Texto para um Amor te Esquecer

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⁠Sozinha

Ela está sozinha em casa
Não tem com quem desabafar
Toma um gole de bebida
Pra tentar se animar.

Seu olhos estão vermelhos
Ela olha no espelho, então.

Não quer ficar sozinha
Mas, também não quer Cia
Ele mora na França
Ela na Turquia.

Tentei lhe salvar, ela não quis
Tentei lhe ajudar, não sorriu pra mim.

Tudo bem, um dia quem sabe, talvez.
Tudo bem, um dia quem sabe, talvez.

Inserida por JRAL

É normal sentir que sua vida não tem um futuro tão bom quanto imaginava? É normal não ter nenhuma coisa que arranque um sorriso seu? É normal chorar todos os dias? É normal não conseguir ficar feliz com nada?
É normal não conseguir ter nenhum pensamento bom durante meses? É normal ter que fingir estar feliz, enquanto por dentro você está desmoronando? É normal desistir de procurar alguma coisa que te deixe feliz, apenas por achar que nada pode te trazer esse sentimento? É normal um aperto no seu coração todos os dias antes de dormir? É normal acordar e logo sentir que seu dia será monótono, e nada poderá mudar isso. É realmente normal sentir que você não é nada perto de outras pessoas? É normal se diminuir, se comparar com qualquer pessoa que passa por você? É normal ficar lembrando do passado toda vez, e toda vez se sentir mal por acontecimentos que não foram culpa sua? Isso tudo não é normal, mas você sente isso a tanto tempo, que esse sentimento acaba se tornando parte de si. E piora quando você não consegue colocar nada para fora, e a única coisa que te resta, é escrever no bloco de notas do seu celular.

Inserida por julianna_21

⁠Um dia me perguntaram porque eu nunca apaguei nossas mensagens e logo de cara eu pensei apenas que seria muito apegado, mas na verdade são naquelas mensagens, naquelas conversas, nos áudios mais curtos até os mais longos, nas piadas e até nas brigas. Algo que parecia tão mínimo é onde estão guardadas todas as lembranças, memórias e principalmente todos os momentos e de maneira alguma eu arriscaria perder tudo.
Um simples clique iria fazer tudo desaparecer, em um segundo tudo pode mudar e talvez eu nunca mais lembrasse da risada mais contagiante do que qualquer coisa no mundo poderia ser, a forma como se irritava facilmente e como no mesmo instante revirava os olhos, sim seus olhos que em meio a escuridão poderiam iluminar tudo e mesmo nos dias mais claros teriam sua profundidade ali emitida, era impressionante que todos os defeitos que você apontava viravam mais mínimos do que já eram quando comparados a imensidão em que você se tornava.
Isso era você, ou pelo menos uma parte sua que eu nunca vou me esquecer.
Hoje eu acredito que as pessoas são passageiras e talvez a vida seja como um vagão de trem onde não importa quantas pessoas tem nele, porque em alguma hora, algum dia ou em uma fração de segundos todos irão sair, para que outras possam entrar e o trem continue viagem...
Sim eu vi o momento em que você desceu desse vagão, foi como se eu estivesse amarrado nos trilhos, onde não importaria o quanto eu gritasse, ainda estaria preso sem ter como mudar nada, lembro das portas se fechando e da certeza de que ali seria o nosso último momento, última troca de olhares e o ultimo te amo. Ali eu percebi o quão doloroso era a palavra adeus.

Inserida por leleo06

Para além dos elementos visuais e sensações que a constituem a partir de um certo olhar, ⁠a paisagem geográfica - ou a percepção geográfica da paisagem - depende simultaneamente de um ponto de vista, de um tema de acesso e de um modo de busca. Se o lugar do observador e a escala de observação conformam instâncias constitutivas fundamentais da paisagem, esta depende ainda de uma temática de acesso e de um modo de busca.

Há um olhar que busca na paisagem as marcas da violência social – material ou simbólica – e que irá procurar os sinais de segregação, a hierarquização espacial da riqueza e da miséria, as tecnologias de segurança, os dispositivos sociais de controle, as cercas e portais que impedem ou franqueiam acesso aos diversos tipos e grupos sociais. Para este olhar, os cartazes que se perfilam na avenida denunciam as tentativas de controlar as tendências de consumo, bem como os artifícios da manipulação política. Há outro olhar que perscruta os estilos arquitetônicos, a história das fachadas, dos adornos e das epígrafes. E, assim, há muitos olhares, cada qual partindo de sua temática de acesso, de modo que não se contempla a paisagem simplesmente, mas nela se busca algo, ao mesmo tempo em que é esta mesma busca que a constitui.

