Texto para um Amor te Esquecer

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⁠Silêncio que Respira

No ruído das máquinas,
busco um silêncio que respira.
Onde a alma não se explica
ela apenas é.

Há pixels que brilham,
mas não iluminam.
Há palavras que gritam,
mas não curam.

No fundo da ausência,
escuto o que o mundo enterra:
a ternura do instante,
a fé sem altar,
a justiça sem plateia.

As mãos vazias,
que não postam, não vendem, não imploram
essas sim, sustentam o invisível.
Essas escavam a verdade
que o ouro não compra
e que os likes não alcançam.

Na palma da mão, não carrego espadas,
mas sementes.
E mesmo que a terra esteja dura,
é nela que insisto em plantar
o impossível.

Porque há um Deus que não cabe em dogmas,
um amor que não vira tendência,
e um eu que não quer mais performance
quer presença

Inserida por luis_ricardo_777o777

⁠Nem toda curva da vida tem placa de aviso,
Nem tudo que se perde de fato é um prejuízo.
Há dor que desperta, há fim que liberta,
E sonho que nasce quando a alma está aberta.
Caminho incerto, mas cheio de lição,
Tropeço que forma o rumo da missão.
A ausência ensina o valor do abrigo,
E o tempo revela quem anda contigo.
Não temas o escuro, nem temas a queda,
Às vezes é no breu que a luz mais se enreda.
A vida é estrada sem mapa preciso —
mas todo desvio pode ser um aviso.

Inserida por malukpark22_1103133

⁠“Carta para um dia inesquecível"

Era manhã de domingo, e o céu parecia sorrir por entre os vitrais da igreja.. Entre as cadeiras e sorrisos, entre cânticos e passos pequenos, encontrei uma luz inesperada, o nome dela é Gabriely, uma criança de 9 anos..

Ela corria com liberdade, com aquela pureza que só as crianças carregam nos olhos.. Tinha nos gestos uma alegria tão genuína que me fez lembrar do que é ser inteiro por dentro.. Brinquei, corri, fiz ela rir, rodei ela nos braços e a ouvi como criança, como ninguém ouve ou percebe..
Adultos que estão tão centrados no próprio ego, que não conseguem descer do pedestal, e ouvir genuinamente a compreensão juvenil.. Adultos que matam e reprimem a criatividade e carinho que existe em certas crianças, que não foram contaminadas pela vulgaridade do mundo..
E, no meio das risadas, me vi criança outra vez..

Houve um momento, simples, mas eterno, em que, agachado do lado de fora da igreja, senti seus bracinhos ao redor do meu pescoço, enquanto conversava com a amiga Bruna dela.. Um abraço que dizia tudo sem palavras, algo tão estranho e único que eu conseguia sentir e ouvir as risadas dela.. Um carinho que muitos adultos já esqueceram como dar, uma sensação única, que não há maldade.. Um gesto puro que me ensinou o que é amor sem desejo, presença sem obrigação, cuidado sem troca, sentimento sem malícia..

Ela dormiu depois de comer muito, e eu fiquei ali, ao lado, só passando a mão na suas costas, cabelos e braços, como quem tenta guardar aquele instante dentro do peito, tentando tornar eterno.. Não havia pressa.. Não havia malícia.. Só havia afeto, uma vontade de cuidar e proteger.. Um tipo de amor que não pede nada, que só quer proteger, fazer sorrir, deixar leve..

Quando ela me viu na fila do almoço e ficou me esperando, sorridente, corada, com as duas mãos na cadeira, para que eu sentasse ao lado dela.. Aquilo me atravessou como um sol quente no meio de um inverno interno.. Eu fui ouvido, visto, e por uma criança, que só responde com verdade, sem máscaras, somente o puro sentimento, algo que muitas pessoas não sabem ser..

Gabriely não foi só uma menina que conheci num domingo.. Ela foi um espelho de algo que me faltava.. Foi uma resposta à minha vontade de dar amor puro, de me conectar, de ser bom por inteiro, sem segundas intenções.. O que ela sentiu, eu também senti, uma conexão genuína.. E não era sobre posse, nem sobre controle.. Era sobre ser humano com outro ser humano, não era cuidar por obrigação, e sim porque um sentimento havia nascido ali..

