Texto Qm sou eu

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⁠As vezes paro pra pensar
Bem na verdade não paro pra pensar
As vezes eu paro pra não pensar.
Penso sobre uma garota que conheci
Quando eu tinha meus 16 anos
Ela era linda, era divertida
E tinha um beijo quente e agradável
Penso em como as coisas poderiam
Ter sido diferentes.
Naquela época meu desejo de amar era intenso
Eu não podia aceitar que não a amava
Afinal ela era tudo o que sempre idealizei
Mas não é possível forçar nosso coração
A sentir algo que não existe
Durou 3 meses
Nos afastamos Progressivamente
O tempo passou
Ela encontrou um príncipe
E eu uma taça de vinho tinto

Inserida por Drovisk

⁠Recordo-me de uma vez
Que passei o carnaval
Em uma casa de praia com uns amigos.
Todas as noites eu me aproximava de uma
Escada desregular que levava até o mar
O céu se misturava com o mar e as estrelas
Uma amiga me disse uma vez
Que as estrelas que vemos não passam
De fragmentos de luz que já sucumbiram
Aos caos absoluto.
Me pergunto se, de forma inconsciente, ela
Não estava falando de nós pessoas
Fragmentos de luz, uma vivida chama que
Já se extinguiu com o passar dos anos
Mas os ecos de nossa morte ainda não atingiram a extremidade do universo
No fim acabei voltando pro meu quarto
Sozinho em minha própria galáxia
Mas naquela noite não sonhei
Porque já havia sonhado
Só que acordado.

Inserida por Drovisk

⁠Eu tinha conhecido uma garota maravilhosa
Ela era a poesia em pessoas
De sua boca saiam notas ao invés de letras
E seu corpo era comparado a mais bela arte
A parte que mais me encantava
Era que ela pensava o mesmo ao meu respeito
E repetia que minha arte tinha uma coloração mais bela que qualquer arco-íris
É lógico que levou pouco tempo
Pro meu coração se entregar a ela
Esse que vivia recluso no reino das insondáveis trevas
Mas essa entrega
Como todas as quais me submeti
Era unilateral
Afinal ela estava ao lado
De um príncipe encantado
Esse é um dos pontos que me assemelho
Muito a Bukowski
Faço questão de escolher
Pessoas que sei que vão
Fuder totalmente com a minha vida
No fim de tudo isso
De companhia só me resta
Uma taça de vinho junto dos
Fantasmas de vários poetas mortos.

Inserida por Drovisk

⁠Logo que eu souber qual o tamanho do estrago te aviso
Não pretendo mais ser teu abrigo
A princípio não pensei direito sobre o perigo
De me envolver de novo

Então me lancei na água turva de desejo do teu corpo
Mesmo conhecendo o teu jeito torto
Tive que provar mais uma vez o gosto
Do desgosto

Inserida por pensador

⁠Finjo

Enquanto isso eu finjo que vou... faço de conta que nada mudou... não preciso mais fingir sorrisos... estão eles escondidos.
Mundo perdido?
Há uma guerra se travando por aí... há tanto ódio sendo destilado... em inseguranças estamos banhados.
Guerra externa: indivíduos contra indivíduos que nem se conhecem... sim, sabem que existem... pelas redes sociais. Poderosa essa rede: enredou-nos. Por mais que tentemos nos desenredar, ela está bem aí a nos abocanhar. Já tentei dessas cordas me desvencilhar, mas - tenho certeza de que você também já tentou se deletar desse mundo invisível, cansada de tela do computador... onde se vê tanta gente sempre, mas incapaz de ver a dor... até porque quando em frente à tela, somos todos amor.
Guerra interna: coração no peito apertado... desolado. Vamos exatamente pra que lado? Sensação de ondas do mar de um lado pra outro a nos jogar. Viemos à tona... pra logo em seguida afundar... mal dá tempo pra um respirar.
E assim vamos seguindo. Fingindo.
Uma hora tem que acabar. Uma hora o vendaval vai se acalmar. Uma hora vamos recomeçar: num caminho de flores, num mundo só de amores, numa vida cheia de cores.
Por enquanto é cinza... muitos tons de cinza.
Acalma teu coração enquanto espera... espera enquanto finge... finge enquanto espera... e finge que não finge.
Ah! e lembra: nunca ninguém disse que seria fácil... só que, sem Deus,
certamente é bem mais difícil.
"Why are you so paranoid?
Don't be so paranoid
Don't be so
Baby don't worry bout it
Hey there don't even think about it
You worry bout the wrong things
The wrong things [...]" (Paranoid (feat. Mr. Hudson)
Kanye West)
Rosangela Calza

