Texto para um Amor te Esquecer

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Se existisse um jeito de você ver com os meus olhos a maneira que eu te vejo; se existisse um jeito de você sentir o que eu sinto por você, ficaria comigo pra sempre. E só assim entenderia essa minha vontade de você.
Você estava dormindo ao meu lado, e enquanto o sono não chegava, observava como é bom sentir o seu braço colado no meu corpo e sua respiração ao pé do ouvido. Nós sempre estivemos assim tão próximos. Pode ser que o tempo passe e eu consiga entender esse poder que você tem sobre mim.

— Eu não quero estar sempre com a pele pálida e olhos inchados.
— Só por um sorriso no rosto que tudo dá certo.
— Também não quero. Eu costumava usar esse sorriso quando queria enganar a minha tristeza. Perda de tempo. Não se engana a tristeza.
— O que tu queres então?
— Quero ser feliz.
— O que te impede?
— Você.
— Eu? Por quê?
— Não dá.
— Não dá o que?
— Pra ser feliz…
— Por quê?
— Não sem ter você…
Silêncio.

Porque a vida é assim: Um pouco a gente ri,
um pouco a gente chora. Um pouco a gente canta,
um pouco a gente dança e um muito a gente luta.
um pouco a gente se encanta e um muito a
gente se desencanta. Um pouco a gente anda,
um pouco a gente corre, um pouco a gente voa.
Um pouco a gente confia, um pouco a gente duvida,
um tanto a gente busca e um pouco a gente encontra.
E um muito a gente ama.

Te vejo como uma rosa vermelha linda
Em meio a um temporal, perdida.
Sem poder fazer nada ou sem saber o que fazer.
Hó rosa linda.
Me contagia o momento a te olhar com múltiplos
Sentimentos e complexidade.
És o que?
Simples rosa em meio a temporal?
A mim não.
A mim és a vida em meio a um temporal.
Em meio a um temporal?
Em meio a problemas.

Te vejo despedaçar em bruto temporal.
O que poderei eu fazer?
Poderei lhe cobrir do temporal?
Sim.
Mas ainda saberas que esta a chover la fora.
Mas lhe guardarei comigo pra sempre.
Esse temporal vai passar.
Com voce estarei sempre ao seu lado.

O sol raiara em uma nova manha.
E te verei linda e forte novamente.
minha bela rosa.

Um dia talvez eü encontre alguém que tire a minha respiração, que me faça ser feliz, que me entenda e me compreenda, que me ame de verdade, mas porque essa pessoa não pode ser você ?
Depois de tudo que passei ao seu lado, depois de todos os sonhos planejados, depois de toda a dor, depois de todo o meu sofrimento, depois de tudo que lutei, depois de Deus ter falado que queria nos dois, depois de tudo isso que passei por você..por que você não pode ser a pessoa que vou passar o resto da minha vida ?
É de você que eü gosto, então cadê o seu amor ? Aquele amor que jurava todos os dias da sua vida que sentia por mim ? Cadê tudo aquilo ? Evaporou? Deparaceu? Eü pedi pra você sair da minha vida, o meu sonho não era esse, eü não queria ti pedir isso, mas você estragou tudo, e a sua justificativa era : Foi só uma brincadeira !
É esse o seu problema, brincadeiras, chega de ser criança, tome atitudes de homem.., eü não posso mudar minha decisão enquanto você não mudar e entender que precisa amadurecer !

Nas cores obscuras de um céu noturno
Onde as estrelas não demonstram seu brilho
Onde os as nuvens tomam contas,
Um feixe de luz vem a corta o céu.
Pessoas se pergunta,
"De onde vem este feixe luminoso?"
"Por que sinto essa vontade de sorrir e viver?"

Filósofos tentam entender,
Nenhum consegue entender,
Físicos e químicos tentam por sua vez
Novamente falham.

Até que aparece um jovem e diz
"Este feixe não pode ser entendido e sim sentido"
"Também conhecemos como amor,
Por esta questão pessoas sorriem quando o veem".

