Texto para um Amor te Esquecer
O Rei Jesus estendeu suas duas mãos na Cruz, e um salvou .
Não há homem que neste mundo passou ou venha passar sem sentir, seja cansasso, seja fome, seja sede ou qualquer outro desconforto, pois esse é o que se passa neste mundo, pois é do corpo humano essas fraquezas, mais em fraquezas o nosso Deus eterno, se tornou fraco em Cristo Jesus, para se igualar a um pobre homem cheio de defeitos, que somos nós, e em fraqueza e humildade, ele o poderoso desceu, e descendo mais ainda, passou muita fome, sentiu-se extremamente cansado, sentiu sede desmaiada e terrível desconforto na cruz, não para se vangloriar, mais para salvar até o pior dos pecadores, e alcançar a um, tentou a dois mais salvou um, que estava a seu lado a saber o ladrão na cruz.
Poesias Líricas ao Rei Jesus.
A humildade é a coroa do Rei dos Céus.
Em um lugar desprezado nasceu, em desprezo foi ignorado pelo governador e Rei da época, em pé foi levado de lugar em lugar , em calor, em casebre, em cidade pequena, em Jerusalém, para perseguição no tempo da infância, foi tirado do lugar de honra e levado ao Egito, foi criado na dúvida de ser realmente o salvador, em desprezo novamente e novamente e novamente, até que lhe desprezaram tanto que o crucificaram injustamente, mais ele foi humilde e humilde de coração, e amou a todos e ao pai se entregou, como sacrifício verdadeiro, pelos culpados não só de sua época, e não só de uma nação, mais em toda humanidade, deixou um recado, Deus é humilde, é humano e é a salvação.
Poesias Líricas ao Rei Jesus.
Vi em um certo país um homem que escapava de ter uma reputação fraca, pulava de um lugar para o outro, sempre que podia, o homem não parava com uma única mulher.
O mesmo sempre vestia - se da melhor forma e elegância possível, se tornou astuto de coração e na trairagem, este homem passou a fazer deste modo, depois de ter tombado da Lei de Deus, o mesmo considerou em seu coração que a graça divina lhe amparava em situações em que o espírito santo não lhe confirmava, e a voz do seu coração era a que ditava toda regra de conduta, "caso precise correr correrei, caso precise andar andarei, caso precise gastar gastarei, assim estava preparado seu íntimo, para todos tipo de trapaça para conseguir prosperar" assim são aqueles que se desviam da Lei , da Graça divina e da misericórdia de Deus para seguirem a Maamon e seus próprios caminhos em busca de louvores momentâneos e dinheiro, mais tu homem direito, não segue a trapaça e aos mais caminhos, te firma na graça e fortalece na misericórdia que se fortalece em Cristo Jesus, na qual converge toda esperança, e de se notar que realmente Deus sabe de todas as coisas, e só ele pode liberar e amadiçoar o homem, então a ele toda a glória, honra e louvor sejam dados todos os dias de nossas vidas.
A pedra na funda
Por acaso Senhor Deus é somente a um que presenteias?
O que erra , até a sua punição meu Senhor é também bondade disfarçada...mais ontem está a glória de acertar? E hoje não há o que acertar também...Há erro então? Há pecado?
A glória de lúcifer por acaso não encerraste em erro eterno, e quanto a Jesus Cristo crucificado que é o exemplo maior de serviço ao Senhor dos exércitos ficou em vão... De jeito nenhum...
Foi o melhor dos serviços, foi o essencial e único, porque ele foi perfeito...
Quanto a mim sou a fagulha em um fogaréu, sou uma partícula em um oceano, sou uma gota em uma tempestade...por acaso derrubei eu um gigante, por acaso sabei eu derrotar a mãe de um Deus ? A qual os homens infringem o primeiro mandamento, entregando petições e se sacrificando atoa em procissões de fé posta em local errôneo... Eu a derrubarem quando houver oportunidade se assim me defenderes como no caso de Davi...Esse opositor é gigante e tem afrontado o povo de Deus nos dias atuais a Cristo Jesus ressuscitado, e é contra ele que lanço em minha funda a minha pedra...e é em Cristo Jesus o ressurreto a minha vitória .
Poesias Líricas ao Rei Jesus
Ele o Rei era como um de nós.
Ninguém o reputava como o grande em sua caminhada aqui na terra...
Ele era como um simples cidadão, ele era humilde, filho do homem...
