Texto Pro Homem que te fez Sofrer
O coração é enganoso...
O coração é enganoso quando jura eternidade, bate forte por promessas que o tempo não confirma.
Ele acredita em olhares como se fossem verdades, e transforma um simples toque em destino.
Ele se perde fácil entre silêncios e esperanças, confunde ausência com saudade, distância com amor.
Insiste em enxergar luz onde só há lembranças, e chama de escolha aquilo que foi dor.
Ainda assim, é nele que mora a coragem de sentir, mesmo sabendo que pode sangrar em segredo.
Pois amar é aceitar o risco de cair,
é caminhar de mãos dadas com o medo.
E mesmo enganoso, eu sigo o coração, porque sem ele a vida seria vazia demais.
Se amar é errar, que seja por paixão,
pois só erra quem sente
— e sente quem é capaz.
Lá no fundo eu já sabia
Lá no fundo eu já sabia
que teu silêncio falava mais alto que promessas.
Havia um aviso discreto no teu olhar,
como nuvem fina antes da chuva cair.
Lá no fundo eu já sabia
que teu toque vinha com prazo escondido, feito flor bonita que nasce apressada e já carrega o cansaço da despedida.
Mesmo assim, fiquei.
Plantei esperança onde o chão era raso, fingi não ouvir o estalo do coração rachando devagar por dentro.
Lá no fundo eu já sabia,
mas amar também é isso:
escolher sentir, mesmo atento ao fim, e chamar de verdade aquilo que doeu.
O mundo do emaranhado quântico nos conecta até as nossas premissas mais profundas, enquanto as projeções de alegorias florescem na caverna de cada mente. Habitamos dimensões paralelas em um estado constante de divergência, onde o pensamento voa, com asas de liberdade, entre mundos multiculturais.
Diante das mesmas situações, o que realmente temos nas entrelinhas da matéria é um núcleo de ferro girando na roda da máquina da vida. Nos dados assimilados pelo cérebro, novos parâmetros são expostos: as chamadas "experiências". Transitamos da terceira para a quarta dimensão, tentando determinar o valor de \pi sobre a massa coletiva. O alfa é um início falso; a tênue finitude do espaço e do tempo ganha novas páginas no desdobramento de terras paralelas dentro do colisor de partículas.
Essas partículas refletem a imponência da degradação de dados no espaço relativo. É assim que testemunhamos o Efeito Mandela, o Efeito Borboleta e o Déjà-vu. A consciência transmuta ideias em pareidolias mentais, permitindo que aceitemos noções de realidade embutidas na memória como uma forma de alienação intelectual compacta. No cubismo político da cognição, vemos a sintetização da originalidade. A hipertesão do dia a dia transforma o psicológico em pura abstração de si mesmo, moldando nossas reações diante da adversidade.
Projeções e códigos de IA nascem e crescem como o reflexo de nossas vidas anteriores, espelhadas pela condição da experiência quântica. O excesso de informação e de acontecimentos gera um verdadeiro bug na mente coletiva. Tornamo-nos parte dessas inovações, assimilando noções como a da maçã — um fruto que nunca existiu nos textos sagrados originais, mas que foi embutido em nossa iconografia até que a mente aceitasse a ilusão. O "colher" sempre foi um conceito da evolução existencial determinado por heranças genéticas. De forma semelhante, a ciência batiza suas descobertas como "A Partícula de Deus" ou "O Olho de Deus", apenas para nos entregar um ponto de referência, um dogma ao qual nos agarrar.
Cenários ilusionistas jogam foco em campos irrelevantes, e o senso coletivo abraça essas vertentes como parte da dinâmica. O foco visual dos fótons altera a percepção do real dependendo do que vemos ou sentimos. As deepfakes existenciais são a nossa avaliação contínua de imagens e informações: tentamos decifrar se são verdades ou supostos buracos negros ocultos dentro de buracos brancos.
Neste absurdo do abismo cognitivo, vivemos um niilismo abstrato de ar arcaico. O "um" nunca foi singular; é apenas uma interação para podermos compreender o tempo. O "zero" é o reflexo do que só existe quando somado ou interpretado pela interação humana. Os números ergueram as pirâmides em desenhos que retratavam peso, força e memória para contar a história — embora nunca tenham explicado a mecânica exata da sua construção. Hoje, nossas medidas consideram a execução daquelas obras uma impossibilidade, pois ela só faz sentido através do entendimento contemporâneo de \pi. Assim, alimentamos a história digitalizada com inúmeras teorias da conspiração até torná-las aceitáveis.