Inserida por RosangelaCalza

⁠Hoje eu sei que já nao tenho mais todo o tempo do mundo
Sei que a minha corrida agora é contra o tempo
Por isso vivo na minha paz, sem tempo para coisas que vão tirar o meu sossego
Eu sei que hoje estou aqui...amanhã talvez eu seja apenas uma lembrança, e que essa lembrança seja boa para alguém.
Quero gastar o tempo que me resta sendo livre, leve, louca e feliz, ao lado de pessoas que também queiram a minha presença
Sou o riso do palhaço, mesmo as vezes com o coração triste
Sou a leveza da pluma, mesmo que as vezes a vida não seja tão leve assim
Serei sempre para alguém o aconchego ou uma palavra amiga, ao meu lado sempre encontrará o meu ombro amigo.
Eu sou a paz que carrego dentro de mim

Inserida por sandrinha_marques

⁠Eu sento e olho para o rio, os pensamentos formam cardumes de amor e a beleza das águas do Tejo são inexoráveis; olhando para eles, a superfície brilha e se espalha como as notas de um piano enviado ao mar e com amor.
O Tejo bebe as cores da cidade, sobre elas eu abro o coração a Lisboa em que te encontras, as colinas
emolduram as raizes que à terra
nos ligam. Para os meus olhos
é momento de pausa: as coisas
que interrogo não resistem à maré,
não dão respostas; perdem-se no Tejo
como tudo o que a memória não reteve.

Inserida por ricardo_felix_1

⁠⁠Estava tudo quieto,
Nada incomodava.
Eu estava feliz na minha banheira particular.
Era confortável.

Até que fui tirada de lá, à força.
Por um anjo da vida, ou
O demônio do prelúdio.

Fui obrigada a respirar,
E condenada a continuar sentindo o que me faz humana,
Até aquele dia...

Mas, Naquela época ainda não era assustador
Inspirar, expirar, viver...
Era natural.

Eu não queria enfrentar esse mundo,
Essa sociedade.
Eu não sou daqui!

Eu quero me encontrar.
Definir quem sou eu.
E no caminho
Saber dessa tal de Felicidade, Nirvana ou até a Salvação.

Inserida por clara_batista

⁠sonhar soa tão fútil, porém vai muito mais além.
sonhar é como se eu estivesse viva, porém sem tantas preocupações…sonhos lúcidos, me fazem ter noção do quão admirável a vida pode ser. sei que lá não terão meus pais para me julgar, e que se eu cometer algum erro, eu não estragarei tudo, pois depois de alguns segundos ou minutos, eu voltarei para a minha verdadeira e imbecil realidade.
gosto de sonhar com pessoas que tem um grande peso na minha vida, por mais que não consiga dizer o quão importantes elas são para mim, nesta realidade; nos sonhos, eu consigo me comunicar, como qualquer outra pessoa, e isso me conforta. tento dormir o máximo que posso, e me afastar cada vez mais desta realidade, sei que eu não deveria estar fazendo isso, mas minha vida dos sonhos, é tão invejável.

Inserida por justme

⁠ Eu sei que é uma pergunta muito chata, mas, quero te perguntar:
Será que eu e você estamos preparados para a triste e certa realidade que é a MORTE? e DEPOIS DA MORTE QUERIDO(A)?
Como ficam as coisas? Para onde vamos? qual a certeza que temos?
Existe vida após a morte? você acredita?
De que forma você tem se preparado para este triste dia?
Acredito que todos os dias devemos estar preparados e vigilantes, pois, nunca sabemos o dia e nem a hora. Como estar a sua vida com Deus hoje, agora mesmo?




Data:08/07/2021

Inserida por marciodemedeiros

⁠Enquanto existo num corpo

Enquanto existo num corpo
Eu deixo que me vejam
Porque me visto e caminho

Enquanto existo num corpo
Eu deixo que me ouçam
Porque as minhas palavras soam

Enquanto existo num corpo
Compartilho meu espaço
Porque convivo com você

Enquanto existo num corpo
Quem não me conhece
Ainda podem me conhecer
E quem me conhece
Pode me convidar para um café

Enquanto existo num corpo
Tantas coisas eu posso fazer
Posso usufruir a vida...

Enquanto existo num corpo
Acordo cedo e vou trabalhar
Às vezes, confesso
Que até tenho preguiça, mas vou

Enquanto existo num corpo
Tenho sonhos...
Tenho anseios e vontades
Faço projetos para minha vida

Enquanto existo num corpo
Reclamo das imperfeições
Uma ruga, uma cicatriz
Meu cabelo, meu nariz
Ou talvez viva me pesando
Para ver se engordei

Enquanto existo num corpo
Tenho a chance de decidir
E a elegância de escolher,
Entre reclamar ou agradecer...
Porque há quem não tenha
Essa mesma sorte...
Ou então não aproveitaram a vida,
Tanto o quanto deveriam, ou queriam,
Porque se preocuparam demasiadamente...
Porque se privaram de viver
Em nome da soberba e da ambição

Muitos até se esqueceram
Que poderiam amar e serem amados

Muitos renunciaram ao lazer
Porque acreditaram
Que quando fossem ricos
Poderiam fazer isso

Mas, não tiveram tempo,
Nem para uma coisa, nem outra
Porque veio a morte levando seu corpo.
Agora sem um corpo
O que faz um espírito?
O que faz a alma?
O que faz a parte sem matéria?