Ele também sentia as dores humanas que sentimos, eu ainda não vi um Deus assim, tão pequeno e grande...
Eu ainda não vi um Deus assim, tão perto e tão longe em quesito amor...
Porque ele ama de um modo que ninguém ainda chegou a amar...
Mais ele era humilde m dizer que faríamos coisas maiores....
Ele era humilde ele era um de nós...
Ele é e sempre será nosso Rei, nosso Mestre e nosso maior exemplo de humanidade significativa, já vista pelos homens, ele era simples e também divino, a ponto de nos trazer o amor...
Poesias Líricas ao Rei Jesus
Mãe, quando falamos essa palavrinha 'mãe' dá um aperto no coração, aquele friozinho na espinha.
Sabe, mãe, você sempre foi puro coração, e não é clichê, não importa a minha idade, serei sempre seu bebê. "rsrs"
Minha rainha, você me deu a vida, me ensinou os primeiros passos, cuidou dos galos e toma mertiolate nos ralados.
Mãe, você sempre esteve ao meu lado, nos choros, nos sorrisos, nas brigas, moleque desmiolado.
A vantagem disso tudo, mãe, virei um homem de bem. Sabe, mãe, você me apresentou o Rap também. 'Inda bem'.
Com rima, ainda por cima.
"Vo-cê - não - vai - pra - rua - cá - mo-le-ca-da". Cada pausa era uma mangueirada.
Mãe, tudo isso valeu, pois o que sobressaiu foi o amor que sempre me deu.
Hoje, mãe, seu aniversário, só tenho a dizer "te amo" e sem mais comentário.
Feliz niver, minha rainha ❤️
O Porão
No fundo do poço tem um porão,
com paredes pintadas de frustração,
onde o medo sussurra um grito,
e um trauma vira manuscrito,
com gotas de sangue e suor,
cada linha descreve um terror,
uma lágrima marca o papel,
o choro pedindo socorro pro céu,
rimas de dores, nas nuvens escuras,
implorando respostas tão duras,
vozes perdidas, na calada elas vem,
trazendo memórias que fere também,
verdades malditas, rasgam o peito,
ecoam saudades, um vazio sem jeito,
riscar, apagar, deletar, já não é possível,
por mais previsível, um arquivo invisível,
tatuado na pele, realismo sem cor,
sombreado que marca, hà rumor,
se eu pudesse, amassar essa folha,
reiniciar, começar, faria outra escolha,
No fundo do posso tem um porão,
quadros, retratam passos sem chão,
meu corpo levita, e não sinto leveza,
me deixo levar, pela correnteza,
gelada, escura e lodo, exala o terror,
a fé se dissolve, enriquece o pavor,
arregalo os olhos, parece uma luz,
se apaga na grade, eu vejo o capuz.
Refúgio
Em tempos tempestuósos
"Terra à vista" após o naufrágio...
Depois de um dia de sol
Que bom que a beleza da noite conforta...
Senão, o que seria de mim agora?
Te entreguei meu coração
Eu sei e sinto que recebi o teu de volta
Mas o dia foi curto...
Chegou a noite...
Ainda sinto teu toque, teu abraço apertado...
Teu cheiro grudou em mim, amor!
Sabe aquela blusa que você usou?
Não tive coragem de lavar...
Porque ainda te amo!
Perdemos-nos, não sei em que momento
Vou tomar água, olhar a lua...
Talvez cure esse nó na garganta
E acalme meu coração...
Que ainda quer ser teu.
A mensagem de Roberto Carlos é um desabafo diante de seus críticos, que não respeitam o trabalho de mais de 60 anos desenvolvido através da música.
Essa canção que ele canta é, de fato, um retrato das lutas, tristezas, lembranças, vitórias e emoções que ele e nós vivemos. É o retorno ao passado por meio de pensamentos e memórias que carregamos a vida inteira. São experiências de vida que começaram com os conselhos dos nossos pais, nos preparando para as adversidades da vida, para que, mesmo diante de críticas, nunca deixássemos de lembrar-nos das nossas origens. A nossa casa simples, a família honrada e o trabalho que dignifica e valoriza todos os nossos atos como seres humanos, independentemente da idade que tenhamos.
Pare! você chegou até aqui,
Relaxe por um instante, respire e mentalize o que quer fazer agora...
VOCÊ é capaz, capaz de realizar seus objetivos, todos eles,
sua energia está voltando, com tudo que o universo tem a te oferecer,
Aceite!