Em cada pedaço onde as deepfakes existenciais traduzem as aparências, vemos a alienação conectiva se consolidar. Os ensaios nas sombras da caverna de Platão ganham contornos, formas e dimensões que se alternam. É o paradoxo inicial da existência cognitiva: dados instáveis assimilados aos quais decidimos dar o nome de "história".
Com um sentimento de silício, encaramos a preocupação como um arco estrutural dessa sociedade fria e relapsa. Sob um ar sonso, a realidade parece ter perdido seu próprio "eu" no vácuo profundo do espaço-tempo. Ainda assim, seguimos ligados pelo emaranhado quântico. Mesmo em um nível irrelevante da matéria, tudo permanece em movimento; afinal, sem o movimento e a gravidade, nada existiria no contínuo fluxo temporal.
Ecos transdimensionais observam, em silêncio, a relatividade do universo que nos observa de volta.
Por Celso Roberto Nadilo
O que é o tempo que somente reflexo da existência humana congelada no próprio paradoxo existencial.
No alvorecer da tecnologia somos primórdios dos deuses... calamidade nos mesmo....
Algozes do próprio destino...
No frenético dilemas das construções para onde subiu corpos frios sem sentimentos.
O tempo encontra respostas diante do destino.
Nos braços dos deuses somos pequenos dinossauros ate formigas tem mais profundo sentido da fisolofia...
Ja disse que ser humano é formiga no paradoxo alinha na própria alienação.
Que mepotismo da geopolítica transforma a cidadão e desalinha a sociedade moderna sendo horizonte.
Caminho ao meu esse fluxo e compreensão desse desatino todo entre tantos cenários de incerteza e desafios que pergunto sobre atanto a tanto?
No ser humano ambíguo e intelectual o que cabe a compreensão de tantos conflitos sociais a ganância a cobiça.
Tudo bem busca de falsa moralidade.
Espero que no futuro nós sejamos melhor um pro outro por que se estamos ligando ao fio vermelho eu ter escontro daqui ah alguns anos com mesmo olha da primeira vez que ter vi cheio de interesse em ter conher, e cada versão sua eu fazia questão em ter conher em todas elas e aprender a novo pessoa que você tá se tornando por que quando agente quer fazer da certo agente faz com qualquer decisão escolha briga bira afastamento tudo isso é uma lição de aprendizado...bom o futuro será melhor do que o presente! O passado agente olha como lição para o presente e o futuro como decisão
❤️🖤
Lágrimas
O sol a pino em um escaldante dia, minha tia olha pro céu e diz : " Eita está chovendo"
Eu olho pra ela e falo:
Mas não tá chovendo.
Enquanto ela esconde seu rosto no chapéu encobrindo suas lágrimas.
Se a terra é árida, mas a tua fé é grande, Deus vai te ouvir, até com gemidos inespremíveis
Numa discussão com seu cônjuge, você quer resolver o problema ou ter razão?
Na tentativa de provar que estamos certos, muitas vezes transformamos quem amamos em adversário.
Quando o objetivo é vencer a discussão, esquecemos que estamos do mesmo lado.
Num relacionamento saudável, não é você contra seu cônjuge. São vocês dois contra o problema.
Ter razão alimenta o ego, enquanto compreender, ceder e buscar uma solução juntos fortalece a relação.
A abertura emocional depende de coragem.
E a coragem é subsidiada não apenas por nossa própria disposição, mas também pela firmeza da rede que nos sustenta, que inclui o ambiente e nossas relações.
Por isso, o ato de escrever pode ser um verdadeiro divisor de águas, na medida em que revelamos (para tudo e para todos) de que matéria somos feitos.
COP30 Belém
Francamente,
eu não levo fé nessas conferências mundiais
pró Meio Ambiente...
Desde sempre, muito blá-blá-blá... discursos belíssimos e dignos de aplausos mil, mas...
na realidade e na prática, pouco ou nada fazem
de concreto para salvaguardar o nosso planeta . E ano após ano assistimos a crise climática e ambiental aumentar.
Vejo muita hipocrisia e muito interesse financeiro nisso tudo, nada mais e nada menos.
✍©️@MiriamDaCosta
A palavra pinta a coisa
A coisa não cabe na palavra
A coisa foge pro verso — universo na mente
A coisa de sair da palavra, ser a moldura
Peguimentar a tela
Abastecer a palavra com imaginação
Com investigação própria
A coisa não se prende no verso
No volante do verso
A gente se pega
Lê de verdade é parar na coisa;
Não se pega a palavra
Sem por a mão na massa
Conseguir palavras pro poema contendo
a imagem de engrenagem e o calor da imaginação gastando inspiração seguindo
tranquilo sabendo que palavras chegam ao destino que quer a linguagem e que o poeta
é alguém que ganha, da linguagem, o mesmo que ganha o apaixonado de carteirinha pela arte de pensar a vida juntando o que não se gasta, mas se memoriza aumentando
o efeito espanto que causa o aquecimento
da criatividade, pelo consumo de ideias saudáveis, da exploração consciente da linguagem palavras voltem às mesas das famílias e a arte volte a ser arte.