A vida me leva a cada segundo

A cada minuto o tempo tira um pouco da minha juventude

A cara hora a vida vai levando meu tempo restante

A cada dia minha inocência vai perdendo a graça

E então se passa os meses e vou ficando mais velho o que é inevitável, e minha vaidade já não é tão importante

E em fim os anos me colocam de fronte do meu fenecimento

E no meu eterno tempo olho dentro dos nos meus olhos e vejo que tudo é passageiro e que o mundo vai acabando a cada janeiro...

Bons fones, se possível. Boa música, sempre!

Não acredito que a memória seja um lugar esperando nossa visita. Me parece mais algo que construímos a cada visita. E nunca construímos da mesma forma. Sempre que lembrarmos do primeiro beijo, será um beijo diferente. Será sempre outra pessoa, a pessoa que nos tornamos, a lembrar do mesmo beijo.

Num dia desses, minha andança por POA coincidiu com o horário de saída de um colégio. Crianças invadiram a calçada enquanto eu passava. Algumas ficaram me olhando fixamente. Na verdade, olhavam para meus cabelos. E riam. Saquei que elas nunca tinham visto um cara cabeludo! Estranho é que havia, entre as crianças, vários moicanos. Fala um pouco a respeito do nosso tempo o fato deste corte de cabelo complexo, que necessita aditivos químicos para dribar a gravidade, parecer mais natural às crianças do que cabelos que... simplesmente... naturalmente... crescem.

Viagem de um vencido

Noite. Cruzes na estrada. Aves com frio...
E, enquanto eu tropeçava sobre os paus,
A efígie apocalíptica do Caos
Dançava no meu cérebro sombrio!

O Céu estava horrivelmente preto
E as árvores magríssimas lembravam
Pontos de admiração que se admiravam
De ver passar ali meu esqueleto!

Sozinho, uivando hoffmânnicos dizeres,
Aprazia-me assim, na escuridão,
Mergulhar minha exótica visão
Na intimidade noumenal dos seres.

Eu procurava, com uma vela acesa,
O feto original, de onde decorrem
Todas essas moléculas que morrem
Nas transubstanciações da Natureza.

Mas o que meus sentidos apreendiam
Dentro da treva lúgubre, era só
O ocaso sistemático de pó,
Em que as formas humanas se sumiam!

Reboava, num ruidoso burburinho
Bruto, análogo ao peã de márcios brados,
A rebeldia dos meus pés danados
Nas pedras resignadas do caminho.

Sentia estar pisando com a planta ávida
Um povo de radículas em embriões
Prestes a rebentar, como vulcões,
Do ventre equatorial da terra grávida!

Dentro de mim, como num chão profundo,
Choravam, com soluços quase humanos,
Convulsionando Céus, almas e oceanos
As formas microscópicas do mundo!

Era a larva agarrada a absconsas landes,
Era o abjeto vibrião rudimentar
Na impotência angustiosa de falar,
No desespero de não serem grandes!

Vinha-me à boca, assim, na ânsia dos párias,
Como o protesto de uma raça invicta,
O brado emocionante de vindicta
Das sensibilidades solitárias!

A longanimidade e o vilipêndio,
A abstinência e a luxúria, o bem e o mal
Ardiam no meu Orco cerebral,
Numa crepitação própria de incêndio!

Em contraposição à paz funérea,
Doía profundamente no meu crânio
Esse funcionamento simultâneo
De todos os conflitos da matéria!

Eu, perdido no Cosmos, me tornara
A assembléia belígera malsã,
Onde Ormuzd guerreava com Arimã,
Na discórdia perpétua do sansara!

Já me fazia medo aquela viagem
A carregar pelas ladeiras tétricas,
Na óssea armação das vértebras simétricas
A angústia da biológica engrenagem!

No Céu, de onde se vê o Homem de rastros,
Brilhava, vingadora, a esclarecer
As manchas subjetivas do meu ser
A espionagem fatídica dos astros!