Aqui o mundo está no seu ritmo, sinta todas essas maravilhosas possibilidades,
pense em tudo que você pode realizar...é só querer, aqui e agora,
você vive, vive porque todos precisam do seu sopro de energia,
compartilhe,
a sua benevolência é o seu guia, sua paz seu alicerce,
caminhe,
e não se esqueça de deixar para trás tudo que não lhe serve mais
volte sempre!
estado-zien
Na vastidão do mundo, existe um lugar que sempre devemos ir
para viver em harmonia com nós mesmos e esse lugar se chama mente
Em nossa mente, fabricamos sonhos, que podem vir a se tornar realidade.
Ali no espaço vazio ainda a ser preenchido de ideias e desejos.
Podemos flertar com o infinito e ele ri da nossa capacidade de querer alcança-lo
E por mais que pareça loucura tentar imaginar nosso destino, no final do dia
aceitamos que tudo ainda será maior do que se imaginávamos, afinal, somos
apenas um grão a rolar no fundo de uma imensa cachoeira que traz renovação a cada gota
de chuva derramada em seu leito, a mercê de sua beleza e gloria.
Um Taxi para Estação Nordeste
O cantor e poeta Xangai com seu amigo cantor e poeta Geraldo Azevedo dizia;
Montado no meu cavalo, libertava Prometeu
Toureava o Minotauro, era amigo de Teseu
Viajava o mundo inteiro nas estampas Eucalol
À sombra de um abacateiro, Ícaro fugia do sol
Subia o monte Olimpo, ribanceira lá do quintal
Mergulhava até Netuno no oceano abissal
São Jorge ia prá lua lutar contra o dragão
São Jorge quase morria, mas eu lhe dava a mão
E voltava trazendo a moça com quem ia me casar
Era minha professora que roubei do Rei Lear
Essa história musicada e inventada mostra o devaneio de um povo que com sua inteligência e criatividade, busca por um novo mundo, um mundo onde a sombra de um abacateiro surge como um refúgio, mesmo sendo na ribanceira do seu próprio quintal, mergulhando no seu oceano imaginário e lutando para sobreviver ao sol escaldante e a seca cruel onde ele chama de Dragão.
Zé ramalho disse: É quando o tempo sacode a cabeleira, A trança toda vermelhaUm olho cego vagueia procurando por um.
Esse trecho diz muito para um bom entendedor, o tempo de “sacudir a cabeleira”, com aquela trança vermelha, existe um olho cego, que vagueia procurando por um. Quem souber ver e enxergar, sabe exatamente o significado de um olho cego que vagueia. Sobreviver no sertão nordestino é sem dúvidas uma constante busca por uma luz de esperança seguida de fé inabalável em dias melhores, contra a seca, contra a fome, e a falta de oportunidades.
No mês de junho, todos os olhos e atenções são voltados para o Nordeste, olhos que apenas enxergam as comidas típicas, as músicas, as danças os festejos juninos, a alegria de um povo que luta por sua sobrevivência por sua dignidade, luta por seus filhos terem um futuro melhor, uma luta constante pela sobrevivência com paixão, força, e uma busca de um “Domingo Azul”, uma luta que segue com o coração e uma crença em dias melhores, um povo que acredita em palavras de pessoas “estudadas”, pessoas que prometem uma vida melhor, pessoas que enganam e pisam em sua dignidade.
Graças a isso o povo nordestino é visto como preguiçosos, escravos de mesadas governamentais, e são acusados de serem o motivo de tantos problemas políticos no país, isso é muito injusto com essas pessoas, pois ninguém olha o povo nordestino com olhos de benevolência, apenas seguem o que veem em mídias, ninguém se propõem em viver nem que seja um mês em um sertão sem água sem energia, sem recursos para nada, quando as pessoas aprenderem a se colocar no lugar do outro, os julgamentos acabarão, e quando ouvir uma música de um cantor nordestino no mês de junho, não será só mais um forrozinho, e sim interpretar uma mensagem, um pedido de ajuda. E o Julgamento será interno e não externo.
Texto: Gleiciele Oliveira
Em um abraço todo o corpo é tocado e sentido por outro.
Abraço sem interesse, espontâneo, que acalma e surpreende.
Abraço também é reflexo de saudade. Nesse tipo de abraço acontece um afetuoso momento de calor entre os corpos, mantendo-os aquecidos depois de passado o inverno rigoroso da distância.
Abraçar é o mais incrível gesto de cuidado e carinho. Portanto abrace!