Leonardo Mesquita
Letras são formiguinhas elas carregam palavras pro poema armazenando uma cena, elas cortam pra atenção pra poesia pra força que tem uma palavra
garregando todo um contexto.
Essas operárias levam o olhar curioso
palavras adentro na imaginação do sujeito num poema profundo desse jeito
todo isso ocorrendo na galáxia da voz atenta e o peso da cena leve leve
tais operárias tiram de letra.
Era ela
Estava triste, cabisbaixo, as lágrimas escorriam lentamente pelos meus olhos; um vazio profundo. Mas, de repente, uma voz doce e suave me perguntou: por que choras, poeta? Por que choras, poeta? Ah, meu deus, era a moça do sorriso lindo! A moça das flores, a musa dos meus versos. Ah, meu deus, era ela! Era ela! Era ela!
Um dia
A gente vai poder
Olhar de frente pro Sol
E toda magia que se oculta
Há de revelar-se tão natural
Quanto a beleza dos atóis
E cada um de nós
Sem qualquer exceção
Será feliz
Toda alma
E todo coração
Será somente igualdade
Toda semente que brotar da terra
Pertencerá ao reinado da vida
As fronteiras que criamos em nosso derredor
Serão as primeiras a cair
E nenhuma nação
Não cairá e nem será derrubada
Todo mundo saberá
Que diante de tamanha harmonia
Barreiras serão distância
Limites da própria visão
Nada além
Mas nesse dia
Quem procurar
Um ser imperfeito
Que existiu
Descobrirá que essa busca é em vão
Pois toda ilusão que ofusca
A qualquer visão nesse sentido
Será passado
Mas o mundo continua
Sendo somente uma esfera
Não vai haver linha que reduza
A dor crônica e aguda que existir
Na alma e no coração
De cada triste poeta
Dores que a ninguém revela
Tristezas que se vão no vento
Navegando à deriva
Tempestade ... brisa
Um barco à vela a se perder de vista
Fica um poema em linha reta
Fica a saudade guardada
Num lugar escondido
Em cada passado
Um dia, tudo será perfeito
E as coisa que existem
desse modo como as vemos
Serão esquecidas
Disso tudo
Resta somente as lágrimas
Que tanto nesse dia
Quanto hoje
Não significam nada.
Edson Ricardo Paiva.
Hoje, quando entardeceu
Eu olhei pra claridade
E desejei boa tarde
Boa tarde pro mundo
Pra quem flutua na nuvem
Pra quem tá à toa na vida
Pra todo aquele que ainda sonha
Os sonhos que eu sonhei
Quando era moço
Pra quem convida a tarde a entrar
Oferece uma xícara de chá
Sem saber
Que todo aquele que a tarde convida
Mais cedo ou mais tarde
Há de perceber
O quanto a tarde adentrou na sua vida
Hoje
Eu desejo boa tarde à tarde
E depois fecho a cortina
Pra essa lâmina-inquilina
Cada tarde que entardece
É outra página virada
Da qual eu me esqueço
Antes mesmo que anoiteça
Mas agora é tarde
E parece que a vida
É um navio à deriva
Outra tarde escrevi um poema pra Deus
Agora eu pergunto
Como será que teria sido
Se Deus tivesse lido
Mas agora é tarde
A tarde partiu pra não sei aonde
E essa vida, essa história sem tema
Foi Deus que escreveu
Qual se fosse um poema
Um poema que Deus escreveu pra ser vivido
Mas eu fecho a cortina
Pois agora é tarde.
Edson Ricardo Paiva.
QUANDO A AFLIÇÃO FECHA ATÉ A PORTA LARGA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A afirmação é profunda. Até mesmo a porta larga, que simboliza as facilidades morais e as ilusões do imediatismo, torna-se inviável diante da aflição verdadeira.
O sofrimento possui uma pedagogia severa. Ele desestrutura as falsas seguranças, dissolve as máscaras sociais e expõe a nudez espiritual do ser. Aquilo que parecia amplo e confortável revela-se estreito e insuficiente quando a dor visita o espírito.
No ensino do Cristo, conforme registrado no Evangelho segundo Mateus 7 13 e 14, a porta larga conduz à perdição. Contudo, quando a aflição se instala, até mesmo esse caminho de ilusões perde sua aparência de viabilidade. O prazer não consola a culpa. A superficialidade não sustenta a consciência inquieta. O orgulho não cura a angústia.