Hoje guardo esse dia como se fosse uma carta escrita no coração.. Com a lembrança de uma menininha que me deu risadas, beijos na bochecha e, acima de tudo, a certeza de que eu sou capaz de amar de forma pura, sem maldade, algo que dificilmente as garotas sabem perceber..

E isso é tudo o que eu precisava saber..

Inserida por Salatiel

Coração em dúvida

Quando o peito ainda hesita,
E a mente quer avançar,
Fazer algo é um passo incerto,
Que o coração não quer dar.

O corpo age, mas o sentir,
Fica preso em silêncio e dor,
É um gesto meio torto,
Que revela um medo interior.

Bater no peito, pedir perdão,
Nem sempre é o melhor caminho,
Às vezes o tempo é o mestre,
Que cura o nó no destino.

Aceitar não é só dizer,
É sentir, é se entregar,
E quando o coração não aceita,
É preciso respeitar.

No constrangimento há um espaço,
Para crescer e compreender,
Que nem toda ação apressa,
O que o coração quer viver.

Inserida por jbrogerio

⁠O Saleiro Espertinho

Ana era uma garota espevitada, cheia de energia e com um talento especial para pregar peças no namorado João — ou melhor, no Príncipe, como gostava de chamá-lo quando queria ser carinhosa (ou um pouco travessa).

Numa manhã ensolarada, Ana se aproveitou para trocar tudo de lugar no armário dos temperos. O açafrão foi para o lugar do orégano, o cominho para o do sal, a pimenta para o do açúcar — uma verdadeira confusão aromática.

Depois de terminar, saiu rindo baixinho, ansiosa para ver a reação do Príncipe. Mas, curiosa, voltou ao armário no dia seguinte para conferir se ele tinha colocado tudo de volta no lugar. Para sua surpresa, o armário estava como ele sempre deixou! O Príncipe percebeu a bagunça, mas parecia não ter gostado do “novo arranjo”.

Ana não se deu por vencida. No dia seguinte, voltou ao armário e decidiu fazer uma mudança mais sutil: mexeu apenas no saleiro. Só ele. Colocou o saleiro no lugar do açúcar, deixando o resto do armário intacto.

Quando o Príncipe entrou na cozinha para preparar o almoço, abriu o armário, pegou o saleiro e... parou. Olhou para o saleiro, olhou para o açúcar, coçou a cabeça e sorriu.

— Ana, você mexeu no saleiro de novo, né? — perguntou ele, já sabendo a resposta.

Ana, sentada na mesa com um sorriso de quem acabou de ganhar uma partida, respondeu:

— Só para você não esquecer que a cozinha é minha área de diversão!

O Príncipe riu e disse:

— Tá bom, você venceu essa. Mas cuidado, porque amanhã eu vou revidar!

E assim, entre saleiros trocados e risadas, Ana e seu Príncipe transformaram a cozinha numa verdadeira arena de brincadeiras, onde o amor e a diversão eram os temperos principais

Inserida por jbrogerio

⁠Reflexão sobre Ética, Dignidade e Oportunismo

A ética é muito mais do que um conjunto de regras ou códigos a seguir. Ela é a base invisível que sustenta nossas relações, decisões e a própria noção do que é justo e correto. Ser ético é agir com integridade mesmo quando ninguém está olhando, é escolher o caminho difícil porque é o caminho certo, é respeitar o outro mesmo diante do conflito ou da adversidade.

Em um mundo onde a velocidade dos acontecimentos e a busca pelo sucesso imediato muitas vezes dominam, a ética se torna um ato de coragem. Porque manter-se fiel aos próprios valores pode significar abrir mão de ganhos fáceis, desafiar injustiças silenciosas e resistir à tentação do oportunismo.

O oportunismo, por sua vez, é o contrário da ética. Ele apaga memórias, desconsidera esforços, destrói laços e reescreve histórias para benefício próprio, sem respeito pelo passado ou pelas pessoas envolvidas. É a voz que troca a gratidão pelo interesse, a verdade pela manipulação, a construção pelo desmonte. O oportunista olha para trás e vê apenas aquilo que pode ser explorado, esquecendo tudo o que foi vivido e construído.

