Texto Pro Homem que te fez Sofrer

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NÃO HÁ CURA PARA A MORTE
(Bartolomeu Assis Souza)

Somente duas datas definem o homem.
Sua chegada ao mundo: nascimento.
Sua partida desse mundo: morte.

O que é a vida então?
Somente a jornada, a caminhada...
Esse é o nosso tempo: agora.

Não há cura para a morte...
Apenas o caminhar da estrada
de cada dia...
Viva a vida!
Viva a morte!

Inserida por bmdfbas

AD IDIOTICE

O homem caminha na sua ignorância, buscando superá-la...
São mil passos errados e alguns acertos...
Quando ele começa a acertar, seu tempo está vencendo ou ele é vencido no combate do sopro da vida...
Cadáver adiado é o homem...
Sabe que vai perder...⁠
Viceja, mas não chega a florescer...

Inserida por bmdfbas

Thomas Barnardo: O Homem que Não Trancava o Amor.

Thomas John Barnardo (Dublin, 4 de julho de 1845 — Surbiton, 19 de setembro de 1905) foi um filantropo irlandês.

Nas ruas frias de Whitechapel, onde a neblina parecia esconder a própria compaixão dos homens, caminhava um jovem médico com os olhos marejados de fé e um coração inquieto. Thomas John Barnardo não buscava glória nem fama. Buscava um sentido.
Chegara a Londres com o sonho de ser missionário na China queria curar corpos e salvar almas. Mas bastou-lhe uma noite nas vielas de miséria para entender que Deus o chamava de outro modo, em outro idioma, mais silencioso e urgente: o idioma das lágrimas infantis.

Foi ali, sob o fulgor pálido dos lampiões a gás, que encontrou Jim Jarvis um menino descalço, sujo de frio, esquecido do mundo.
Jim não lhe pediu nada. Apenas existia como uma pergunta muda à consciência de quem passava.
Barnardo ajoelhou-se diante dele e, num gesto que selaria o destino de milhares, ofereceu-lhe o que as ruas jamais dariam: uma mão estendida e um olhar que não desviava.

Daquele encontro nasceu uma obra de ternura revolucionária.
Ele abriu uma casa simples, com janelas pequenas e um letreiro singelo, mas onde nenhuma porta se trancava. A inscrição à entrada tornava-se lei moral:

“Aqui, nenhuma criança será recusada.”

Na Londres industrial, onde a caridade era privilégio e a pobreza, crime, Barnardo ousou contradizer o mundo. Alimentava quem tinha fome, ensinava quem ninguém queria educar, e amava os que o destino parecia ter esquecido.
Nas suas escolas, o alfabeto vinha acompanhado do pão; e cada palavra aprendida era uma escada erguida para o alto, um degrau rumo à dignidade.

Houve dias em que o desânimo o cercou. A indiferença das autoridades, o preconceito dos ricos, o peso da fome que não cessava — tudo o empurrava para o abatimento.
Mas Barnardo não se deteve. Dizia que “não há fechadura para o amor de Deus”, e caminhava outra vez pelas mesmas ruas, buscando novos rostos para acolher.
E, assim, foi multiplicando lares, como quem semeia abrigo no deserto.

Quando a morte o chamou, em 1905, mais de sessenta mil crianças haviam atravessado as portas que ele nunca trancou. Sessenta mil destinos que deixaram de ser sombras e voltaram a ser infância.
E quando a cidade dormiu naquela noite, talvez tenha sido o próprio céu que acendeu suas luzes para recebê-lo não como um missionário que partia, mas como um pai que voltava.

Hoje, a sua obra ainda vive, e o nome Barnardo ressoa nas escolas e abrigos do Reino Unido como um eco de misericórdia.
Mas a verdadeira herança que ele deixou não se mede em prédios, nem em números, nem em instituições.
Está gravada no invisível: no instante em que uma criança sente que alguém acredita nela.

" Alguns homens constroem monumentos de pedra. Outros, como Thomas Barnardo, edificam catedrais de ternura dentro da alma humana. "

Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.

