Texto para um Bebe

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Piada de garçom...

Um casal estavam jantando em um restaurante,
E o garçom andando de um lado para o outro
Percebeu que o homem fingia amarrar o cadarço
Do seu sapato, e em questão de segundos ele
Escondeu-se em baixo da mesa. E o garçom
Perplexo disse- senhora, seu marido está
Em baixo da mesa, engano seu, disse a mulher-
Meu marido acabou de entrar no restaurante.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Não devemos abandonar um jardim
Só porque as flores tem espinhos,
E muito menos desistir de lutar
Se o fracasso persistir,
Ou dar as costas aos amigos
Atribuindo a eles o erro de apenas um,
Ou deixar de viver a vida por ter perdido
Um ente querido, e não jogar fora
A oportunidade de viver intensamente.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Presente Especial...

Pedi ao Papai do céu
Um presente especial
Muita paz e harmonia
para todos neste natal.

Então o bom Deus me disse;
A minha paz, eu vos dou !
Estejam sempre comigo
Porque sou o criador.

Eu sou a luz que ilumina
A estrada na escuridão,
Guiando-te por onde passar
Segurando em tua mão.

Aos que querem me encontrar
Eu sempre estarei aqui,
Sou a flor na primavera,
Uma criança sorrindo,
— Sou o Deus de hoje e sempre
— Sou um homem e um menino.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Um paciente que estava com problemas
psicologístico foi levado a uma unidade
de saúde especializada, porque não
dizia coisa com coisa, os enfermeiros
o conduziu até o divã. E é iniciada a sessão
de terapia, e o terapeuta disse; — Pode relaxar
meu bom Rapaz, conte-me tudo desde o principio,
e o paciente disse;— Bem, doutor, no principio
eu era verbo, agora sou um homem

Inserida por JoaquimGomesAlves

Feliz Natal...

Ouço em um tom vibrante
O sino a badalar,
Anunciando o nascimento
Do Rei da tribo de Judá

Ao meu Pai Onipotente
Entrego o meu coração,
E peço-lhes, a paz fraterna,
Para todos os irmãos

Diante deste altar
Conclamo em oração,
Louvando o Santo nome
Do Deus de Abraão

As preces são levadas ao céu
Por anjos ali presentes,
—Em coro cantam louvores
Para o Pai Onipotente.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Pássaro Prisioneiro..

Olha aquela gaiola moço
Pendurada na parede,
Nela tem um canarinho
Que tornou-se um prisioneiro
E seu canto é um desabafo
Ao ouvir um outro pássaro,
Na arvore livre a cantar.
Ele foi aprisionado sem
Nenhum crime cometer,
E confinado na gaiola
Em seu canto ele chora
Sem entender o porque.
E quando chega a alvorada
Ali próximo a passarada
Anuncia um novo dia,
E o pássaro prisioneiro
Pulando naquela gaiola
E seu canto é um lamento,
Outrora naquele lugar.,
Abra esta gaiola moço,
E deixe o pássaro voar,
A natureza te implora
Então deixe-o embora
Para a alvorada alegrar.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Quando bate um coração...

O amor é a razão da existência humana,
E o mais Rude dos seres humano se rende
A esta força quando bate um coração;
Pobres mortais que teimam em zombar
Do amor, um dia se curvarão a esta força
E irão se lamentar pelo tempo perdido
E pelo mal que causaram a si mesmos,
E sofrerão as consequências de um amor
Que se foi para não mais voltar. Não adianta
Conspirar contra os sentimentos, o coração
Reconhece a palavra sim, mesmo que você
insista em dizer não, e mesmo mantendo
Este segredo para si,já mais conseguirá
Enganar, ao teu próprio coração.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Flores iguais a ti...

Vi um jardim mal cuidado,
Vi flores caídas, então,
Pessoas passando apressadas
Pisando firme no chão.

Esse jardim mal cuidado
Precisa de um jardineiro.
E as flores caídas,então,
Sendo pisadas no chão, são
Flores do mesmo canteiro.

Peço desculpa as flores
Peço desculpa ao jardim,
Por não ter cuidado de ti,
Por isto eu sofro assim.

Oh flor ! Tu caíste ao chão
E não está mais aqui ; Mas
Não te preocupas, ó flor !
Porque do teu galho brotou,
Flores iguais a ti.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Declaração de amor

Quero lhe revelar
um segredo, princesa!
E dizer ao mundo inteiro
que você foi e sempre
será o meu grande amor,
e a vontade de tê-la em
meus braços sempre foi
o meu grande desejo,
e o amor que eu sinto por ti
é algo tão forte que nem eu
sei como explicar. Quero
gritar para o mundo
inteiro que não sou
um louco, e que apenas grito
para libertar este amor
oculto em meu coração.
Podem me chamar de louco,
eu não me importo, e agora
que este segredo foi revelado
não existe mais a razão para
me calar, e faço questão de
confessar-te: eu te amo!

Inserida por JoaquimGomesAlves

Autorretrato

A Flávia Ampan

Um poeta nunca sabe
onde sua voz termina,
se é dele de fato a voz
que no seu nome se assina.
Nem sabe se a vida alheia
é seu pasto de rapina,
ou se o outro é que lhe invade,
numa voragem assassina.
Nenhum poeta conhece
esse motor que maquina
a explosão da coisa escrita
contra a crosta da rotina.
Entender inteiro o poeta
é bem malsinada sina:
quando o supomos em cena,
já vai sumindo na esquina,
entrando na contramão
do que o bom senso lhe ensina.
Por sob a zona da sombra,
navega em meio à neblina.
Sabe que nasce do escuro
a poesia que o ilumina.