Sentinelas de espíritos e estradas,
Noite alta, com a sidérica lanterna,
Eles entravam todos na caverna
Das consciências humanas mais fechadas!

Ao castigo daquela rutilância,
Maior que o olhar que perseguiu Caim,
Cumpria-se afinal dentro de mim
O próprio sofrimento da Substância!

Como quem traz ao dorso muitas cartas
Eu sofria, ao colher simples gardênia,
A multiplicidade heterogênea
De sensações diversamente amargas.

Mas das árvores, frias como lousas,
Fluía, horrenda e monótona, uma voz
Tão grande, tão profunda, tão feroz
Que parecia vir da alma das cousas:

"Se todos os fenômenos complexos,
Desde a consciência à antítese dos sexos
Vêm de um dínamo fluídico de gás,
Se hoje, obscuro, amanhã píncaros galgas,
A humildade botânica das algas
De que grandeza não será capaz?!

Quem sabe, enquanto Deus, Jeová ou Siva
Oculta à tua força cognitiva
Fenomenalidades que hão de vir,
Se a contração que hoje produz o choro
Não há de ser no século vindouro
Um simples movimento para rir?!

Que espécies outras, do Equador aos pólos,
Na prisão milenária dos subsolos,
Rasgando avidamente o húmus malsão,
Não trabalham, com a febre mais bravia,
Para erguer, na ânsia cósmica, a Energia
À última etapa da objetivação?!

É inútil, pois, que, a espiar enigmas, entres
Na química genésica dos ventres,
Porque em todas as cousas, afinal,
Crânio, ovário, montanha, árvore, iceberg,
Tragicamente, diante do Homem, se ergue
a esfinge do Mistério Universal!

A própria força em que teu Ser se expande,
Para esconder-se nessa esfinge grande,
Deu-te (oh! Mistério que se não traduz!)
Neste astro ruim de tênebras e abrolhos
A efeméride orgânica dos olhos
E o simulacro atordoador da Lua!

Por isto, oh! filho dos terráqueos limos,
Nós, arvoredos desterrados, rimos
Das vãs diatribes com que aturdes o ar...
Rimos, isto é, choramos, porque, em suma,
Rir da desgraça que de ti ressuma
É quase a mesma coisa que chorar!"

Às vibrações daquele horrível carme
Meu dispêndio nervoso era tamanho
Que eu sentia no corpo um vácuo estranho
Como uma boca sôfrega a esvaziar-me!

Na avançada epiléptica dos medos
Cria ouvir, a escalar Céus e apogeus,
A voz cavernosíssima de Deus
Reproduzida pelos arvoredos!

Agora, astro decrépito, em destroços,
Eu, desgraçadamente magro, a erguer-me,
Tinha necessidade de esconder-me
Longe da espécie humana, com os meus ossos!

Restava apenas na minha alma bruta
Onde frutificara outrora o Amor
Uma volicional fome interior
De renúncia budística absoluta!

Porque, naquela noite de ânsia e inferno,
Eu fora, alheio ao mundanário ruído,
A maior expressão do homem vencido
Diante da sombra do Mistério Eterno!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

Versos a um cão

Que força pode, adstricta a ambriões informes,
Tua garganta estúpida arrancar
Do segredo da célula ovular
Para latir nas solidões enormes?!

Esta obnóxia inconsciência, em que tu dormes,
Suficientíssima é, para provar
A incógnita alma, avoenga e elementar
Dos teus antepassados vermiformes.

Cão! — Alma de inferior rapsodo errante!
Resigna-a, ampara-a, arrima-a, afaga-a, acode-a
A escala dos latidos ancestrais. . .

E irá assim, pelos séculos, adiante,
Latindo a esquisitíssima prosódia
Da angústia hereditária dos seus pais!

Versos d’um exilado

Eu vou partir. Na límpida corrente
Rasga o batel o leito d’água fina
- Albatroz deslizando mansamente
Como se fosse vaporosa Ondina.