Nosso futuro é, por natureza, incerto. Não sabemos quais desafios ainda enfrentaremos, nem quais portas se abrirão. Mas há algo que não pode ser deixado para trás nem perdido em meio a esse caminho: a dignidade. Ela é o farol que guia a conduta, o alicerce que sustenta a alma e o legado que deixamos para aqueles que virão depois.

Resistir ao oportunismo, então, não é apenas uma defesa pessoal — é um ato de preservação da humanidade que carregamos dentro de nós. É a reafirmação de que, apesar das adversidades, manter-se íntegro vale muito mais do que qualquer ganho efêmero.

No fim, a ética não é só um valor. É o que nos define. E a dignidade é o que permanece quando tudo mais se desfaz.

Inserida por jbrogerio

⁠SOBRE A CRUZ...
Na cultura católica, a cruz vive presente no hábito da irmandade; é um instrumento de fé na vida cotidiana desses irmãos. É usada por alguns, para exorcizar pessoas possuídas por entidades do mal. — Por líderes espirituais e religiosos que acreditam que os espíritos imundos encarnados, nas suas abordagens, corram da cruz.

Inserida por NemilsonVdeMoraes

⁠A REVOLTA DOS SANTOS

Um manifesto para quem ainda acredita na luz, mas não aguenta mais a farsa

1. O SUSSURRO QUE NINGUÉM OUVE
Você sente, não sente?
Algo está errado.

Não é um erro gritante. É um veneno doce, um câncer que se passa por remédio.

O mal não veio de capa preta. Veio de marketing sagrado. De Deus em promoção. De fé com entrega grátis.

E você, bom demais para desconfiar, foi engolido.

2. A FÉ QUE VIROU MOEDA
Seu coração clama por infinito.
E te vendem curtidas.

Sua alma anseia por sagrado.
E te empurram entretenimento espiritual.

Fizeram da sua sede de Deus um consumo. Da sua oração, um algoritmo. Da sua esperança, um produto.

Pergunte-se:
Quando sua fé realmente quebrou algo?
Quando sua bondade de verdade assustou alguém?

3. OS VENDEDORES DE DEUS (E OS COMPRADORES DE ALMAS)
Os novos fariseus não apedrejam ninguém na rua.
Eles te cancelam nos stories.

Não cobram impostos no templo.
Cobram sua autoestima em troca de "bênçãos".

O altar virou palco. O milagre virou espetáculo. O silêncio sagrado virou tráfego engajado.

Jesus não sorria pra foto.
Jesus quebrou a mesa dos picaretas.

4. A BONDADE QUE NÃO SERVE PRA NADA
Te ensinaram que "ser bom" é:

Não questionar

Não perturbar

Pagar a assinatura do céu


Mas ouça isso:
Bondade que não incomoda é enfeite.
Fé que não transforma é placebo.

Você foi treinado para ser inofensivo.
Para ser vela embaixo da mesa.
Para amor com nota fiscal.

Chega.

5. O CHAMADO DOS INQUIETOS
O reino dos céus não tem planos premium.
A verdade não tem patrocinadores.

Você quer algo real?
Terá que:

Amar sem hashtag

Crer sem garantia

Quebrar coisas em nome do sagrado


Como aquele homem que entrou no templo
e derrubou a mesa dos vigaristas.

(Sim, esse ainda é o modelo.)

6. O AVISO DOS DESPERTOS
Não seremos mais:

Seguidores de gurus de paletó

Assinantes de milagres

Compradores de perdão em 12x

Voltaremos ao essencial:
Ao silêncio que fala mais que 1000 pregações.
À fé que não cabe em nenhum post.
Ao amor que não pede like.

7. O DESAFIO FINAL
O anticristo não é um monstro.
É todo mundo que vende o que não tem preço.

E Cristo?
É todo mundo que se recusa a ter preço.

De que lado você está?

"Bem-aventurados os famintos de verdade, porque eles já estão fartos de mentiras."

✝︎
Para os que preferem o deserto aos templos lotados

Inserida por luis_ricardo_777o777

⁠OS LOUCOS: ELES ESTÃO POR PERTO

Você já sentiu um frio na espinha ao notar a presença de alguém?
Alguém que deixa uma sombra na sua alma, como se soubesse segredos que você nunca ousou contar?
Talvez tenha sido na escola, entre risos abafados num corredor mal iluminado.
Ou numa conversa que te fez parar — como se o tempo tivesse dobrado sobre si mesmo.