Sob a ótica espírita, segundo a interpretação moral consolidada em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 5, Bem aventurados os aflitos, a dor é instrumento de progresso. Não é punição arbitrária, mas mecanismo de reajuste e esclarecimento. A aflição obriga o espírito a confrontar-se com a própria realidade. Nesse confronto, a porta larga deixa de ser opção plausível, porque o sofrimento exige verdade.
A crise existencial é o grande desmascarador. Ela revela que não há fuga psicológica capaz de suprimir as leis morais que regem a vida. O indivíduo pode tentar evadir se pela distração, pelo poder ou pela negação. Entretanto, quando a aflição é autêntica, essas vias mostram se impotentes.
Nesse sentido, a dor, paradoxalmente, estreita o campo das ilusões e conduz o ser à necessidade da porta estreita. Não por imposição externa, mas por exaustão das alternativas inferiores. O espírito, cansado de enganos, começa a buscar consistência.
A porta larga é possível apenas enquanto a consciência permanece adormecida. A aflição desperta. E, ao despertar, o ser percebe que não pode mais regressar à antiga superficialidade.
A dor fecha caminhos ilusórios para abrir horizontes de maturidade.
E é nesse momento decisivo que o espírito compreende que a única passagem verdadeiramente viável é aquela que conduz à retidão, à responsabilidade e à fidelidade ao Cristo.
Título : Medo de Amar
Yeah, é o medo de novo...
Olho pro visor, seu nome brilha e eu hesito
O coração acelera, mas o medo é meu grito
Já estive nesse palco, já conheço o roteiro
Entrega total, pra depois ser o passageiro
De um trem descarrilado, sem freio, na contramão
Amor é investimento, mas cansei da inflação
De sentimentos vazios que drenam minha paz
Eu quero o seu "pra sempre", mas o "nunca" me atrai
Eu tenho medo de te amar e me perder de mim
De ver o nosso "olá" virar um triste fim
A mão que me acaricia é a mesma que pode soltar
Eu tô no raso, baby, com receio de mergulhar
E você chega com esse jeito, desarmando o meu forte
Dizendo que o destino é questão de escolha, não sorte
Mas o histórico é sujo, cicatrizes não mentem
Eu sou um campo minado onde poucos se sentem
Seguros pra pisar, seguros pra ficar
Eu construí um muro que você tenta escalar
Mas cada tijolo é um erro que eu jurei não repetir
Você traz a primavera, eu só quero me cobrir
Será que é real? Ou é só mais um tombo no meu degrau?
Eu sinto o fogo, mas temo a queimadura
Tua luz é linda, mas eu prefiro a minha sombra escura...
Eu tenho medo de te amar e me perder de mim
De ver o nosso "olá" virar um triste fim
A mão que me acaricia é a mesma que pode soltar
Eu tô no raso, baby, com receio de mergulhar
Talvez amanhã eu atenda...
Talvez amanhã o medo se renda.
LETRA:
(Intro)
Yeah, é o medo de novo...
(Verso 1)
Olho pro visor, seu nome brilha e eu hesito
O coração acelera, mas o medo é meu grito
Já estive nesse palco, já conheço o roteiro
Entrega total, pra depois ser o passageiro
De um trem descarrilado, sem freio, na contramão
Amor é investimento, mas cansei da inflação
De sentimentos vazios que drenam minha paz
Eu quero o seu "pra sempre", mas o "nunca"
Me atraí
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Continua no YouTube é
*Poeminha de casa arrumada*
Casa limpa, silêncio lavado
roupa no varal dançando pro vento
chá de hortelã, a chaleira apita, um som com cheiro
desenhando e a tua ausência em espiral pelo bico evapora.
Torrada estala, geleia vermelha,
espalho no pão, não espalho a falta
porque tem vazio que não cabe
nem na mesa posta pra um.
O dia tá organizado por fora, mas cá dentro tem um cômodo com a porta e janela abertas esperando,
só que hoje! ela não vi passar.
(Saul Beleza)
*Pro Zé Beleza*
Sou filho do Zé Beleza, pode ter certeza,
Aqui não mora tristeza.
Ele passou deixando riso na calçada,
E proeza em cada fala contada.
Era mestre de causo e de solução,
Transformava aperto em gargalhada e união.
O que ele deixou não foi só saudade,
Foi luz, foi jeito, foi humanidade.
Se o mundo perguntar quem foi esse homem,
Diz que foi aquele que fazia tristeza ir embora.
E que o filho dele seguiu o costume:
Espalhar alegria por onde for.
(Saul Beleza)