A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.

É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.

Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.

Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.

E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Minha garota. Ei garota!!
Eu sou tudo o que você queria em um homem?
Você sabe que eu te dei o mundo?
Você me tem na palma da sua mão.
Então, por que seu amor foi embora?
Eu simplesmente não consigo entender.
Pensei que era eu e você, um no outro.
Eu e você até o fim ate a morte.
Mas eu acho que não estava errado.


Não quero pensar sobre isso.
Não quero falar sobre isso.
Estou tão doente sobre tudo.
Eu não posso acreditar que está assim.
Basta esta tão confuso.
Eu apenas não posso fazer sem você.
Diga-me isso é justo.


E este o caminho que realmente está acontecendo, trilhando.
É assim que dizemos um para outro.
Deveria ter conhecido melhor quando você apareceu.
Que você iria me fazer chorar, hoje?
Agora está quebrando meu coração para ver você correr ao redor
Porque eu sei que você está vivendo uma mentira verdadeira.
Mas tudo bem, porque com o tempo você vai encontrar.

Inserida por DijalmaMoura

ELE TINHA CORAÇÃO.
"O Ferro que Aprendeu a Ser Homem"

O mundo, tantas vezes, mede a força de um pai pelo peso que ele suporta, pelo silêncio que mantém e pelas batalhas que trava sozinho. Muitos o chamam de “homem de ferro” — aquele que não chora, que não treme, que não se deixa abalar. Mas, por trás da armadura invisível que o tempo e a sociedade lhe impuseram, há um coração vivo, pulsando, sangrando e amando.

A infância de um pai morre lentamente para dar lugar a um vigilante eterno. Ele não pode se dar ao luxo da fraqueza porque acreditou, desde cedo, que o amor verdadeiro se prova na resistência. E no entanto, é justamente essa dureza aparente que esconde o maior dos segredos: a sensibilidade. Ele talvez não fale das noites em que ficou acordado ouvindo a respiração do filho doente, nem confesse o medo que sentiu ao ver a vida colocar nas mãos da família o peso das incertezas. Mas ele estava lá — como um farol em mar revolto, calado, mas firme.

A sociedade raramente autoriza o homem a demonstrar ternura sem antes cobri-lo de rótulos. Ainda assim, todo pai carrega no íntimo uma luta silenciosa contra essa sentença cultural. Porque ser pai é ser ferro por fora e carne viva por dentro; é entender que a fortaleza não é a ausência de fragilidade, mas a coragem de mantê-la em segredo para proteger quem ama.

Chega um dia em que os filhos crescem e começam a enxergar não o herói, mas o homem. E nesse instante entendem: não era o ferro que nos sustentava, era o coração que batia dentro dele. Um coração que, mesmo pesado de responsabilidades, escolheu amar sem pedir nada em troca. E talvez esse seja o maior legado que um pai pode deixar — ensinar, pelo exemplo, que a verdadeira força não está na rigidez, mas na capacidade de continuar amando, mesmo quando tudo ao redor pede endurecimento.

"Ele Tinha Coração – O Ferro que Partiu Vitorioso"

Em cada esquina da vida, há um pai que a sociedade não quis ver. Não estampou seu rosto nas manchetes, não lhe ofereceu medalhas nem reconhecimento. Chamaram-no de “homem de ferro” — não por ser frio, mas por aguentar calado o peso de mundos que só ele sabia carregar. Um pai assim veste, sem pedir, a armadura que o tempo e a cultura lhe impõem: “não chore, não reclame, não mostre medo”. Mas, sob essa couraça, pulsa um coração real, vibrante, que arde de amor.

A filosofia nos lembra que a verdadeira grandeza não se mede pelo poder de dominar, mas pela capacidade de servir. E no papel de pai, esse servir é silencioso, quase invisível. Ele não conta as vezes em que deixou de lado o próprio sonho para alimentar o sonho dos filhos; não revela o medo que o acompanhou nas madrugadas de incerteza; não espera retorno, apenas se coloca no caminho como muralha contra o inevitável.