O que se procura com o olhar – a natureza que se enlaça aos artifícios construídos pelos homens, as marcas da produção ou a curiosa ‘história em mosaico’ das tecnologias que se superpõem umas às outras, entre tantos e tantos temas de busca – eis aqui uma instância definidora da paisagem, considerando que esta não pode ser examinada com mera neutralidade, como uma totalidade inerte que já tem tudo ou nada a dizer. Há o que se busca, mas também o modo de busca: o olhar paciente e atento dos botânicos e biólogos, o olhar recriador do artista ou o olhar inquiridor dos cientistas sociais. O policial que investiga o crime.

Cada modo de busca, mais rápido ou lento, detalhista ou generalista, permite que sejam vistas algumas coisas e não outras, que sejam recriados de uma certa maneira os elementos que se combinarão para configurar esta totalidade que se dá a perceber como paisagem. O ponto de vista, a escala, o tema de acesso e o modo de busca, portanto, constituem um primeiro conjunto de chaves requeridas para adentrar o fascinante mundo da paisagem.


[trecho extraído de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p.57]

Inserida por joseassun

A Rua do Ouvidor - na cidade do Rio de Janeiro - pode nos oferecer um exemplo interessante de acorde-paisagem. ⁠Essa rua, de lado a lado de suas margens de calçadas, possui edifícios que já estão ali há tempos. Alguns, embora restaurados, surgiram há mais de século; outros, são mais recentes. De todo modo, os prédios de uma rua constituem um acorde de notas duradouras na sua paisagem. Nem mesmo a especulação imobiliária pode substituí-los muito rapidamente. Quanto há tombamento do edifício que é declarado patrimônio público, então, a permanência é mesmo protegida por lei, e promete se estender contra a especulação imobiliária, ou mesmo contra as mudanças de formas e funções demandadas pelos sucessivos modelos econômicos e tecnológicos. Alguns dos majestosos edifícios históricos e das construções arquitetônicas da velha cidade de São Petersburgo – uma cidade que já mudou de nome algumas vezes ao sabor dos diversos regimes – atravessaram perenemente as rússias do czarismo, do bolchevismo, do stalinismo, da glasnost, e do neoliberalismo.

Na Rua do Ouvidor, podemos encontrar antigos sobrados convivendo com construções bem mais recentes. Essa diversificada arquitetura de fundo, e a estreiteza de seu passeio público, constituem o acorde de base na paisagem desta famosa rua do Rio de Janeiro. Entrementes, como dizíamos atrás, existem em uma paisagem urbana muitas notas mais breves, de meio expediente. As barracas de camelôs abrem-se às dez horas da manhã, e ao final da tarde já estão se recolhendo. São notas de duração mais curta, por assim dizer. Cíclicas, porém, elas retornam no dia seguinte.

O mesmo se dá com as aberturas para o interior das lojas e repartições, disponibilizadas ao público durante todo o dia. Também elas se fecham ao fim do expediente, substituindo suas chamativas vidraças pelas sóbrias persianas de ferro, e retirando da paisagem todo o seu colorido e movimento diário. O dia seguinte as trará de volta. Ao final da tarde, e adentrando a noite, a paisagem é invadida pelas mesas e cadeiras desmontáveis que se oferecem como extensões para os bares da rua e que recebem os trabalhadores em sua busca de alguma diversão e relaxamento ao final do expediente. Todas estas notas que retornam ciclicamente a cada expediente constituem como que acordes de duração média que se alternam sobre o acorde mais permanente dos edifícios e do passeio público.

Há, todavia, os passantes. Uma multidão diferente a cada dia percorre a rua, conformando um fluxo contínuo de pedestres, mas com uma radical variação de pessoas e com sensíveis mudanças na intensidade do fluxo de acordo com o horário e conforme seja este ou aquele dia da semana. Alguns passam apenas ocasionalmente pela rua. Outros fazem dela um caminho rotineiro, a certa hora aproximada do dia.Os passantes constituem sempre um acorde fluido formado por notas de curta duração: são as ‘notas de cabeça’ que rapidamente se volatilizam. Atravessam fugazmente uma paisagem e não mais retornam.