Talvez você ainda não os tenha encontrado — o que seria uma pena.
Uma falha do destino.
Um vazio que você nem percebe.

Mas cuidado: eles estão aí.
E há quem os evite com um muxoxo arrogante, como quem teme o que não consegue controlar.

Sabe aquelas figuras que, sem jamais te conhecer, mudam o jeito como você vê o mundo?
Talvez por tê-las observado de longe, talvez por ter ouvido um sussurro sobre elas.

Uma coisa é certa: você as conhece.
E isso te assusta.
Elas, através da loucura, acabam encontrando os milhares de personagens que você finge não existir em si mesmo.

Há aqueles cuja loucura atravessou eras.
Moldaram gerações.
Suas vozes ainda sussurram em cantos escuros, evocadas com um misto de orgulho e temor.
Como fantasmas que nunca partem.

Eu sei disso.
Fui tragado por vários deles.
Não sei quando começou. Mas sei que é um caminho sem volta.

No início, achei que poderia apenas espiar.
Manter distância.
Ficar imune àquela febre que consome.

Mas a loucura deles é um veneno que não avisa: ela te pega, te envolve, te faz querer mais.
Porque veja bem: alguém que mergulha sozinho nos labirintos da mente,
Que enfrenta os dilemas mais antigos da alma humana,
Que desce ao abismo e volta com algo que te faz rir até doer, chorar até secar,
Ou abrir mão de certezas que você jurava inabaláveis…

Esse alguém não é como nós.

E quando, partindo de um canto esquecido deste planeta,
Eles atravessam fronteiras que não vemos,
Tateando o desconhecido,
Trazendo de volta uma chama que ilumina, que queima, que transforma — Tudo isso apenas com o poder de uma mente inquieta,
Organizando o caos em algo que prende crianças em sonhos,
Adultos em verdades cruas,
Ou canções que despertam em nós nostalgia, amor, e a transformação de um ambiente…

Você há de convir:
isso não é normal.

É perigoso.
É magnético.
É loucura.

Agora, aproxime-se.
Vou te contar um segredo.
Mas guarde-o com cuidado:

Eu me tornei um deles.
Sou um louco. Sou escritor.
E se você leu até aqui…
Bem-vindo ao jogo.

Num mundo onde o caos sussurra e a pressa nos arrasta, os livros se erguem como faróis — de silêncio e sabedoria.
Eles não são apenas páginas: são portais que os loucos abriram.
São abraços que acolhem, vozes que ensinam, espelhos que revelam.

Para cada coração inquieto, há um livro que espera, pacientemente, para ser descoberto.
E entre todos eles, a Bíblia — é o mais poderoso. ✨

A leitura é mais que um hábito.
É um refúgio.

Inserida por SergioJunior79

⁠Certa vez, ouvi um orador diante de uma multidão dizer:
‘Não sei a quem você machucou, decepcionou ou feriu. Mas hoje, eu lhe digo: siga em paz.’
Naquele instante, algo explodiu dentro de mim.
Que tipo de facilidade é essa que concede perdão a quem talvez nunca reconheceu o próprio erro?
Será que perdoar tão prontamente — sem uma reflexão, sem um pedido de desculpas — não alimenta uma geração que evita a responsabilidade?
Uma geração que acolhe argumentos vazios, que prefere o conforto de um perdão automático a encarar a dor da culpa e a necessidade do arrependimento?

O perdão é nobre, mas não pode ser banalizado.
Declarar “eu te perdoo” sem consciência pode impedir a evolução de quem precisa amadurecer.
E negar esse processo, em nome de uma falsa paz, é enfraquecer o pensamento crítico, é sufocar o aprendizado que nasce da dor.
Perdoar não é esquecer.
É entender, é aceitar, é permitir seguir…
mas sem ignorar a responsabilidade que cada um carrega pelas marcas que deixou.

⁠AMIZADE...

Dizem que é impossível que uma amizade entre um homem e uma mulher exista, porém somos a prova viva que isso é capaz sim. Nós respeitando, enxergando nossos valores e tendo nossas regras, que só pertence a nós dois.