Do ponto de vista sociológico, esses homens são frequentemente engolidos por uma narrativa injusta: a de que afeto e masculinidade caminham separados. E assim, escondem suas lágrimas, oferecendo apenas o lado forte, acreditando que proteger é também poupar o outro do peso de suas dores. No íntimo, porém, guardam lembranças de abraços breves, conversas apressadas, olhares que diziam mais que qualquer palavra.

Psicologicamente, o pai que ama incondicionalmente constrói, sem alarde, o alicerce emocional da família. Mesmo ignorado — por orgulho juvenil, por ingratidão momentânea ou pela pressa do mundo — ele permanece. Porque para ele, amar não é negociar: é escolha diária, gratuita, inabalável.

E chega o momento inevitável da partida vitoriosa. Não vitoriosa pela ausência de derrotas, mas pela dignidade de ter amado até o último instante. É quando o silêncio da casa revela o som de sua presença na memória, e os que um dia não o perceberam como deviam descobrem, com atraso doloroso, que todo aquele “ferro” era apenas a casca de um coração que sempre bateu por eles. Nesse dia, o mundo perde um homem, mas ganha a lição eterna de que a grandeza não precisa de testemunhas para existir.

Inserida por marcelo_monteiro_4


A menina e a boneca

Você já era um homem feito,
e eu só uma menina.

Você era experiência,
e eu a inocência.

Você nem falou comigo.
Mandou recado por um amigo,
dizendo ser eu muito infantil.

Eu não sabia ser isso defeito.
Você não entendeu direito...
Eu largaria a minha boneca por você.
Haredita Angel
29.11.2011

Inserida por HareditaAngel

Amor aprendiz.

"Homem, abre o coração,
e deixa entrar esta mulher.
Faz festa, floreia o chão,
só prá ver se ela te quer!
Enfeita o barraco de fita.
Faz- te alma bonita.
Enche-a de versos e canções.
E, quando a noite chegar,
oferenda-te ao seu mar...
Navegue fundo nas águas,
sem medo de afundar!
Com jeitinho, com jeitinho...
Ensina-a com carinho,
a conjugar o verbo amar!
E terás esta mulher.
Plena, leve e feliz!
Amando-te para sempre!
E tua eterna aprendiz..."
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

Um Homem tão Bom Quanto qualquer Outro

Eles estavam vestidos de anseios,
Haviam tido embebidos desejos,
Enfrentamento corporal, desespero,
Ocasionando apreciações e desprezos.

Foi um homem tão bom,
Quanto todos os outros.
Jamais compreendeu esse tom,
Afinal, foram tratos entre insanos e loucos.

O preço a pagar por aqueles
Pensamentos revoltos,
Decisões conflitantes fizeram
Seres perturbados e sorridentes.

Foi um homem tão bom,
Quanto todos os outros.
Jamais compreendeu esse som,
Afinal, foram garras entre chutes e socos.

Ensurdecedores teus olhares,
Permita-me outra vez coletá-los,
Obelisco erigido às beldades,
Quando há quem possa apreciá-lo.

Uma mentira encantadora,
Nos faz suportar inúmeras verdades.

Inserida por michelfm

⁠As Corrosivas
Aventuras do
Homem-Sulfúrico

Meu ódio
É tão indispensável,
Quanto meu amor.
Amo e odeio.
Não, não há
Neutralidade aqui,
Não há indiferença,
É nada ou tudo.
Se você vem, fica.
Se vai, jamais retorne.
Acolhimento pleno
Ou desprezo absoluto.
Sem absolvição,
Sem perdão,
Nem arrependimento.
O rancor é nosso por direito,
Bem como o martírio.
Somos ímpares,
A paz é para os incapazes
E seus pares.
Nós somos atrito, conflito,
Confronto, insurreição.
Somos confeitos nucleares.