Os prédios, contudo, perduram, como notas de fundo que se fixaram intensamente na pele urbana, ou como graves baixos a ressoar sob a melodia infinita da paisagem. Alguns destes prédios viverão muito, e talvez estejam ali daqui a um século, carregando um pouco da nossa época para as paisagens futuras. Outros prédios vão durar menos; serão um dia substituídos por novas notas. Isso é um acorde: uma superposição complexa de notas de durações distintas, umas mais permanentes que outras, e algumas delas bastante fugidias. No caso, temos mesmo um poliacorde – à maneira dos músicos modernos e dos mestres-perfumistas –; um acorde formado por três acordes com tendências a diferentes durações: o acorde-base dos edifícios, o acorde-coração do comércio ou da boemia de meio expediente, e o acorde-de-topo formado pelas inúmeras pessoas que vão e vem para passear, comprar, vender, trabalhar, fiscalizar, infringir leis, beber, ou somente passar a caminho do seu destino.


[trecho de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p.109].

Inserida por joseassun

⁠POEMA À MORTE


Estava nascendo
Podia sentir a sua respiração!
Não sabia ainda se seria um poema alegre
Ou triste,
Mas já percebia que seria intenso

Faltava pouco, muito pouco
Apenas algumas palavras
Encontrar a rima ou o ritmo final
E dar alguns retoques

Ah desgraça sem graça!
Musas implicantes,
Senhoras da pirraça!

Quase nascendo,
O poema não encontrou a rima
Quebrou o pé de maneira infame
Antes de dar o primeiro passo

Olhou-me, triste,
Entre envergonhado,
E lamentoso
E foi puxado para o inferno
Das obras não realizadas

Enterrei-o de maneira singela,
Com honra
mas sem grandes funerais ...
E chorei pela sua alma
Durante toda uma semana

Às vezes, mesmo hoje,
Tão longe no espaço-tempo,
Posso ainda vê-lo à morte
Com a respiração ofegante
Diminuindo pouco a pouco

Coberto com o manto negro
Das palavras que apenas mancham papéis
Sem frequentar a boca das pessoas,
Ali está ele - entre as frias paredes da memória
soltando seu último suspiro


[publicado na Revista da Academia Lagartense de Letras, vol.1, nº7, 2021]

Inserida por joseassun

⁠O anel

Aos solitários a vida garante um vazio
Mas aos desafortunados a angústia
É ser um dos poucos entre muitos
O destino cruel guardado ao olho cego
Por tais águas escuras e calmas navego
Um redemoinho me agarra e expõe
A carapaça da ignorância é penetrada
O sussurro é uma arma suja e cruel
Ainda mais depois da verdade revelada
Guio a embarcação até outro porto
Meu esforço sequer valeu-me
Não foi a água que me fez morto
Mas a palavra que se desonrou

Inserida por TonyLee

⁠SILÊNCIO EM VERSOS

Por vezes tentei o silêncio descrever
Como um fotógrafo o silêncio fotografar
Um psicólogo o silêncio entender
Como um filósofo o silêncio filosofar.

Um pintor o silêncio pintar
Como um ouvinte o silêncio escutar
Um relator suas histórias relatar
Como orientador o caminho a direcionar.

O silêncio é pessoal, difícil de estudar
Permaneça em seu canto e tente relaxar
Nada mais importante que os olhos fechar
Respire fundo, os pensamentos irão aflorar.

Relaxe e pense num mundo a explorar
Homens em guerra, nada a desfrutar
Miséria sem comida para se alimentar
Na política, coisas difíceis de decifrar.

Pense na paz para o mundo harmonizar
Na família para a felicidade proporcionar
Pense em si mesmo para não silenciar
Concretize o silêncio, não é para se calar.

Inserida por nivaldo2021

⁠SILÊNCIO

Vejo o silêncio na ausência de um filho
Nos olhos arregalados de uma criança assustada
No cochilo de um idoso.

Vejo o silêncio nas noitessem luar
Com as calmarias nas águas das lagoas
Nas madrugadas frias de geadas.

Vejo o silêncio na luta pela vida
No olhar dos namorados
No isolamento de uma pessoa.

Vejo o silêncio nos planos não compartilhados
Sem ter esperança de um novo encontro
No inicio de uma caminhada.

Vejo o silêncio nos lábios de um moribundo.
Pela perda de uma paixão
Nos momentos de solidão.

Vejo o silêncio como ponto de partida
Na falta de alegria
Na família desestruturada.

Vejo o silêncio como a morte de uma pessoa!
No maltratar os animais
No abandono de uma criança.

Vejo o silêncio...