Madrugada silenciosa é sinônimo de pensamentos que fazem um tremendo barulho aqui dentro.
Essa turbulência gritante em mim traz consigo as incertezas de um futuro próximo, e isso me angústia.
O medo é assustador quando não se sabe quais serão as próximas etapas, ou melhor, o que essas etapas vão render.
Imaginar te perder, por exemplo, além de amedrontar causa um certo desespero, pois infelizmente é uma possibilidade quando não se sabe o que pode acontecer.
Hipóteses serão inúmeras, surpresas serão inevitáveis, sentimentos incontroláveis, essas são algumas das coisas da vida e os seus quebra-cabeças.
Entretanto enquanto houver vida para ser vivida farei o que preciso for para amenizar essa dor, que insiste em querer me enlouquecer, quando penso que posso te perder.
Porque te perder pode até ser uma possibilidade, mas não permitirei que se torne realidade.
Sei da fragilidade da minha existência, nesse impetuoso lugar
Sou um barco de papel e não posso ancorar.
Sei que toda tempestade, ao mar se lança com vontade
Nas suas ondas faz alarde, para que eu possa me afogar.
Sei bem mais sobre a calmaria, e nela sigo com agilidade
Pois é onde Deus faz caridade, para que eu navegue com vontade
E sobreviva mais um dia.
Estava preso
Durante um tempo
Amaldiçoado
Em um encantamento
Seu perfume
Ficava no ar
Seu toque
Nas águas do mar
Sua falta
Na escuridão da rua
Seu olhar
Na luz da lua
Seu calor
No raio de sol
Minha sina
Peixe e anzol
Hoje livre
Fugi disso tudo
Vou andando
Andar vagabundo
Sem destino
Achado e perdido
Onde passo
Vou sendo acolhido
Não cobro amor
Nao peço esmola
Passarinho
Livre de gaiola
Com migalhas
Só marco o caminho
Estou livre
Mas nunca sozinho
DIÁRIO DE UM ALMIRANTE
Da nostalgia do último sopro
vive as apagadas velas
dessa pobre embarcação
Veste luto na bandeira
e pelas águas que vagueia
traz pesar em seu timão
Por ironia do destino
viu a frota naufragar
Por que só os meu amigos
falta água nesse mar?
Não restaram dias de glória
navegando essa memória
até Netuno apagar
O PEQUENO POLEGAR
Havia um par de botas
Mas não um par comum
Serviam pra toda a gente
Cabiam em qualquer um
Não eram botas surradas
Nem tampouco elegantes
Enfeitiçadas pelas fadas
Guardadas pelos gigantes
Basta saber aonde ir
Essas botas não dão trégua
Botas rápidas feito o vento
As botas de sete léguas
Um grande bruxo as possuía
Até alguém dele roubar
O mais jovem de sete irmãos
O pequeno polegar
Abandonados pelos pais
Pois não tinham o que comer
Na floresta foram largados
Tinham mais chances de viver
Com as botas de sete léguas
Já não havia choro
Enganaram o velho bruxo
Levaram todo o seu ouro
Mas o bruxo era malvado
Se isso serve de consolo
Acharam o caminho de casa
Dividiram o seu tesouro
E não há quem não conheça
Aqui ou em qualquer lugar
Terror dos bruxos e dos gigantes
O pequeno polegar!
E nesse jardim abandonado
Tudo permanece intocado
Foi um jardineiro dedicado
Que arrumou tudo isso aqui
Mas pra quê o cadeado?
Por que tudo esta trancado?
E as visitas do outro lado?
Não quer mais ninguém ai?
Deixe os beija-flores entrar
Eles não querem bagunçar
Na verdade, querem mostrar
Que ainda vale a pena sorrir
Entre Sol e Lua
Sou Gêmeos, ela é Escorpião,
um cosmos de contradição.
Eu, o vento que dança em espirais,
ela, o mistério das águas abissais.
Diz que gosta, mas às vezes foge,
um eclipse que nunca se resolve.
Sua ausência é um labirinto,
e sua presença, um céu faminto.
Somos água e fogo,
um caos em eterno diálogo.
Eu explodo em palavras, ela em silêncio,
um poema sem consenso.
Ela é lua, distante, enigmática,
eu sou sol, ardente e dramático.
Mas quando nossos mundos colidem,
o impossível, enfim, decide.
Que entre distâncias e melodias,
somos estrelas de outra galáxia,
traçando órbitas que se desviam,
mas sempre voltam à magia.