"Estou ali..."

Estou ali, quem sabe eu seja apenas
a foto de um garoto que morreu.
No espaço entre o sorriso e o sapato
há um corpo que bem pode ser o meu.

Ou talvez seja eu o seu espelho,
e olhar reflete em mim algum passado:
o cheiro das goiabas na fruteira,
o barulho das águas no telhado.

No retrato outra imagem se condensa:
percebo que apesar de quase gêmeos
nós dois somos somente a chama inútil

contra o escuro da noite que nos trai.
Das mãos dele eu recolho o que me resta.
Chamo-lhe de menino. E é meu pai.

Amor!

Alçar um voo,
E perder-se na plenitude...
Asas que podem quebrar,
E tudo vai descendo
Os céus desabam;
As nuvens descem pelas colinas,
Meu coração canta a aurora,
Cadê você minha menina?
Os montes que construí
Tentei traçar nós dois
Tracei a vida de uma vida
Tracei um amor de um amor...
Ah! tudo desaba!!!

Valter Bitencourt Júnior
JESUS, Valdeck Almeida de (org.). Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus – 2013, 2014.

Conclusão de um comentário que eu recebi, referente a 9 jovens, que morreram numa ação militar, no baile funk, em São Paulo:

Se você é negro (mesmo que você se considere branco, tem sangue de negro correndo nas veias e é pobre), morador da favela: - não saia de casa, pois você corre o risco de passar pelo lugar errado, na hora errada e acabar sendo assassinado pela polícia (polícia pobre, negra, e até morador da favela, subordinada pelo sistema para obedecer as ordens que vem de cima para baixo).

⁠Ganância

Vivemos em um mundo sublime
E o tempo voa,
O ar flutua
Entramos em obstáculos, sem volta
Caminhamos no infinito cosmo
Onde a vida vira sonhos.
E enganos.
Os seres brigam entre si
Onde a ganância vira caos:
No amor, no prazer, na misericórdia,
Na guerra...
Tudo vira e cai em si mesmo.

⁠Vícios

Entra de cabeça e pés
Em um caminho sem saída
Sua vida iguala um forte rubro
Sem paz!
Faz da vida um jogo
Que flutua e desce
Nas águas cristalinas
E se transforma
Em sofrimento singelo
Se perde nos vícios asquerosos
Quando tudo está pra ser tarde
Você se isola, se entrega
Sequer vislumbra vontade
Se debate com crise
De abstinência, pertinência
Dias depois tudo parece ser bem.
É solto!
Mas o que vem a sua cabeça
Alimenta-se dos seus vícios
Deixando tristes lágrimas
Descendo pelas cachoeiras?

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

⁠Soneto

Quando Fílis as lágrimas bebia,
em um fio de pérolas brilhante
da matutina luz, bela, e flamante
precursora do sol, e mãe do dia,

uns dentes se lhe partem à porfia
para a união das pérolas amante,
que sendo a qualidade semelhante
os quis conglutinar a simpatia.

Bem que ao beber as pérolas luzentes
se lhe quebrem os dentes, julga e toca
não serem as matérias diferentes,

pois sem se conhecer mudança, ou troca
enfiados por pérolas os dentes
têm por dentes as pérolas na boca.

⁠Palavras

Senti na pele amargas dores,
E vi as minhas palavras
Como um refúgio…
Não sei se a minha
Vida será lembrada,
Ou se serei uma passagem
Na escrita. Sinto o tormento,
E em mim um vazio,
O chão que fino sinto.
Um falso chão, e palavras
Que não aprecem serem
Vistas. Quero gritar, e a minha
Voz se esgana, e sai sopro
De minhas dores… Sei que
Fui poeta, poeta perdido no
Nada, poeta sem destino,
Poeta que a vida jamais
Soube preservar, não sei
Se viverei a anos, e se serei
Aplaudido pelas minhas palavras.
Um poema não está no espaço
Por está, eles são muito mais
Que uma pessoa, mas
Que custa os sentimentos
Objetivos, e subjetivos
De uma poeta.

⁠Monólogo de um ser apaixonado

Não agüento ficar distante
De você,
É como estar faltando
Alguma coisa em mim.
Não sei o quê!...
Gostaria de traçá-la
Nas nuvens,
Mas mesmo assim
Triste!
Pois sei que elas se desmancham!
Não sei se suporto
A sua distancia
Mas queria
Morrer abraçado
Com você!

⁠Máquina

Às vezes a vida parece
Uma espécie de máquina agressiva
Uma máquina livre
Feito um pássaro
Cria asas, voa alto.
Perde-se
Deixando mágoas
Em formas de cachoeiras:
Bate e rebate
Nos seixos
Desmancham-nos,
Aos poucos diminuem,
Os torna um ser pequeno
E aos poucos se sentem pisoteados.
Porém, não bem somos
Uma máquina
Mas somos um ser
Capaz de se aperfeiçoar.

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

Eu não vim a este mundo para ser um mero coadjuvante desta história. Não... não, eu vim a este mundo para fazer história, para proclamar as verdades de Cristo aos corações famintos, para levar a luz de Cristo Jesus, aos corações famintos, onde as trevas jaz. Ele nos chamou para cumprimos o Ide. (Mt 9.37; Mt 4.16).

Dedico esta frase aos meu irmãos em Cristo Missionários Silvana Silva (Maputo África) e Danillo Barbosa (Índia)

(Por: Renato A. Cavalcante)

Inserida por RCavalcante