Inserida por nivaldo2021

⁠SOMBRAS

Nesse poema trago as amarguras e decepções
Sinto-me um ser vagando pelas ruas na contramão
Cabisbaixo, perdido sem direção envolvido pelas sombras
que se apoderam da minha insatisfação.

Faltam luzes no meu pensamento
deixando os sentimentos presos
a uma névoa, envolto de indecisão
Não sei se são sombras do passado.

Do presente que me causam inquietação
Sobretudo muita desilusão
continuo lutando para um dia fugir
dessas sombras que vivem a me perseguir.

Do futuro nada a dizer
Se do passado não me defini
Do presente não me encontrei
Talvez as sombras continua a seguir.

Inserida por nivaldo2021

⁠TRAJETÓRIA
Não nasci em berço de ouro,
Mas tenho um ouro de família.
Cresci em meio à pobreza,
Mas rico em felicidade.

Meus amigos são poucos,
Mas todos de qualidade
Estudei em escolas públicas,
Mas cheias de particularidades.

Não fiz leitura de muitos livros,
Mas os poucos foram de riquíssimo conteúdo
Minha vida não foi um mar de rosas,
Mas as poucas que colhi foram maravilhosas.

Estou feliz no presente,
Mas agradeço a Deus pelo meu passado
Estou envelhecendo e mais amável,
Menos crítico de mim mesmo,
Hoje sou meu próprio amigo.

Passei a vida sempre bem organizado
Mas tenho o direito também de ser desarrumado
Já tive corpo sarado, bonito de ser observado,
Hoje nada atraente, que se dane!
Um dia todos envelhecerão também.

Nesta idade algo pode ficar esquecido,
Mas certas coisas devem ser mesmo esquecidas, não é?
Por alguns momentos senti meu coração partido,
Porém me deu forças para compreender e amar.

Meus cabelos eram volumosos e de cor natural,
Hoje quase nada e o pouco que tem é grisalho
Aquele rosto liso e sem manchas
Deu lugar para as marcas do tempo.

Mas com experiências acumuladas
O choro bloqueado no passado,
Hoje deixarei as lágrimas rolarem
Um dia deixarei este mundo,
Mas jamais lamentarei
Só levarei felicidade.

Sou feliz por estar neste espaço terrestre,
Pois muitos não tiveram o direito de nascer
Desejo viver intensamente esse momento
E os outros sessenta e cinco anos também.

Inserida por nivaldo2021

⁠VIAJAR

Por um instante começo a viajar
Nos problemas não quero pensar
Uma viagem por onde a mente me levar
Longe de dor ou doença para curar.

Caminhos livres para passear
Sem cadeados para me bloquear
Sair pelo mundo livre sem me julgar
Como andarilho um rumo tomar.

Quem sabe com um livro me aventurar
Nas entrelinhas algo de bom encontrar
Frases emocionantes que venham me agradar
Para satisfazer meu ego e fazê-lo brilhar.

Por que não? Como um pássaro a voar
Ou como uma cigarra cantar
Ser uma estrala e como ela brilhar
Até mesmo a lua para as noites iluminar.

Jamais sentir medo e a todos amar
Aproveitar o momento e os amigos abraçar
Viver a realidade e não delirar
Esta é apenas uma viagem! Pode acordar!

Inserida por nivaldo2021

⁠⁠Chega um momento em nossas vidas que é necessário muitas das vezes abrir mão.
Abrir mão de insistir, abrir mão de tentar, abrir mão de correr atrás, abrir mão de lutar.
Não que isso seja um sinal de covardia ou fraqueza, é apenas você demonstrando que existem certas coisas que não vale mais o sacrifício e muito menos o empenho, por se tornar um desgaste que consome todas as suas forças.
Se preserve e lute por aquilo que realmente vale cada fração de segundos do seu esforço e não desperdice seu tempo no que seja mentira ou superficial.
Ricardo Baeta.

Inserida por RicardoBaeta

⁠A VELHA CAIXA DE SAPATOS!

Uma velha caixa de sapatos,
atada com um cordão desbotado
repleta de papeis e retratos,
me levou de volta ao passado.

Comecei a olhar com carinho
cada um daqueles documentos,
partes do meu longo caminho,
registros dos meus sentimentos.

Uma carta, de setenta e três,
me jurava um amor infinito,
que terminou no outro mês,
me deixando triste e aflito.

A foto de um pavilhão,
me lembrou uma namorada
para quem fiz uma declaração
as quatro da madrugada.