Somos intensos, intensos em cada momento que estamos juntos. Cada segundo. Cada risada. Cada grito. Cada loucura. Um pouco de cada coisa.
Nossa amizade é mais vivida do que registrada.

Dividimos os mais variáveis existentes sentimentos juntos, desde um choro por não se sentir bem ou resolver algo, há alegrias e conquistas que cada um almejou.

Nem sempre podemos estar juntos. Sentimos saudades das nossas companhias. Mas sempre damos um jeitinho de nós encontrar e se divertir mesmo com o mínimo de verba em nossos bolsos. Fazemos o acaso ser nosso caso.

Nossa amizade é um verdadeiro baú do qual vamos guardando ali memórias, lugares, momentos, risos e tudo que pudermos ter...

Eu amo cada instante ao seu lado, cada conversa nossa, cada riso seu... - amamos cada detalhe nosso, mas o que realmente nos chama muito atenção, é o quão somos inocentes quando estamos juntos.

Somos intensos. As vezes nós brigamos e isso é normal. Porém nos entendemos, porque a amizade nos ensina que, nem tudo é um mar de flores. As vezes precisamos de espaço e a gente temos o dever de saber quando isso deve acontecer.

[Espaço dedicado para relatar a ou as pessoas destinadas para essa mensagem]

Gratidão por aparecer do nada e transformar meus dias em dias impressionantes.

Que perdure por muitos anos essa nossa história de amizade que temos....

Inserida por VictorRangel

⁠EU ACHO...

Acho que deveríamos ficar juntos.
Daríamos certos se fôssemos um casal.

Apesar das divergências existentes entre nós, nos entendemos bem.
Nós respeitamos, sabemos ter empatia um pelo outro.
Dividimos emoções, segredos, ideias e até mesmo a conta das despesas.

Sim, acho que deveríamos ficar juntos.

Somos intensos no que sentimos.
Verdadeiros em tudo o que fazemos e falamos.
Somos persistentes em diversas coisas e assuntos, caso contrário, já teríamos se odiado a muito tempo, sem nem sequer nós dar a chance de um novo recomeço.

Sim, acho que deveríamos ficar juntos.

A vontade de termos um ao outro é mais forte, capaz de nós unir toda vez que brigamos, nós afastamos ou dizemos algo que desagradou o outro.
Somos carentes das nossas companhias.
Quando nós dois estamos juntos, o mundo lá fora não nos interessa.
Nossa união pode transformar dor em amor.

Sim, acho que deveríamos ficar juntos.

Você tem um perfume doce, aquele que você sabe que eu adoro. Já eu, tenho aquele abraço caloroso e aconchegante que te envolve toda.
O que seria de nós se não tivéssemos um ao outro?

Sim, eu tenho certeza de que deveríamos ficar juntos....

Escrito por Victor Rangel....

Inserida por VictorRangel

⁠*Súplica*

Nessa vida ruim que a gente leva
Nos arresta um tiquim de compaixão
Tem profeta que mais parece o cão
Desdizendo o que presta e o que não presta
Difundido uma tal de salvação
Pra um povo que a fé é o que lhe resta
Tem político que fala até fácim
Com palavras cheias de embocadura
E o povo vivendo na amargura
Num eterno ato de bravura
Sem comida, bebida ou condição
Esgueirando sempre na contramão
Daqueles que vivem na fartura
Deus do céu favor explica
Porque me empreitou essa peleja
De viver uma vida miserável
Sem topar sequer alguém afável?
Com a dor da labuta sertaneja
Dessa vida eu sei nada se leva
E assim espero eu mesmo que seja
No inromper desses dias que caleja
Quero mais é viver dias de festas
Se tiver de voltar a viver assim
Nesses anos feitos de dias ruins
Por favor me esqueça, que assim seja!

