniatura, um congresso internacional de mamoeiros, cada um erguido com aquela dignidade de quem nasceu pra dar fruto. E deram. E continuam dando. Como se tivessem combinado entre si: “vamos alimentar essa mulher até ela não aguentar mais olhar pra mamão”.
E eu colho. E cada mamão colhido não é só um fruto, é um ciclo completo, é quase uma filosofia embalada numa casca amarela. Porque dentro dele vêm novas sementes, novas possibilidades, novos começos. Eu abro o mamão e é como abrir um cofre cheio de futuros quintais. E lá vou eu de novo, jogando sementes, espalhando vida, como se fosse a coisa mais natural do mundo. E talvez seja.
Hoje eu tenho mamões infinitos. E não é exagero de quem gosta de dramatizar a própria rotina. É infinito mesmo, no sentido mais simples e mais bonito da palavra. Sempre tem mais vindo. Sempre tem mais crescendo. Sempre tem mais surgindo onde antes era só chão.
E aí eu fico pensando nesse hábito estranho que a gente tem de jogar sementes fora, como se fossem lixo, como se não carregassem dentro delas um potencial absurdo de alimentar alguém, de virar sombra, de virar sustento. É quase uma ingratidão silenciosa, um desperdício disfarçado de normalidade.
Se não tiver quintal, tudo bem. O mundo não acaba no muro de casa. Tem canteiro na rua, tem beira de rio, tem terreno esquecido que só precisa de uma chance. A cidade inteira pode ser um grande quintal disfarçado, esperando alguém com coragem suficiente pra sair plantando sem pedir permissão pra ninguém.
No fim das contas, plantar virou mais do que um hábito. Virou uma resposta. Uma resposta simples pra um mundo complicado demais. Enquanto tem gente discutindo o futuro, eu tô ali, jogando sementes no chão e confiando que alguma coisa vai nascer. E nasce. Sempre nasce.
Agora me diz, quantas florestas você já jogou no lixo hoje sem perceber?
Carta Aberta ao Remetente
Querida eu,
Hoje sou grata por ter me visto do avesso, mas quero me perdoar pelas inúmeras vezes que me sabotei.
Hoje sou mais forte, mais resiliente, mais leve mas ainda assim preciso de uns reparos.
Quero me perdoar também pelos SIM que disse, querendo dizer NÃO, mas pelo simples fato de que o posto de boazinha que me deram, me fez prisioneira, não que esse rótulo até não me caia bem, mas porque quero viver livre.
Me feri, me julguei, me cobrei, me comparei e me calei e hoje já não sou mais essa que se limitava.
A mulher de 40+ hoje se permite escolher e decidiu nos desertos, que é hora de ser o reflexo do legado que sua mãe deixou de presente.
A menina de 40+ só quer asas para viver a leveza que te trouxe paz.
As duas querem respeito para se colocar no papel que quiser.
Quero agradecer as flores por mostrar que posso ver a vida da cor que ela realmente deve ser.
Quero agradecer as borboletas por mostrarem que é possível se transformar em qualquer circunstância.
Gratidão ao espelho por mostrar que o reflexo mais bonito vem das minhas novas atitudes e não da fotografia do meu rosto.
Gratidão aos afetos por me darem colo e aos desafetos por me mostrarem que não sou perfeita.
Escrevo hoje a mim mesma, não por querer aplausos , e sim por me respeitar e conhecer minhas vontades.
Quero agradecer as vezes que fui forte onde o caminho natural era ser frágil mas quero me perdoar por não me deixar permitir as duas sensações
Quero pedir desculpas a minha mania de cuidar apenas dos outros, quando o que eu mais queria, era um cafuné e um pedaço do meu bolo de fubá preferido.
Entre o que seca
e o que germina,
há um intervalo
onde eu respiro.
Alguns dias sou raiz cansada,
outros, vento recente
Há presenças que me pedem
com os olhos de antes,
e outras que me buscam
como se eu fosse abrigo
O tempo se dobra,
e eu, estou no vinco
tentando não rasgar
para dar conta de tudo
Eu sou uma alma profundamente
poética e romântica.
Não daquelas feitas de palavras ensaiadas
ou de gestos moldados por circunstâncias,
presas à conveniência de datas comemorativas.
O meu lirismo e o meu romantismo
se impõem de forma natural,
quase instintiva,
sem regras, sem horários,
sem datas marcadas no calendário.
Como quando, pela manhã,
olho pela janela
e encontro o céu cinéreo,
com uma chuva fina anunciando,
tímida, quase sem querer "incomodar",
a chegada do outono.