Um convite de casamento,
de um amigo do passado
me lembrou que no momento,
ele encontra-se divorciado.

Uma poesia rebuscada,
num guardanapo escrita,
me recordou da namorada
que era muito bonita.

Um poema de adeus
e um cartão de Natal
me trouxeram os olhos teus,
achados num carnaval.

Um bilhete amassado,
escrito com mão tremida,
vestígio de um fracassado
amor, na minha vida.

E quando a noite chegou,
na caixa de novo guardei,
tudo aquilo que restou
de tanto por que passei,
amarrei de novo o nó,
soprei da caixa o pó
e no armário tranquei."

⁠A falta de respeito entre os "cristãos" é um câncer dentro das igrejas.

Os piores comentários, mais grosseiros e mais baixos, não vêm dos ímpios, mas dos "crentes".

Os piores inimigos da igreja estão dentro da própria igreja.

As redes socias estão expondo o joio, que não tem vergonha de se mostrar.

Como pastor, eu prefiro lidar com ímpios do que com "crentes", pois suas atitudes envergonham cada vez mais o Evangelho de Cristo.

Inserida por pastorklebao

⁠"Somente com um olhar sensível de gestão que será possível reconhecer as reais necessidades organizacionais e projetar para o futuro as competências, habilidades e atitudes necessárias para vencer os desafios do mundo contemporâneo e alcançar a harmonia e estabilidade econômica. São as estratégias de crescimento, orientando possibilidades para planejar um ambiente de trabalho cada vez mais harmonioso e produtivo, tendo na motivação dos colaboradores, um diferencial de valorização que preza pelo respeito a todas as funções exercidas, dedicação e disponibilidade para aprendizagem corporativa"

ADM. MARCOS ANTÔNIO LENES DE ARAÚJO

Inserida por MARCOSLENESARAUJO

"⁠Um gerenciamento de mudanças eficaz é aquele capaz de enfrentar os maiores desafios, ultrapassar barreiras e vencer dificuldades, tendo nos indicadores de desempenho financeiro e econômico, os recursos assertivos para traçar os melhores caminhos e seguir adiante com mais segurança, eficiênciae confiabilidade. São as estratégias gerenciais entrando em ação e fazendo a organização conquistar cada vez mais espaço, utilizando as competências, habilidades e atitudes como referências para o desenvolvimento organizacional, criando planos de ação, construindo projetos e transformando ideias em oportunidades"

ADM. MARCOS ANTÔNIO LENES DE ARAÚJO

Inserida por MARCOSLENESARAUJO


"É na construção das metas e objetivosque um ser humano pode viajar pelas estradas dos sonhos, conhecer os caminhos da motivação e reconhecer nos maiores desafios de uma vida a oportunidade para gerenciar os seus anseios e necessidades, superando seus medos e fragilidades na busca pelo alcance do sucesso. São as mais valiosas estratégias de gestão entrando em cena e revelando que é por meio da preparação, aperfeiçoamento e qualificação que os sonhos podem se tornar realidade"

MARCOS ANTÔNIO LENES DE ARAÚJO, GRADUADO EM RECURSOS HUMANOS

Inserida por MARCOSLENESARAUJO

"⁠São nas estratégias de motivação, aperfeiçoamento e qualificação que um colaborador encontra as maiores possibilidades para o crescimento, desenvolvendo conhecimentos, habilidades e atitudes rumo a maximização de desempenhos. É a gestão do capital humano entrando em ação e mostrando que é na valorização de cada profissional que uma empresa se consolida economicamente, tendo no exercício da função de cada colaborador um horizonte de desenvolvimento que preza pela interação harmônica da equipe de trabalho, conduzindo através dos valores organizacionais aos melhores caminhos para o sucesso"

ADM. MARCOS ANTÔNIO LENES DE ARAÚJO

Inserida por MARCOSLENESARAUJO

Um certo dia, paramos e olhamos para dentro de nos mesmos, não conseguimos prevê quando esse dia vai chegar, talvez no aniversário, talvez no ano novo, ou até talvez quando estivermos dirigindo, mas quando chega, sentimos que esse momento se torna importante.
Nesse dia pensamos sobre nossas atitudes, nossos medos e como afetamos as pessoas que estão ao nosso redor e é nesse momento de reflexão que cremos que podemos nos transformar, mas sendo o que somos sabemos que não conseguimos ser a nossa melhor versão todos os dias, porém todos os dias devemos tentar. ⁠

Inserida por almirmarques