Inserida por jmsrosa

⁠Poema de Como te vejo!
Eu te descrevi, te toquei, te criei em mim!
Este é um Poema de como te vejo, de como te tenho, de como te sinto!
Um dia fresco, com chuva revigorante.
Tão livre, uma liberdade tão gritante e leve, quanto a essência do vento.
Essa força, misturada com energia e coragem.
Um calor que aquece o todo e uma breve melancolia que me encanta.
Sempre forte, mas tão frágil, que tenho vontade de te abraçar quando vejo os seus olhos que desvendam o universo, aqueles olhos que descobrem o mundo pela primeira vez, com uma brisa leve de puridade.
Tantas sensações, mesmo quando não fala nada, eu sinto tudo.
Daquelas que tocam e você sente a alma.
Essa conexão, um pertencer tão calmo e belo, mas que muitas vezes me pegam com devasta imensidão.
Transborda, preenche, tudo sente.
Com todo meu interior, no amor, onde te amo mais que tudo!
Obrigada por me despertar tantas sensações!

⁠Escolha certa


É um dever lutar por quem amamos, desde que aja equilíbrio entre o que é conexão e migalhas,

aonde a alegria a um alívio, a uma bela manhã de sol,

aonde a dor, a um vazio estranho a um dia sem cor,

escolher é uma arte , vivenciar é a construção de uma obra,

os meus pedidos foram tão repetitivos que se tornaram uma oração, as minhas palavras ganharam tanta força que entraram no processo de ebulição,

se o intenso é um desejo dos dois, o propósito de jogar os pratos gregos deve ser cumprido,

cartas na mesa, vestido de debutante, vinho nas taças, que comece o sagrado momento.

Inserida por ricardo_souza_5

⁠Vozes que me escreveram


(um testamento íntimo de quem cresceu lendo)

Cresci entre prateleiras como quem cresce entre árvores:
cada livro era uma raiz,
cada autor, uma seiva que me invadia devagar,
silenciosamente.
Enquanto outras crianças sabiam nomes de bonecas ou heróis,
eu sabia os nomes das sombras,
dos sonhos,
dos espelhos quebrados das palavras.

Os autores não foram só companhia —
foram minhas primeiras perguntas.
Foram costureiros da minha alma dispersa.

Monteiro Lobato me deu chão com cheiro de terra,
mas também me apontou estrelas escondidas nas caixinhas do impossível.
Foi com ele que aprendi a discutir com o mundo
sem deixar de brincar com ele.

Machado de Assis ensinou-me a ironia como espada —
e como espelho.
Com ele, percebi cedo que os silêncios entre as frases
gritam mais do que os gritos ditos.
E que o olhar pode ser faca,
mas também cura.

Clarice Lispector me desfez para depois me reinventar.
Eu lia sem entender, mas algo em mim tremia,
como se ela falasse com uma parte minha
ainda por nascer.
Foi ela quem me ensinou
que o mistério não se resolve —
se contempla.

Fernando Pessoa, com seus outros eus,
me permitiu viver entre máscaras sinceras.
Cada heterônimo era uma chave:
um modo diferente de olhar o mesmo céu.
Com ele, compreendi que o mundo cabe
em quem aceita não caber nele.

Cecília Meireles me ensinou a flutuar entre as dores,
a escrever sem peso e com ternura.
Ela cantava tristezas com mãos de seda,
e com ela entendi
que ser frágil não é ser fraco —
é ser afiado de dentro.

José Saramago me deu o labirinto da linguagem.
Com ele aprendi a perder o fôlego em frases longas,
a duvidar da pontuação do mundo.
Ele me ensinou que a fé pode ser cética,
e que a lucidez é, por vezes, heresia.

Franz Kafka me assombrou com seus corredores sem portas.
Era como se ele tivesse lido meus medos antes de mim.
Com ele, vi que a angústia tem nome,
mas às vezes não tem saída.
E ainda assim: escreve-se.

Virginia Woolf, vapor de pensamento,
ensinou-me a nadar na corrente do sentir contínuo.
Com ela, entendi que o tempo interno
desfaz relógios,
e que a mulher que escreve
precisa de um quarto —
e de um universo.

Emily Dickinson, tão calada e infinita,
sussurrou-me versos como orações.
Com ela, aprendi que há um universo
que vive apenas entre quatro paredes
e uma janela.

Hermann Hesse me falou em voz de monge e de menino.
Ele disse que a alma é rio,
que o espírito busca retorno,
e que às vezes a paz só vem
quando a solidão é aceita como irmã.