Inserida por michelfm

⁠As Enferrujadas
Aventuras do
Homem-Sucata

Eis o sentido da vida,
carregar a vida de sentido.
Ter sensibilidade
em um terreno brutal,
é caminhar na linha tênue
entre o sofrimento
e a libertação.
Ser ou não ser
nunca foi a questão,
tudo sempre será
mera constatação,
num dia tu és,
no outro não.
Neste oceano de tristezas,
Sejamos gotas de alegria.
A beleza obscura
de criaturas noturnas
é dedicada a raros apreciadores.
Poesia e Xadrez
possuem uma indiscutível
semelhança,
dentro de suas possibilidades,
mesmo repetindo táticas,
se dispusermos de um pouco
de criatividade,
as situações jamais serão iguais.
Eu não escrevo
para ser admirado,
aceito ou compreendido,
escrevo para Ser.
E existe uma divergência estrondosa,
entre estes propósitos.
Em nosso risco constante
De não nos arriscarmos,
É perigoso demais não se arriscar.
Vivemos numa sociedade,
repleta de pessoas orgulhosas
da própria ignorância.
Enquanto o oprimido
não incendiar o sistema,
o sistema continuará
nutrindo-se das pessoas
e carbonizando as esperanças.
A atração pela beleza física,
acaba num status de 10 segundos.
E depois ?!
O que vem ?!
Ele era a pessoa mais gentil
e mais cruel,
que você conheceria na vida,
Ela sempre foi
a melhor em tudo,
em fazer o bem,
em fazer o mal.
Não sei exatamente
o que isso significa.
Quase sempre metafórico,
Para sempre literal.
São todos iguais,
resguardadas
as infinitas diferenças.
Por sorte,
as melhores pessoas que existem,
não sabem quem são,
nem o que querem.
Viver é a única descoberta constante,
onde cada instante é oportunidade,
de criarmos calorosos significados,
para tudo que não compreendemos.

Inserida por michelfm

⁠As Galácticas
Aventuras do
Homem-Relativo

Sabe o que me faria perder o ar,
O que me privaria de oxigênio,
Me faria perder o chão
E levitar em gravidade zero ?!
Sabe o que dobraria o espaço-tempo,
O que me transportaria
Na velocidade da luz
E me faria vencer a atração do buraco negro ?!
Você sabe o que queimaria
Nosso pessimismo supermassivo,
Em um bilhão de graus ?!
Ficarei verdadeiramente impressionado,
No dia em que a humanidade
Criar um foguete,
Que leve comida aos famintos
E conforto aos miseráveis.

Inserida por michelfm

⁠As Incrédulas
Aventuras do
Homem-Herético

Seria indescritível
Desfrutar de algo épico,
Criar os deuses e crer neles,
Cultivar sorte e sortilégios.
Mergulhar em karmas e bruxarias,
Planejar feitiços, conceber milagres,
Divagações imaginárias,
Encantamentos,
Insanidades de sabor estético.
Viveríamos atordoados,
Nos tornaríamos pouco céticos.
Mas nossa turva imaginação
Abre espaço à lucidez,
Nos enxergamos finalmente,
Frente-a-frente,
Com clareza e nitidez.
Varrendo o lodo de nossas almas,
Com elevada penitência a pagar.
Desprendemo-nos da estupidez
E do desastre hipotético.
Ao menos a fantasia delirante,
Faria deste pântano grotesco-gritante,
Um assentamento menos patético.