Exilado de ti, oh! Pátria! Ausente
Irei cantar a mágoa peregrina
Como canta o pastor a matutina
Trova d’amor, à luz do sol nascente!

Não mais virei talvez e, lá sozinho,
Hei de lembrar-me do meu pátrio ninho,
D’onde levo comigo a nostalgia

E esta lembrança que hoje me quebranta
E que eu levo hoje como a imagem santa
Dos sonhos todos que já tive um dia!

Solilóquio de um visionário

Para desvirginar o labirinto
Do velho e metafísico Mistério,
Comi meus olhos crus no cemitério,
Numa antropofagia de faminto!

A digestão desse manjar funéreo
Tornado sangue transformou-me o instinto
De humanas impressões visuais que eu sinto,
Nas divinas visões do íncola etéreo!

Vestido de hidrogênio incandescente,
Vaguei um século, improficuamente,
Pelas monotonias siderais...

Subi talvez às máximas alturas,
Mas, se hoje volto assim, com a alma às escuras,
É necessário que inda eu suba mais!

Tão grande a sabedoria de um homem ao ponto de enxergar tamanha felicidade onde ninguém mais tem olhos, feliz por ser único amado e amar, feliz por saber que não se corrompeu aos que todos dizem, feliz por descobrir o amor com seus sentidos, por tocar, por cheira, por beijar... não porque alguém o influenciou.. O amor causa medo, e espanta o mais fracos, mais somente os mais corajosos pode um dia dizer:
-Eu enfrentei o desconhecido e o vencir...
Hoje eu tenho o meu amor!!!

Ontem foi um lindo dia, otimo mas passou.
Hoje esta sendo agradavél, mas totalmente diferente do ontem.
O amanhã é inevitável, tanto quanto o que acontecerá nele.
Mas
algo do ontem do hoje e do amanhã sempre será igual em todos os dias,
sempre acontecerá coisas que nos colocaram medo, coragem, tristeza,
felicidades. Sempre haverá algo do ontem que refletira no hoje e que
será lembrado amanhã.

Vi um garoto num canto chorando,era só "mãnha" de garoto mimado...
Vi um adolescente num canto ouvindo musicas de cunho nostágico,cabisbaixo...era só conflito de identidade e aborrecência...
Vi um homem ao volante de seu carro olhando pro banco do passageiro vazio e marcado...
Vi um senhor sentado á sua escrivaninha,rugas aparentes olhar distante...era só mais um moleque,adolescente,adulto e idoso relembrando seu passado e se questionando:Valeu a pena?

SOU EU UM POUCO DE MIM

Ser diferente dos outros
não me torna de mim diferente.
Eu gosto do que me alegra
e aceito bem o que me convém,
mas mudar por alguém eu não sei,
pois deixar de ser eu não me faz bem,
se sem mim eu não sei me encontrar
e, não me achando, não encontro ninguém.

Não sou bonita, não sou feia,
não tenho talento algum,
mas no pouco de mim que eu sou,
do tudo que de pouco estou,
encontro um muito de mim.
Feliz, alegre ou triste,
não sou bem o que você procurou,
mas sou o melhor do que de mim existe.

Todo psicólogo é louco? Não se iluda nem um pouco!