Dostoiévski rasgou em mim um buraco necessário.
Ele não me confortou: me despiu.
Com ele, aprendi que amar é sangrar,
e que o abismo não se vence —
se reconhece.

Italo Calvino, leve como o pensamento sonhador,
ensinou-me que a leveza pode ser mais difícil que o peso,
e que às vezes a melhor resposta
é uma história contada de lado,
como quem dança e não explica.


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Coda da Leitura

Hoje, sou uma colcha de vozes.
Nenhuma só. Nenhuma inteira.
Mas todas verdadeiras.

Carrego Austen nas entrelinhas da minha coragem,
Rilke nos espaços onde me pergunto em silêncio,
Kafka nos dias em que a existência parece absurda,
e Woolf nas marés do meu pensamento líquido.

E se amo tanto o que não sei,
se permaneço inteira mesmo despedaçada,
é porque cresci lendo —
e os livros, em silêncio,
me ensinaram a habitar o mundo
com perguntas,
com beleza,
com espanto.

Inserida por tamara_guglielmi

⁠Os Próximos Capítulos

Léo tinha apenas oito anos quando se mudou para um bairro no interior da cidade. Lá, conheceu uma garota que, sem saber, se tornaria sua grande paixão. A mãe dela era afiliada da mãe dele, o que fazia com que estivessem sempre próximos. Cresceram juntos, compartilhando brincadeiras, risadas e histórias, mas para ela, Léo sempre foi apenas um amigo. Já para ele, cada momento ao seu lado era especial.

Os anos passaram, e ela começou a namorar um amigo próximo de Léo. Ele nunca interferiu, apenas observou de longe, guardando seus sentimentos em silêncio. Seu amor não era correspondido, e ele aprendeu a aceitar isso. A vida seguiu seu curso, e cada um tomou seu próprio caminho.

Na idade adulta, os dois acabaram se afastando. Léo seguiu sua trajetória, enquanto ela se casou e formou uma família. Por muito tempo, ele apenas a acompanhou de longe, sabendo que ela estava feliz. Até que, um dia, o destino os colocou frente a frente novamente.

O reencontro foi casual. Uma conversa despretensiosa, sorrisos tímidos e lembranças de um tempo que parecia distante. Mas Léo percebeu algo diferente nela. O brilho em seus olhos já não era o mesmo. Não que ela estivesse infeliz, mas havia uma sombra de incerteza em suas palavras.

Com o passar dos dias, trocaram mais mensagens, conversaram mais vezes. Ela confidenciou que seu casamento passava por um momento difícil, cheio de dúvidas e desgastes. Léo ouviu atentamente, como sempre fazia. Não havia segundas intenções, apenas a vontade genuína de estar presente para ela, como sempre esteve.

Em uma noite qualquer, ele a convidou para sair. Não como um encontro, mas como uma oportunidade de relembrar os velhos tempos, de resgatar um pouco da leveza que a vida adulta havia tirado. Para sua surpresa, ela aceitou.

Foram a um lugar tranquilo, conversaram sobre tudo e sobre nada, riram como há muito tempo não riam. Léo não nutria esperanças. Ele sabia que seu amor sempre fora unilateral, mas aquilo não importava. Estar ao lado dela, mesmo que apenas como um amigo, era suficiente.

Enquanto a noite avançava, ele se pegava pensando no que o futuro reservava. Nunca criou expectativas de que ela o olhasse de outra forma, nem que os sentimentos dela mudassem de repente. Sempre aceitou seu lugar, aquele espaço silencioso de quem ama calado. Mas, pela primeira vez em anos, percebeu que a vida, teimosa, os colocava novamente no mesmo caminho. E, no fundo, algo dentro dele dizia que talvez… talvez os próximos capítulos dessa história ainda estivessem por vir.

E então... o improvável aconteceu.

O que por tantos anos ele só ousou viver dentro dos próprios pensamentos, das imaginações mais secretas, de repente se tornou real.

Ela lhe disse SIM. Havia um "quem sabe" no olhar, uma entrega sutil, quase silenciosa... mas que ele entendeu na mesma hora. E quando percebeu, estava ali, tão perto, sentindo o cheiro dos cabelos dela, ouvindo sua respiração misturada à sua. O toque da mão dela na sua pele fez seu corpo inteiro estremecer. Cada célula, cada fibra, cada pedaço de si entendia que aquele momento era real — tão real que parecia impossível.