Viveremos eternamente
E na eternidade permaneceremos
Todas as almas...
Mas, sem abraço...
Sem forma...
Sem voz...
Sem calor...
Sem reflexo...
Somente o imenso vasto na imensidão...
Sem pulsar mais um coração
Porque não existe mais um corpo...

Então olhe para você e para mim
Me abrace enquanto puder
Converse comigo
Pergunte sobre o meu dia
Me conte as boas novas...

Viva a sua vida intensamente...
Aproveite - a, ame - a
Viver neste corpo que temos é uma dádiva,
Que um dia perecerá na terra
E não teremos mais um corpo,
Somente alma e Espírito

E não haverá mais um corpo...

Inserida por marialu_t_snishimura

⁠Deixa eu amar
seu corpo
Enquanto você,
abusa do meu emocional
A depressão habita
Olhos cinzas
Martírio aos iletrados
Poético aos escritores
Eu, sou um camaleão
Que em meio a chuva
Se camuflar
Para contemplar a dor
Meus, destroços
Foram varridos para o tapete
Deixe suas, mágoas em mim
Feito poeira pisoteada
Odor pornográfico da angústia
Excita os fracassados.

Inserida por solitudxnegrx

⁠AO MENOS MINHA DOR

Claudia Dimer

Eu procurei, por toda a vida, atenta.
Como, um filho perdido, a mãe procura.
Uma gota de paz na alma sedente,
Felicidade achar, na desventura.

Como a mis linda e cara vestimenta
De fino pano, de melhor textura,
Não me serviu o bem, e na tormenta
Eu desisti de uma alegria pura

As vezes, possuir felicidade,
Atrai inveja, a roubam por maldade,
E disputá-la assim, sequer convinha...

Possuo a dor! Ninguém a quer por nada!
Comigo está segura e bem guardada...
Ao menos minha dor é sempre minha!

⁠Se eu fosse escolher o que eu queria ser , eu não seria eu

Eu seria a brisa do verão
O frio do inverno
A folha que cai
A flor que floresce
O sol que aquece


Eu seria o riso
O choro
O vento
O esquecimento

Eu controlaria o tempo
Mas..tudo tem seu momento

Eu queria ser tantas coisas que nem dá para contar
E nada me impede de sonhar


E nessa estrada sombria e fria eu continuo a caminhar , e eu mesmo vou me guiar

Inserida por Keren_Santos

⁠O DIA DO MEU VELÓRIO

Pois é, eu acreditei que neste ano eu não morreria, cheguei a fazer planos. Mas como meu pai já dizia: "- o homem faz planos e Deus dá risada." ...

...e não é que ontem mesmo eu morri!!?

Organizaram até um velório, apesar de tantas vezes eu pedir aos amigos para que não expusessem meu corpo a essa indignidade...

No velório apareceu gente de todo tipo e com todo tipo de intenções. Teve gente que jurava que eu era um anjo nesta terra. Lógico que de imediato eram confrontados por aqueles que muitas vezes emergiram do inferno, junto comigo, para missões desonrosas.

Pessoas apareceram até para pedir perdão pelo abandono, pela covardia e pela maldade tantas vezes praticados contra mim. Mas como pode um corpo frio e sem ânimo perdoar alguém. Aliás, o perdão não pertence apenas a Deus ?!

Teve gente também que queria apenas constatar a minha morte para poder arrotar a valentia que estava engasgada pelo medo.

Teve gente que jurou que seu amor por mim seria eterno, mesmo após aquela sessão fúnebre que determinava meu fim. Essa mesma gente, enquanto eu vivia, nunca soube sequer o que era amar.

Como é deprimente um velório!

Gente falsa, fraca e hipócrita.

Por isso, eu cumpri com a minha mais premente promessa: Eu não estava lá.