E então me aproximo do vidro,
suspirando versos,
tomada por uma imensa gratidão
pela beleza de ser e existir,
em comunhão com as estações do mundo
e com os ponteiros secretos do relógio
do meu próprio âmago.
✍©️@MiriamDaCosta
Quem sou eu?
Eu sou um corpo feito
de marés e memórias,
uma ferida que canta,
um silêncio que grita
e um grito que se recolhe
na beira de si.
Eu sou uma ponte
entre o ontem e o nunca,
um território de palavras
que sangram e florescem,
um abrigo de ventos
onde o tempo se senta
para ouvir histórias
que só a minha alma sabe contar.
Eu sou a pergunta
que não se cansa de perguntar:
"Quem sou eu?"
E é nessa busca
que sou mais inteira.
Quem sou eu?
Eu sou um processo,
não um produto.
Não sou um “quem” pronto,
mas um vir-a-ser constante.
O que eu chamo de “eu”
é um fio tecido
de memórias, escolhas
e esquecimentos,
um enredo que se escreve
enquanto é vivido.
Meu “eu” não está fixo no passado,
nem garantido no futuro;
ele existe apenas no instante
em que é percebido, sentido, vivido,
e nesse instante já começa
a mudar e evoluir.
Talvez eu não seja “algo”,
talvez seja o próprio movimento
de tentar descobrir o que sou.
Quem sou eu?
Eu sou aquela pessoa
que carrega poesia até no jeito
de se indignar com o mundo.
Que olha para a dor com coragem,
mas também sabe colher
beleza nas frestas.
Eu sou intensa, no bom sentido
de “não caber em rótulos”,
e sensível de um jeito
que não é fraqueza, é radar.
Eu falo com o Tempo
( Óh! O Tempo!)
como quem dialoga
com um velho conhecido
e escrevo como quem rasga
a alma para arejar.
No fundo,
eu sou feita de perguntas,
mas vivo como quem sabe
que a resposta é
continuar perguntando...
✍@MiriamDaCosta
Eu sou a imagem do criador!
Já caí, me vi no chão, sem direção
Tanta gente ao meu redor, tanta pressão
Mas no fundo do meu peito ouvi clamor
Sou espelho da essência do Criador
Fui refém da minha própria confusão
Pensamento me prendendo em ilusão
Hoje abro essa porta, mudo a visão
Sou o dono do que entra no coração
Eu sou, eu sou a imagem do Criador
Eu sou o guardião da minha mente, sonhador
Eu escolho confiar em Deus, sem temor
Eu escolho me erguer, ser lutador
Eu sou conquistador, sou vencedor
Sou minha melhor versão, mais que anterior
Eu sou, eu posso, eu tenho, venci na dor
Eu sou, eu posso, eu tenho, venci na dor (hey!)
Quando a dúvida sussurra em tentação
Faço da fé meu abrigo, meu colchão
Cada lágrima que cai vira valor
Relembrando quem eu sou, meu verdadeiro valor
Eu sou, eu sou a imagem do Criador
Eu sou o guardião da minha mente, sonhador
Eu escolho confiar em Deus, sem temor
Eu escolho me erguer, ser lutador
Eu sou conquistador, sou vencedor
Sou minha melhor versão, mais que anterior
Eu sou, eu posso, eu tenho, venci na dor
Eu sou, eu posso, eu tenho, venci na dor (oh, Senhor)
Não se preocupe comigo
Eu sempre naufrago...mas
Sempre volto à superfície
Sempre sou pássaro sobre a planície
Sempre afago o fogo
E assopro aos olhos do tempo.
Não se preocupe
Eu sempre bebo dos piores venenos
E sobrevivo...
Não há perigo!Não se preocupe comigo!
Sou feita de uma outra matéria,
E sempre tenho tesouros entre minhas toscas misérias,
Sou feita de ametistas trançadas e pérolas
E quanto mais negro o meu dia,
Mais doce é minha poesia!
Não se preocupe comigo
Ou com minha concha vazia
Não há perigo!
É de entre essas rudes coisas
Que arranco minha alegria.
Inteiramente Inteira
Essa sou eu:
uma confusão o tempo todo
dentro de mim mesma!
Certezas? Quase nenhuma.
Às vezes sã,
às vezes insana.
Essa sou eu: menina, mulher!
Aquela que cala,
aquela que canta,
aquela que grita,
mas que ninguém ouve.