Inserida por michelfm

⁠As Tóxicas
Aventuras do
Homem-Sulfato-
de-Enxofre

Somos a espécie mais arrogante do universo
conhecido.
Inegavelmente, toda essa situação que o Mundo
está vivendo, é mais uma tentativa desesperada da
natureza para se equilibrar.
Mais uma tentativa de ensinar humildade ao ser
humano e provavelmente não funcionará.
Afinal, somos a espécie mais arrogante do
universo conhecido.
Primeiro, que este Mundo nem é nosso, só
passamos por ele. Eis aí a prova irrefutável de
nossa arrogância, nos iludirmos da posse de algo,
tudo ou qualquer coisa.
Mas se não podemos mudar ao menos o Mundo
humano, como um todo, talvez possamos mudar
o nosso mundinho particular, decididamente
específico.
É o que venho tentando, dedicar minha atenção
ao que está ao meu alcance e somente ao que eu
possa alcançar, sem ilusões sobre o ilimitado.
Apesar do peso pesado de nossos pesares,
tudo é oportunidade para aprendizado e
autoconhecimento.
Mesmo sendo a espécie mais arrogante do
universo conhecido.
E vc, como está sub-existindo a tudo isso ?!

Inserida por michelfm

[⁠Outra causa vencida
numa canção de amor]

e aquela mulher
que nunca havia tido
um homem de fato,
possuiu definitivamente
seu coração.

tornando-se a pessoa
mais importante,
na vida daquele homem,
que havia tido todas as mulheres,
sem nunca possuir nenhuma.

(Michel F.M. - Trilogia Ensaio sobre a Distração - 12/11/23)

Inserida por michelfm

Em um casamento a mulher representa o coração, o homem a mente, isso não significa que a mulher não pense ou que o homem não tenha amor**
Veja, o coração pode ser comparado a um baú, onde se colocam coisas antigas, percebemos que o coração faz com que a mente traga a memória as lembranças do passado despertadas pelos sentidos...
A mente é como uma fortaleza, tudo estará em perigo se passar por ela, se assim for, só existirá uma saída, e está no coração, por ele enganoso, veio a ser preso e por ele ser sensível pode encontrar a saída para que a mente entre em ação e remova o perigo que afeta ambos, havendo assim a reprogramação da mente e o consolo do coração.

Conclusão:
O que falta no homem tem na mulher e o que falta na mulher tem no homem, por isso ambos precisam estarem unidos, juntos em sintonia nada poderá vence-los*

Inserida por FranciscoPensador

Símbolo do cuidado e valentia,
Do respeito e da chefia;
Do homem que parece não se cansar,
E também do herói exemplar;
Sua garra nos inspira,
Sua força nos motiva;
Protetor da família e referência da vida;
Exemplo da honestidade e da conquista com humildade;
Nos faz rir e chorar, essa é sua forma de amar.

Inserida por Tisantana

O tamanho do universo é
análogo ao amor de Deus, ou seja,
infinito.

A fé do homem deve ser da
mesma proporção, como também
recheada de agradecimento e
regada de perdão.

Cada amanhecer é um presságio
do poder do Pai Celestial e um
novo momento dado pelo nosso
Criador a todos nós.

A alvorada nos renova, e os
primeiros raios de sol são
bênçãos divinas.

"O mal do homem é tentar curar sozinho o que ele mesmo não aguenta, somente para demonstrar força lutando contra sua própria cabeça, mesmo que isso lhe custando quase toda sua energia mental e talvez física, para que no final ele mostre para ele mesmo que é mais forte do que o que está o atormentando."




-O Poeta das Pensarias

Inserida por ThePoetofThoughts

Devemos sempre reverenciar
o homem, elucidou Jesus, o Cristo:
mais justos, cordiais, melhor percebermos
esse Serque nos encarna,como
expressãomáxima da Criação;
sua extraordinária cognição,
a notória capacidade em adaptar-se
às circunstâncias...
Embora, não poucas vezes,
ele se perca, acometido
por suas próprias
escolhas!

Inserida por maurotoledo

⁠... em duas palavras:
deve o homem 'reconhecer' e aperfeiçoar'
sua essência como espírito - sendo ele,
a expressão maior do Criador nessa terra!
E por qual e sensata maneira deverá
ele agir, senão lançando-se por entre
os sinuosos dilemas do viver - e,
lutando ali; e, sofrendo ali - que ele,
incansável, convicto, mais e melhor,
dignificará seu senso
realizador!
___

_ José mauro de Toledo.

Inserida por maurotoledo