"De médico e louco todo mundo tem um pouco”. Essa frase é bastante conhecida, direcionou-se também aos psicólogos, originou-se entre os psiquiatras. A Freud atribui-se a afirmativa de que "de perto ninguém é normal". Mas daí a inventarem que todo psicólogo é meio doido já é demais! Ficar falando isso de forma descuidada e pejorativa é, no mínimo, tolice. Muitas vezes um sujeito chamado de "louco" é bem mais lúcido do que um pseudoequilibrado que se intitula "normal". Normal? Que palavrinha mais questionável, e seu conceito é bem arbritário (eu nunca quis ser normal). As pessoas formadas em psicologia percorrem um caminho que envolve submeter-se aos processos psicoterapêuticos, ver e estudar a doença mental de perto. Aprendem a enxergar que, por trás das melhores aparências, podem morar histórias muito tristes. Sabem que todos nós maquiamos a realidade e que sonhos são como verdadeiros "mapas da mina". Sabemos que nada em nossa vida passa despercebido, que nada é tão simples e que não esquecemos absolutamente nada, nos guardamos em alguma gavetinha do nosso inconsciente, com uma plaquinha do lado de fora, indicando que tipo de sentimento refere-se àquele material guardado. O ser que estudou psicologia com afinco e mergulhou em suas profundezas de alguma forma tem a certeza de que "entre o céu e a terra, há mais mistérios que a nossa vã filosofia", como disse o grande gênio Shakespeare. Portanto, por esse saber e entender, esse individuo psicólogo pode ver a vida de forma um pouco diferente. Louco? Não, nem um pouco! Ele só tem uma relação mais íntima com que é interno, observa o contexto por uma ótica cientifica, mais requintada, treinada, como se usasse uma lupa imaginária. E quando esse psicólogo deflagra algo que alguém não quer ser ou não concorda, então esse alguém se rebela, pois não queria ter consciência daquilo que diz "nada a ver", "você tá viajando". Esperam que ele seja sério, concentrado, que sorria contidamente, fale com clareza, não tenha dúvidas sobre nada, muito menos problemas pessoais. Será que existe alguém assim? Costuma exigir um super equilíbrio dos psicólogos, eles não podem ter falhas? Isso significa falhar em seus consultórios? Um médico não pode ter problemas de saúde, um economista não pode passar por uma crise financeira, um advogado não pode sofrer um processo? Psicólogos podem, sim, ter dúvidas e problemas, mas o que vai diferenciá-los das outras pessoas pode ser a forma de resolver, entender, solucionar e manejar esses problemas. Ser psicólogo pode facilitar, mas ele continuará sendo humano, cercado de outros humanos que constróem a vida com ele.

Um relacionamento que se sustenta na mera conveniência e na perda de sua individualidade está fadado ao fracasso e à efemeridade. Sou super a favor do amor, mas desconfio de qualquer forma de amor que busque preencher o vazio.
O outro não o preenche – o preenchimento é interno! Ame por amar, não por conveniência! E não abra mão da liberdade e da beleza que a solitude lhe traz.

Hoje eu queria somente... Poder lhe dar um presente...
Algum que fosse marcante! Com pérolas, ou diamantes...
Um presente valioso, como um abraço gostoso...

Queria eu descobrir, tudo que te faz sorrir.
Arquitetar palhaçadas... Poder te arrancar risadas...
Ao menos por um momento, banir todo sofrimento!

Queria hoje poder, toda tristeza esconder.
Tirar a angustia do mundo, plantar um amor profundo.
Onde houvesse maldade, supriria com verdade.

Comporia uma canção, pra aquecer teu coração.
Se pudesse eu tentaria! ...Mostrar-te só alegria.
Ao menos por esse dia...

Queria eu de verdade, com toda minha vontade!
Que a alegria que há no mundo, fosse em ti realidade.
Não somente nesse dia, ...Mas por toda eternidade!

Feliz aniversário!

Palavras são só palavras??

Para algumas pessoas, palavras são só palavras. Um dia quem sabe ainda nessa passagem possam abrir o sentido das percepções e deixar que seus ouvidos escutem aquilo que eles mesmos proferem aos quatro cantos.

Tenho esperança que essas pessoas reconheçam mesmo que tardiamente que a infelicidade que reside dentro da alma cega pelo orgulho não cabe aos outros, mas sim a si próprio. Talvez por se acharem já perfeitos acabam atribuindo tudo que lhe acontece ao mundo e a todos que nele habitam. Dificilmente sentem qualquer resquício de remorso, pois estão prostrados a sentirem-se vitimados pela vida. Se ao menos brotasse dentro da alma um fio de humildade, ainda haveria a mágica de dissolver toda mágoa e ressentimento em bondade, sabedoria e aprendizado.

TCris

01/09/2011