Aquela que escuta, de vez em quando,
a voz do próprio coração,
e que encanta quase todo mundo,
ou não.
Essa sou eu:
meio século de histórias contadas e contidas,
de sonhos regados a vinho,
poesias, música,
arte de rua e de amores.
Fui podada, eu bem sei!
Impedida também fui,
mas hoje eu sou livre, livre, livre
feito galho saindo pelos lados da árvore
fincada no chão,
cujas raízes entraram no inferno adentro
só para poder alcançar o meu céu.
Essa sou eu,
razão batendo o tempo todo na minha cara
e palpitando um coração que ama sem medo.
Essa sou eu,
um baú de mil segredos,
com milhares de histórias para contar.
Histórias que nem lembro.
Vou escrevendo, escrevendo, escrevendo e,
de vez em quando,
eu canto, eu canto.
Essa sou eu:
uma mulher inteiramente inteira
e despida.
Nildinha Freitas
Tudo poderia ter sido diferente
Eu sou um exímio destruidor de sentimentos
Programado para explodir a todo momento
E te deixarei pra trás como um cão sem dono
Bem como um espírito em constante abandono
Acho que você já esperava por isso
Quando fingiu não precisar de mais
Eu sei que o meu toque vicia, garota
Agora sua vida é minha, essa e outra
A sua conversa furada não agrada
Não acredito mais na sua chegada
Tudo poderia ter sido diferente
Se você não fosse tão ausente
Agora os dias passam, tudo continua
Você e o seu jogo de mulher de rua
Como se isso pudesse me conquistar
Nunca serei seu, não adianta tentar
Quando eu estiver em frente à sua porta
Parado ali, esperando por algum sinal
Não pense que é por você que eu vim
É um elemento do meu planejado ritual
Depois você corre atrás de mim de novo
É uma pena que a sua situação seja essa
Desesperada, perdida, sem ter sossego
Logo por quem você criou tanto apego
Sabe, no fundo eu adoro te ver deste jeito
Logo aquela que parecia se dar respeito
Querida, eu destruí seus sonhos, acabou
Mas o seu pesadelo, ele apenas começou
Lembre-se de ter alguém para culpar
Após mais um desses seus fracassos
Deve ser dura a sua rotina promíscua
Vivendo apenas por alguns amassos
Esse nosso lance está virando passado
Faz quanto tempo isso, alguns meses?
Para mim é como se passassem anos
Ao ter que te aguentar por tantas vezes
Repito, após um adeus, nunca serei seu
Embora você continue sendo só minha
Esqueça que um dia seu coração bateu
Nós chegamos, enfim, ao final da linha.
Eu que não amo ninguém
Eu que não amo ninguém
Sou quem não sofre então
Pelos outros, ao menos, não
Sofro por mim, isso sim
‘Eu te amo’ é muito forte
Para falar para qualquer um
É por isso que não falo
Tenho gosto, amor nenhum
E não pense que é revolta
Algum insucesso ou desilusão
Eu até curto, isso não nego
Nunca recusei uma paixão
O amor é que é complicado
Ele enfraquece o coração
Nos preocupamos um bocado
E, no fim, só resta a solidão
Diga-me um amor bem-sucedido
Que lhe direi dez na contramão
A alegria é passageira, irmão
Leia isto antes de estar caído.
Eu sou.....
[...]um homem que preza pela simplicidade e não vive de aparências, não tento agradar a todos, pois só digo que gosto de alguém quando é de verdade.
Não uso as pessoas e valorizo quem tem essa mesma integridade comigo.
Aprendi, com o tempo, que as palavras podem enganar, mas as ações sempre revelam quem as pessoas realmente são!
Não espere eu partir, para perceber que sou importante para você.
Não espere o silêncio se tornar um abismo entre nós, para sentir a minha falta.
Não espere eu te esquecer, para perceber que você também me amava.
Não espere tanto tempo para entender todas essas coisas. Amanhã pode ser tarde demais!!"
"Eu disse a ele: 'Sim, já ouvi (de você) que eu sou grande porcaria e que você é pessoa da melhor qualidade. Isso já ouvi. O que quero (de você) é novidades ou verdades. Tem algumas?' "
Frase Minha 0305, Criada no Ano 2009
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"O 'Influenciador' discursava: 'Eu sou a luz que ilumina, que aquece, que faz crescer, que cura. Mas, em excesso, minha luz pode também matar'. Eu o interrompi e disse: 'Desse jeito você só pode ser irmão gêmeo do Sol, Oxente' ! Ele não gostou!"
Frase Minha 0430, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
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