Se beijaram. E aquele beijo tinha gosto de infância, de saudade, de desejo guardado há anos. Beijo que carregava memórias, cicatrizes, sonhos... e principalmente, amor. O corpo dela encaixado no seu era a materialização de cada pensamento que ele teve ao longo de uma vida inteira.

Fizeram amor.

Mas, para Léo, não foi só isso. Foi como atravessar a linha que separa o sonho da realidade. Enquanto seus lábios percorriam a pele dela, enquanto seus braços a apertavam contra o peito, ele sentia que estava vivendo o momento mais verdadeiro da sua existência. O coração disparado, a respiração descompassada, os olhos marejados… era como se o universo inteiro tivesse parado, como se tudo que ele viveu até ali tivesse sido apenas um prelúdio para aquele instante.

Por dentro, gritava para si mesmo: “Aconteceu! Está acontecendo! Eu estou vivendo isso!”

Era mais do que desejo, era amor transbordando em cada toque, em cada suspiro, em cada olhar trocado. E, durante aquela tarde, ele não sabia se aquilo seria uma vírgula, um ponto final ou um novo capítulo... só sabia que, naquele instante, ela era sua. Sem cobranças, sem promessas, sem amarras. Só eles. Só aquele momento.

Por tanto tempo, ele carregou consigo a lembrança de um amor que só existia dentro dele. Mas agora... agora ele tinha algo que ninguém jamais poderia tirar: a lembrança viva, real, pulsante... de um amor que, por um instante, deixou de ser apenas sonho — e se fez vida.

E, enquanto olhava pra ela, repousando em seus braços, só conseguia pensar que… talvez, só talvez… os próximos capítulos ainda estejam sendo escritos.

Inserida por LeBernardo

⁠"Um dos livros da Bíblia que mais me marcou — e que já li mais de uma vez, até perdi a conta — é Apocalipse.
Muita gente o vê apenas como o livro do fim, mas para mim ele também fala de esperança.
Ele revela que, mesmo quando tudo parece estar chegando ao limite, Deus ainda tem planos.
Apocalipse nos lembra que os salvos serão levados para morar com o Pai, por toda a eternidade.
Isso é maravilhoso. É o que todo cristão anseia após essa jornada terrena.
É uma verdade profunda, que dá ânimo para os dias difíceis.
Saber que esta vida não é o fim — mas apenas o começo da eternidade com o nosso Criador — é algo que sustenta, consola e transforma."

Inserida por Shadrachserra

⁠ Deus nos dá todos os dias uma nova oportunidade de recomeçar e fazer o melhor. Quer um conselho? Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. Se de repente aparecer pedras no caminho não tenha medo, porque sem lutas não existem vitória.
se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.
2 Crônicas 7:14
Se, porém, não agrada a vocês servir ao Senhor, esco­lham hoje a quem irão servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas eu e a minha família servi­remos ao Senhor".
Josué 24:15
"O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer
o seu rosto sobre ti
e te conceda graça; o Senhor volte para ti o seu rosto
e te dê paz.
Números 6:24-26

Inserida por eugenia

⁠O êxito tem início em um ideal, que se transforma em meta, da meta para a disciplina, da disciplina para a persistência e desta para a conquista. As conquistas são obstáculos árduos de transpor, muitas barreiras serão encontradas no caminho, porém o autêntico vencedor possui um espírito combativo, visionário e estratégico. Permanecerá sempre avançando e superando todos os impedimentos. A gratificação está no empenho dedicado, não no resultado alcançado. O esforço integral é a vitória completa. Hoje se inicia um novo ciclo em minha tão almejada aprovação na OAB, na qual obtive sucesso. Agradeço a Deus por ter me conduzido a abrir aleatoriamente uma página de minha CLT e justamente nela encontrar a peça cobrada, o que resultou em minha aprovação no exame da OAB! Estou extremamente orgulhoso de mim mesmo e pretendo comemorar muito esta conquista, pois é um direito que me assiste! A satisfação está no esforço, não no resultado alcançado. O esforço integral é a vitória plena.
NOIR

Inserida por noirimoveis_1101101