Inserida por nihilista

⁠O Eu

Você dizia que eu tinha que ser mais calma (Calma Jorge), e eu sempre dizia que eu sempre fui assim, e que na verdade toda essa loucura que chamam de impulsividade era apenas pressa de me libertar das minhas agonias. Essa minha intensidade um dia vai acabar comigo ". Quantas vezes eu já não ouvi isso, mais sabe essa mistura de pendentes, os sentimentos a flor da pele, a vontade de sair por aí sem rumo, quando meto a cara em algo sem nem mesmo pensar, essa impulsividade realmente já me fez quebrar a cara muitas vezes, mais em todas elas eu amadureci, eu cresci e eu aprendi sempre algo. É ruim não sei, fora as paranóias que você cria e fica com "raiva" de coisas banais. Mais é assim, eu sou assim. Sempre fui 8 ou 80, no extremo vivo como se já tivesse mais de 50. Cruzo-me com a ansiedade e a felicidade de uma adrenalina eletrizante, piso no chão, e saio por aí tomando decisões. Dizem que a minha impulsividade se deve ao meu passado, na realidade, tenho intolerância à morosidade. Dizem que a minha intensidade se deve a minha perdas no passado, o eu romântico, essa deve-se a minha verdade, minha maneira de respirar e pensar, não tenho como controlar, menos vocalizar, ou descaradamente me expressar. Sempre fui escaldante ou gélido, azedo ou mélico, chegado ou distante, vivendo de sobriedade, sobrevoando as ditas maldades, o conto de fadas não terminante. Sempre fui de ponderar mudanças, avaliar opções, observar consequências de todas situações, porém o tempo não me ajuda, um dia lindo, um sol e um céu azul, uma discussão, um empurrão, uma má disposição que se torna depressão, transforma a minha deliberação em decisão, um relâmpago, estridente como trovão. Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade. Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.

Inserida por Jorgeramalho

⁠Diz-me, porque sozinho eu não sei,
porque sem ti não me atrevo, embora cedo lateje
essa vontade no peito de mergulhar nos teus seios,
de ver meu ar nas tuas veias, e me conter nas palavras
que me sufocam a alma que te devora calada.
E eu querendo essa seiva que corre além dos teus lábios,
que cura a febre que arde e sem teu colo não passa,
e eu querendo a coragem de aprofundar tua carne,
de ouvir soluços dos mares sobre o teu ventre suave,
e ainda assim sou silêncio, cobrando o teu agasalho.
A noite chega e te aguardo. A noite é quase um milagre,
onde as estrelas se apagam e se iluminam os sinais;
teus gestos e acenos discretos ao meu olhar afobado,
onde imóvel te espero, onde o teu corpo me fala,
onde murmúrios dispersos conhece o céu nas tuas margens...

Inserida por olindosantana

⁠Eu sei que às vezes seu coração esta, confuso.
Eu sei que você chora de tristeza sem falar com ninguém.
Eu sei que no fundo, você quer ficar sozinho(a).
Os sentimentos são confusos não é.
Ouça a voz do seu coração, escute o seu eu e siga no caminho em que você necessita sem olhar para trás.
Oque vale e seu bem-estar e sua felicidade com você mesmo(a).

Lailison Douglas.

Inserida por lailison_douglas

⁠“Doce...

"Basta que me digas uma só palavra
para que eu desague-me em águas
por esses rios a fora"...
Para que meu corpo claro se misture com as nuvens ...
E eu desapareça pelo universo.

Das palavras doces que eu conhecia
De ouvir-te tanto perco-me em sentidos
Quando tu me tomas em doces madrugadas...
molhando os meus olhos águas de alegria
dos teus olhos claros quando se derramam
pelos olhos meus...
perco meus sentidos .

"Desses sentimentos que eu guardo dentro
Doces madrugadas a dançar ao vento"...

E a luz da janela que se abre toda
Já te amo em claro luz da minha vida.
Quando teu amor cobre meu dormir
Luas na varanda pelas madrugadas.

Já te sinto perto quando estas chegando
Que quando tu chegas já estou tão doce
Quando me abraças luz do universo
Me derreto toda nesse teu cansaço
Perco o sono em ti por noites a fora
A acordar-me em beijos quando partes cedo.

Quando chega a noite feito ventania...
Com a minha calma aquieto os teus sentidos
Com meus doces beijos a embriagar-te
natureza tua que eu já conheço.

Inserida por MaryenEscobar

⁠Eu te amo em silêncio
Não sei como isto aconteceu
Mas sinto que também me ama
Com o seu olhar no meu

Sempre que nos encontramos
Nós ficamos nos olhando
Sem dizer nada um pro outro
Só os corações falando

Parece que tem um ímã
Que puxa o nosso olhar
Eu fico te admirando
Sem conseguir disfarçar

Você é um homem alegre
Gentil e lindo também
Em você eu vejo tudo
O que desejo em alguém

O dia que não te vejo
Fico sem felicidade
Olho suas fotos no face
Pra matar minha saudade

Eu te amo loucamente
Não sei mais o que fazer
Não quero me revelar
Mais sofro em te querer


(SOPHIA, Ireni. Te amo em silêncio. In: GONDIM, Kélisson (Org.). Vozes Perdidas no tempo. Brodowski: Palavra é Arte, 2020. p. 71).

Inserida por vozesperdidasnotempo